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Hiyashi Somen

Eu sou apaixonada por comida japonesa, que está no top top das minhas preferidas. Aliás, não só pela comida mas pela cultura japonesa em geral, que é muito rica e faz meus olhinhos (que não são puxados) brilharem sempre. Tanto que até aula de japonês eu já fiz (!!!) e cheguei a aprender muito bem, obrigada.

Daí, junte ao meu gosto o fato de que aqui por bandas paulistanas a chuva deu uma trégua e finalmente esquentou (aleluia!) e eis que surge a inspiração para fazer hoje um Hiyashi Somen, um prato japonês que nada mais é do que macarrão gelado. O macarrão nesse caso é o próprio somen, um bem fininho e que você encontra facilmente em supermercados grandes.

O grande lance do somen gelado é preparar um caldo que depois é servido em tigelinhas individuais. O macarrão vai numa travessa funda, transparente, cheia de água e cubos de gelo e as pessoas se servem pegando o somen e mergulhando em suas tigelinhas de caldo. Num é fofo? Geralmente em restaurantes japoneses esse prato é servido logo de entrada em dias quentes e é super saboroso e refrescante.

Para fazer você vai cozinhar o somen por um minuto em água fervendo, escorrer e deixá-lo numa travessa com água fria, pode até levar à geladeira até servir, se quiser.
Para o caldo você leva ao fogo (sem ferver) água, shoyu, ajinomoto, açúcar, um pouquinho de sakê culinário (é opcional) e hondashi, um tempero à base de peixe que você também encontra em qualquer supermercado. Aqui eu não tinha Hondashi (não compro por motivos já conhecidos) e fui só de ajinomoto com um tantinho de Sazon normal. Depois é bom colocar esse molho um pouco na geladeira até o momento de servir, já que ele precisa estar bem geladinho também.
Eu gosto ainda de temperar o macarrão já na tigelinha com wasabi, gengibre ralado e cebolinha – dessa vez até gergelim preto eu inventei de usar, mas não precisa.

Eu fiz uma quantidade minúscula de somen e já temperei todo direto na minha tigela, já que era mesmo só para mim. Quer dizer, era… porque meu marido, que nunca tinha tido a curiosidade de provar (ele tem sérios problemas com a culinária oriental…hohoho), hoje acabou cedendo e… adorou!

Tá vendo? O lance, comadre, é quebrar preconceitos. Quem sabe você que já fez “urgh” quando leu macarrão gelado (eu sei que fez!) também não vá se surpreender? Han? ;-)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Frango com molho de maracujá e pudim de abobrinha

Não disse que hoje era o Dia do Frango nas cozinhas da realeza?
Pois é, assim como na cozinha da írmã, que foi de lasagna, aqui também rolou um franguinho, só que na versão filet com molhinho super bacana de maracujá. E para acompanhar, eu fui de pudim de abobrinha, receita descoberta nas minhas andanças à caça de receitas leves.

Para começar, numa travessa eu temperei os filés com sal e alho amassado e os deixei lá por meia hora.

Enquanto isso fui preparar o pudim que leva: 2 abobrinhas picadas, 1 ovo, 3 colheres de leite desnatado, 4 colheres de farinha de trigo, tudo no liquidificador até virar um creme, que eu temperei com sal e pimenta branca. Depois, coloquei esse creme em forminhas de muffin untadas com óleo e farinha de rosca e levei ao forno pré-aquecido por mais ou menos 45 minutos (até quando o palito sai limpinho, tá ligada né?).

Voltei ao frango…
Em uma panela coloquei um pouco de azeite e fritei os filés até ficarem bem dourados. Retirei da panela e reservei. Daí, na mesma panela eu botei uma cebola ralada, 3 colheres de sakê e cozinhei até a cebola ficar macia. Então juntei a polpa de um maracujá grande (com as sementes), uma colher de mel (a receita pedia adoçante culinário, que eu não tenho), sal e fui generosa na pimenta do reino moída na hora. Cozinhei tudo até reduzir e ficar um molhinho espesso.

Pra montar o prato, peguei os filés reservados, reguei com o molho de maracujá e coloquei um pudinzinho de abobrinha. O molho tem uma cor linda e deixa o prato num tom dourado … hummm, super apetitoso.

Quanto ao pudim de abobrinha eu tenho que fazer algumas considerações:

. A receita não especifica a abobrinha, se a brasileira ou a italiana. Como eu tinha apenas a brasileira aqui, acabei usando-a mas tenho pra mim que ficaria bom mesmo com a abobrinha italiana que, inclusive, eu prefiro.
. Eu usei forminhas teflon de muffin mas a receita pede assadeiras com capacidade para 200ml (?).
. Não sei se não fiz direito o processo de untar as formas com óleo e farinha de rosca, mas o fato é que não consegui desenformar bonitinho o pudim, que grudou bastante. Eu não saberia dizer sem testar, mas penso que falta um pouco de óleo nessa massa… não sei.
. Como o próprio nome já diz, trata-se de um pudim, por isso não é de se estranhar que apesar de assado ele ainda fique um pouco mole por dentro e também que não cresça.
. Eu achei a receita boa e meu marido também, inclusive ele chegou a dizer que parecia um suflê, muito embora a consistência não seja tão parecida pela ausência das claras em neve. Em comum com o suflê, apenas o fato de murchar bastante depois que saiu do forno (na hora da foto, por exemplo, ele já estava bem baixo.

Já que a onda aqui é coisa leve, tenho intenção de repetir a receita e testar algumas variações. Veremos :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Salada Speciale com pera assada

Imagine assim, o inferno. Pois bem, é aqui. Aqui tá quente, muito quente e em dias como esse, sorry, comida não rola, o calor não deixa.

Mas, como viver só de brisa não rola, meu cardápio hoje tinha que ser leve, muito leve, extreme leve. Então minha saída foi inventar uma salada caprichada e ao invés de usar o cansativo peito de peru (porque dieta = peito de peru?) eu optei pelo Presunto Defumado Sadia Speciale, que é tão bom, mas tão bom, que a gente só deveria comê-lo puro. Ainda assim, resolvi que metade dele faria parte da minha salada (a outra metade eu comi puro mesmo), que teve ainda alface americano, agrião, cebola, pera assada e croutons feitos aqui mesmo na minha frigideira (o jeito eu já ensinei aqui).

O molho para a salada foi à base de mostarda – azeite extra virgem, limão, ervas finas (eu já disse que não gosto disso de “ervas finas” né?), sal, pimenta branca e, claro, mostarda.

Para um dia quente como hoje, so perfect.

***

A linha Speciale da Sadia tem também o excepcional Presunto Royale que, se você ainda não experimentou, deveria. Ah, deveria.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Arroz Thai (à minha moda)


Não tem nada de prato típico mas tem muita inspiração tailandesa no prato que saiu hoje da minha cozinha, ganhou acalorados elogios e recebeu o nome de Arroz Thai. Apesar da inspiração e das referências, o prato ganhou modificações e por isso é thai, mas é à minha moda :)

Para começar, os ingredientes com dois pés na cozinha tailandesa – arroz jasmim, curry, gengibre, pimenta e coentro. Junte a isso frango e leite de côco e você tem um prato que, se não for de todo tailandês, de certo lhe remeterá aos aromas e sabores dessa culinária.

Comecei cozinhando peito de frango com muito tempero – sal, pimenta, louro, alho, cebola e um bouquet garni caprichado. Depois de cozido, reservei um pouco de caldo coado, desfiei grosseiramente e levei à panela, dessa vez com mais cebola, muito curry, bastante gengibre ralado e pimenta vermelha picada (sem as sementes). Coloquei uma concha do caldo do cozimento do frango, um pouquinho de leite de côco e para dar um colorido, pimentão amarelo e verde cortado em quadradinhos pequenos e ervilha fresca . Deixei cozinhar mais até reduzir o caldo – e isso é opcional, quem quiser um arroz mais “molhado” pode até deixar mais caldo – eu preferi um pouco mais sequinho.
Daí foi só pegar o arroz já cozido normalmente e temperar com esse “refogado” cheirosíssimo. Na hora de servir finalizei com muito coentro fresco picado.

Sabe um prato que vai revelando sabores lentamente? Pois é, esse arroz é assim. Vai do quase doce ao extremamente picante e você só viajando no sabor.

Não é por nada não comadre mas, quer saber? Assim, muito modestamente, eu diria que … a-r-r-a-s-e-i.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Salada de tomate caramelizado com gergelim e cebolinhas

A receita vem da coleção Cozinha País a País (Marrocos) e antes de mais nada cabe uma importante observação. Para essa receita o ponto principal é que os frutos tenham muita polpa e pouco sumo. Para fazer essa salada são necessários tomates carnudos, que resistam ao tempo no forno sem se desfazerem.

Pois bem, de posse dessa informação tratei de escolher os tomates apropriados e, olha, valeu a pena.
A salada não parece com nada que eu já tivesse comido em formato salada mas é muito, muito gostosa.

Para começar é preciso tirar a pele e as sementes dos tomates. Então, unta-se uma assadeira com azeite extravirgem, coloca-se os tomates com a concavidade virada pra cima, rega-se cada metade com mais azeite e leva ao forno não muito quente (120C) durante 50 minutos. Nesse ponto eu fiz uma “pequena” adaptação pessoal e coloquei também cebolinhas na assadeira, até porque me gusta muito cebola caramelizada também.
Pois bem, depois dos 50 minutos retire do forno, deixe esfriar e corte os tomates em cubos de 1 ou 2 cm (a cebolinha eu mantive inteira). Numa frigideira larga ou panela baixa (a idéia é que não junte água e nem cozinhe muito), dilua 2 colheres de sopa de mel (para 8 tomates), acrescente os tomates, pimenta moída, sal e mantenha em fogo baixíssimo por 2 minutos.
Depois, é só transferir para uma travessa, polvilhar com gergelim torrado e servir frio.

Isso para acompanhar um assado deve ser maravilhoso! Aqui em casa a aprovação foi unânime.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Espetinho Marroquino (sussia)

Essa receita também vem do livro Marrocos, da coleção País a País e traz a seguinte explicação – prato típico da região de Sous, cuja capital é Agadir, que consegue, graças ao molho uma impressionante concentração de aromas na carne.

E a explicação está certíssima. O aroma desse espetinho é qualquer nota, uma coisa de deixar o estômago roncando e boca cheia d’água. O segredo? A marinada onde o frango repousa durante 1 hora antes de ir para a churrasqueira (eu usei o forno).

Numa saladeira misture (para 1 kg de peito de frango): 2 cebolas picadas, 3 dentes de alho amassados, um maço de coentro picado fino (eu não usei), suco de 2 limões, 3 colheres de sopa de azeite e tempere com 1 colher sopa de açafrão, 1 colher sopa de has el hanout*, pimenta do reino moída e sal.
Pronto, é nessa marinada que o peito de frango, cortado em cubos de 4cm deve ficar de molho por 1 hora.


Depois é só colocá-los em espetinhos (não esqueça de molhá-los antes – eu esqueci e olha aí, queimou o palito) e assá-los na churrasqueira, chapa ou forno, virando de vez em quando e temperando com a marinada que restou.
E prepare-se… porque o cheiro que sai do forno é coisa de doido!

***
A receita pede ras el hanout, um tempero típico marroquino composto por várias especiarias – sementes de noz-moscada, zimbro, cardamomo, açafrão, canela, pimentão picante e cúrcuma.
Eu, como não tinha o tempero em casa, fiz uma adaptação usando um tempero árabe que eu tinha e que leva em sua composição canela, noz-moscada e zimbro. O restante das especiarias – cardamomo, cúrcuma e açafrão – acrescentei à parte, faltando apenas o pimentão picante que eu infelizmente não tinha.

***

Nota: É costume servir esse espetinho com o molho tapenade, feito com azeitonas verdes, limão cristalizado e azeite. Na falta do limão cristalizado acabei limando o molho, que será testado em uma oportunidade futura :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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A minha versão para o Stroganoff(*)

Semana passada minha comadre Katita apresentou uma série bárbara sobre comidinhas populares revisitadas, ou melhor, comidinhas que ganharam versões diferentes e interessantes (porque eu odeio essa coisa de revisitada, parece papo de estilista mala manja? rs). Enfim, dessa série batuta veio uma nova roupagem para o bom e velho strogonoff* que, segundo fontes controversas, pode ter nascido stroganoff ou strogonov.
O nome de nascimento nessa caso pouco importa pois, pelas mãos inicialmente da Fer e logo depois da minha comadre, o prato abrasileirado ganhou uma substituição que muito me interessou – saiu o creme de leite e entrou o iogurte ou sour cream. Opa! Era a chance que eu precisava para introduzir (ops) o strogonoff em casa, haja visto que o prato recebe resistência por parte do marido que não curte muito creme de leite.

Bom, resumindo o fubá (adorei isso Dadi), hoje eu resolvi criar a minha própria versão para o prato, que é uma mistura das receitas da Fer e da Katita, sendo portanto a partir desse momento o Strogonoff da Faby :)

Para começar, temperei a carne (filet mignon) com alho, sal e pimenta e em seguida levei-a à panela para fritar bem. Nessa etapa, flambei a carne com whisky. Feito isso, acrescentei cebola ralada e deixei que dourasse junto com a carne mais alguns minutos, botei cogumelos paris frescos cortados em lâminas, uma boa quantidade de páprica doce, um pouco de caldo de carne e deixei cozinhar um pouquinho mais até reduzir o caldo. Desliguei o fogo e coloquei um copo de iogurte desnatado Nestlé.
Para finalizar, salpiquei com folhas de endro dill fresquinho da minha horta (desculpa aê).

Apesar de calóricos, arroz branco e batata palha são obrigatórios nesse prato né comadre? E quem sou eu para infringir uma regra tão boa dessa?! :)

***
Eu diria duas coisas sobre esse strogonoff:
1. A textura do iogurte, tão mau vista por mim, dessa vez me surpreendeu e não “talhou” nem virou aquela aguaceira. Depois de pesquisar informações com a minha comadre eu chego à conclusão de que pode ter sido o iogurte, já que na embalagem do mesmo está escrito “mais cremoso”. Seria isso? Bom, se é verdade ou não eu não sei, mas é fato que dessa vez a textura ficou muito, muito diferente.

2. Esse prato acabou com meu preconceito com o iogurte :)

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Da série Comida em dez minutos – Iscas de frango à chinesinha

Daí que o ano praticamente acabou, né minha gente? E daí que os clientes estão insanos, que a chapa tá quente e que por aqui eu ando matando um leão por dia. Até aí, nenhuma novidade, certo?

E por causa dessa pauleira toda eu ando naquele velho esquemão ninja “comida-em-menos-de-dez-minutos”, e numa hora dessas nada como essas isquinhas de frango, que são gostosinhas e ligeiras, como pede a atual situação de semi-caos em que me encontro.

Cortei os filés em tirinhas e levei para fritar até ficar douradinho na wok bem quente com um pouquinho de óleo de gergelim. Juntei um pouco de saquê culinário, um tantinho de shoyu, açucar mascavo e juntei as cenouras em rodelas. Um pouco de água para deixar a cenoura começar a cozinhar e quando ela deu uma ligeira amaciada foi a hora de juntar os pimentões e deixar cozinhando até que eles também começassem a ficar macios. Por fim, cebola em cubos grandes e pak choi picada grosseiramente (que eu conheço por acelga chinesa mas tem quem chame de repolho chinês), que não vai cozinhar não, apenas tomar um susto na panela – aliás, os legumes todos crocantes, sempre! (não é porque eu só tenho 20 minutos para comer que não dá tempo de mastigar, oras!). Para finalizar, acertei o sal, juntei um pouquinho de pimenta e gergelim torrado. Um arroz branco ligeiro para acompanhar e foi! Mais um almoço the flash e mais um franguinho manjado na minha conta, faz favor!

O bicho tá pegando mas, como bem diz a Denise, “eu acordo pra vencer!” e não há de ser esse delírio de natal coletivo que acometeu os meus clientes que vai me derrubar! Guentem aí que eu já volto! =)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Mini-abóbora recheada

Daí que eu tinha essa mini-abóbora Kabotiá fofucha e um restinho da carne do strogonoff que eu reservei depois de fritá-la, antes de colocar os temperos. Daí eu juntei os dois, porque eu estou adorando essa coisa de rechear tudo.
Depois de retirar as sementes da abóbora, peguei um pouco da polpa e levei para a panela junto com a carne e cebola picada. Cozinhei até a abóbora virar um creme e a carne, que já estava super cozida, ficar tão molinha que estava praticamente derretendo. Botei um pouco de ervilha fresca, uma colherzinha de cream cheese, deixei reduzir bem e boa! O recheio estava pronto.

Peguei as abóboras fofuchas e coloquei numa panela com água, com as bichinhas viradas para baixo e um prato por cima pra fazer peso e deixei que elas cozinhassem um pouco (sem derreter). Então tirei do fogo, salpiquei sal, um pouco de azeite, uma colherzinha de cream cheese (só pra dar aquela surpresinha no final), botei o recheio, salpiquei queijo ralado de saquinho (que todo mundo já sabe que eu não gosto nada mas, admito, quebra um galho às vezes) e era pra colocar só um pouquinho no forno – o tempo de dar uma douradinha no queijo e uma brilhadinha na abóbora (com o velho truque do óleo/azeite), mas… a fm era grande e decidiu comer assim mesmo, sem forno, sem nada. (fm=fome maridal). Cruzes! O que é um marido faminto né não minha gente? ;)

Para acompanhar eu fiz uma saladinha de almeirão com azeitonas pretas e tomate, que temperei com azeite, limão, sal, pimenta e joguei semente de papoula por cima só para dar um visú (kakaka, péssimo isso de “dar visú” né?).

E assim terminou a primeira parte da saga das abóboras aqui em casa.
Hoje tem mais :) Oba.

***

Desse mesmo jeito você pode variar o recheio usando carne seca desfiada com catupiry, camarão, carne moída, calabresa moída, ricota temperada e frango desfiado e gratinado, que era ontem minha idéia inicial – depois acabei optando por aproveitar as sobras do filet mignon.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Bombons de queijo, ameixa e avelã

Apesar do nome remeter a algo doce, essas delicinhas são salgadas, mas tem um equilíbrio docinho da ameixa e ainda a crocância das avelãs – mais perfeito, impossível. A inspiração veio do André Nogal, que também se inspirou na receita de uma revista de gastronomia – fala, não é linda essa “cadeia de inspirações”? E eu te garanto que se você servir esses bombons com um espumante geladíssimo e me convidar para essa ocasião, terá meu amor para sempre =)

Pois bem, receita não tem (nem o André tinha, não briguem comigo!) mas para fazer os bombons de queijo você só vai precisar misturar a seu bel prazer alguns tipos de queijos, processá-los e depois moldá-los com o recheio que lhe apetecer. Eu e o André fomos de ameixa, sem caroço por supuesto, mas acho que rolaria lindo com tâmaras, damasco, figo e até cereja. Ele finalizou com ervas, gergelim e macadâmias. Já eu fui de avelãs torradas e moídas e dispensei as ervas.

Para a base de queijos usei minas fresco, ricota defumada, parmesão e pecorino, sem muita importância com a quantidade de cada um – fui acertando pelo meu gosto mesmo, já que queria uma mistura com sabor predominante salgado e defumado. Ralei todos os queijos e depois dei uma ligeira processada. Eu providenciei um potinho de nata mas, no meu caso, não foi preciso acrescentar nada para dar a liga, já que consegui moldar tranquilamente as bolinhas apenas com a mistura de queijos. Já o André usou creme de leite fresco para conseguir a liga, e eu acho que dá pra usar outras tantas variações como um cream cheese, requeijão ou ainda um queijo cremoso como mascarpone.

A finalização também aceita inúmeras variações – você pode se jogar nas ervas, usar sementes de papoula ou mesmo abusar de nozes, castanhas, amêndoas… o importante mesmo é fazer essa finalização com algo que dê esse crocante – já falei né? a crocância é importantíssima, comadres!

Ah! No meu caso, as bolinhas não podiam ser grandes, já que eu estava servindo como petisco. Por isso, eu as moldei do tamanho certinho de uma bocada e, depois de prontas, mantive na geladeira até o momento de ir para a mesa, para que ficassem bem firminhas.

Para servir, minha sugestão de acompanhamento foram as uvas verde e red, que ainda por cima casaram muito bem com o fio condutor da noite – o espumante =)

Quer arrasar? Se joga nos bombonzinhos de queijo, vai por mim. André, arrasou na dica!

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Damascos recheados

Eu adoro damasco e adoro igualmente comê-los com algum recheio. Minha receita de recheio preferida leva queijo brie e geléia de pimenta e a dificuldade de preparar é zero: cortar o damasco, botar um pedacinho de brie e uma colheradinha (de café) de geléia de pimenta. Na falta dela (a geléia) improvisei com pimenta dedo-de-moça picada com um pouquinho de iogurte – ficou bom apesar da pimenta estar muito fraquinha (eu tirei as sementes).
E dessa vez recheei também com gorgonzola – bom também, embora brie ainda seja o meu preferido.

Outra opção que a Clau me apresentou foi servir com catupiry, alho crocante e torradinhas. Pra fazer você desenforma o catupiry todo num prato, forra com aquele alho crocante (que você compra pronto) e em volta do catupity coloca damascos e torradinhas para canapés. A gente come passando o catupiry (com o alho) na torradinha, ou por cima do damasco, ou ainda fazendo “sanduiche”com tudo junto :) Delicioso.

E o visual? A-do-ro.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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