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Vinho quente

Mais uma receita do canal Yoki de Festa Junina. Dessa vez, eu ataco de vinho quente – delícia quentinha para o inverno que está chegando.

É, enquanto meus amigos blogueiros (tem vários lá no canal!) fizeram bolos, farofa, docinhos e gostosuras, eu fiquei encarregada do álcool da festa.
Pois é… tudo nessa vida tem um sentido, não é não? =)

Quero ver todo mundo fazendo vinho quente, combinado?

E não se esqueça que esse ano as Festas juninas serão na mesma época da Copa do Mundo, então além de muita comida e vinho quente, prepare a festa com as cores do Brasil. Use a imaginação e coloque bandeirinhas verde e amarela para enfeitar a festa e torcer para seleção.

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Amanteigados

Eu adoro amanteigados desde criança e adorei também receber essa receita da leitora Maria Aparecida Bautista Mascaro. Nunca fiz, mas parece bem simples, não?

Cida, fiquei afins de me jogar nessa receitinha, viu? (adoro receitas que duram décadas!)  Já estou até pensando em usá-la para presentear no Natal (sim minha gente, eu JÁ estou pensando no Natal…muá!). Obrigada por dividi-la conosco e parabéns pelas bodas de rubi!

Boa noite Faby, tudo bem?
Resolvi enviar uma receita muito antiga que está comigo há pelo menos uns 30 anos.
Sempre fez e continua fazendo muito sucesso, são realmente deliciosos.
Em 2009 comemorei bodas de rubi e preparei os amanteigados para oferecer em lugar dos tradicionais Bem casados, embalei primeiro em papel chumbo e depois coloquei em um delicado saquinho de organdí branco e terminei com um laço de fita vermelha, ficaram maravilhosos. Eram maiores que os da foto.
Espero que você e os seu seguidores aprovem.
Um beijo,
Cida Mascaro

Ingredientes

800 gramas de farinha de trigo
Uma e ½ xícaras de chá de açúcar
Meio quilo de margarina sem sal
Doce de leite ou goiabada derretida para rechear

Modo de fazer

Peneire a farinha com o açúcar em uma tigela grande e vá adicionando a margarina. Mexa até a margarina agregar bem obtendo uma massa homogênea que não grude nas mãos. Abra um saco plástico grande a coloque um pouco da massa. Dobre o plástico e com a ajuda do rolo de macarrão, abra até obter uma espessura de mais ou menos um milímetro. Com um cortador redondo ou com a boca de um cálice, corte as rodelinhas e vá colocando em assadeira sem untar com uma distância pequena entre elas. Leve para assar em temperatura baixa, quando estiver quase dourados por baixo, retire do forno. Não pode dourar por cima senão ficam amargos por conta da margarina.

Retire logo da assadeira senão grudam quando esfriam.

Unir com o recheio preferido, passar no açúcar de confeiteiro e guardar em potes bem fechados.

Meu açúcar de confeiteiro:

Bater no liquidificador duas xícaras de chá de açúcar comum e uma de maisena. Fica perfeito e não altera o sabor. Ficam lindos e deliciosos.

Receitas sobremesas

Pudim de leite Zanelati

Essa receita já fazia sucesso no Rainhas e, como ela ainda não estava nos arquivos do Pimenta, aproveitei a deixa do almoço do Dia das Mães e fiz a sobremesa preferida da minha – pudim de leite.

Mas ó, não é qualquer pudim não! Esse aqui é beeem grandão, super cremoso e não tem furinhos não (pra quem é do time do pudim lisinho, como eu). Ideal pra ser feito em uma ocasião especial, com bastante gente pra comer … er, se bem que esse aí foi DEVORADO em minutos por apenas seis pessoas – e quase deu briga! Rá!

A receita foi minha cunhada quem introduziu na família, e desde então dizemos sempre que existe o “monstro” do pudim, que atende pelo nome de Jane e por sinal vem a ser minha mãe ;) gente, é sério… ela gosta mesmo. Gosta tanto, que acabamos batizando o pudim com o nome dela.

Ah! E ultimamente ela já anda fazendo campanha para que eu faça sempre DUAS receitas! Gente! :)

Não tem segredo. No liquidifcador bata por pelo menos 6 minutos (nada de preguiça! quem está batendo é ele e não você, certo? quanto mais você bate, mais cremoso ele fica) 2 latas de leite condensado, 2 latas de leite, 1 caixinha de creme de leite, 3 ovos e 1 colher (sopa) de maisena. Como é bastante coisa, se o seu liquidificador não for muito grande, pode ser que você precise bater em duas etapas, mas não tem problema nenhum ok?

(a receita acima não está dobrada não, viu gente? isso aí é UMA receita só e não dá pra fazer metade não)

Feito isso, basta colocar em fôrma caramelada (logo mais a receita da calda perfeita!) e levar ao forno, em banho maria, por 1 hora ou até que ele esteja dourado e passe pelo teste do palito. O tempo vai depender MUITO do forno – tem gente aqui nos comentários relatando que levou bem mais tempo. Mas, não se afobe. Ele estará pronto quando estiver douradinho e passar pelo teste do palito.

Espere esfriar, desenforme e espere os elogios :)

***
* a leitora Paula substituiu a colher de maisena por polvilho. Fica a dica para quem tem intolerância a milho.

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Frango com tofu e gergelim

Eu adoro tofu. É, tofu, aquele que a maioria das pessoas acha sem graça e com gosto de isopor… então, esse mesmo! Adoro. Gosto de usá-lo na salada, em versão grelhada; adooooro comê-lo com gengibre ralado, shoyu e nada mais; curto muito no missoshiro e mais recentemente tenho investido em outros formatos, como por exemplo utilizando-o no lugar da ricota em diversos recheios e pastinhas, e ó… tenho gostado bastante.

Aqui, uma versão bem simples para o dia-a-dia e que ajuda a variar o bom e velho peito de frango. Fácil de fazer e companheiro perfeito para o arroz branco (se tiver o basmati já vira luxo!).

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Receitas tortas e quiches

Tortinha de frango, milho e gergelim

Eu adoro torta de massa podre, daquelas que esfarelam na boca, mas ainda não tinha achado uma receita sem gordura hidrogenada que fosse realmente gostosa. Essa, da Palmirinha, preencheu essa lacuna e e o toque do gergelim deu um plus à receita – eu adorei de verdade e o meu pessoal também curtiu.

Fiz a receita no formato tortinha, mas ela também cabe bem em uma fôrma só, de 24 cm e de fundo removível. Nem preciso falar que o recheio também pode ser qualquer um né? Aqui eu fui no clássico frango com milho (e um pouquinho de cream cheese), mas a comadre pode viajar de montão – palmito, carne seca, camarão, cogumelos (minha próxima empreitada vai ser um mix de cogumelos e acho que vai ficar sensacional)… dá pra apostar em versões vegetarianas também: ricota com escarola, espinafre, legumes à jardineira… a ideia central do recheio é sempre a mesma – que não seja muuuito molhado, o ideal é que ele seja mais denso, mais cremoso, sabe?

Então, vamos começar com a massa…

Em uma travessa misture: 2 xícaras (chá) de farinha de trigo, 1/2 xícara (chá) de gergelim (usei o torrado), 7 colheres de margarina, 1 ovo e sal a gosto.

Misture com as mãos e depois sove um pouco em uma superfície enfarinhada. Quando a massa estiver lisinha e homogênea, coloque-a em um saco plástico e leve à geladeira por 1 hora.

Enquanto isso, prepare o recheio…

Eu usei peito de frango desfiado  – fiz o velho esquema, cozinhei com um cebola, alho, louro, sal e pimenta e depois desfiei bem desfiadinho no processador, mas é claro que o processo pode ser feito à mão, sem problemas – e depois fiz um grande refogado…

Na panela dourei alho e cebola e acrescentei 1 colher (sopa) de farinha de trigo, que deixei fritar também. Juntei o frango desfiado, pimentão verde em cubinhos, pimenta biquinho picada, um pouco de leite (fica melhor com creme de leite, mas eu não tinha) e umas 3 colheres de cream cheese. Misturei tudo, temperei com sal e pimenta e juntei 1 lata de milho verde e salsinha e cebolinha picadinhas e cozinhei até engrossar e não ter mais muito líquido.

Para montar as tortinhas…

Usei as forminhas pequenas (olha lá embaixo) e nem precisei untar (a massa já leva bastante margarina e solta facinho da forminha). Cobri a forminha com a massa, coloquei o recheio e depois mais um pouco de massa por cima, pra fechar (esqueci a foto…ops!).

Levei ao forno médio pré-aquecido e assei até dourar… acho que foi coisa de meia hora.

O resultado é esse aqui – massa fininha e quebradiça, uma delícia. Servi com salada de folhas e já tinha uma refeição completa :)

Aqui as forminhas. As minhas tem 8,5cm e a receita rendeu 10 tortinhas mas, como eu disse, você pode usar uma forma grande e fazer uma tortona, fica à vontade  :)

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Salada de bacalhau, lentilha, tomate e ervas

Uma das receitas da aula que prometi postar e que a leitora Dalva precisa para esse domingo, quando vai finalmente poder estar com a família e comemorar a Páscoa, ainda que atrasada. Aqui está a saladinha delícia e facílima de fazer. Se joga, Dalva! :)

Coloque 1 1/2 xícara de lentilha francesa ou comum numa panela com água até cobrir, junte 1 folha de louro e cozinhe em fogo baixo por uns 20 minutos, até que esteja macia, mas com os grãos ainda inteiros e firmes (o famoso al dente, minha gente). Escorra e reserve.

Regue o fundo de uma frigideira grande com azeite, aqueça e doure 1 cebola grande cortada em cubos miúdos. Junte 1 dente de alho bem picadinho, espere perfumar (sabe né? Quando o refogadinho de alho e cebola perfuma a sua cozinha, é porque está pronto) e acrescente 1 kg de lasquinhas de bacalhau já limpas e dessalgadas (por aproximadamente 12hs). Misture e deixe cozinhar uns 5 minutinhos, até que as lasquinhas estejam cozidas.

Acrescente a lentilha cozida, 24 tomatinhos maduros cortados ao meio, 1 xícara de ervas: salsinha, cebolinha, hortelã, manjericão e coentro picadinhas (faça a mistura de ervas conforme o teu gosto, mas garanto que hortelã e manjericão deixam a salada especial), 1/3 de xícara de vinagre de vinho tinto e, aos poucos, junte azeite extra virgem o bastante para deixar a salada bem úmida.

Acerte o sal e a pimenta a gosto, deixe esfriar e leve à geladeira por umas 2 horas. Na hora de servir, acerte o sal e a pimenta se necessário e regue com mais um fio de azeite. Aqui ela foi servida com folhas (rúcula, alface) mas você também pode acompanhar com o bom e velho arroz.

Deixo aqui a sugestão – a lentilha pode ser trocada por grão de bico, feijão branco, soja e até (e porque não) por feijão fradinho. A estrela é o bacalhau, e o grão você escolhe entre os seus preferidos.

Rende 8 porções.

***

Dalva, me conta depois se a saladinha arrasou na tua “Páscoa pós-Páscoa”? =)

foto: Bacalhau da Noruega

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Medalhão de robalo com sementes e grãos acompanhado de batata chips

A convite da Pepsico, estive hoje em uma aula no Capim Santo com a chef Morena Leite e fiz o prato lindão da foto – além de lindo, delicioso e fácil :)

Passei rapidinho pra deixar a receita (*correria mode on*), que é supimpa e pode ser feita não só com robalo mas com atum, salmão, frango, cordeiro… tudo dá certo.
Se você quer uma variação no cardápio, taí um prato levíssimo e super diferente.

Depois eu conto mais sobre a aula e os truques que aprendi, mas por enquanto se joga na receita, viu? Eu adorei essa variação do peixe.

Ingredientes
200gr Robalo fresco (limpo)
2 col sopa Azeite extra virgem
2 dentes Alho
2 col sopa Cebola (picada)
1 col café Gengibre (picado)
1 col café Raiz de Capim Santo (picada)
¼ Limão Cravo, Siciliano e Tahiti (suco e raspas)
30g Creme de leite fresco
Pimenta dedo de moça, salsinha, manjericão e tomilho a gosto
Sal e pimenta do reino a gosto

Crosta
1 col sopa Gergelim Preto
1 col sopa Gergelim Branco
1 col sopa Linhaça
1 col sopa Semente de girassol
(pode-se usar também semente de abóbora, quinoa ou qualquer outra semente)

Pré-preparo:
– Peixe: cortar o robalo em cubos e temperar com azeite, sal, pimenta do reino, raspas de limão, gengibre, raiz de Capim Santo, pimenta dedo de moça e deixe marinar por 30 minutos.

Modo de preparo:
Bater o peixe no processador, juntar o alho e a cebola refogados. Temperar com sal e pimenta do reino e finalizar com creme de leite fresco e as ervas.
Moldar com a mão no formato de medalhão e empanar com as sementes misturadas.
Assar por 12 minutos a 180º.

Finalização:
Servir com batata chips (aqui a usada foi a Sensações Cebola e Shoyu), nirá (escaldado levemente em água com sal) e molho de shoyu com açucar mascavo (opcional, mas que dá um gostinho bacana).

Tempo de preparo: 40 minutos
Grau de dificuldade: fácil
Rendimento: 1 porção

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Salada com “pipoca” de arroz selvagem

Segunda-feira = dia internacional da dieta.
Segunda-feira logo depois da Páscoa (leia-se ‘orgia do chocolate’) = desespero.

E lá vamos nós de novo para o já manjado “mergulho na salada”. E olha, mergulhar eu até mergulho, mas salada pra mim tem que ter graça, uma bossa qualquer, sabe como é?

Feita com uma porção de folhas variadas (alface, rúcula e agrião), ervas (manjericão fresco, herbes de provence e lavanda), tomate cereja, damasco e mussarela de búfala, minha saladinha ganhou a bossa que precisava (além da crocância que todo prato precisa) com a “pipoca” feita com arroz selvagem, uma gracinha gostosa que incrementa a salada e faz um certo charme – e charme é importante, pôxa! =)

Para fazer a “pipoca” de arroz selvagem você só precisa do arroz e de uma frigideira, sem óleo, azeite, nada. É o tempo do arroz esquentar e abrir, formando uma espécie de pipoquinha super crocante, que você usa na salada ou onde mais quiser. Não é bacana? ;)

E dá-lhe dieta!

Força na peruca, gente! :))))

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Bacalhau de cabo a rabo

Como eu já havia adiantado aqui, fui convidada pelo Conselho Norueguês da Pesca para uma aula sobre o pescado na cozinha da chef Heloisa Bacellar. Lá, além de degustar várias delícias preparadas com todos os tipos de bacalhau, ainda tivemos a chance de desvendar todos os mistérios desse peixe nobre.

Neste post, tentei reunir um pouco do muito que aprendi naquelas cinco horas de aula. Vem comigo?

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