Churrasco não precisa ser só de carne, sabia?
( *pausa para o momento em que todos os carnívoros fazem cara de “oi?”)
Tá, talvez você tenha feito cara de desdém e imaginado por que diabos alguém faria berinjela em dia de churrasco. Simples! Porque eu simplesmente adoooro acompanhamentos para churrasco e, não raro, como muito mais deles do que da própria carne. Entendeu agora?
Mas, vá lá… carnívoros, acalmem-se! Ninguém quer tirar a carne do seu churrasco, fiquem tranquilos (bom, talvez os vegetarianos queiram sim…rs). Mas ó, se você curte berinjela (eu gostava mais de escrever com G, juro), experimente essa no próximo churrasco na sua casa. Aposto que você vai curtir.
Preparo vapt-vupt…
Corte as berinjelas ao meio e faça uma espécie de “quadriculado” na polpa (foto1), cuidando de não chegar com a faca até a casca. Depois, com a ajuda de uma colher, raspe essa polpa e coloque um em travessa. Junte tomate e cebola em cubos e tempere tudo com sal, pimenta calabresa, orégano, manjericão (ou as ervas que preferir), coloque azeite do bom e coloque essa mistura lá na casca da berinjela, no lugar da polpa que você retirou.
Depois, é só levar as bichinhas para a churrasqueira, na parte de cima, pra assarem devagar. Está pronto quando a casca da berinjela estiver macia.
Fácil né?
Mini pãezinhos com um creme e um ovinho… não é um charme?
Vi a foto no Pinterest e fiquei pensando na execução – eu faria assim: Um creme branco com bastante queijo (pode até ser ricota ou parmesão), retira as miolos dos pãezinhos, coloca um bocadinho do creme, quebra um ovinho por cima, tempera com sal, pimenta e umas ervas e leva ao forno até o pão ficar douradinho e a clara do ovo ficar mais firme (a gema vai ser molinha mesmo!).
Adorei isso!
Foto: Pinterest
Eu ♥ temaki. Não essas invencionices de temaki de carne seca ou de chocolate (socorro!), mas aquele básico mesmo, com salmão e cebolinha (e sem cream cheese ou maionese, pelamorrrr!)…ah, esse eu adoro.
E sabe o que é melhor? Dá para fazer em casa numa boa e nem dá muito trabalho, dá uma olhada…
1. A primeira coisa a fazer é o arroz japonês temperado. Vamos usar uma medida de 1/2 xícara de arroz (para sushi) para fazer 2 temakis, ok? Basta prepará-lo conforme instruções da embalagem e, depois de morno “temperá-lo” com uma mistura de 1 colher (sopa) de vinagre de arroz + 1 colher (chá) de açucar e 1/2 colher (chá) de sal. Faz esse “temperinho” e coloca no arroz, misturando bem.
2. Para 2 temakis, pique 100gr de salmão fresco e limpo em cubos pequenininhos e acrescente cebolinha picada a gosto.
3. Use uma mesa ou bancada e monte uma mise en place* com o arroz e o salmão. Pegue a folha de nori (alga) e corte ao meio.
4. Para montar o temaki, espalhe arroz em metade do nori, cuidando de deixar um pequeno triângulo na ponta superior sem arroz. Eu gosto MUITO de wasabi, por isso acrescento no meu temaki, direto, mas você pode colocar uma quantidade menor ou mesmo limar o wasabi do seu temaki, ok? Depois, é só colocar o salmão na diagonal e começar a enrolar, formando um cone.
5. Para fechar o temaki é só usar um pouquinho de arroz na ponta.
Se você achou confuso, busque no Youtube um vídeo para te ajudar mas, acredite, não é complicado não :)
(aqui tem um vídeo bem didático)
Também dá para variar o recheio usando kani, pepino e manga cortadinhos em julienne (ou fatias fininhas) e, no lugar da salsinha, é só usar gergelim torrado. Também curto essa versão horrores.
Ah! E se você ficar ninja no temaki, que tal torná-lo o tema da próxima vez que for receber amigos em casa? Deixando todos os ingredientes prontinhos, convide seus amigos a montarem seus próprios temakis. Diga se não vai ser uma festa? ;)
* Mise en place (pronunciado “miz an plas”) é um termo francês que significa “colocada no lugar”. Consiste na etapa inicial para se preparar um prato, separando-se todos os utensílios e ingredientes necessários para executá-lo. Os ingredientes devem ser medidos, e, caso necessário, descascados, cortados, etc.
Fonte: Wikipédia

(Edu Guedes começando a preparar a sobremesa, hora de enrolar o salame de chocolate, todo mundo com a mão na massa, manteiga para a farofa, ela já d.e.l.i.c.i.o.s.a e pronta e eu, finalizando a entradinha)
A convite da Tetra Pak participei de uma aula na Casa Cor para conhecer melhor as embalagens da empresa e também para utilizar alguns desses produtos na elaboração de três receitas, preparadas pelo chef Edu Guedes.
Foi muito bacana conhecer mais sobre o processo que envolve as embalagens, testar algumas delas na hora (parece que nosso sonho de abrir embalagens com praticidade está finalmente para acontecer!) e a aula, onde a gente botou na massa, foi super divertida.
Preparamos três pratos gostosos e muito, muito práticos – uma entradinha com atum, uma farofa com feijão (que foi servida com cubetes de mignon ao molho) e um salame de chocolate de sobremesa. As receitas todas seguem abaixo e, ó… eu se fosse você testava todas porque são boas de verdade.
Tartar cozido de atum
Ingredientes
1 xícara de atum
4 colheres de sopa de maionese
1 xícara de cebola picada
1 colher de sopa de gengibre ralado
2 colheres de salsa picada
2 colheres de sopa de pimenta biquinho
Modo de preparo
Passar a cebola na água quente e depois na água fria para tirar sua acidez.
Num bowl, misturar o atum, a maionese, a cebola, o gengibre, a salsa e a pimenta biquinho.
Acrescentar o sal.
Servir com torradinhas, em formato canapé ou até mesmo acompanhando uma salada de folhas servida como entrada.
Cubetes de mignon com farofa de feijão
Ingredientes:
1,2 kg de file mignon
200 ml de molho de vinho
Óleo para grelhar a carne
Sal a gosto
Farofa de feijão carioca
½ xícara de manteiga
1 xícara de cebola picada
1 xícara de calabresa picada
1 ½ xícara de feijão carioca cozido
1 xícara de tomate cereja cortado ao meio
1 ½ xícara de farinha de mandioca
½ xícara de castanha de caju torrada
Sal a gosto
Modo de preparo:
Cortar o file mignon em cubos e temperar com sal.
Numa frigideira bem quente, dourar a carne com um fio de óleo.
Acrescentar o molho no fim antes de servir.
Farofa
Numa panela, derreter a manteiga e refogar a cebola até murchar.
Adicionar a calabresa e deixar fritar até começar a dourar.
Acrescentar o feijão. Depois o tomate, a farinha e a castanha de caju.
Acertar o sal.
Salame de chocolate
Ingredientes
1 kg de chocolate meio amargo
2 xícaras de creme de leite
4 xícaras de bolacha de amido de milho picado
1 xícara de amêndoa torrada
1 xícara de uva passa branca
1 xícara de damasco picado
Modo de preparo
Derreter o chocolate em banho maria.
Adicionar o creme de leite até ficar homogêneo.
Acrescentar as amêndoas, a uva passa, o damasco e a bolacha.
Colocar na forma com plástico filme ou enrolar em forma de salame e deixar endurecer para cortar.
Fotos: Tetra Pak
Oi leitorzinho fofo, tudo bem com você? Você também está correndo feito o coelho da Alice? Não?!!!! Ah, que inveja! =)
A vida aqui está uma correria, é verdade, mas eu também já aprendi que isso não pode ser desculpa para deixar de ver os amigos, de jogar conversa fora, tomar umas coisinhas e, claro, comer coisa gostosa (e de abandonar o blog também, Dona Fabiana! cof, cof, cof)… a gente pode até correr, só não pode é deixar a vida passar correndo (ó? tô filósofa hoje…rs).
Pois foi exatamente tudo que minha amiga Fabi fez semana passada em sua casa – chamou os queridos, deixou cada um levar sua especialidade, colocou a cerveja no gelo e proporcinou uma noite delícia em sua varanda (com uma das vistas mais bonitas que já vi em São Paulo!) – noite divertida, cheia de risadas e muita coisinha delícia pra beliscar (e espumante gelado pra bebericar!). Olha, atualmente esse é o meu tipo de programa favorito em São Paulo, viu?
Bom, daí que para combinar com uma noite que eu já sabia que seria muito bacana, decidi fazer uns canapés bem simples mas muito gostosinhos e que ó, foi sucesso. A ideia veio do livro Canapés e eu só adaptei para o que tinha disponível na minha cozinha. De modos que minha versão ficou assim…
Da polenta
Cada pessoa tem sua receita, né? E quem não tem, pode seguir aquelas que vem nos pacotes de preparado para polenta, que podem ser uma opção para quem quer começar a se aventurar no prato. Porque polenta, aquela de verdade… bem, essa requer braço, tempo, disposição e até uma certa técnica sim – há quem prefira acrescentar o fubá aos poucos, há quem dissolva o fubá na água antes… enfim.
Eu faço polenta no olhômetro e uso o que tiver disponível – fubá, flocos de milho para polenta instantânea, farinha italiana para polenta… não tenho muita regra. Aliás, não tenho regra nenhuma – às vezes acrescento queijo, azeite, ervas, manteiga…tudo depende do meu humor no dia e da minha despensa também.
Mas, pra facilitar a sua vida, vou reproduzir a receita do livro:
Coloque 850ml de água pra ferver em uma panela grande. Misture 175g de polenta instatânea e 1 colher (chá) de sal. Cozinhe por 5 a 10 minutos, mexendo sempre até engrossar. Adicoone 4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado e uma pitada de pimenta do reino. Coloque a polenta em uma forma untada com óleo. deixe esfriar completamente, desenforme e fatie a polenta em 10 pedaços, cortando cada fatia na diagonal de modo a formar 2 triângulos. Pincele cada pedaço com azeite e grelhe-os por 3 minutos até que estema dourados e crocantes.
Essa é a receita do livro, mas eu gosto de acrescentar sempre 1 ou 2 colheres de manteiga já no finalzinho do cozimento da polenta. Acho que assim ela fica mais cremosa.
Das cebolas caramelizadas
Não tem segredo nenhum – um fio de azeite em uma panela aquecida onde se junta 2 cebolas roxas cortadas em fatias finas (meia lua). É só temperar com sal e pimenta do reino e cozinhar por uns 10 minutos, mexendo de vez em quando. O resultado é que a cebola vai se caramelizando com o próprio açucar que ela tem e vai ficando moreninha, cheirosa, uma delícia. Quando ela já estiver assim, é só juntar 2 colheres (sopa) de vinagre balsâmico e cozinhar por mais uns 5 minutinhos.
Depois de pronta, é só usá-la fria por cima dos pedacinhos de polenta e finalizar com o gorgonzola esfareladinho.
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Fácil né? E o resultado é bem interessante – bocadinhos de polenta pra comer com a mão, o docinho meio azedo da cebola… recomendo, viu?
Ah! E guarde essa receitinha da cebola com carinho – ela também fica ótima na massa, na salada de batatas, no hamburguer… experimenta e me diz depois :)
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Fabi, cadê a receita daquele tomatinho confit d.i.v.i.n.o? :)
Tá todo mundo correndo, certo? Se você está com a vida mansa, sorte tua. Por aqui a casa caiu geral e eu ando (mais) doida, doida, doida, sem tempo pra nada. Cruzes!
É, mas esse post não é para ficar aqui me lamentando não! Até porque, não adianta ficar de #mimimi e dizer que a vida anda me engolindo – na nossa vida quem manda somos nós e eu é que preciso retomar o comando da minha, simples assim. Mas… isso é assunto para o divã (rs), aqui o assunto é um petisco vapt-vupt – bom para quem não tem tempo e pra quem tem também, afinal, facilidade nunca é demais, certo?
A ideia eu pesquei no livro Canapés mas, como de costume, alterei a receita e acabei criando uma versão diferente, mas que ficou muito saborosa e fez um sucesso enoooorme num lesco-lesco que rolou lá em casa. Sério, o povo amou. E a receita? Besta que só, dá uma olhada…
A primeira coisa a fazer é cozinhar o capeletti bem al dente – sério, é pra cozinhar al dente mesmo, senão você não consegue fazer o petisco no formato espeto, ok? Então, nada de esquecer o bicho cozinhando lá! Olho vivo, comadre! Quando ele estiver cozido, tá pronto.
Voltando… eu usei um capeletti de queijo, mas obviamente você pode usar o recheio que quiser. Eu particularmente acho que recheios à base de queijo, verduras e castanhas são os que mais combinam, mas nada impede que você se jogue no bom e velho frango ou carne, fique à vontade.
Depois que o capeletti cozinhou, escorra e dê logo um banho nele na água gelada, que é para parar o cozimento e impedir que ele passe do ponto que queremos (qual é mesmo? al dente!!!). Quando ele estiver frio é hora de providenciar uma marinada, onde ele ficará por pelo menos umas 3 horinhas, pra pegar gosto.
Para fazer a marinada…
Use azeite extra virgem honestíssimo e suco de limão siliciano – a proporção é 2 para 1: duas partes de azeite para 1 de suco de limão. A quantidade deve ser suficiente para temperar bem todos os capelettis, então, vai depender da quantidade deles que você for fazer (cada espetinho tem 2 capelettis). Ainda na marinada acrescente: sal, pimenta do reino moída na hora, raspas do limão siciliano (pode usar do limão todo, ralado bem fininho e sem a parte branca) e alecrim fresco. Mistura tudo e junta lá os capelettis.
Nesse momento, junte à essa marinada tomates sweet partidos ao meio e misture bem para que eles também fiquem bem cobertos com os temperos. A ideia é que você deixe capelettis e tomates marinando, para ficarem bem saborosos.
O resto é brincadeira de criança. Monte os espetinhos intercalando capelettis, os tomates e folhas de manjericão. Fácil, né?
Ah! Claro que dá para brincar à vontade com a ideia – o original por exemplo sugeria tomate seco (que eu particularmente acho meio nhé!) e eu acredito que mussarela de búfala (daquelas bolinhas), lascas de parmesão, folhas de rúcula e até presunto parma ficariam show nesse espetinho.
Monta sua versão e me conta depois se não foi um arraso? E a cara de surpresa dos convidados quando encontram uma massa no espetinho? Essa é pra brilhar muito… vai por mim =)))
Eu já tinha postado aqui a receita do gravlax que costumo fazer quando tem um petit comité em casa. Gosto desse prato porque ele é simples e rápido (apesar do tempo que ele leva pra ficar pronto), super gostoso e perfeito para um belisquete assim mais glam.
Esse eu levei para a degustação da Love Weiss 2.0, em uma reunião das Maltemoiselles na semana passada. A harmonização com a Weiss foi perfeita, mas também… essa é uma cerveja meio coringa, que vai bem com quase tudo. Independente disso, consegui mais um casamento perfeito e a quarta harmonização bacana – tô gostando disso, sabiam? ;)
Para acompanhar, providenciei o mesmo molhinho que vocês encontrarão na receita, mas deixo aqui outra sugestão sugestão que já testei e aprovei – creme azedo. Para acompanhar o salmão fica muiiiito bom também.
Aqui, o passo-a-passo… não disse que era simples?
foto do título: Ingrid Calderoni
Se você foi criança nos anos 70 e viveu no interior de São Paulo, provavelmente viu a foto acima e teve um pequeno momento revival, não foi?
Pois é, essa famosa torta gelada de pão de forma era presença garantida em festinhas na escola, visitas à casa da tia (tia adora fazer essa torta) e até, sério mesmo, em casamento eu cheguei a comê-la – glamour era uma palavra desconhecida, admito ;)
Enfim, trata-se portanto de um prato nostálgico. Alguns dirão que é brega, e talvez seja mesmo – pra quem, é claro, se dá com essa coisa de rótulos e padrões – outros acharão uma receita boba e sem graça, mas o fato é que quem prova uma torta de pão bem feita rapidinho se desfaz desse monte de “achismos” e acaba é achando muito bão e ponto.
Eu não tive como escapar da vontade louca de fazer a torta quando me deparei com esse pão de forma colorido na Santa Marcelina. Se eu fosse mais pheena, ia atacar de canapés – e esse pão deve se prestar maravilhosamente a isso – mas como sou apenas uma grande saudosista, me joguei na invenção de recriar a torta da minha infância e ó… não é por nada não mas eu arrasei. Dá uma olhada se tinha alguma chance disso não ficar uma delícia…
1 – Para começar, providenciei um creme de palmito: cebola e alho no azeite até murchar, palmito picadinho, uma colherada de farinha de trigo, frita bem, junta leite, tempera com sal e pimenta e deixa o creme engrossar.
2 – Depois, foi a hora de preparar um frango desfiado bem temperadinho – leva alho, cebola, milho verde, tomate cereja picado, salsinha, bastante manjericão, sal e pimenta a gosto.
3 – Para dar ainda mais sabor, uma pasta de ricota com azeitonas pretas, os dois juntos processados e levemente temperado com sal e azeite.
Tudo isso pronto, foi só começar a montar as camadas da torta, alternando os recheios.
Para finalizar, cobri com um creme feito com maionese, creme de leite e requeijão. Há quem cubra só com um ou com outro e não tem nenhum problema nisso. Eu preferi a mistura dos três e o resultado foi um creminho bem suave. Salpiquei gergelim e levei à geladeira até o momento de servir.
Aliás, para servir o melhor acompanhamento é tubaína… mas né, se você não quiser ser tãããããõ nostálgica assim, libero um suco ou refrigerante comum =)
Nem preciso dizer que rechear uma torta de pão nada mais é do que um exercício de criatividade, né? Praticamente tudo que tiver dentro da sua geladeira pode servir de recheio. A única observação é não usar recheios muito molhados, para não amolecer demais o pão. O resto vale tudo… e dá para abusar bastante das cores, mesmo utilizando um pão de forma comum – cenoura e beterraba raladinhas dão um colorido bacana e o mesmo vale para pastinhas com azeitonas pretas, salsinha, brócolis cozido, mandioquinha… quanto mais colorida a torta, mais batuta ela fica :)
Eu já disse várias vezes que tem horas que o mais simples é o que funciona melhor, não disse? Pois aqui está um belo exemplo disso.
Para fazer esse belisquete você precisa apenas de poucos e bons ingredientes. Digo bons porque aqui, comadre, é o caso de usar um azeite muito do bom, viu? Sabe aquele azeite escândalo que você comprou e nem é doida de usar em um prato quente? Então, esse mesmo. E o bom é que é algo tão simples que você não vai nem precisar de panela, processador, forno, só de uma faca … ó que maravilha?
Então, vá lá… você precisa de cenoura e pepino japonês* (sem semente) cortados em palito (que você pode dispôr como eu, em um copo) e um molhinho para “temperá-los” (que você vai servir assim, a parte). As pessoas comem passando a cenoura ou pepino no “molhinho” – não disse que era simples? ;)
Para o temperinho você pode usar azeite extra virgem, vinagre ou limão (pouquinho), sal, pimenta e ervas de sua preferência. No meu a coisa descambou para o lado glam porque eu tinha alguns ingredientes batutas, mas… veja bem! Antes que alguém apareça aqui nos comentários dizendo que eu só dou dica impossível, com ingredientes caros e blábláblá, já vou logo avisando: é só fazer com que você tiver à mão. Então, não é porque eu usei azeite de trufa, balsâmico e sal havaiano, que a comadre aí vai se descabelar e dizer que eu tô louca, ok? Não é porque você vai usar o azeite extra virgem honesto, o bom vinagre e o sal comum (se tiver o grosso pode usar os cristaizinhos menores), que o teu belisquete não vai ficar delícia. Na minha casa não é todo dia que rola essa esbórnia gastronômica não, e nem por isso eu sou menos feliz. Parem com esse negócio de ficar se pegando na dificuldade das coisas, tá?! Eu passei a vida toda sem ter um azeite de trufas e minha comida sempre foi muito boa, obrigada :)
Então, estamos combinados? Invista nessa gracinha de roer e você vai ver como aquela cenourinha besta que estava na geladeira vira uma coisinha gostosa pra beliscar antes do almoço/jantar. E todo mundo curte, viu? (né Cruela??? né Adriano???)
nota:
* há quem faça isso usando salsão também, mas né… todo mundo já sabe que eu ODEIO salsão, certo? então :P
Oi Faby, meu nome é Cida e sou seguidora do Pimenta no Reino. Recebo diariamente suas maravilhosas e deliciosas receitas. Já testei várias e ficam mesmo deliciosas. Também amo a arte de cozinhar. Como sei que ama berinjelas e eu também, resolvi enviar uma receita antiga que é o carro chefe aqui em casa em dia de macarronada. Espero ter me explicado bem e que você e seus seguidores aprovem.
Segue a receita e o passo a passo. Não é complicada, é só pegar o jeitinho de fazer e depois comer suspirando. Como acompanhamento ou para beliscar bebericando uma cervejinha, é uma delícia.
Ingredientes:
Duas berinjelas grandes e firmes
Sal
Um ovo
Meio envelope de Meu Segredo
Uma xícara das de chá de farinha de trigo
Meia xícara das de chá de maisena
Uma colher de chá de fermento
Óleo para fritar
Queijo parmesão ralado na hora para polvilhar



































Andam dizendo por aqui …