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Quiche super leve (sem massa) de brócolis

A inspiração veio do blog da Utilplast, com algumas adaptações – ao que tinha na minha geladeira e ao regime, que voltou brabo depois de um fim de semana de esbórnia gastronômica.

Entonces, o resultado foi uma espécie de quiche muito leve e super prática, que pode ser servida com uma saladinha e virar uma aposta certeira para um jantar mais light.

Em uma tigela misturei 4 ovos, 1/2 xícara de ricota fresca amassada, mais ou menos 1 1/2 xícara de brócolis levemente aferventado e picado, 1 pacote de queijo parmesão ralado (50gr), sal e pimenta calabresa e salsinha.

Não tem mistério… é só misturar tudo muito bem e colocar em ramequim untado com azeite e polvilhado com queijo ralado e levar em banho maria ao forno médio preaquecido. Leva cerca de 40 minutos até firmar e dourar e rende 2 quiches grandes.

E tem uma porção de substituições possíveis, né? Adoro :)

Servi com salada de couve que, segundo minha sogra, é batuta para emagrecer. Será? :P

pães e biscoitos Receitas

Pão de batata recheado

Fazer pão não é a minha especialidade, mas essa receita do Edu Guedes me surpreendeu pela facilidade e pelo resultado – não precisa de sova e vira um pão enorme de lindo e super saboroso.

Para preparar a massa…

Bata no liquidificador: 4 tabeles de fermento biológico fresco (60gr), 1 colher (sopa) açucar, 1 pitada de sal, 3 ovos, 1 e 1/2 xícara (chá) de leite, 1/2 xícara de água morna, 4 batatas cozidas espremidas, 2 colheres (sopa) manteiga, 1/2 xícara de óleo.

Transfira essa mistura para uma tigela e acrecente aos poucos 1 kg de farinha de trigo, até que a massa desgrude das mãos. Deixe descansar por 30 minutos.

Após 30 minutos, divida a massa em duas partes e abra cada uma com um rolo. Espalhe o recheio e enrole como rocamboles. Pincele cada pão com uma gema batida e polvilhe queijo parmesão ralado.

Coloque em assadeira untada e leve ao forno médio (180ºC) preaquecido por cerca de 35 minutos (precisei de um pouco mais de tempo) ou até que doure.

Para o recheio…

Misture 4 tomates picados sem pele e sem semente, 3 xícaras de queijo mussarela ralado, 1 colher de azeite de oliva, 10 azeitonas verdes picadas, 1 colher de orégano, salsinha, sal e pimenta a gosto.

Nem preciso dizer que aqui cabe uma infinidade de recheios né? Só usar a imaginação ;)

Ok, as férias acabaram, eu sei… mas vai me dizer que você não ficou doidinha pra se jogar nesse pão no próximo final de semana. Vá com fé que a receita é supimpa! :)

carnes Receitas

Lombo com laranja

Sou doida por carne de porco e não troco um bom lombo assado por filé mignon nenhum no mundo. Além de gostoso, o lombo não chega a ser um absurdo em termos de caloria e a carne pode ficar macia e suculenta, ou seja, dá para comer lombo e ser feliz, minha gente!

Uma dica bacana para deixar seu lombo assado ainda mais saboroso é temperá-lo com suco de laranja…

Para 1kg de lombo faça uma marinada com 1 xícara de suco de laranja, 1/2 xícara de vinho branco seco, alho e temperos a gosto (ervas como alecrim são sempre uma boa pedida, além de sal e pimenta, claro). Tempere o lombo com essa mistura de temperos, cubra com papel alumínio e leve para assar em forno médio por cerca de 45 minutos (não use forno muito alto, para o lombo não ressecar demais).

Retire o papel alumínio e cheque se o lombo está macio (se for preciso, retorne ao forno) e acresecente uma ou duas cebolas em pétalas e cenoura (usei a baby) e leve de volta ao forno, para dourar e amaciar a cenoura e a cebola, que dá uma ligeira caramelizada e fica incrível (adooooro!).

Quando estiver douradinho, é só retirar do forno e fatiar. Se quiser manter a linha “light”, invista em uma salada como acompanhamento. Mas, vou te dizer… um arroz branco com esse caldinho que se forma na travessa… afff, é coisa de Deus.

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Molho de iogurte e mel para saladas

Verão é aquela coisa… salada vira ítem obrigatório no cardápio. Só que vamo’ combinar que se for sempre a mesma salada, cansa né?

A misturinha tradicional para temperar: azeite + limão + sal + pimenta funciona super bem, mas também dá para incrementar e ainda manter o prato leve (esqueça a maionese e o creme de leite!).

Aqui o truque é misturar iogurte natural (meio pote para uma saladona) com umas 3 colheres de mel, o suco de meio limão, uma colher chá de mostarda (se tiver dijon, melhor ainda), sal, pimenta e azeite para emulsionar, ou seja, pra deixar o molho homogêneo.

Dá pra fazer essa mistura numa boa numa tigelinha, num pote de vidro e também nesse misturador aqui ó…

Você coloca os ingredientes, aperta para girar e pimba! Tudo emulsionadinho :)

E se quiser, pode incrementar o molho com hortelã ou, usar as folhas direto na salada.  Fica leve e refrescante, ideal para meses de altas temperaturas (e, ultimamente, muiiiita água…pfff).

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Cozinha da Leitora – Lasanha Mello

Olá Faby, tudo bem?

Sou uma daquelas cozinheiras que adora blogs. Acompanho sua história com a cozinha virtual desde o Rainhas do Lar. Já fiz uma infinidade de receitas sugeridas por você e hoje decidi enviar a minha receita de família. Quer dizer, após meu casamento, em 2009, tomei a liberdade de me apropriar da receita da família de meu esposo Ângelo. Achei que não teria problema, afinal hoje faço parte dela também! Trata-se de uma lasanha deliciosa cujo segredo está no molho que é muito saboroso. Um molho branco cremosíssimo e precioso feito com sopa de cebola. É imperdível!

A receita é de uma tia de Ângelo, mas aprendi com meu sogro Luis. Batizamos o prato de Lasanha Mello, em homenagem à família. Hoje a Lasanha Mello é a receita mais reproduzida do meu blog, o Tempero Novo (http://temperonovo.com).

O modo de fazer a Lasanha Mello pode ser visto em http://temperonovo.com/2011/04/14/lasanha-mello-ou-a-melhor-lasanha-do-mundo/

Espero que todos gostem!

Amor,

Paula Lima e Mello
Palmas – TO – Brasil

Paula-do-céu!!! Como você faz isso comigo em pleno período de dieta, comadre? Misericórdia!
ADOREI a carinha desse molho e já estou doida pra testar. Obrigada por compartilhar essa gostosura de família conosco, viu?
Beijo,
Faby

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Refogar ou Assar?

Nessa questão aí eu já escolhi meu lado, viu? Lá em casa, se tem uma coisa que trabalha (e muito!), é o forno.

O engraçado é que houve um tempo em que eu achava que fazer as coisas no forno era sempre mais demorado. Bem, eu não poderia estar mais enganada.

Aqui por exemplo, meu único trabalho foi picar a berinjela, os pimentões, tomate, cebola, o alho (só descascar e esmagar levemente), temperar com sal, pimenta calabresa, colocar folhas de louro, manjericão e orégano, regar com azeite e levar ao forno, incialmente coberto com papel alumínio e depois sem. O tempo de forno varia, mas no meu foi coisa de 20 minutos.

O bom do forno é que ele te libera pra fazer outras coisas e não te obriga necessariamente a ficar plantada na beira do fogão. Você bota o trem lá* e vai cuidar da vida. Adoro.

Ah! E essa berinjela fica deliciosa para acompanhar a salada, a massa ou virar antepasto e ser servido com pão ou torradinhas.

***

* continuo possuída por um espírito mineiro.

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Temaki de salmão

Eu ♥ temaki. Não essas invencionices de temaki de carne seca ou de chocolate (socorro!), mas aquele básico mesmo, com salmão e cebolinha (e sem cream cheese ou maionese, pelamorrrr!)…ah, esse eu adoro.

E sabe o que é melhor? Dá para fazer em casa numa boa e nem dá muito trabalho, dá uma olhada…

1. A primeira coisa a fazer é o arroz japonês temperado. Vamos usar uma medida de 1/2 xícara de arroz (para sushi) para fazer 2 temakis, ok? Basta prepará-lo conforme instruções da embalagem e, depois de morno “temperá-lo” com uma mistura de 1 colher (sopa) de vinagre de arroz + 1 colher (chá) de açucar e 1/2 colher (chá) de sal. Faz esse “temperinho” e coloca no arroz, misturando bem.

2. Para 2 temakis, pique 100gr de salmão fresco e limpo em cubos pequenininhos e acrescente cebolinha picada a gosto.

3. Use uma mesa ou bancada e monte uma mise en place* com o arroz e o salmão. Pegue a folha de nori (alga) e corte ao meio.

4. Para montar o temaki, espalhe arroz em metade do nori, cuidando de deixar um pequeno triângulo na ponta superior sem arroz. Eu gosto MUITO de wasabi, por isso acrescento no meu temaki, direto, mas você pode colocar uma quantidade menor ou mesmo limar o wasabi do seu temaki, ok?  Depois, é só colocar o salmão na diagonal e começar a enrolar, formando um cone.

5. Para fechar o temaki é só usar um pouquinho de arroz na ponta.

Se você achou confuso, busque no Youtube um vídeo para te ajudar mas, acredite, não é complicado não :)
(aqui tem um vídeo bem didático)

Também dá para variar o recheio usando kani, pepino e manga cortadinhos em julienne (ou fatias fininhas) e, no lugar da salsinha, é só usar gergelim torrado. Também curto essa versão horrores.

Ah! E se você ficar ninja no temaki, que tal torná-lo o tema da próxima vez que for receber amigos em casa? Deixando todos os ingredientes prontinhos, convide seus amigos a montarem seus próprios temakis. Diga se não vai ser uma festa? ;)

* Mise en place (pronunciado “miz an plas”) é um termo francês que significa “colocada no lugar”. Consiste na etapa inicial para se preparar um prato, separando-se todos os utensílios e ingredientes necessários para executá-lo. Os ingredientes devem ser medidos, e, caso necessário, descascados, cortados, etc.
Fonte: Wikipédia

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Salada de 7 cereais, lentilha, frango e cebola frita

Um prato delicioso, prático, e que pode ser feito com reaproveitamento – não é tudo que a gente quer?

Aqui usei um restinho de lentilha cozida, que restou de uma salada; um pouco de 7 cereais cozido apenas em água e sal; um filé de frango grelhado e cortado em tiras e um pouco de cebola frita, que eu particularmente adoro (apesar de não ser a coisa mais leve do mundo).

Basta juntar tudo em um travessa grande e temperar. Usei também uma cenoura ralada e um pedaço de pimentão verde bem picadinho, além de sabor, ambos agregam cor ao prato e… bem, cor é importante!

Misturei tudo muito bem e temperei usando sal com lavanda (óbvio que você pode usar o comum), azeite e pimenta do reino moída. Finalizei com coentro picado e pronto!

Prato único, com grãos, vegetais e proteína, como deve ser uma boa refeição. Bom pra comer morninho ou mesmo frio, para refrescar os dias mais quentes, e ótimo para levar para o almoço no trabalho (uma marmita também pode ter seu charme, como não?).

Receitas

Farofa de pão integral e maçã

Seguinte, já vou começar logo o post dizendo que não tenho foto da receita pronta. É, eu achei que tinha, jurava que tinha fotografado, mas quando fui ver… necas de pitibiribas! Só tinha o preparo. Já a farofa prontinha…bem, essa já tinha acabado fazia tempo, até porque comadre, essa farofa é deliciosa e acaba num piscar de olhos.

Outra coisa a ser dita é que aprendi a receita em uma aula que fiz com a chef Morena Leite. Porém, como sou abusada demais,  já fiz uma versão própria, usando bacon e pão integral e, na boa? acho que ficou perfeita – modestamente, claro… cof, cof, cof ;)

O preparo é tão simples que você nem vai acreditar, dá uma olhada…

A primeira coisa é bater no liquidificador (ou usar o processador) 1 kg de pão de forma integral (ou comum) – isso dá mais ou menos 2 pacotes, em uma receita que serve muito bem até 12 pessoas, ok? A ideia é transformar o pão e uma espécie de farofa fininha, como na foto.

Feito isso, coloque esse pão triturado em uma assadeira e leve para assar ao forno em 180ºC, mexendo de vez em quando, até que fique douradinho.

Em uma frigideira coloque um fio de azeite e doure cubinhos de bacon (uns 200gr). Junte alho picado, doure, acrescente 1 cebola bem picadinha e deixe suar. Depois, acrescente 4 maçãs picadinhas com casca (a Morena rala a maçã – eu acho bacana, mas a versão em cubos também funciona que é uma beleza e dá bem menos trabalho), tempere com sal e pimenta e deixe um tempinho no fogo, até a maçã ficar macia (vai soltar líquido, é só esperar ele secar).

Para finalizar, junte o refogado de maçãs ao pão triturado, mexa bem para incorporar tudo, acerte o tempero e finalize com salsinha picada.

Ah! Já usei maçã verde também e curti o resultado, um tantinho mais azedinho mas igualmente saboroso.

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Rosca de coco

Férias, comilança, criançada toda em casa (e elas precisam ser alimentadas, certo?) e você já cansou de fazer aqueles bolos de sempre? Que tal então uma rosca?

Eu sempre via aquelas roscas lindas na padaria e achava que era difícil demais da conta fazer aquilo em casa. Até que caiu nas minhas mãos uma revista de receitas do Edu Guedes (meu novo queridinho…rs) e eu pensei “por que não?”. Daí juntei a força, a coragem e uma caixa com produtos Ducoco que tinha recebido para experimentar e me joguei  nessa receita, que aliás é simples, acredite.

Para a massa…

Em uma tigela misture 1 e 1/2 xícara (chá) de água e 2 colheres (sopa) fermento biológico seco. Misture um pouco, acrescente 3 ovos, 1 e 1/2 xícara (chá) de leite condensado, 1 xpicara (chá) de manteiga, misture e vá acrescentando 1 kg de farinha de trigo, até que essa massa desgrude das mãos. Não precisa sovar loucamente não, tá? É só deixar a massa homogênea.
Deixe descansar por 30 minutos.

Para o recheio…

Em uma tigela misture 2 xícaras (chá) de coco ralado (usei metade normal e metade coco queimado), 1/2 xícara (chá) de leite de coco, 1 ovo e 3 colheres (sopa) de açucar.  Misture tudo e reserve – simples assim, sem grandes complicações.

Juntando lé com cré…

Abra a massa em uma superfície lisa e enfarinhada usando um rolo. Tenha em mente que você fará uma espécie de rocambole, ou seja um trem comprido (gente! baixou uma mineira em mim! hohoho!), que depois será cortado.

Tá, abriu a massa, espalhe por cima dela a mistura de coco. Agora comece a enrolar, como se fosse mesmo pra fazer um rocambole. Feito isso, corte fatias grossas  e disponha-as, com o recheio virado para cima, em uma fôrma de buraco de 24cm de diâmetro untada e enfarinhada (minha fôrma tem 24 cm e ainda assim me sobraram 4 fatias, que levei para assar em uma assadeira comum – então, eu sugiro que você tente uma fôrma um pouco maior).

Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por cerca de 40 minutos ou até que doure.

Retire do forno e, ainda morna, regue com uma caldinha feita com 1 xícara (chá) de leite de coco e 1/2 xícara (chá) de açucar. Dá um brilhinho na rosca, manja? Adoro ;)

Depois é só servir e esperar os elogios ou escutar aquela prima perguntando em qual padaria você comprou! Rá! Tolinha :)

* este post não é um publieditorial

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Polpettone recheado com mussarella de búfala

Ok, eu sei que essa semana é crítica, que todo mundo está planejando fazer um detox básico depois da esbórnia das Festas, que hoje é o Dia Mundial do Início da Dieta, etc e etc… mas esse polpettone é tão bom, mas tão bom, que eu não pude evitar publicá-lo já… sorry.

Mas ó, eu dou a maior força para você se jogar na dieta, e aqui também não será diferente. Mas… é verão, finais de semana virão e todo mundo é filho de Deus, néam? Hohoho.

Para fazer o polpettone usei como base a receita do restaurante Ráscal, que eu adoro, mas tive que fazer algumas adaptações…

Comece temperando a carne moída (use patinho, bem limpo e bem moído, uns 400gr). Aqui usei: 1 cebola inteira picadinha, 2 dentes de alho picados, alecrim e orégano secos, manjericão fresco, cominho em pó, sal e pimenta calabresa. Misture bem e junte mais ou menos 1 colher de sopa de manteiga (a receita original pedia também pão esfarelado, mas eu não usei).

Leve toda essa mistura para o processador, processe até ficar bem homogêneo e reserve.

Corte a mussarella de búfala em fatias grossas (não precisa necessariamente ser de búfala, tá? pode ser qualquer queijo – mussarella comum, prato, os suiços e até a boa e velha ricota temperada). Separe três pratos e coloque os ingredientes que serão usados para empanar o polpettone: farinha de trigo, ovo batido e farinha de rosca (eu não a de rosca e usei a farinha amarela que a Lena me trouxe de Belém e deu super certo).

Faça uma bolinha generosa com a carne, coloque a fatia de mussarella e molde o polpettone – que é uma coisa entre um hamburguer e uma almôndega grande – e empane na farinha de trigo, depois no ovo batido e finalmente na farinha de rosca.

Agora esquente a frigideira com óleo de girassol e um pouco de óleo de gergelim junto (sim, faz diferença… óleo de gergelim deixa um gostinho bem particular, mas se você não tiver, vá de óleo comum apenas).

*pausa dramática*

Mas Fabiana, fritura????

*fim da pausa drmática*

É comadre, esse polpettone é frito e, assim como todas as coisas fritas, é bom pra danar (não há bônus sem ônus, esqueceu? rs), mas é claro que você pode fazer no forno. Eu nunca fiz, mas se fosse para arriscar, iria de fôrma untada e forno bem quente (se alguém fizer, volta aqui pra contar?).

Frite os polpettones até que fiquem douradinhos, passe por papel absorvente e sirva quente (com uma saladinha bem leve, pra diminuir a culpa, ahn?).

Rende 4 polpettones grandes.

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