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Pêssego em calda de água de flor de laranjeira com sorvete, suspiros e amêndoas

Ufa! Ficou enorme o nome dessa sobremesa mas não faz mal, porque assim dá pra se ter uma ligeira idéia da loucura que fica esse trem.
A idéia eu pesquei no programa de um chef bonitinho e cuti-cuti, de um programa do Discovery Travel & Living. O moço, cujo nome lamentavelmente eu não sei, fez um merengue com suspiros e pêssegos e eu, rapidinha, captei a idéia da sobremesa e usei aqui.

Obviamente eu não fui tão fofa quanto o chef e não fiz o suspiro com minhas próprias mãozinhas -essa parte eu deleguei à minha padaria preferida, que faz uns suspiros que derretem na boca. É claro que eu também não fiz o sorvete e deixei a Kibon cuidar disso para mim mas, juro, eu dou a maior força pra quem faz seu próprio sorvete, acho lindo.

Okey, mas então você fez o quê nessa sobremesa, Dona Fabiana? Oras, eu tostei as lâminas de amêndoas e fiz o pêssego em calda uai! Ah sim, sim, eu sei que tem pêssego em calda que também já está prontinho lá no supermercado mas… aí também ia faltar um pouco de glamour, né minha gente? Além do mais, esse pêssego não é feito numa calda comum, olha só…

O pulo do gato desse pêssego está na calda, feita com canela em pau e água de flor de laranjeira (essa água deliciosa e aromática você encontra em casas de produtos árabes ou em supermercados como a Casa Santa Luzia aqui em São Paulo).

Corte 6 pêssegos (maduros mas firmes) ao meio e retire os caroços, depois parta cada metade em 2 (1 pêssego = 4 pedaços). Numa panela coloque 1/2 xícara de açucar para 2 xícaras de água – veja bem, eu não sou por assim dizer uma formiga, então essa é a medida que acho bacana, mas se você quiser mais doce fique à vontade para aumentar a quantidade de açucar – há inclusive quem use partes iguais de água e açucar – aí é gôsto do freguês, ok? Junte 1 pau de canela 2 colheres de sopa da água de flor de laranjeira. Mexa bem até o açucar dissolver todo e junte lá os pêssegos cortadinhos. Daí é só contar 5 minutinhos a partir do momento que começar a ferver e já retirar os pêssegos – o lance não é cozinhá-los até desmanchar, apenas deixá-los macios, combinado? Retire a pele dos pêssegos e retorne-as para a panela para que elas continuem adicionando sabor e deixe a calda cozinhar em fogo baixo até reduzir pela metade.
Desligue o fogo, descarte a canela e as peles dos pêssegos (coe, se preferir), ponha a calda numa vasilha e deixe esfriar. Depois de frio, junte lá os pêssegos e guarde na geladeira até o momento de servir – o ideal mesmo é fazer de um dia para o outro, ok? Você terá um pêssego delicioso, numa calda rosada linda de viver, afff… escândalo comadre, escândalo.

Pronto! Depois é só montar a sobremesa em um prato fundo – 2 bolas de sorvete de creme ou baunilha, um bocadinho de suspiro levemente esmagadinho (se for daqueles mini-suspiros pode até usá-los inteiros), o pêssego com a caldinha rosa e finalizar com lâminas de amêndoas tostadas. Ah sim! E se preparar, pois muitos yummys serão ouvidos =)

* post originalmente publicado por mim no blog Rainhas do Lar

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Torta de chocolate e nozes

Receita da revista Claudia, que eu segui à risca e que fez o maior sucesso entre a ala formigona da família. Embora a ganache de chocolate meio amargo quebre um pouco o doce do caramelo de nozes, ainda assim trata-se de uma sobremesa bem doce. Teve gente que disse que foi a melhor torta que já comeu na vida (né Fábio?), de modos que se você, leitora amiga, curte um doce poderoso, acho que essa é a sua torta.

No processador bata 1 1/2 xicara de farinha de trigo com 100gr de nozes moídas e 1/2 colher (chá) de sal. Junte 1/3 xícara de açucar de confeiteiro, 1/2 xícara de manteiga em temperatura ambiente e 1 ovo. Pulse rapidamente. Amasse até formar um disco e leve para gelar, embrulhado em filme plástico por 30 minutos.

Abra o disco e com ele forre uma forma de fundo removível de 30cm e leve à geladeira por 30 minutos. Fure a massa com um garfo e leve ao forno moderado (180C), pré-aquecido, por 30 minutos ou até dourar.

O recheio….

Em uma panela leve 1 xícara de açucar, 1/2 xícara de água e 1/4 xícara de Karo, mexendo até dissolver o açucar. Cozinhe sem mexer, até caramelar. Fora do fogo, misture 1/2 xícara de manteiga e junte 1/2 xícara de creme de leite fresco aos poucos. Deixe amornar, adicione 120gr de nozes picadas e despeje sobre a massa já assada.

A cobertura…

Em uma panela pequena leve ao fogo baixo 240gr de chocolate com 1 xícara de creme de leite fresco, mexendo sempre até derreter. Deixe amornar e despeje sobre o recheio. Leve pra gelar por no mínimo 3 horas.
Desenforme a torta, decore com nozes e sirva.
Rende 16 fatias.


(a danada antes do “ataque”)

* post originalmente publicado por mim no blog Rainhas do Lar

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#dica – batatas crocantes e saborosas

1. Cozinhe batatas bolinha lavadas e com casca até que fiquem macias (sem desmanchar!);

2. Disponha as batatas em uma assadeira e, com as costas de uma colher, amasse cada uma delas ligeiramente (não é pra fazer purê!);

3. Tempere as batatas com azeite, sal (ou flor de sal), pimenta moída na hora e ervas secas (se preferir, use um pesto pronto – também pode-se finalizar com queijo ralado);

4. Leve-as ao forno pré-aquecido e asse até dourar.

Sirva com uma carne grelhada e seja feliz :)

Foto: The Pioneer Woman

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Bacalhau com mandioca, leite de coco e gengibre

A Páscoa está aí e a gente logo pensa no bacalhau da sexta-feira santa né? Eu pelo menos, penso.

E se esse também é o seu caso, garanto que você vai curtir essa receita diferente de bacalhau – diferente e d.e.l.i.c.i.o.s.a, vale dizer. Sabe uma coisa assim tipo um bobó? Então… essa receita da revista Claudia Comida é quase que um irresistível bobó de camarão. Uma receita aromática, leve e especial, que vai fazer bonito em sua Páscoa.

O primeiro passo é dessalgar  da noite para o dia 1kg de bacalhau partido em pedaços grandes (confira esse post com dicas sobre bacalhau!).

No dia do preparo, comece cozinhando 1 kg de mandioca (água, panela de pressão, mais ou menos 25 minutos, depedendo da qualidade da mandioca). Depois de cozida, é só retirar o fio grosso central e amassar com um garfo.

Em uma panela aqueça 1/4 de xícara de azeite e refogue 3 cebolas médias picadas, 1 pimentão vermelho picado, 5 tomates sem pele e sem sementes picados, 2 colheres (sopa) de coentro fresco picado e 1 colher (sopa) de gengibre picado. Refogue, mexendo às vezes, por uns 5 minutos ou até a cebola e o pimentão estarem macios.

Junte o bacalhau já dessalgado e 1 xícara de leite de coco. Cozinhe em fogo baixo, mexendo de vez em quando, por uns 15 minutos, até que o bacalhau esteja macio. Com cuidado, retire os pedaços de bacalhau e reserve. Junte à panela, a mandioca amassada, 1 xícara de água e mais 1 xícara de leite de coco e cozinhe por 10 minutos ou até engrossar ligeiramente. Devolva o bacalhau (separe uns pedaços para decorar). Acerte o sal, tempere com pimenta e leve para uma travessa, finalizando com os pedaços de bacalhau reservado. Polvilhe coentro e, no meu caso, resolvi juntar também um pouquinho de alho frito, para dar uma crocância.

Sirva com um arroz branco e um bom vinho branco português.

Rende 8 porções e muitos “hummmmmmmmmmmmmms!” :)

***

Aqui no Pimenta tem mais bacalhau…

Bacalhoada
Suflê de bacalhau

Crepe de bacalhau com alho poró
Bacalhau da Dani Falcão
Salada de bacalhau, lentilha, tomate e ervas

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Pizza da hora


(pizza antes de ir ao forno – o quê? Foto de depois do forno? tem não! rs)

Marido foi pilotar o fogão inspirado por uma receita do programa Homens Gourmet, do queridíssimo @CaBertolazzi. O resultado foi esse aqui, uma pizza d.e.l.i.c.i.o.s.a, fácil de fazer e, vamo’ combinar, cheia de glamour né?

Corte um pão sírio ao meio e leve ao forno para tostar rapidamente.

Retire do forno, espalhe uma camada generosa de extrato de tomate,  disponha tomates cereja picados ao meio, mussarella de búfala ralada, parma fatiado (ou jamom ibérico), algumas fatias de manga, tempere com sal e pimenta e um pouco de azeite e espalhe as folhas de manjericão fresco.

Leve de volta ao forno e asse até o ponto desejado – a mussarella derrete, a manga dá uma ligeira amolecida…af, bom demais!

p.s: foto de celular, a noite, relevem, ahn? ;)

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Dicas para churrasco

O primeiro passo para preparar um bom churrasco é aprontar a churrasqueira. Dessa forma, o carvão já estará em brasa quando tiver que colocar as carnes para assar. Ele deve ocupar pelo menos metade do tambor e, para acendê-lo, você pode utilizar gel especial ou um pão embebido em álcool. O truque é abrir um espaço no carvão para atear fogo e, depois que as labaredas se firmarem, cobrir com mais carvão.

Após esse cuidado, é hora de dar atenção à escolha das carnes. Contrafilé, alcatra, picanha e costela de boi são as melhores carnes para churrasco, por serem macias e agradarem a maioria das pessoas. Há outras carnes que não podem faltar no churrasco como linguiça, coração e asinhas de frango.

Para quem deseja inovar um pouco, a dica é preparar carne de carneiro. Ela também é macia e seu sabor adocicado combina muito bem com molho de hortelã. Já para aqueles que querem diminuir as calorias do churrasco, a dica é trocar as asas pelo peito de frango.

Por falar em opções de receitas saudáveis , você pode preparar vegetais na brasa. Berinjela, abobrinha, batata-doce, pimentão, tomate e cebola são ótimas opções e podem ser servidos com sal e azeite depois de cozidos. Essa é uma excelente alternativa para quem não come carne ou não quer sair da dieta.


Outras dicas para churrasco envolvem os temperos utilizados no preparo das carnes. Os grandes chefes afirmam que sal grosso basta. Mas ele pode ser substituído por sal temperado, adicionando caldo de carne em pó, cominho e páprica. Outra boa sugestão é deixar as carnes de frango marinando de um dia para o outro em um molho preparado com cerveja, sal grosso, alho, cheiro verde e salsinha. Algumas ervas também podem dar um sabor especial às carnes como alecrim, hortelã e coentro.

Alguns petiscos também não podem faltar em um churrasco. O famoso pão com alho  é um deles. Essa delícia já pode ser comprada pronta e ir direto para a grelha. Mas, se você preferir, pode preparar um patê com alho e maionese ou manteiga. Para incrementar, salpique orégano ou salsinha sobre as fatias de pão. Queijo coalho também é uma ótima opção de petisco.

Como acompanhamento, o ideal é servir nada muito sofisticado. O tradicional arroz branco e o vinagrete não podem faltar. A farofa também é outro prato que faz parte de um bom churrasco. Ela pode ser preparada com farinha de rosca ou de milho e o fundamental é incrementá-la com bacon, linguiça calabresa, cenoura ralada, ovos e uvas passas. Tutu de feijão também combina bem com carne assada.

Outro prato que acompanha perfeitamente as receitas de churrasco é a salada que, quanto mais variada, melhor. Ela pode ser feita com folhas verdes, tomate, cenoura, beterraba, chuchu e outros legumes e verduras, crus ou cozidos. O toque especial pode ser dado acrescentando milho, ervilha, palmito e frutas como manga e carambola.


Aliás, as frutas são ótimas opções de sobremesa para churrasco. As mais indicadas são o abacaxi e a laranja, que por serem cítricas ajudam na digestão das carnes.

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O texto acima foi escrito pela leitora Cristina Fortes, enviado especialmente para o Pimenta.
Precisa dizer que eu adorei? ;)

Obrigada por compartilhar seu artigo conosco, Cristina!

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Imagens: Google

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Penne integral com anchovas e tomate confit


(foto do celular da Tatu!)

Daí que outro dia as Maltemoiselles se reuniram lá em casa para degustar nossa última cria – a IPA com cardamomo, Amy – e eu tinha que providenciar uma comidinha esperta porém ligeira para receber as confreiras. Juntou-se a isso um dia quente e a solução foi uma massa fria, leve, e que eu achei que harmonizaria com a nossa IPA (o que não aconteceu…nhé!).

Aqui o pulo do gato é preparar o tomate confit com antecedência e depois só juntar lé com cré e ser feliz.

Tá Fabiana, mas que raios é tomate confit?

Confit é o nome que se dá a uma técnica francesa, originalmente criada para a conservação de carnes (lembre-se que não havia geladeira, néam?). Basicamente consistia em cozinhá-la e depois guardá-la imersa em sua própria gordura, conservando-a assim por muito mais tempo e obtendo ótimos resultados – carnes preparadas assim ficam especialmente macias.

Hoje, para muito além da carne, dá pra usar a técnica para muitos outros tipos de alimentos. O truque é apenas cozinhá-los em alguma gordura, sempre em baixa temperatura, tomando o cuidado de não deixar essa gordura ferver, para não prejudicar o resultado final.

Como faz tomate confit?

Gosto de usar tomate cereja do tipo sugar grape, que são bem docinhos, mas você pode usar qualquer outro, ok?

Coloque os tomates (cortados ou não, você decide) em uma assadeira, tempere com sal e pimenta a gosto, coloque ramos de alecrim e alguns dentes de alho ligeiramente amassados (com casca mesmo). Cubra com azeite e leve ao forno baixo por aproximadamente 30 a 40 minutos, até que os tomates estejam macios. Mas atenção: Não é para fazer molho, viu comadre? Ou seja, nada de deixar os tomates lá e esquecer da vida! A ideia aqui é que eles não cheguem a desmanchar totalmente, ok?

Uma vez pronto seu confit, é só deixar esfriar e conservar em geladeira. Use como acompanhamento de carne, na salada ou, assim, com uma massa…

Para preparar meu penne, tudo que fiz foi processar alguns filés de anchova (anchova é aquela coisa né? Vai de gosto mesmo, eu curto) com um pouco de azeite, juntar à massa já cozida e escorrida e acrescentar azeitonas pretas, manjericão e o tomate confit. Depois, foi só temperar a gosto e servir. Eu ainda juntei alguns fundos de alcachofra que estavam dando bobeira na geladeira, mas só o tomate e a anchova já deixam a massa pra lá de especial.

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Focaccia ligeira

Ligeira porque não tem aquela coisa de sovar por hooooras e depois descansar por hoooras e todos aqueles quetais que envolvem massas desse tipo. Aqui, você mistura tudo, espera a massa crescer na forma mesmo e depois forno. Pronto! Não é uma massa fofa, não é a massa mais perfeita do mundo, mas é uma delícia e uma mão na roda quando você precisa de um lanche vapt-vupt – e todo mundo sabe que eu sou fã do vapt vupt, certo?

Use uma tigela grande e coloque nela 900gr de farinha de trigo. Faça um buraco no meio e vá acrescentando 1/2 litro de água morna onde você já deverá ter dissolvido 75gr de fermente biológico com 1 colher (chá) de sal e 1 colher (sopa) de açucar. Comece a misturar tudo e acrescente 1 ovo. Agora, transfira a massa para uma superfície enfarianhada e sove apenas o suficiente para obetr uma massa bacana, homogênea.

Leve a massa para uma assadeira anti-aderente (se usar a comum, pincele com azeite), abrindo com os dedos para forrar toda a superfície da assadeira. Deixe a massa descansando lá quietinha até que tenha crescido um bocadinho.

Quando ela tiver crescido, leve ao forno em uns 200ºC por 15 minutos. Enquanto isso prepare a “cobertura” da sua focaccia. Passados os 15 minutos, espalhe a cobertura que você escolher e retorne ao forno por mais un 7 minutinhos.

Na minha usei tomate cereja picado, alecri, orégano, pimenta calabresa e flor de sal. Temperei bem e finalizei com uma mussarella que estava na geladeira. Mas ó, só alecrim e sal grosso já fazem uma focaccia ficar deliciosa, viu?

Pra comer quentinha, morna ou mesmo fria (eu prefiro).


(orna com café e com suco, mas também orna com cerveja que é uma beleza!)

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Medalhão de carne e calabresa

Gente, é assim… eu resolvi chamar de medalhão porque achei bacana, porque acho mesmo que o formato é parecido e também porque, oras, o prato é meu… então, nada mais justo que eu chame do que bem entender, confere? =)

Isto posto (ui, tô parecendo adEvogada!), melhor dizer também que acredito que isso nem possa ser considerado uma receita. Talvez seja somente um modus operandi curioso para você variar aquela carne moída de sempre e fugir do esquemão almôndega (que eu amo) ou hamburguer (que eu amo2!).

Bem, já falei mais que a mulher da cobra então… ‘bora ver como faz?

A primeira coisa que fiz foi processar um pouco de linguiça calabresa (de Bragança, desculpa? Tks Taranto!) e misturar com a carne moída. A proporção pode ser meio a meio, ou menos linguiça, se você preferir.

O próximo passo é só temperar à vontade – usei pimenta calabresa (pouca, porque a linguiça já era apimentadinha), sal, cebola ralada e alho amassado e algumas gotinhas de molho inglês. Basta misturar tudo bem direitinho – não precisa colocar farinha, pão ralado, nada disso.

Para dar uma graça e agregar também sabor, cortei um pimentão vermelho em rodelas largas e usei como “forminha” para a carne.

Tudo moldado, bastou levar para a frigideira com azeite e deixar dourar bem.

Eu resolvi finalizar com um pouco de queijo ralado, mas poderia ser uma mussarella ralada ou, sei lá, um queijo cremoso. Ou mesmo nem usar nada, porque a mistira da carne com a calabresa já fica super saborosa.

Facinho, né? Pode fazer que eu garanto o sucesso :)

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Tartar de filé com queijo de cabra

Já comentei aqui que quando o marido resolve ir pra cozinha só quer saber de coisa glam, né? Arroz, feijão e bife ele não quer fazer não! ;)

Pois então, esse tartar é o resultado de seu último passeio pelo fogão (embora o prato seja cru…hohoho) e ó, ficou sensacional. A inspiração veio da Coleção A Grande Cozinha, mas ele fez algumas adaptações. Prato gostoso, fácil de fazer e de grande efeito visual… vem comigo?

O primeiro passo é cortar em cubos pequenos 250gr de tomate cereja e deixá-los em uma peneira por uns 40 minutos. O intuito é recolher aquela água que o tomate solta e guardá-la, para usar no molhinho emulsionado que acompanha o prato.

Enquanto os tomates descansam, pegue 100gr de queijo de cabra, tempere com sal, pimenta e um pouquinho de azeite e reserve.

Agora a carne…

São 500gr de filé mignon super limpo e finamente picadinho (ele mandou moer e foi lindo também) – a carne tem que ser boa, fresca, porque será servida crua, ok? Coloque a carne em uma tigela e acrescente: 20gr de alcaparras picadas, 30gr de azeitonas verdes sem caroço (ele usou a preta), 25 gr de minipepinos (ele usou em conserva) e algumas folhinhas de rúcula. Misture tudo muito bem e tempere com sal, pimenta, azeite e algumas gotas de molho inglês. Misture novamente e acrescente por último o suco de 1 limão, 1 colher (sopa) de conhaque e 120gr de pão tostado cortado em cubinhos (no estilo crouton, saca? ele usou fatias de pão integral de forma, que foram levemente tostadas com um fio de azeite, mas a receita sugere o pão italiano cortado em micro cubos).

Tudo beeeem misturadinho, chegou a hora de montar o prato lindão…

Use um aro ou, se não tiver, tente moldar os ingredientes no meio do prato, como na foto. Faça uma camada do tartar, cubra com o queijo de cabra e por cima os tomates picados. Sabe aquela água dos tomates? Junte a ela um pouco de azeite, misturando com um batedor para formar um molhinho emulsionado e regue o prato com ele.

Aqui, meu marido finalizou com sal negro e mais um pouco de azeite, além da rúcula. Não ficou lindão?

Adoro quando o marido arrasa :) Estou até pensando em colocá-lo como colaborador do blog, só para receitas loosho (se bem que ele também faz uma gororoba de macarrão que é famosa). O problema só vai ser a frequência da coluna, nééééé amooooor? Cof, cof, cof (coloque aqui a mensagem subliminar pedindo para o marido cozinhar mais) ♥♥♥

Tartar? What?

Tartar ou tartare é a preparação de um prato de carne crua e finamente picada. O tartare pode ser feito com carne de vaca, carne de cervo, salmão ou atum. O prato é popular na América do Norte e na Europa e considerado refinado. Geralmente, o tartare é servido com torradas.

A origem do prato é curiosa, alguns dizem que vem dos tártaros, povo nômade da Ásia Central que se alimentava de carne crua, armazenada sob o lombo do cavalo, onde o alimento durava mais e amaciava ao longo do dia. Com o tempo veio a idéia de adicionar algumas especiarias e o ovo, sendo criado o steak tartare. O povo da época creditava a ingestão de carne crua a grande força dos tártaros liderados por Átila, o rei dos Hunos, e começou a difundir o prato entre quem sonhava ganhar a força desses nômades.

Enfim, dentro da gastronomia tem-se que o Tartar é um prato clássico de origem russa, originalmente preparado com carne de gado, que ganhou notoriedade graças aos franceses. É uma receita que possui diversas variações, mas o ingrediente principal e obrigatório é a carne, seja qual for, crua e fresca, cortada em pequenos pedaços.
Traz bastante frescor a boca, principalmente os preparados a base de peixe.

Fonte: Cozinha da Janita

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Quiche super leve (sem massa) de brócolis

A inspiração veio do blog da Utilplast, com algumas adaptações – ao que tinha na minha geladeira e ao regime, que voltou brabo depois de um fim de semana de esbórnia gastronômica.

Entonces, o resultado foi uma espécie de quiche muito leve e super prática, que pode ser servida com uma saladinha e virar uma aposta certeira para um jantar mais light.

Em uma tigela misturei 4 ovos, 1/2 xícara de ricota fresca amassada, mais ou menos 1 1/2 xícara de brócolis levemente aferventado e picado, 1 pacote de queijo parmesão ralado (50gr), sal e pimenta calabresa e salsinha.

Não tem mistério… é só misturar tudo muito bem e colocar em ramequim untado com azeite e polvilhado com queijo ralado e levar em banho maria ao forno médio preaquecido. Leva cerca de 40 minutos até firmar e dourar e rende 2 quiches grandes.

E tem uma porção de substituições possíveis, né? Adoro :)

Servi com salada de couve que, segundo minha sogra, é batuta para emagrecer. Será? :P

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