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Panqueca de abobrinha e mussarela

receita de panqueca de abobrinha

Panqueca é uma paixão minha, quer seja a tradicional de massa fininha e recheada, ou essas do tipo americana, perfeitas para dar um jeito naqueles vegetais gritando na geladeira. Aqui, usei abobrinha do tipo italiana e incrementei com mussarela ralada – ficou deliciosa!

Eu faço no olhômetro porque basicamente já peguei o jeitão delas. A ideia é juntar os vegetais e temperos, ovos batidos, um tantinho de farinha para dar uma liga e fermento. Por ser tão simples, essas panquequinhas também são super versáteis – dá pra fazer com cenoura, espinafre, escarola, beterraba…
Ah, e a fritura é sem óleo, em frigideira antiaderente, super prática.

Comecei ralando uma abobrinha italiana com casca e tudo (ralo grosso!). Depois, ralei também 3 palitos de mussarela (pode calcular aí 1/2 xícara mais ou menos), juntei 1 dente de alho amassado e 1/2 cebola ralada. Misturei e quebrei alí 2 ovos. Mexe de novo, tempera com sal e pimenta e junta farinha de trigo para dar liga – nessa minha foram 2 colheres de sopa cheias. Mexe de novo, deixa homogêneo e junte 1 colher (chá) de fermento em pó. Mistura, acerta o tempero e esquenta uma frigideira antiaderente.

panqueca de abobrinha

Coloque uma porção de massa na frigideira quente e espalhe um pouco. A minha frigideira é pequenininha, já no jeito pra fazer essas panquequinhas. Se a sua for grande, coloque a massa no meio espalhe formando um círculo. Não é pra deixar muito fina, ok?

Abaixe o fogo e espere que a massa comece a fazer uma bolhinhas, que é a hora de virar para dourar do outro lado também. Dourou do outro lado também, está pronta!

panqueca de abobrinha

Sirva quentinha com uma salada e pronto – prato único, prático e saboroso. Se quiser, um molhinho também vai bem – eu gosto de creme azedo, hummmmm!

Já sabe né? Estou lá no Instagram postando meu dia-a-dia na cozinha (nem sempre tão frequente, but)
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Até!
Faby

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RondelLi de abobrinha e espinafre

como fazer rondelli de abobrinha

Quem ama rondelli? Eu! Só que por aqui a versão tradicional com presunto, queijo e massa nunca rola. No lugar, entram vegetais como abobrinha e berinjela e pra rechear eu uso sempre uma base com ricota, incrementado com o que tiver à mão – gosto especialmente de incluir castanhas e uva passa (#freeuvapassa) mas dessa vez eu fui de espinafre, que orna tão bem com ricota!

Não tem receita (novidade!), mas prometo que você vai conseguir fazer com muita facilidade porque esse é daqueles preparos pá-pum. Vem comigo.

Primeira coisa a fazer é fatiar a abobrinha. Uso a italiana e, com um cortador, faço fatias finas até chegar na área das sementes. Viro a abobrinha e sigo fatiando – a ideia é que, ao final, só somente a parte central dela, onde estão a maior parte das sementes, ok?

Abobrinha fatiada, é preciso passar essas fatias por uma frigideira para que você consiga enrolá-las. Isso também vai fazer com que a abobrinha solte menos água na hora de ir pro forno.

Jogo rápido, tá? Coloca as fatias numa frigideira antiaderente, tempera com sal e pimenta e dá uma grelhada, virando para fazer o mesmo do outro lado. Ao final as fatias ficam ligeiramente douradas e maleáveis.

Fatias prontas, hora de preparar o recheio. Desta vez usei um pouco de espinafre que eu passei rapidinho pela água fervente, escorri e piquei pequenininho. Depois, misture com ricota e 2 colheres (sopa) de cream chesse, que entra só para dar uma liga no recheio. Temperei com sal, pimenta, azeite e noz moscada ralada. Pronto.

Para cobrir a travessa que levei ao forno, piquei tomate e temperei com sal, pimenta, azeite e folhas de manjericão. Você também pode usar uma camada de molho de tomate de sua preferência – a ideia é fazer uma “caminha” para os rondellis.

Agora a hora de montar os rolinhos. Use uma ou duas fatias de abobrinha (se elas estiverem muito fininhas), coloque um pouco de recheio na ponta, enrole e prenda com um palito de dente. depois, é só ajeitar os rolinhos na caminha de tomate e levar ao forno pré aquecido por uns 20/30 minutos.

Fácil, não? Se preferir, troque a abobrinha por berinjela, a ricota por queijo minas frescal, acrescente suas ervas favoritas e tempere como você gosta. A “receita” é bastante versátil – é só pegar o espírito da coisa, sacou? ;)

Sirva com uma salada e seja feliz!

Se fize, me marca lá no Instagram (@faby_zanelati), combinado?

XOXO,
Faby

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Salada de abobrinha crua

salada de abobrinha crua

Abobrinha crua? Sim senhor! Se você ainda acredita que abobrinha é um ingrediente que só funciona cozido, já pode ir mudando de ideia. Essa salada é fresquinha, crocante, um pouco azedinha (se você quiser) e perfeita para dias quentes e para variar aquela salada do dia-a-dia que, vamos combinar, às vezes enjoa.

O preparo é mega simples. A primeira coisa a fazer é cortar a abobrinha italiana em tirinhas beeem fininhas. Eu uso um cortador bem simples que faz esse trabalho muito bem, mas se você não tem um, faça fatias finas da abobrinha (com casca mesmo, ok) e depois faça as tirinhas. A ideia é usar toda a parte da abobrinha até chegar às sementes – essas a gente não usa aqui na salada mas você guarda para usar no caldo de legumes caseiro.

Usei uma abobrinha grande. Coloquei em uma travessa e reservei.

Peguei um punhado (um punhado mesmo, sem medida exata) de nozes e dei uma leve tostada na frigideira. Aqui é bem a seu gosto – mais ou menos nozes, você decide. Também dá pra trocar por castanhas, pistache, amêndoas… encontre a sua versão favorita ;)

Um pouco antes de servir é hora de temperar. Eu digo um pouco porque não é legal temperar e já servir. O bacana dessa salada é que a abobrinha dá uma ligeira curtida no tempero (por isso ela bem fininha ajuda muito) e fica muito mais gostosa. Então, tempere uns 20 minutinhos antes de servir, ok?

Para uma abobrinha usei o caldo de 2 limões cravo, mas principalmente porque eles eram pequenininhos (se for grande, pode ser um só) e também a raspa de um limão – neste caso, usei o limão tahiti comum porque não curto muito a raspa do limão cravo. Vale também o limão siciliano, se você tiver. Depois, é só juntar umas 3 colheres de azeite, sal e pimenta moída na hora. Mexa e deixe lá por uns minutinhos.

Pra finalizar, na hora de servir quebre as nozes por cima da salada e junte umas folhinhas de manjericão fresco – ou salsinha, coentro.

Pronto! Não dá nem pra chamar de receita, de tão fácil né?

Faz e me conta se foi sucesso aí também?
Estou lá no Instagram (@faby_zanelati) esperando por você.

Bisous,
Faby

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Geleia de maracujá

Se engana quem pensa que geleia é coisa só pra comer com torrada e pão! Geleia é uma ótima opção pra variar diversos pratos salgados – vai super bem com carnes grelhadas, no peixe e, acrescentada no molho da salada, dá um sabor todo especial e agridoce. Essa versão caseira é feita com a entrecasca do maracujá e é facílima de preparar.

A receita vem da minha amiga Rachel Chamusca que publicou essa delícia em sua timeline e que, quando eu disse que ia fazer,  logo me avisou: “você vai amar o perfume que invade a casa, enquanto a geleia cozinha em fogo baixo, loura”. Chelzinha do céu, você tinha TODA razão!
Então, vamos olhar pra geleia com mais carinho e produzir nossa própria e arrasadora versão maracujá que, além de perfumada e gostosa, ainda aproveita a fruta praticamente inteira, e isso a gente gosta muito não é mesmo?

O primeiro passo é descascar 3 maracujás (usei o azedo, o doce que está na foto foi só pra fazer firula), tirando só a partezinha amarela, tentando descascar fininho. Corte-os ao meio, retire as sementes e leve para o liquidificador com mais ou menos 1 copo de água, coe e reserve na geladeira. Eu coei o meu suco em uma peneira bem grossa, então o resultado tinha pintinhas da semente (achei lindo), mas se você preferir uma versão mais “limpinha” coe em peneira fininha ou em um pano limpo.

Retire a película interna da casca do maracujá – é fácil, só puxar que ela sai. Deixe a entrecasca bem limpinha, corte em pedaços grandes e leve ao fogo em uma panela de pressão com 2 copos de água. Cozinhe por 15 minutos. Abra a panela (depois de retirar a pressão), escorra e bata a entrecasca no liquidificador. O resultado é uma massa, que você vai levar à panela e acrescentar 1 xícara de chá de açucar para cada xícara que obter dessa massa (a quantidade de massa vai sempre depender do tamanho dos maracujás).  Junte o suco reservado, mexa e deixe no fogo baixo até reduzir, em panela destampada. Tome cuidado porque quando ela já está bem reduzida, pode espirrar um pouco.

Agora, pega aqui a dica da Chel: “A pectina da entrecasca deixa o doce com a maravilhosa consistência de geléia!”. Garota esperta! <3

Use sua geleia para acompanhar aquele filé de peixe ou a carne grelhada. No molho da salada, junte 1 colher de chá ao azeite e ao limão (ou vinagre) e ganhe uma camada delícia de sabor na saladinha do dia a dia. Ou, abuse das torradinhas ou panquecas americanas e deixe o café da manhã ou lanche ainda mais gostoso.


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Trufas de tâmaras, tahine e cardamomo

Antes de começar preciso avisar que os puristas, doceiros e aqueles que acreditam no poder salvador do chocolate ficarão meio de mal de mim depois dessa receita. Também sei que vai parecer coisa da filha do Gil, mas… me dá uma chance? ;)

Essa receita foi inspirada em um post no Instagram da Nadia, uma iraquiana que vive na Inglaterra e tem um blog escândalo de lindo. Uma trufa zero açucar que me encheu os olhos e me deixou intrigada – tahine? na trufa? A única maneira de saber se era bom era testando, e foi isso que fiz. Desde então, acabei alterando um pouco a receita e hoje trago a versão final, uma opção bem gostosinha para quem reduziu ou cortou açucar ou apenas para quem não quer jacar loucamente durante a semana. Eu, avessa a doces e não tão fã de chocolate, curti. Abra sua mente e vem comigo…

Para a base da trufa você vai levar ao processador: 200gr de grão de bico cozido e escorrido (usei o de caixinha), 1 xícara de tâmaras sem caroço (se ela estiver durinha, deixe de molho em água fervente por 15 minutos antes) e 4 colheres (sopa) de tahine (pasta de gergelim). Basta processar até obter uma massa homogênea.
Coloque a massa obtida em uma tigela e junte 2/4 xícara de farinha de aveia, 4 colheres (sopa) de cacau em pó e 1/2 colher (chá) de cardamomo em pó e misture bem. Usei um tico de nibs de cacau, mas é opcional e só para quem curte um amarguinho (eu!).

***
um alerta amigão:
Como você notou, essa trufa não tem açucar e, portanto, não é doce. O doce dela vem da tâmara e só. Então, se você espera aquela doçura de uma trufa, talvez essa receita não seja pra você. Porém, se quiser dar uma chance mas preferir algo um pouco mais doce, acrescente um bocadinho de açucar de coco ou use um chocolate em pó meio amargo ou normal. Aqui usei cacau, que também é zero açucar.
Depois não diga que não avisei, ok? ;)

***

Voltando à trufa. Com a massa bem homogênea modele as bolinhas e finalize passando pelo cacau em pó (ou chocolate em pó, se estiver usando).
A finalização também rola com castanha triturada (na da foto usei amêndoa mas pode ser nozes, pistache, avelã), coco ralado, nibs de cacau triturado (para os ousados) e até mesmo gergelim, como na receita original da Nadia.

Fácil, não é? Gosto dela geladinha mas vai bem em temperatura ambiente, acompanhando o cafezinho ou até numa sobremesa para o pessoal mais fitness (que não é o meu caso, cof, cof, cof).

Quem fizer volta aqui pra me contar o que achou?
#trufa #zeroaçucar #chocolatefitness 

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Almôndega vegana

Oi sumida ;)

***

Se eu disser que essa é mais uma receita com berinjela vocês ainda vão me amar e me achar normal? Porque né, esse blog é quase um portal de receitas com berinjela. Desculpa? ;)

Bom, a almôndega é vegana e a base é a berinjela sim mas você pode preparar almôndegas veganas e vegetarianas com grão de bico, mandioquinha, cenoura, abóbora (amo!)… a ausência da proteína nem será sentida, te prometo. Vem comigo…

A primeira coisa a fazer é cortar as berinjelas no sentido do comprimento e levar ao forno pra assar, com um fiozinho de azeite e sal. Não é muito demorado, coisa de uns 20 minutos. Quando perceber que a polpa da berinjela está macia, pode retirar do forno.

Com uma colher, retire a polpa das berinjelas. Ao final você vai ter umas duas xícaras de polpa (dependendo, claro, do tamanho das berinjelas). Em uma panela doure dois dentes de alho amassados e 1/2 cebola ralada em um pouquinho de azeite. Junte a polpa da berinjela, 1 xícara de aveia em flocos finos e mais ou menos 1/2 xícara de farinha de pão (eu uso pão velho, passado pelo processador, mas na falta você pode usar farinha de trigo). Acrescente primeiro a aveia, mexa e verifique o ponto. Só então vá juntando a farinha de pão (ou de trigo), aos poucos, mexendo e cozinhando em fogo baixo até que você encontre o ponto de enrolar – nem sempre você usa a quantidade toda e as vezes precisa de mais. Desligue o fogo, tempere com sal, pimenta, noz moscada, cominho, páprica… do jeito que você quiser. Eu gosto dela picante, bem temperada, mas aí é sua escolha. Também pode-se juntar ervas picadas, como salsinha ou manjericão.

Ao final você deve ter uma espécie de massa que consiga modelar bolinhas (unte um pouquinho a mão com óleo ou azeite). Faça as bolinhas do tamanho desejado e acomode-as em uma assadeira antiaderente ou forrada com papel manteiga. Leve ao forno médio pré aquecido até dourar.

Para servir eu prefiro sempre tomate picado, no estilo concassé, mas fica bom com molho de tomate também, com pesto, com aioli na versão aperitivo, ou sem nada mesmo.

A almôndega não fica lisinha e faz o estilo mais rústica. Se você preferir uma versão mais delicada, passe a polpa da berinjela pelo processador depois de assada.

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Torta de iogurte e vegetais

Incluir vegetais na refeição é coisa fácil aqui em casa. Praticamente deixamos de consumir carne durante a semana, então os vegetais são protagonistas nas receitas do dia a dia. Só que eu gosto de variar bastante no preparo. Além das saladonas, refogadinhos e legumes recheados, eu também gosto da opção torta. A massa é daquelas rápidas, batidas à mão, e leva iogurte, super levinha e com um truque bacana: todas as medidas são as mesmas do potinho de iogurte. Fácil, han?

Em uma tigela quebre 3 ovos e coloque 1 pote de iogurte natural. Mexa bem e acrescente a mesma medida do pote de leite. Junte também 1/2 pote de azeite e 1 pote de queijo parmesão ralado. Misture. Acrescente 3 potinhos de farinha de trigo, de uma a uma, mexendo bem. Tempere com sal (1 colher chá mais ou menos) e pimenta. Coloque 1 sachê de fermento biológico seco e misture novamente.

Agora, os legumes ficam por tua conta. A medida é cerca de dois potinhos deles picados. No meu foi uma rapa da geladeira antes de receber os orgânicos da semana – foi cebola roxa, pimentão verde, pimenta biquinho, salsa, cebolinha, milho verde, azeitona e mais berinjela, abobrinha e cenoura, cortadas em tiras bem fininhas (uso um cortador daqueles bem baratinhos). Reservei um pouco dos vegetais para colocar por cima e o restante misturei na massa.

Coloquei em assadeira com papel manteiga untado e levei ao forno 180C pré aquecido por 45 minutos mais ou menos. Está bom quando passar pelo teste do palito.

Essa torta vira prato principal para servir com uma salada. Fica delícia tanto morna, quanto fria e de um dia para o outro fica gostosa para comer com azeite e sal.

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Chips de figo

Calma. Primeiro vou ter que tirar um pó aqui desse blog porque né, faz tempo que ninguém aparece por aqui. Tô sumida, não nego, mas foi a vida que me apertou um pouco ;) Tô voltando devagar e hoje vai ser só pra dar uma dica, já que nem chega a ser uma receita.

O outono chegou e os figos estão lindos, docinhos e suculentos. É das poucas frutas que eu realmente gosto e, embora seja um tantinho alérgica a eles, não resisto a uma caixinha.
Uma coisa que gosto muito é usá-los na salada – fresco, assado com mel ou grelhado. Ele também vira uma entradinha charmosa quando recheado com queijos potentes como o de cabra ou os de mofo azul (amo roquefort com figo!) e também vai muito bem no risoto.

Nessa versão eles viraram chips crocantes para comer com uma saladinha ou pra acompanhar um grelhado. O preparo é tão simples! Basta cortar os figos em rodelas fininhas e levar ao forno médio pré aquecido em assadeira forrada com silpat. Eu gosto de jogar um salzinho por cima (esse é sal do Himalaia fino, da Temperos Web, que eu super recomendo), mas fica bom só com a doçura da fruta também.

No forno ele fica até dourar, coisa de uns 20 minutos mais ou menos. Depois, é preciso esperar esfriar um pouco para retirá-los com cuidado do silicone.

Ah! Uma coisa que combina MUITO com figo é balsâmico. Eu usei uma colher de creme de balsâmico com geleia de cabernet sauvignon da Casa de Madeira para regar a salada de folhas, pepino, dedo de moça e amêndoas.


Frutas na salada. Taí uma combinação que eu adoro <3

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Ricota grelhada com tomate e manjericão

Nunca antes na história essa que vos escreve comeu tanta ricota! Sério, depois que comecei a fazer ricota caseira (já mostrei aqui ó) tenho usado MUITO em diversos pratos no dia a dia. Por ser neutra e levinha, ela tem virado ótimas receitas, como essa daqui, grelhada. Eu sei, ricota é aquela coisa sonsa e tal, mas você precisa começar a olhar pra ela com outros olhos. Ela super funciona como coringa e pode ficar saborosa sim!

A ideia veio do Jamie Oliver anos atrás e foi meu marido quem começou a fazer (em ocasiões especiais, que é só quando ele cozinha, rs). Daí eu fui dando meus pulos, meus pitacos e hoje em dia rola bastante essa versão grelhada em casa. Um alternativa leve, saborosa e facílima de fazer – o que mais a gente pode querer? ;)

Em uma tigela misturo um pouco mais de 1/2 xícara de ricota, 1 ovo, 2 colheres (sopa) mais ou menos de aveia em flocos finos, 1 punhado de amêndoas laminadas, raspas de laranja (ou limão siciliano), mexo tudo e tempero com sal, pimenta, noz moscada ralada na hora e cebolinha (mas vale qualquer erva de sua preferência). Daí é só chegar no ponto em que você consiga modelas com as mãos (ligeiramente untadas com azeite) e formar uma espécie de bolinho achatado – importante que não fique muito fininho, ok?

Em uma frigideira aquecida vai um fio de azeite. É só colocar a ricota já moldadinha e deixar grelhar, sem mexer por um tempo, até que você perceba que dourou. Daí, com uma espátula e bastante cuidado é só virar e grelhar do outro lado também. O lance é deixar douradinho.

Por cima eu coloco tomates sem pele (quando eu tenho paciência para retirá-la) e sem semente, cortado em cubinhos, temperados com 1 pitada de açucar e 1 de sal, ligeiramente refogado em azeite e alho. Jogo rápido, sem transformar o tomate em molho. Pra finalizar, manjericão fresco. Ah! Funciona super bem também com um molho pesto bem refrescante por cima, nas versões agrião ou coentro por exemplo.

Para acompanhar, uma salada e um delicioso suco detox (hahaha, brinks!).

Ando tão light.

 

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Cambuci recheada

Já contei que aqui em casa diminuímos consideravelmente o consumo de carne, né? Pois é, e uma das consequências disso (além da economia$) é o exercício da criatividade. Em casa adoramos verduras e legumes, mas admito que às vezes é preciso ser criativo para não cair na armadilha fácil do refogadinho (que eu adoro também mas né, não todo dia). Um dos truques que mais lanço mão é o de rechear legumes.

Rechear não tem muito erro. Eu geralmente uso o que tenho disponível e quase sempre a fórmula queijo + qualquer outra coisa funciona que é uma beleza. Nos queijos dá para usar diversos tipos – do minas frescal (que eu uso muito), ricota, cottage, mascarpone e afins até cremes prontos, como os de ricota, que são uma mão na roda também. Enfim, toda essa prosa para dizer que vale a pena botar a cachola pra funcionar, vasculhar a geladeira e criar pratos recheados lindos e saborosos, como essa Cambuci assada e recheada com ricota e tâmaras.

Para o recheio usei cerca de 1/2 xícara de ricota – a quantidade varia de acordo com a quantidade de pimentas e do tamanho delas, as minhas eram grandinhas e usei apenas quatro – e quatro tâmaras picadas em cubinhos pequenos. Temperei com sal, pimenta, um fio de azeite e misturei bem. Juntei pimenta dedo de moça sem semente picadinha (uma lasquinha só) e cebolinha picada e estava pronto o recheio.

Retirei as sementes de dentro da cambuci e recheei com a ricota. Coloquei em uma assadeira e levei ao forno médio pré aquecido até dourar ligeiramente (gosto dela com uma certa crocância ainda). Servi com saladinha de folhas e mussarela de búfala.

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Ceviche de lichia

Ceviche de lichia

2017 tá pegando fogo! Não é nem só o verão, que chegou com tudo, mas a vida também anda on fire por aqui. Se é tempo de pisar em brasa, que pelo menos a comida seja refrescante, como esse Ceviche de Lichia.

Tá, ok. Eu sei que não é um ceviche, que não tem leche de tigre, que os peruanos e chilenos vão ficar de mal, mas esqueçam a “releitura” e foquem na receita porque é muito, muito gostoso. O crédito é do chef Olivier Anquier e dessa vez eu não mexi em nada(*), vejam.

  • 500g de lichias
  • 4 unidades de limão tahiti
  • 1/2 maço de coentro fresco
  • 2 cebolas roxa
  • 10 tomates cerejas
  • 1 pimenta dedo-de-moça
  • 1 lata de leite de coco
  • Sal (a gosto)
  • Pimenta do reino (a gosto)
  • erva cidreira
  1. Descasque e corte as lichias em lâminas e tempere com o sal e a pimenta.
  2. Corte a cebola finamente em tiras.
  3. Corte os tomates em 4 pedaços.
  4. Faça um suco com os limões e reserve.
  5. Misture a cebola, o suco de limão, o leite de coco, as lichias em fatias, a pimenta dedo-de-moça picada, a erva cidreira picada em fatias finíssimas (usei bem poquinho), o coentro e deixe marinando.
  6. Assim que marinar, sirva em seguida

(*) mentira, usei tomate sem semente em cubinhos porque não tinha o cereja ;)

Aproveite que as lichias estão lindas e abundantes (tem até no farol na rua!) e se jogue!

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