Nhoque grelhado de batata doce com manteiga e sálvia

Eu sei que a batata doce tá no hype, que o povo da maromba ama e talecousa e que tá pipocando na net receitas com o tubérculo, que vivia escondidinho e agora é estrela nutricional. Só que aqui em casa, a batata doce tem aparecido muito mais simplesmente porque a oferta dela aumentou. Agora, encontro no hortifruti a versão japonesa, menorzinha, e com preço bom (coisa rara hoje em dia), então é basicamente por causa disso que a queridinha do povo fitness tá brilhando muito aqui em casa… Mas eu, de fitness, não tenho nada :)

Pra fazer o nhoque é tão fácil! Eu usei duas xícaras de batata doce amassada (eu assei embrulhada no papel alumínio até ficar bem macia e eu conseguir retirar toda a polpa), 1 ovo, 2 colheres (sopa) farinha de trigo e sal. Basta misturar até formar uma massa homogênea, que você consiga moldar. Se for preciso, acrescente mais farinha (aos poucos!). Com a massa você faz uma “cobrinha” numa superfície untada e corta os nhoques.

Em uma panela com água fervente, leve os nhoques para cozinhar até que eles subam à superfície. Daí é só retirar com a escumadeira e jogar em uma tigela com água bem gelada (ou com cubos de gelo). O truque foi o Claude Troisgros que me ensinou e eu uso sempre que faço nhoque. Reserve 1/2 xícara da água do cozimento.

Uma vez que todos estejam cozidos, aqueça uma frigideira antiaderente, acrescente uma colher de manteiga e um fiozinho de óleo (só pra manteiga não queimar) e grelhe os nhoques até ficarem dourados.

Pra finalizar, use a mesma frigideira. Coloque mais manteiga, folhas de sálvia e deixe derreter. Acrescente os nhoques, um pouco da água do cozimento reservada e mexa com cuidado.

Monte o prato, polvilhe amêndoas torradas e pimenta do reino moída na hora e pronto! Nhoque saboroso e diferente da versão classicona. Por que variar também é importante, minha gente!

nhoque_batata_doce_pap
(tão fácil que nem parece receita!)

Ravioloni de pera assada e ricota de búfala

Já fez massa em casa? Pois eu te digo que é fácil e super gostoso e, embora não seja a coisa mais rápida do mundo, te prometo que vale cada minuto. Quer experimentar?

Você vai precisar de uma maquineta dessa de abrir a massa. Ah, mas não dá pra fazer sem ela? Dá, claro, mas isso acrescenta mais um bocado de trabalho no processo. A máquina funciona como um cilindro, que abre a massa e a deixa bem fininha. Você pode fazer isso no braço, com o bom e velho rolo. Leva tempo, mas substitui com louvor o aparelho de braço da academia (que, óbvio, eu não sei como chama).

A receita é básica – para cada 100gr de farinha, 1 ovo. Aqui eu uso farinha de trigo e semolina, que deixa a massa leve e al dente, eu adoro. Então, minha massa ficou assim: 100gr de farinha de trigo, 100gr de semolina, 2 ovos, 1 pitada de sal e 1 fio de azeite.

Em uma tigela a gente mistura a farinha e a semolina. Faz um buraco no meio e junta os ovos batidos com o azeite e o sal. Depois é só ir misturando. Transfira a massa para uma superfície lisa e enfarinhada e trabalhe-a bem, deixando lisa e uniforme, bem homogênea. Forme uma bola com a massa e envolva-a em filme plástico. Leve a geladeira por 30 minutos.

Depois de gelar um pouco, é hora de abrir a massa. Você porciona a massa e começa a passar pelo cilindro da máquina na abertura maior. Vai repetindo o processo e mudando a abertura do cilindro, até chegar no mais fininho. Com isso você já tem a massa pronta, que pode virar papardelle, talharim, lasanha, o que você quiser. Eu usei para fazer o que chamei de ravioloni, que é maior do que o ravioli comum, e eu fiz redondo, usando o cortador de biscoitos mesmo.

O recheio

Cortei 2 peras em cubos pequenos e levei pra assar em uma forma com vinagre balsâmico (umas 2 colheres de sopa). Assei até que ela ficasse bem caramelizada. Deixei esfriar e usei para rechear o ravioloni. Incluí ainda ricota de búfala amassada com azeite, sal, pimenta do reino e noz moscada ralada.

Finalizando

Para cozinhar o ravioloni é só usar água e sal. Coisa rápida, pra ficar al dente mesmo.
Um truque é reservar 1/2 xícara dessa água do cozimento para usar na hora de finalizar.

Eu não quis fazer molho nenhum e optei por manteiga e alecrim apenas (com sálvia também fica incrível). Coloquei manteiga em uma frigideira grande, aqueci, juntei alecrim, a massa, um pouquinho da água do cozimento, umas sacodidas na frigideira e pronto!

Pra servir, parmesão honesto e vinho, claro :)

ravioloni_passoapasso

Lasanha de palmito pupunha

Fim de ano é aquela esbórnia, né? Uma mistura fatal de alguns poucos dias de ócio + muita comida. O resultado são festas incríveis mas um janeiro cruel, com boca fechada e olho na balança. Por aqui está exatamente assim.

Para dias tão quentes já é natural que a gente escolha pratos mais leves, mas eu sempre tenho aquela dificuldade em assumir o salada + grelhado, então acabo inventando algumas coisas que sejam mais levinhas mas sem cara de punição. Foi daí que saiu essa lasanha, que usa o palmito pupunha laminado no lugar da massa.

Não dá nem pra dizer que seja uma receita, mas sim um modus operandi. Tudo que você precisa é providenciar um molho de tomate concassé (em cubinhos, refogado com azeite, alho e manjericão temperado com sal e pimenta). Pode deixá-lo mais ralinho, pois é ele que vai cozinhar o palmito no forno. Eu juntei ervilhas frescas que estavam de bobeira, mas você pode incrementar com alho poró, berinjela, azeitonas…

Para a outra camada escolhi queijo branco, por motivos de “quero entrar na calça jeans” mas você pode substituir por ricota temperadinha, mussarela de búfala ou o queijo que preferir, se não estiver tirando o pé da jaca, feito eu :)

O resto é simples e está bem explicadinho na imagem abaixo. Basta fazer as camadas e levar ao forno pré-aquecido por uns 30/40 minutos ou até que o palmito esteja macio e o molho tenha secado.

passo a passo lasanha de pupunha

 

Nhoque de ricota, escarola e parmesão

Todo mundo diz que ricota é sem graça, que não tem gosto de nada. Concordo. Porém, ricota é um ingrediente super coringa e que, com um pouco de criatividade, pode sim virar algo bem saboroso, como esse nhoque. Em casa utilizamos muito, pois além de ser trucona, geralmente ela é facílima de preparar. Essa receitinha por exemplo é pá-pum, dá uma olhada…

Processei 350gr de ricota com 1 xícara de escarola refogada (com alho e azeite, coisa rápida, só um susto na panela) e espremida. Juntei ao processador 1 ovo, 3 colheres de cream cheese e cerca de 1/2 xícara de parmesão (do ótimo!) ralado. Depois, é só transferir para uma tigela e acrescentar farinha até conseguir um ponto que dê para modelar bolinhas com a massa – aqui usei cerca de 3 colheres de sopa de farinha de trigo. Para finalizar é só temperar – sal (cuidado que o parmesão já é salgado!), pimenta do reino branca e noz moscada.

O próximo passo é modelar as bolinhas e levar para uma panela com bastante água fervendo e cozinhar como o nhoque tradicional. Ou seja, é só retirar com uma escumadeira os nhoques que subirem à superfície.

Para o molho eu fui de tomate e manjericão, bem tradicional, mas molho branco ou pesto também funcionam super bem. Você também pode trocar a ricota comum pela de búfala, pode trocar a escarola por espinafre, rúcula ou agrião (nesse caso nem é preciso refogar antes), pode juntar nozes, passas…

Ricota pura pode até ser bobinha, mas um bom tempero a deixa pronta para diversas receitas. Se você ainda tem preconceito, se joga e experimenta. Acho que você vai curtir ;)

Canelone de ricota, escarola e amêndoas

Eu nem sou a maior fã de massas recheadas, é verdade. Prefiro as massas longas, que são a minha verdadeira paixão, mas tenho que admitir que certos recheios podem fazer meus olhinhos brilharem, como esse que fiz para o canelone. Uma combinação levinha de mussarela de búfala, escarola e amêndoas, fácil de fazer e super saborosa.

A primeira coisa que fiz foi cozinhar a massa. No caso, utilizei uma pronta, já no formato de canelone. É só cozinhar até o ponto al dente, escorrer e passar por água fria para parar o cozimento.

Para o recheio usei 200gr de mussarela de búfala, 2 colheres de cream cheese, 1 xícara de escarola pré-cozida (espremida), noz moscada ralada, sal e pimenta do reino branca.
Basta misturar, acrescentar amêndoas laminadas a gosto e usar para rechear os canelones.

A finalização fica por sua conta. Com molho branco, de tomates, gratinado ou não… Eu optei por uma versão mais levinha, com um molho de tomate pelado, mas se você quiser acomodar os canelones em uma travessa, cobrir com molho e queijo e levar ao forno, também vai ficar divino.

Ah! Se você não gosta de escarola (como assim, gente?! rs) pode trocá-la por espinafre (também não?) ou rúcula. A ricota também pode ser a comum, embora a de búfala na minha opinião seja mais saborosa. E o cream cheese também pode ser trocado por qualquer queijo cremoso – vale também aqueles creminhos de ricota ou minas, ok?
Na falta da amêndoa, nozes ou qualquer outra castanha dão ao recheio a crocância que ele precisa, combinado?

Fácil né? Então… vamos sair daquele círculo vicioso de recheio de carne moída ou frango? Eu curto ambos, mas quebrar a rotina também é importante, gente! Experimente :)

Espaguete de cenoura

Espaguete de cenoura
A onda de calor continua ditando o cardápio de casa e eu simplesmente não consigo comer nada quente. No máximo morno, como esse espaguete de cenoura, que além de delícia e fácil de fazer, ainda ajuda no bronzeado ;)

O grande lance é usar uma cenoura comprida e cortá-la em julienne fininha. Eu tenho um ralador que cumpre esse papel numa boa e faz fatias bem fininhas sem muito esforço, mas você pode usar um descascador de legumes pra fazer tirinhas finas e depois cortar com a faca mesmo.

Em uma frigideira aqueci um fio de azeite e dourei ligeiramente 1 dente de alho ralado. Depois juntei a cenoura já cortada e um tico de vinho branco seco, só pra dar aquela alegria. O vinho evaporou, a cenoura cozinhou ligeiramente (não é pra amolecer completamente!) e já era hora de temperar com sal, pimenta e juntar um cheiro verde picadinho.

Voilà! É só servir e incluir um ingrediente crocante, que pode ser amêndoas, nozes… Eu usei um que trouxe do Peru e cujo nome obviamente eu não sei (rá!) – parece um feijão, uma castanha… só sei que eu adoro. Se quiser, você também pode juntar manjericão fresco ou outra erva de sua preferência ou um tomatinho concassé, que é o jeito que mais adoro mas que ficou inviável por motivos de: tá calor demais! (até pra pelar tomate)

:)

Farfalle integral ao funghi

farfalle ao funghi
Um daqueles dias sem café da manhã, sem almoço, sem amor e sem alegria e com tempestades para atravessar e leões para matar, sabe? Pois é, foi exatamente o final de um desses dias que me levou para a cozinha com aquela vontade de fazer algo gostoso – pra matar a fome e afofar um pouco a alma. Uma revirada pelo armário e meu olhar cruzou o funghi, o farfalle e eu resolvi que era hora de uní-los. E assim foi. O resultado foi uma massa deliciosa, facílima de fazer e que fez um dia praticamente perdido valer a pena. Comida tem esse poder.

A primeira coisa a fazer é hidratar o funghi secchi em água quente. Eu usei um restinho de caldo de galinha, mas só água quente já resolve a parada – é só colocar o funghi lá (fora do fogo, tá?) e aguardar uns 20 minutinhos. Depois, é só retirar o funghi dessa água (mas não joga ela fora!), espremer e picar.

Em uma panela, aqueci um fio de azeite e coloquei alho e cebola picadinha para dourar. Então, juntei o funghi e coloquei um pouquinho de vinho branco seco, pra dar aquela alegria e tal. Mexi, esperei o vinho evaporar, juntei a massa cozida e escorrida  (usei farfalle integral) e juntei mais ou menos 1/2 xícara do caldo do funghi, porque sou esperta e não ia perder aquele caldo riquíssimo com gostinho de funghi, certo? ;)

É só esperar secar um pouco o caldo, temperar com sal e pimenta, juntar uma salsinha picada e servir. Prato delícia para dias tristes. E para os felizes também ;)

Risoto de risoni com calabresa e ervilha ou “Como não amar Nigella?”


Começo explicando que risoni é aquela massa em formato de arroz, que eu uso muito em sopas e saladas. E, bem… uma massa (que eu amo) em formato de arroz (que eu amo mais ainda) é pra mim praticamente o sinônimo de paraíso culinário. Não tem como eu gostar mais.

Dito isso, não foi de se espantar que outro dia, assistindo o programa Nigellissima eu ficasse em cólicas quando a vi preparando um risoto com risoni que era tão simples, mas tão simples que é daquelas coisas que você vê e tem vontade de levantar do sofá e ir direto para o fogão. Eu não fui na hora, mas a massa-risoto ficou na minha cabeça até que dia desses, no auge de um cansaço insano e quase sem forças para encarar um Cup Noodles, decidi adaptar a receita com o que eu tinha em casa (que não era muita coisa também) e gamei-de-com-força-e-para-sempre.

A receita original leva pancetta, que eu substituí por calabresa defumada, e parmesão, que eu limei porque não tinha em casa. As minhas alterações ficam por conta do caldo de legumes e do vinho branco, porque né… eu também sou filha de Deus. As medidas são cortesia de Nigella, ok? ;)

Em uma panela aqueça um fio de óleo e doure 150gr de pancetta cortada em cubos (eu usei 1 calabresa defumada). Quando dourar, junte 1 dente de alho amassado e doure mais um pouco. Acrescente 150gr de ervilhas congeladas (não precisa descongelar), mexa e junte 250gr de risoni. Acrescente 650ml de água fervente (eu usei um pouco de vinho branco, que deixei evaporar, e depois caldo de legumes), tempere com sal e pimenta, mexa, tampe a panela e cozinhe por 10 minutos, mexendo de vez em quando e acrescentando mais água (ou caldo) se necessário, até que a massa cozinhe.

Desligue o fogo e acrescente duas colheres generosas de manteiga sem sal, 2 colheres de parmesão ralado e sirva em seguida.

A receita serve duas porções mas eu comi sozinha, desculpa. Rá!

Comidinha quentinha e ligeira pra comer debaixo das cobertas, na frente da tv. O tipo de comida que eu definitivamente AMO.

Daí eu sou obrigada a repetir a pergunta do título – tem como não amar Nigella?;)

Conchiglioni de ricota e escarola


Sabe aquela massa em formato de concha? Então, ela se chama conchiglioni e é super versátil, uma vez que dentro dela vai o que a sua imaginação (ou geladeira) permitir.

Aqui eu tinha ricota fresca que processei com um pouco de mascarpone (mas pode ser creme de ricota, creme de minas frescal ou até mesmo requeijão), até obter uma pastinha. À essa pasta juntei escarola picada, que tinha sido rapidamente refogada em azeite e alho (rapidamente mesmo, gente! pá pum, coisa de 3 minutinhos na panela, só para dar uma murchada). Daí, foi só temperar com sal, pimenta e noz moscada ralada e acrescentar um punhado de amêndoas torradas e picadas.

Tudo que você tem a fazer é cozinhar a massa em água e sal, escorrer e rechear com a mistura de ricota e escarola. Acomode os conchigliones numa travessa, cubra com o molho de sua preferência e leve ao forno, só para esquentar tudo.

Eu, abusada que sou, polvilhei os conchiglionis com parmesão ralado, juntei um pouco de molho béchamel e só então levei ao forno para dourar levemente. Já no prato, servi um pouquinho mais de béchamel e ó… pense numa massa incrível? Pois é :)


(o recheio prontinho)


(depois do forno)

Para fazer o béchamel

Béchamel a gente faz com partes iguais de manteiga e farinha de trigo (o roux). É só derreter a manteiga, acrescentar a farinha e cozinhar essa mistura, mexendo sempre.
Depois, é só juntar leite quente – a quantidade de leite é exatamente 10 vezes mais do que você usou de farinha e manteiga. Ou seja, se você usou 50gr de manteiga e 50gr de farinha de trigo, vai precisar de 500ml de leite.

Junte o leite aos poucos, mexendo sempre. O resultado deve ser um molho cremoso e lisinho, que você tempera com sal, pimenta e noz moscada ralada.

[#trucão] Roll de lasanha

Veja se essa ideia que pesquei no Pinterest não é demais?!

O recheio: Parmesão (ou mussarela ou outro queijo ralado) + ovo + espinafre + queijo cremoso (eu usaria ricota ou um minas frescal processado). Faz uma pastinha, recheia as folhas de lasanha já cozidas, leva rapidinho ao forno só para derreter o queijo e serve com um molho de tomate fresquinho.

(foto: recipebyphoto.com via Pinterest)

Mac & (3) cheeses

Toda trabalhada no espírito do “se não tem tu, vai tu mesmo!“, saiu da minha cozinha esse Macaroni and Cheese adaptado, ou, Macarrão com 3 Queijos à Moda do Que Tem Pra Hoje.

Porque né, a vontade bateu forte de um macarrão cremoso, gratinado, pra acompanhar um vinho lindo que eu tinha em casa (Storia, 2005), mas a geladeira não anda lá essas coisas. Modos que o que deu pra fazer – e ficou muito bom! – foi uma espécie de releitura (tá, eu detesto essa palavra) do prato americano, mais ou menos assim ó…

Cozinhei bem pouco uns 3 punhados de macarrão do tipo serpentini, apenas o suficiente para dar uma amolecida, já que pretendia que ele terminasse de cozinhar no forno.

Na tigela juntei 1 xícara de leite, uma raspa de tacho de cream cheese, manteiga, requeijão, 2 ovos batidos e noz moscada ralada. Temperei a mistura com sal e pimenta e trouxe o macarrão pré-cozido para a tigela. Mexi bem, dispus na cocotte e finalizei com um parmesão ralado de honestidade duvidosa (se não tem tu….).

Daí foi só levar ao forno até ficar dourado e servir bem quentinho.

A mistura dos queijos foi a que eu tinha à disposição, mas a receita original é feita com cheedar (se não me engano) e fica muito boa também.  penso eu que dá pra fazer com outros tantos tipos de queijo, seguindo essa mesma linha – um pouquinho de leite, os ovos, a noz moscada e forno.

Só digo que matei minha vontade, mas não toda. Agora, quero fazer a versão com cheedar. Porque eu sou da seguinte opinião: tá no inferno? abraça o capeta! E esse frio só faz mesmo é a gente engordar :(

E dá-lhe queijo! E dá-lhe vinho! Brrrrrrrrrrrr! :)