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Receitas

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Batata Napolitana

1. cortei uma “tampa” na batata no sentido do comprimento, retirei um pouco da batata, salpiquei sal grosso passado no moedor, pimenta moída na hora e azeite de manjericão;

2. em uma travessa misturei: tomate sem pele e sem semente, alcaparras (lavadas pra ficarem mais suaves), pimentão verde em pedacinhos, cebola picada, azeitonas verdes e manjericão, temperei a mistura com azeite e sal (pouco, porque a alcaparra é salgada) e coloquei lá nos “buracos” abertos na batata;

3. tampei cada batata com sua tampa, envolvi em um envelope bem lacrado e apertado feito com papel alumínio e levei ao forno por mais ou menos 1 hora;

4. depois de 1 hora verifiquei o cozimento (é só espetar a pontinha de uma faca), abri os envelopes, retirei a tampa das batatas e coloquei requeijão light, salpiquei parmesão ralado e levei de volta ao forno até gratinar;

5. com a “polpa” que eu retirei, fiz um purê com wasabi e servi no prato em volta da batata assada (com um pouco de pimenta moída).

Batata delícia.

***

Update:
Para Clara, de Vitória…
A batata pode ser comida inteira mesmo, casca e tudo nêga. Por isso, é importante lavar muito bem com escovinha a parte de fora das batatas e, se quiser, pode até deixar um pouquinho na água com vinagre.
Lógico que se você preferir pode não comer a casca, mas ela fica super macia, vai por mim.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

arroz & risotos Receitas

Risoto de alho-poró e ervas

Nesse Carnaval a minha pedida é descansar, inclusive do supermercado, do fogão… Daí quando bateu a vontade de comer um risoto, tive que me virar com o que tinha disponível – na geladeira um alho-poró e na horta uma porção de ervas fresquinhas e recentemente replantadas.

Do fogão em mini-férias saiu o risoto delicioso…

Levei ao fogo cebola ralada na manteiga (não precisa deixar dourar), juntei arroz arbóreo (1 1/2 xícara para duas pessoas), espumante (talvez 1/3 da garrafa), esperei evaporar o álcool, fui juntando aos poucos o caldo de legumes e quase no final acrescentei o alho-poró cortado em rodelas. Numa tábua, com o auxílio da boa e velha mezza luna piquei: manjericão, manjericão roxo, tomilho, salsinha e ceboulette. No final do cozimento do risoto juntei as ervas picadas, manteiga e parmesão ralado. Botei uma pimenta moída e decorei com manjericão roxo.

Bom final de Carnaval pra você! :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

de festa pratos únicos Receitas vegetarianos

Panqueca de espinafre e ricota

Eu adoro panqueca. Além de ter um apelo afetivo – panqueca era um daqueles pratos “comemorativos” sabe? lá em casa, quando tinha panqueca era um dia de festa pra mim – é uma receita prática demais, que permite mil variações de recheios salgados e doces. Isso sem contar a apresentação, que pode ser de muitas maneiras diferentes, indo desde o clássico “rolinho” do dia-a-dia, até ganhar ares um pouco mais elaborados, como envelopinhos (o que eu mais uso) que são perfeitos para servir naquele jantar, no estilo crepe, que fica ótimo quando servido em esquema buffet, ou mesmo essas que apareceram na minha cozinha hoje – as trouxinhas.
Como a idéia era preparar algo um pouco mais leve para compensar a orgia gastronômica do período momesco, o recheio escolhido foi espinafre com ricota.

Preparando o recheio
Primeiro é aquele esquema que (é de conhecimento público) eu odeio – lavar o espinafre, separar os talos (guarde para fazer bolinhos) e rasgar as folhas.
Em uma panela, azeite, cebola e alho até dourar. Nesse momento, é só juntar o espinafre, temperar com sal e pimenta e abafar um pouco a panela. Espinafre não precisa cozinharrrr – no momento em que junta aquela água toda pode tirar do fogo, esperar esfriar um pouco e espremer para tirar toda a água.
Depois de feito isso, é hora de juntar ricota, noz moscada, salsinha e misturar bem até a ricota incorporar-se ao espinafre. Eu usei também um pouco de requeijão cremoso light, mas isso é opcional.
Depois de tudo misturado, basta acertar o sal e reservar o recheio, que já está pronto.

Fazendo a massa da panqueca
Eu não uso medida nenhuma para fazer panquecas, apenas bato no liquidificador leite, ovos, farinha de trigo, maizena e sal, tudo no olhômetro mesmo, pois já conheço a consistência certa para obter uma massa nem grossa (anote aí: odeio panqueca grossa) nem fina demais. Mas, como eu sou uma boa pessoa, fui buscar uma receita no meu caderninho: 2 copos de leite, 2 xícaras de farinha de trigo, 1 colher (chá) de maizena (ou fermento em pó), 1 colher chá de sal e 2 ovos.
Como eu gosto de “dar uma corzinha”, acrescentei uma colher de café de açafrão à massa para que ela ficasse mais amarelinha.

Para fritar a massa
Frigideira anti-aderente bem quente com um fio de azeite, joga uma concha (eu uso direto o bico do copo do liquidificador) da massa e vai espalhando, virando a frigideira, de modo que ela fique em uma fina camada. Quando é possível começar a soltar as bordas, com o auxílio de uma escumadeira por exemplo, é a hora de virar. Caso você não tenha a habilidade de virá-la no ar, pode recorrer à escumadeira, soltando delicadamente até o meio da massa, para daí então virá-la e fritar o outro lado.

Para amarrar as trouxinhas eu usei nirá passada em água quente (isso amolece e permite que você dê o nó) mas dá para usar cebolinha também, passada na água fervente do mesmo modo.

O molho
Eu usei o clássico – tomate sem pele e sem semente com manjericão – mas o molho branco ou quatro queijos também fica muito bom com panquecas.
Para o molho – alho bem dourado no azeite, junta o tomate cortado em cubos, um pouco de açucar, sal e deixa apurar. No final, junte folhas de manjericão fresco.

Forre o fundo de um refratário com o molho, disponha as trouxinhas, salpique parmesão e leve ao forno até o momento de servir.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

Receitas sobremesas

Cheescake pós-folia

Não fica tão pesado quanto o feito com cream cheese, mas ainda assim fica delicioso, essa receita de cheescake fica um pouco mais leve porque leva ricota, olha só…

Você vai precisar de 100 gramas de margarina sem sal light, 1 pacote de biscoito Maizena, 350 gramas de ricota, 100 gramas de requeijão light, 2 ovos, 1 lata de leite condensado desnatado e 1 colher de raspas de limão (ver dicas no final do post)..

Bata os biscoitos no liquidificador e misture numa travessa com a margarina até formar uma farofa. Com essa farofa forre o fundo e as laterais de uma fôrma de fundo removível untada com margarina e leve para assar por 10 minutos.

Bata no liquidificador todos os outros ingredientes, deixando para acrescentar a ricota por último.
Depois que a massa assou e esfriou, cubra com esse creme e leve ao freezer por 2 horas.

Faça uma calda de sua preferência… Eu usei geléia light de amora e morango, com água e um pouco de maizena, tudo na panela até ferver e reduzir um pouco.
Depois de fria, coloque a calda por cima do cheescake e volte à geladeira até a hora de servir.

Uma dica importante: essa sobremesa derrete muito rápido, então nada de enrolar fora da geladeira. Deixe para desenformar no momento de ir à mesa.

Dica das leitoras:
Para obter um doce com consistência mais firme, inclua na massa de ricota um pacote de gelatina sem sabor.

carnes cozinha rápida Receitas

Terrine de carne e batata

(*)Terrine é um prato típico francês, muito apreciado ao redor do mundo, servido como entrada ou acompanhamento. Facilmente confunde-se Terrine com patê pelo fato de que um dos clássicos preparados com o foie gras (fígado de ganso) é preparado na terrine e cozido em banho-maria. Depois de frio pode-se retirar da terrine e fatiar, e a consistência fica parecida com a de um patê.

Na verdade, a terrine não é uma evolução do patê e sim uma forma de preparar. Terrine é a fôrma em que o patê é assado. Na falta dela pode-se usar a de bolo inglês e fazer terrines das mais variadas, como legumes, frios e essa que apareceu na minha cozinha: de carne com batatas.

Como eu (pra variar) modifiquei a receita original, passo os ingredientes que eu usei para uma forma pequena de bolo inglês…
3 fatias de pão de forma (eu usei light de iogurte), 1/2 xícara caldo de legumes, 500 gramas de carne de primeira moída, 200 gr de queijo parmesão ralado, 1 ovo batido, alho picado, 1/2 cebola picada, tomilho, salsinha, cebolinha, sal e pimenta, 4 batatas médias, azeite, 1/4 xícara de leite, manteiga.

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Primeiro descasque, corte as batatas em rodelas, cozinhe em água e sal, escorra e reserve.
Amoleça as fatias de pão no caldo de legumes e esfarele. Em uma travessa junte o pão, a carne, o queijo, o ovo, alho, cebola, salsinha, o tomilho, sal e pimenta e misture até formar uma massa homogênea.
Unte uma fôrma com manteiga, salpique bastante tomilho fresco, disponha as fatias de batata em camadas e regue com azeite. Por cima coloque a massa de carne e pressione bem. Regue com o leite e coloque por cima pedacinhos de manteiga.
Asse em forno pré-aquecido por 30 minutos.

***

Eu, que acredito cegamente que certas combinações só podem ser obras divinas, incluo nesse hall também essa: carne moída + batata.
Sempre dá samba. E do bom :)

***
Fontes: Terra Culinária e Sadia.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

pães e biscoitos Receitas

Pão de calabresa da Dona Vanilda

A receita vem lá de Jundiaí, da mãe da Érica e eu posso atestar que é bom demais, até porque vocês se lembram que eu ganhei um inteirinho só pra mim né? Desculpa aê :)

Ingredientes:
1/2 Kg de trigo
30grs de fermento biológico fresco ou o equivalente em seco (ultimamente só estamos usando o seco com muito bons resultados, com a vantagem de que não estraga)
2 e 1/2 colheres de açucar
2 ovos inteiros
1/2 copo americano de leite
2 colheres de óleo
1/2 colher de margarina

Preparo: misture todos os ingredientes, menos a farinha, no liquidificador.
Coloque a farinha em uma tigela e vai misturando o que foi batido no liquidificador, depois passe para a pia e amasse até não grudar nas mãos (acrescentando a farinha) e abre a massa com o rolo.
Recheie a gosto, no caso deste foi picado: 200grs de musssarela, duas linguiças calabresas, 2 tomates (sem sementes), tomate seco, catupiry, orégano, sal e pimenta do reino a gosto.
Enrrole a massa com o recheio, deixe crescer por 30 min e coloque na forma de pão ou na assadeira.
Antes de assar em forno moderado, pincele com gema de ovo.

***

Ah! A Érica avisa que a mesma receita pode ser usada para fazer esfiha ou pastel de forno.
Gracias Eriquinha :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

Receitas tortas e quiches vegetarianos

Quiche folhado de batata e espinafre

Receita prática e bacana que abrilhantou meu cardápio de comidinhas de reveillon.

Você vai precisar de: 1 pacote de massa folhada (400gr), 4 ovos, 1/2 xícara de requeijão, 1/2 xícara de leite, 1 xícara de mussarela ralada, 3 batatas cozidas e cortadas em rodelas, 1 maço de espinafre cozido e picado (eu usei o congelado porque meu ódio de lavar espinafre já é publicamente conhecido…hohoho), 2 alhos-porós fatiados.

Forre o fundo e as laterais de uma forma de fundo removível (21cm) com a massa folhada e leve ao forno pré-aquecido por 15 minutos. No liquidificador bata os ovos, o requeijão e o leite e reserve. Sobre a massa vá montando camadas alternadas de mussarela ralada, batata, espinafre e alho poró. Por último despeje o creme batido no liquidificador. Daí, é só levar ao forno até dourar :)

Bão demais.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

Receitas

Barrinhas

Eu não sou uma pessoa light e isso todo mundo que frequenta esse blog já deve ter percebido, mas… eu também sou uma pessoa que ama. Muito. E foi também por isso que eu topei o desafio de ajudar meu marido na árdua tarefa de perder alguns quilinhos.
Sendo assim fui à luta, à caça de receitas que me enchessem os olhinhos, apesar de “leves”. Por conta dessa nova empreitada em meu lar, a partir de agora da minha cozinha sairão (i hope) pratos mais leves – ao menos por enquanto.

E daí que eu achei a receita dessas barrinhas light aí ó. Na hora que bater aquela vontadinha de roer alguma coisa doce, mas que passe longe da esfera mega-ultra-calórica, essas barrinhas devem atender bem a necessidade. O gosto eu provei e gostei – e isso apesar de toda minha relutância em provar essas barrinhas que se vendem nos caixas da padaria.

Mudei a receita original e passo abaixo as medidas e os ingredientes que eu usei para fazer 12 barrinhas pequenas.

Numa panela anti-aderente foram 4 colheres de açucar mascavo, 1/2 xícara de mel, 1 xícara de granola light sem açucar, 1/2 xícara de flocos de arroz integral e 1/2 xícara de uvas passas, ameixas e damascos picados. Cozinha por uns 10 minutos mais ou menos sem parar de mexer até virar uma massa meio homogênea.
Saindo do fogo vai para uma superfície lisa e untada com 1/2 colher sopa de margarina light e vai formando um retângulo de mais ou menos 1 cm de espessura. Ainda quente é só cortar as barras e depois de frias guardá-las em recipiente seco e fechado.

Ó mundo light! :)

***

Update – considerações:
. no dia seguinte ela endurece demais se não ficar num recepiente beeeem vedado (o meu ficou meio aberto);
. a consistência dessa barrinha é completamente diferente daquelas prontas – essa fica bem mais dura (a minha ficou) – haja dente! hohoho
. eu achei que ficaria muito doce mas não ficou não…está na medida certa;
. apesar de ser mais dura, ela é muito mais saborosa do que todas as barras que eu já comi que, perdoem-me mas me lembram alguma coisa entre comida de bicho e de astronauta…hohoho. O damasco e as ameixas dão um plus;
. da próxima vez vou tentar diminuir o tempo no fogo mas não estou certa de que isso vai mudar muito a consistência, que eu acredito que fique meio dura por conta do açucar que fica caramelizado.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

Receitas saladas

Salada de soja

Praticamente todo mundo já sabe ou ouviu falar sobre as maravilhas nutricionais atribuídas à soja. Sendo assim, não é estranho que o seu consumo no dia-a-dia ainda seja tão restrito? Bem, eu estou falando de um modo geral, pois são poucas as pessoas que eu conheço que estejam habituadas ao seu consumo.
Lá em casa porém a soja sempre entrou com mais facilidade, principalmente na forma de grão, que eu uso para fazer essa saladinha simpática que meu marido adora.

Você pode comprar o grão já sem a casca e, acredite em mim, vá nessa opção porque descascar a soja é um trabalhinho ingrato demais. Caso você opte pelo grão inteiro, vai ter que cozinhar com um pouquinho de bicarbonato para, depois de cozida, conseguir tirar a pelinha (que não deve ser consumida) mais facilmente – e se alguém souber um método mais prático, please, me ensine.

Depois de cozida, para fazer a salada eu uso o que tiver disponível na geladeira e quase sempre fico na mistura cenoura ralada + cebola picadinha + pimentão beeem picado + tomate sem pele e sem semente picado + azeitona (pouquinha) também picadinha, tempero com shoyu, pimenta calabresa e salsinha. Nessa ontem eu usei ainda os grãos de uma espiga de milho que eu já tinha cozida, pimenta dedo-de-moça picada e tomilho fresco. Para finalizar eu salpiquei semente de papoula, assim… só por frescurinha mesmo…hohoho.

Eu costumo comprar a soja, tanto na forma de grãos quanto em proteína granulada/texturizada, da marca Mãe Terra, que aliás, eu gosto muito. No site deles tem mais informações sobre os produtos, sobre suas propriedades e, segundo informações lá contidas, preenchendo um cadastro com endereço completo eles enviam livro de receitas à base de soja.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

carnes cozinha rápida Receitas

Kibe cru

Ser tarado por kibe cru é normal? Espero que seja porque meu marido é. E não, ele não tenhuma descendência árabe, libanesa nem nada parecido. Ele simplesmente ama kibe cru.

Fazer o prato também não requer prática nem tampouco habilidade, mas existe um “senão”. Esse prato não é nada, absolutamente nada sem uma carne de primeira, não, de primeira não, de primeiríssima qualidade. E isso quer dizer que além de um corte muito bom (pode ser coxão mole, patinho), ele precisa ser muito bem limpo, com toda e qualquer gordura retirada e – o principal – ser moído umas três vezes. Ou seja, só rola fazer kibe cru se você tiver um lugar bom, limpo e confiável para comprar essa carne, do contrário, esqueça.

Além da carne, você vai precisar de trigo para kibe, que deve ter ficado de molho por uma ou duas horinhas e depois ser bem escorrido e espremido em pano limpo. A quantidade de trigo é sempre a metade da de carne – eu usei 500gr de carne moída e 250gr de trigo e daria para comer umas 3 ou 4 pessoas civilizadas (cof, cof, cof).

Depois de fazer o processo de espremer o trigo é só juntá-lo com a carne, botar um pouco de sal e levar tudo ao processador, até que estejam muito bem misturados. E só.

Para servir é preciso picar uma cebola (ou deixá-la em fatias, como preferir) e cebolinha, arranjar uns limões fatiados, um bom ramo de hortelã, providenciar um azeite excelente e tá feito.
Eu, como sou metidinha por natureza, fiz os meus já famosos Breguetinhos… aqueles com pão sírio que eu já ensinei aqui. Dessa vez porém, usei pão sírio integral que – anote aí – é uma delícia! Também caprichei nas ervas e ainda salpiquei pimenta calabresa antes de levar ao forno. Ficou tão bom que eu comeria mais uma assadeira dessa :)
(… gulosinha…)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

cozinha rápida pratos únicos Receitas

Kibe assado recheado

Perceberam que rola uma fase kibe aqui em casa né? rs
Pois é, mas dessa vez eu resolvi assá-lo e, para variar um pouco a receita, recheei com: tomate sem pele e sem semente picado, alho-poró em rodelas, salsinha e mussarela ralada.
Para o kibe, só trigo (deixado de molho com antecedência), carne moída, um pacote de sopa de cebola, cebola ralada, sal, pimenta síria, salsinha e margarina light. Tudo na forma de bolo inglês, metade do kibe, os recheios, a outra metade e… direto para o forno.

Para acompanhar, fui de saladinha “verão” com alface americana, cenoura ralada, azeitonas, fatias de abacaxi e temperada do jeito mais básico – limão siciliano, azeite, sal e só.

Próxima receita com kibe, faz favor…rs.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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