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Rocambole folhado com ricota, abobrinha e passas

Rocambole folhado
Oi bonitezas, tudo bem com vocês? O calor também deu uma trégua por aí? Por aqui ele deu uma amenizada mas eu continuo sem vontade de comer coisas muito pesadas e fumegantes. Dia desses, no auge da preguiça e da esbaforice, inventei esse rocambole pá-pum que ó, ficou delícia.

É uma coisa tão boba que não dá nem pra dizer que seja receita, saca só…

O grande lance desse rocambole é você ter uma caixinha esperta de massa folhada em seu freezer. Eu sempre tenho! A bichinha descongela rapidinho e quebra diversos galhos. Fora que eu acho bem gostosa. Mas ó, se você quiser fazer sua própria massa folhada, go ahed! Dou a maior força e já acendo uma vela aqui pra ti, porque ó… você é um(a) santo(a)! Rá! ;)

Bom, com a massa folhada em mãos, agora é hora de fazer o recheio. Nada mais do que ricota esmagadinha com uma abobrinha ralada (crua mesmo) e um punhado de passas. Só isso! Tudo que você tem a fazer é misturar bem os ingredientes e temperar com sal, pimenta do reino moída na hora, noz moscada ralada e uma ervinha pra dar uma felicidade nessa mistura (eu usei salsinha).

É só distribuir o recheio por cima da massa aberta, fechar como um rocambole, colocar em uma fôrma (usei a de bolo inglês), pincelar com uma gema e levar ao forno médio preaquecido até que esteja douradinha… coisa de uns 30, 40 minutos.

Fácil né? E com uma saladinha acompanhando você já resolve a questão do almoço ou jantar e ainda come sem culpa uma coisinha leve e gostosa.

Curti :)

rocambole_folhado_pap
(passo a passo mais fácil do Oeste!)

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Espaguete de cenoura

Espaguete de cenoura
A onda de calor continua ditando o cardápio de casa e eu simplesmente não consigo comer nada quente. No máximo morno, como esse espaguete de cenoura, que além de delícia e fácil de fazer, ainda ajuda no bronzeado ;)

O grande lance é usar uma cenoura comprida e cortá-la em julienne fininha. Eu tenho um ralador que cumpre esse papel numa boa e faz fatias bem fininhas sem muito esforço, mas você pode usar um descascador de legumes pra fazer tirinhas finas e depois cortar com a faca mesmo.

Em uma frigideira aqueci um fio de azeite e dourei ligeiramente 1 dente de alho ralado. Depois juntei a cenoura já cortada e um tico de vinho branco seco, só pra dar aquela alegria. O vinho evaporou, a cenoura cozinhou ligeiramente (não é pra amolecer completamente!) e já era hora de temperar com sal, pimenta e juntar um cheiro verde picadinho.

Voilà! É só servir e incluir um ingrediente crocante, que pode ser amêndoas, nozes… Eu usei um que trouxe do Peru e cujo nome obviamente eu não sei (rá!) – parece um feijão, uma castanha… só sei que eu adoro. Se quiser, você também pode juntar manjericão fresco ou outra erva de sua preferência ou um tomatinho concassé, que é o jeito que mais adoro mas que ficou inviável por motivos de: tá calor demais! (até pra pelar tomate)

:)

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Palmito pupunha assado

palmito_assado
Gente, que calor é esse? Eu não sei vocês, mas esse calor me tira completamente a fome. Só consigo pensar em coisas leves, delicadas e ando passando longe de pratos fumegantes. Junte a isso aquela dietinha básica que todo mundo faz em janeiro, e é por isso que os pratos por aqui andam com essa pegada mais light. Mas ó, o Pimenta não virou um blog-geração-saúde não, viu? Digamos que eu esteja só dando um tempo ;)

Dia desses ataquei de palmito assado para um churrasco que rolou em casa. Fica TÃO levinho, TÃO  gostoso, e é TÃO fácil de fazer que não nem vou chamar de receita, ok?

O palmito pupunha eu comprei em tora e ele inteiro, com a casca. Aqui em São Paulo é fácil encontrar em alguns hortifrutis, como o Natural da Terra. Tudo que fiz foi embrulhar no alumínio e levar ao forno médio por cerca de 1h e 30 minutos, até ficar macio.

Depois, foi só cortar ao meio e temperar com flor de sal, pimenta do reino, alecrim e azeite. No meu caso, como estava rolando o churrasco, finalizei na churrasqueira e ganhei aquele sabor defumadinho incrível, mas no forno do fogão super rola também, tá?

Fica a sugestão como entrada em um jantar ou como acopanhamento de um grelhado. Tenho certeza que você vai curtir ;)

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Farfalle integral ao funghi

farfalle ao funghi
Um daqueles dias sem café da manhã, sem almoço, sem amor e sem alegria e com tempestades para atravessar e leões para matar, sabe? Pois é, foi exatamente o final de um desses dias que me levou para a cozinha com aquela vontade de fazer algo gostoso – pra matar a fome e afofar um pouco a alma. Uma revirada pelo armário e meu olhar cruzou o funghi, o farfalle e eu resolvi que era hora de uní-los. E assim foi. O resultado foi uma massa deliciosa, facílima de fazer e que fez um dia praticamente perdido valer a pena. Comida tem esse poder.

A primeira coisa a fazer é hidratar o funghi secchi em água quente. Eu usei um restinho de caldo de galinha, mas só água quente já resolve a parada – é só colocar o funghi lá (fora do fogo, tá?) e aguardar uns 20 minutinhos. Depois, é só retirar o funghi dessa água (mas não joga ela fora!), espremer e picar.

Em uma panela, aqueci um fio de azeite e coloquei alho e cebola picadinha para dourar. Então, juntei o funghi e coloquei um pouquinho de vinho branco seco, pra dar aquela alegria e tal. Mexi, esperei o vinho evaporar, juntei a massa cozida e escorrida  (usei farfalle integral) e juntei mais ou menos 1/2 xícara do caldo do funghi, porque sou esperta e não ia perder aquele caldo riquíssimo com gostinho de funghi, certo? ;)

É só esperar secar um pouco o caldo, temperar com sal e pimenta, juntar uma salsinha picada e servir. Prato delícia para dias tristes. E para os felizes também ;)

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Sanduíche de pepino, cream cheese e hortelã

Sanduiche de pepino
Não é nem receita, né gente? É só um sanduichinho honesto pra matar aquela fome que dá no meio tarde, sabe? Levinho, porque aqui tá rolando um detox brabo! :)

É só cortar o pepino japonês (com ou sem casca, você decide) em rodelas bem fininhas (eu uso o descascador de legumes). Em uma tigelinha misturar o cream cheese, um fiozinho de azeite, hortelã picadinha, sal e pimenta. Passa essa misturinha em duas fatias de pão de forma (usei um de chia com macadâmia), bota o pepino por cima e voilà!

Dá pra substituir o cream cheese por requeijão, maionese, cottage, aquele creminho de minas ou outro de sua preferência. Ah! Eu também faço esse sandubinha com rabanete beeeeem fininho, usando pão preto. Amo!

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Kibe de soja

kibe de soja
Depois da esbórnia das Festas precisei pegar leve nesse começo de ano. Aproveitei então para investir em alimentos que eu gosto mas que raramente faço no dia a dia, como a proteína de soja por exemplo. Para isso, optei por um kibe de forno, que eu adoro e que, na minha humilde opinião, fica ótimo nessa versão sem carne.

O  primeiro passo é hidratar o trigo para kibe e reservar. Depois, é preciso hidratar a proteína de soja. Você pode fazer isso usando as instruções da embalagem (geralmente 1 xícara de proteína para 2 de água/caldo). Eu usei a proteína da Camil, que gostei bastante. Usei 1 xícara de trigo e 1 de proteína.

Para fazer o kibe escorri a proteína e coloquei-a no processador com 1 cebola, 2 dentes de alho, folhas de hortelã e 1 ovo. Processei até ficar tudo bem misturado. Em uma tigela coloquei a proteína processada e o trigo, também escorrido. Temperei com sal, pimenta calabresa e garam masala e um fiozinho de azeite. Misturei bem e levei ao forno em uma assadeira untada com azeite.

Forno médio por 20 minutos ou até começar a dourar e pronto. Óbvio que por não ter gordura, a consistêcia do kibe de soja é diferente do feito com carne. O de soja é mais sequinho e esfarela mais, mas nem por isso é menos gostoso.

E você, já descobriu também as delícias da soja ou tá aí fazendo cara feia pro meu kibe? :P

kibesoja_passoapasso

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Mousse de alho poró


Eu tinha visto há tempos uma receita dessa mousse no blog Panela de Barros e só estava esperando uma ocasião bacana para fazê-la. Minha ceia de pré-Natal foi a ocasião perfeita e o sucesso foi total.

Eu mudei um pouco a receita da Carol, então vou colocar aqui meu modus operandi

Hidratei um pacotinho de gelatina incolor (só seguir as instruções da embalagem) e reservei.
No liquidificador bati: 1 caixinha creme de leite, 1 pote iogurte natural, 1 pote queijo minas frescal (250gr), 2 talos de alho poró em rodelas (só usei a parte mais branquinha), 2 colheres (sopa) molho inglês, azeite extra virgem (mais ou menos 1 colher sopa), noz moscada ralada, sal e pimenta branca. É só bater bem e quando estiver bem misturado, juntar a gelatina hidratada e bater de novo para misturar novamente.

Para enformar usei uma fôrma de terrine pequena (a minha tem 20x10cm) forrada com plástico filme untado com azeite, coloquei a mousse e levei para gelar de um dia para o outro. Para desenformar é bem fácil e a decoração fica por sua conta – usei geleia de physalis e maçã e uvas cortadas ao meio. Sirva para beliscar, antes da ceia, acompanhado de torradinhas e/ou grissinis.

As quantidades acima renderam exatamente o tamanho da fôrma, que serve muita, muita gente. Servi para 10 pessoas e não foi nem metade, ou seja, é uma receita super bacana para uma ceia com muita gente.

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Creme de manga com hortelã e coulis de framboesa

Creme de manga

Creme de manga
Se você procurava uma receita leve, refrescante, facílima e deliciosa para a ceia de Natal, achou! Esse creme de manga que aprendi com as meninas do GDFC atende todos esses requisitos e ainda é uma opção bem saudável para quem não quer enfiar os dois pés na jaca nas Festas. Ah! E também cai super bem em uma dieta detox. Ou seja, escolha certeira!

A preparação é tão simples que não dá nem pra dizer que seja uma receita. A conta é simples – 1 manga (Palmer ou Haden) para cada duas pessoas.
Tudo que você tem a fazer é descascar a manga, cortar e levar ao liquidificador com folhas de hortelã (quantidade a seu gosto). Bater e colocar em uma travessa ou tacinhas individuais e levar para gelar.

A graça extra fica por conta do coulis de cobertura. Coulis nada mais é do que um purê de frutas e fica perfeito em sobremesas levinhas.
São 5 colheres da fruta fresca (no caso, framboesa, mas pode ser morango, amora…) que vão para a panela e cozinham até virar uma calda. Eu usei polpa de framboesa – uma polpa serve 4 tacinhas. Quando o coulis estiver frio, é só colocar uma camada por cima do creme e voilà!

Eu não falei que era muuuuuito fácil? ;)

E aí, todo mundo no ritmo ragatanga natalino já? Aqui já teve até ceia! E ainda é dia 16! \o/

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Miniberinjelas assadas com mel e amêndoas

Se você me acompanha no blog desde… enfim, desde sempre (blogueira velha não entrega o ouro assim fácil, né? rs), já sabe que eu sou louca por berinjela. Sabe também que eu prefiro a grafia com G, mas acabei adotando o J pra evitar os haters nos comentários (quem suporta o povo dizendo que tem que ser com J, blábláblá?). Enfim, eu amo berinjela. Ponto. E esse amor já me levou a inventar mil maneiras de consumir esse legume. Hoje pinta aqui mais uma: em versão mini e assada. Não tem como não achar delícia e mais fácil não poderia ser, olha só…

Corte as miniberinjelas ao meio no sentido do comprimento e faça um quadriculado com a faca. Mergulhe-as em água fria e deixe por 30 minutos. Lave em água corrente, seque e acomode-as em uma travessa. Agora tempere com sal (usei um grosso, pilado), pimenta do reino, azeite e folhinhas de alecrim. Por cima, coloque mel, um pouquinho em cada berinjela.

Leve ao forno preaquecido por uns 20 minutos ou até que a berinjela esteja macia. Quase no final, junte um punhado de amêndoas (eu botei uns dentes de alho também, porque amo) e deixe que elas torrem enquanto a berinjela termina de assar.

Sirva com saladinha e vem comigo fundar a associação “Loucos por Berinjela”:)

“-Faby, não acho miniberinjela, posso usar a comum?
-Pode!”

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Berinjela com missô (Nasu Dengaku)


Essa semana fui convidada para uma aula na cozinha do restaurante Kinu, no Grand Hyatt em São Paulo. Tive a chance de conhecer o chef da casa, Kazuo Harada, e também seu convidado para um jantar a quatro mãos – o chef Yasuo Asai, que já comandou a cozinha por lá e atualmente está à frente do Yoshimi, no Hyatt da Cidade do México.

Na aula, dois pratos super simples brilharam muito – essa berinjela com missô e uma anchova assada, que também estava divina e cuja receita também publico logo mais.

Para preparar essa berinjela com missô basta fatiar 01 berinjela em duas partes no sentido do comprimento e fazer uma espécie de quadriculado na polpa com a ponta da faca (o truque é não levar a faca até a casca da berinjela). Deixe a bernjela de molho em água por 30 minutos, seque em papel absorvente e leve ao fogo, em uma panela com óleo até fritar dos dois lados. Transfira para uma travessa, cubra com o molho de missô e leve ao forno por 10 minutos. Na hora de servir, salpique gergelim e cebolinha picada.

Molho de missô

Misture 80gr de missô com 60gr de açucar e 40ml de água e leve ao fogo até ficar em um ponto parecido com um caramelo.

Eu só tenho uma palavra para essa berinjela: MARAVILHOSA! Para uma berinjelólotra (oi?) como eu, é felicidade em estado puro. Façam e depois me digam se é ou não uma delícia ;)

***

Quem quiser conhecer o novo menu do Kinu e o talento dos dois chefs, pode participar do jantar comemorativo a quatro mãos com menu de cinco tempos que acontece hoje (18) e amanhã (19) às 19h no Kinu. O valor por pessoa é R$ 180,00 e inclui delícias como omelete com enguia, figo com molho de gergelim, frango com pimenta Sansho, tofu de gergelim, inhame e ouriço do mar como aperitivo; cozido de carne Wagyu brasileira com purê de batatas e bolinha de tofu, robalo chileno com pasta de missô e aspargos enrolados com carne de porco acompanhado de arroz branco com frango, cogumelo shiitake e legumes, sopa de missô e picles como prato principal; e de sobremesa, bolo de arroz de chá verde com cobertura de açucar mascavo – tudo isso com harmonização de saquês inclusa no preço.

Mais informações: www.kinu.com.br


(chefs Yasuo Asai e Kazuo Harada em ação)

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Ratatouille wannabe


Receitas clássicas sempre geram uma certa polêmica. Tem que seguir à risca? Pode “revisitar” (odeio essa palavra)? Se trocar um ingrediente deixa de ser o mesmo prato? Enfim, quando se trata de uma receita tradicional, clássica, todo cuidado é pouco. Por isso resolvi chamar esse prato de Ratatouille wannabe.

Os mais puristas vão criticar o formato, o modo de fazer, a falta do molho, o tempero… Então, se você é desse time, fique à vontade para chamar o prato de outro nome, ok? Só não vale deixar de fazer porque ó… é delícia, é fácil, é prático e pode virar acompanhamento, petisco, entrada… versátil que só!

Receita, receita messsmo, não tem (já ouço as vaias! rs), mas o jeito que eu preparo é bem simples – só cortar abobrinha, berinjela, cebola, pimentão e tomate e ir dispondo todas as fatias alternadamente em uma refratária. Feito isso, você coloca ervas de sua preferência – eu usei orégano, louro e manjericão – tempera com sal e pimenta (usei a calabresa), rega com azeite e leva ao forno quente, preaquecido até que os vegetais estejam macios.

Mais simples impossível, né? E isso pra comer com torradinha ou para acompanhar um grelhado! Perdição, gente! Perdição :)

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