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Mousse de alho poró


Eu tinha visto há tempos uma receita dessa mousse no blog Panela de Barros e só estava esperando uma ocasião bacana para fazê-la. Minha ceia de pré-Natal foi a ocasião perfeita e o sucesso foi total.

Eu mudei um pouco a receita da Carol, então vou colocar aqui meu modus operandi

Hidratei um pacotinho de gelatina incolor (só seguir as instruções da embalagem) e reservei.
No liquidificador bati: 1 caixinha creme de leite, 1 pote iogurte natural, 1 pote queijo minas frescal (250gr), 2 talos de alho poró em rodelas (só usei a parte mais branquinha), 2 colheres (sopa) molho inglês, azeite extra virgem (mais ou menos 1 colher sopa), noz moscada ralada, sal e pimenta branca. É só bater bem e quando estiver bem misturado, juntar a gelatina hidratada e bater de novo para misturar novamente.

Para enformar usei uma fôrma de terrine pequena (a minha tem 20x10cm) forrada com plástico filme untado com azeite, coloquei a mousse e levei para gelar de um dia para o outro. Para desenformar é bem fácil e a decoração fica por sua conta – usei geleia de physalis e maçã e uvas cortadas ao meio. Sirva para beliscar, antes da ceia, acompanhado de torradinhas e/ou grissinis.

As quantidades acima renderam exatamente o tamanho da fôrma, que serve muita, muita gente. Servi para 10 pessoas e não foi nem metade, ou seja, é uma receita super bacana para uma ceia com muita gente.

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Trucão de Natal #1 – Barquete de bacalhau

Truque para a ceia de Natal

Truque para a ceia de Natal

Se você tem mais de 30 anos com certeza já bateu o olho na foto da minha ceia de pré Natal e reconheceu as famosas barquetes, certo?

Pois é, elas vem que vem com tudo e são um coringa fantástico na hora de receber muita gente e ter que garantir um belisquete antes do almoço/jantar. Eu comprei um pacote da versão assada, que vem com 40 unidades.

Para o recheio você pode apostar na clássica salada de maionese, mas gente… vamos inovar? Tudo que você imaginar vai em cima da barquete e dá show. Aqui eu ataquei de bacalhau, fácil ó…

Cozinhei mais ou menos 1/2 kg de batata com um pouquinho de sal, espremi e fiz um purê. Voltei para a panela e juntei 1/2 kg de bacalhau desfiadinho (já dessalgado) e comecei a temperar: pimenta calabresa, pimentão vermelho e verde em cubinhos bem pequenos, muito cheiro verde, azeite extra virgem em quantidade generosa e azeitona verde bem picadinha. É só misturar tudo, deixar cozinhar ligeiramente até o pimentão ficar mais macio e colocar na barquete. Eu não falei que era fácil demais?

Agora pensa o tanto de variações que isso permite? Já fiz com camarões (temperadinhos em uma vinagrete mais sequinha), siri desfiado, salmão defumado, mix de cogumelos puxados na manteiga, berinjela, ricota com espinafre e nozes… como eu disse, dá pra viajar horrores com as bichinhas.

A dica é deixar para rechear as barquetes somente na hora de servir e usar um recheio não muito líquido, que é para ela não molhar demais e quebrar. Você pode encontrar as caixinhas de barquetes em atacados de doces e lojas especializadas e aqui em São Paulo tem também no Pão de Açucar, nada que um Google não resolva :)

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Torta fácil (e boa pra limpar a geladeira)


Gente… Natal chegou, Reveillon tá aí e a gente sabe o que vai acontecer né? Vamos fazer MUITA COMIDA! Nossa missão será alimentar X pessoas, mas faremos comida suficiente para o dobro desse X (equação de gente loka, loka, loka). Aqui pelo menos é assim.

Tá, só que ninguém aqui é doido de desperdiçar comida, certo? Ainda mais comida boa! Ainda mais com tanta gente que não tem condições de ter uma ceia. Ou seja, jogar comida está fora de cogitação. Combinado?

Daí você me pergunta: “O que fazer com tanta sobra?”. Bem, doar é uma opção. Diversas paróquias oferecem almoços de Natal feitos apenas com doações de pratos prontos. Quem sabe se você se informar no seu bairro? Se não for possível doar, o jeito é reinventar, reciclar, reler, recriar… enfim, usar a imaginação e aproveitar toda a delícia que sobrou. Hoje vou dar uma sugestão que você pode fazer utilizando as sobras de tender – uma torta batuta que fica uma delícia!

Comece pela massa…

Misture 1 1/2 xícara de farinha de trigo com 1 xícara maizena, 1 xícara de manteiga (ou margarina) e sal a gosto. Amasse bem até ficar uniforme. Enrole um filme plástico e leve à geladeira por 30 minutos.

Para o recheio a ideia é usar o que você tiver. Aqui eu fiz o seguinte… Em uma tigela misturei o tender picadinho, cebola em cubos pequenos, tomate sem pele e sem semente cortado em cubinhos, queijo prato ralado, azeitona picada, uva passa e temperei tudo com sal e pimenta do reino.
No liquidificador bati 2 ovos, 1 xícara de leite, 1 pote de creme de minas frescal (mas pode ser cottage, requeijão ou qualquer queijo cremoso) e 1 colher (sopa) de maizena. É só bater e reservar.

A montagem

Abra a massa no fundo e laterais de uma fôrma de fundo removível. Por cima coloque a misturinha de tender, espalhando bem por toda a massa e junte o líquido que você bateu no liquidificador.

Asse em forno médio preaquecido por 45 minutos ou até que esteja dourado.

Sirva no lanchinho preguiçoso pós Festas e aproveite! Use a mesma ideia da massa para aproveitar também as sobras do peru, do chester e até do pernil. Não tem erro e você não se sente culpada por ter feito tanta comida (eu me sinto!).

Volto antes do Natal pra dar um xêro em vocês e ensinar uma mousse de alho poró supimpa para sua ceia. Segura aê! ;)

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Creme de manga com hortelã e coulis de framboesa

Creme de manga

Creme de manga
Se você procurava uma receita leve, refrescante, facílima e deliciosa para a ceia de Natal, achou! Esse creme de manga que aprendi com as meninas do GDFC atende todos esses requisitos e ainda é uma opção bem saudável para quem não quer enfiar os dois pés na jaca nas Festas. Ah! E também cai super bem em uma dieta detox. Ou seja, escolha certeira!

A preparação é tão simples que não dá nem pra dizer que seja uma receita. A conta é simples – 1 manga (Palmer ou Haden) para cada duas pessoas.
Tudo que você tem a fazer é descascar a manga, cortar e levar ao liquidificador com folhas de hortelã (quantidade a seu gosto). Bater e colocar em uma travessa ou tacinhas individuais e levar para gelar.

A graça extra fica por conta do coulis de cobertura. Coulis nada mais é do que um purê de frutas e fica perfeito em sobremesas levinhas.
São 5 colheres da fruta fresca (no caso, framboesa, mas pode ser morango, amora…) que vão para a panela e cozinham até virar uma calda. Eu usei polpa de framboesa – uma polpa serve 4 tacinhas. Quando o coulis estiver frio, é só colocar uma camada por cima do creme e voilà!

Eu não falei que era muuuuuito fácil? ;)

E aí, todo mundo no ritmo ragatanga natalino já? Aqui já teve até ceia! E ainda é dia 16! \o/

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Pudim de pão com especiarias e passas


Eu amo pudim de pão. Me lembra infância, tem cheiro de casa de vó e, o principal, não é super doce (não piro em doces, vocês sabem). Então, há muitos anos venho fazendo receitas de pudim de pão… sem receita. Eu tenho uma base em mente e sempre vou alterando quantidades, tentando um ingrediente diferente… Já cheguei em variações que gostei muito mas essa, pfff…acho que merece o título de melhor de todas – pelo menos até a próxima vez que me bater uma vontade louca de fazer um pudim de pão :)

Deixe 3 pãezinhos franceses amanhecidos e picados de molho no leite (cerca de meio litro, o suficiente para cobrir bem todos os pãezinhos) até que fiquem molinhos – costumo deixar por 1 hora mais ou menos. Leve os pãezinhos com o leite em que estavam para o liquidificador e acrescente 2 ovos, 2 colheres de manteiga, 1 xícara de açucar e 1/2 xícara  de farinha de trigo. Acrescente baunilha (usei em pó), cravo em pó e um pouco de rum – as quantidades dependem do gosto, eu devo ter usado 1 colherzinha de café de cada um e umas 2 colheres (sopa) de rum. Na dúvida, coloque um pouco de cada e experimente. Bata bem até misturar tudo.

Junte um punhado de passas, a seu gosto (eu gosto de bastante) e mexa a mistura. Leve para uma fôrma caramelada (veja aqui como fazer a calda perfeita) e asse em banho maria por 40 minutos ou até começar a dourar a parte de cima. O cheirinho dele no forno já denuncia para a vizinhança que tem pudim assando :)

Depois é só esperar amornar para desenformar e depois voltar aqui pra me contar se você também adorou essa versão, combinado?

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Salada de repolho, maçã verde e frutas secas ao molho de iogurte


Mais uma da aula detox, das meninas do DFDC. Dessa vez uma salada incrível com molho de iogurte lac free, para quem estiver fazendo uma dieta detox. Se esse não for o seu caso, invista no iogurte comum e considere seriamente preparar essa salada em sua ceia de Natal ou Reveillon. O sabor é delicioso, o preparo é muito simples e o visual… wow! de arrasar.

Você pode servir a salada assim, como uma entrada, enformadinha e em porções individuais, ou então em uma travessa escândalo, com essa belezura colorida e cheia de saúde.

Corte em tiras finas 1/2 repolho branco e 1/2 repolho roxo. Rale 2 cenouras e pique em tiras 2 maças verdes (com casca). Coloque tudo em uma tigela e junte 1 xícara de nozes picadas e 1 xícara de uvas passas.

Prepare um molho com 2 potes de iogurte lac free (ou comum), folhas de hortelã picadinhas (seja generosa!), suco de 1 limão, azeite, sal e pimenta a gosto. Mistire tudo e junte lá na travessa da salada.

Mexa bem até que a salada absorva totalmente o molho e ele esteja bem espalhado. O ideal é temperar a salada 30 minutos antes de servir, para que o repolho dê uma leve murchada e pegue bem o sabor do molho.

Agora, pensa… isso com um pernil assado, com um tender fatiado fininho… eu acho que é sucesso.

Ah! E você pode incrementar mais a salada com damascos, castanhas, gergelim, acelga… Faça sua versão  depois me conta se o povo não ficou ba-ban-do (toda trabalhada na Anita).

 

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Papillote de peixe ao mediterrâneo

Recentemente fiz uma aula detox com as chefs Juliana e Andréa, do Gastronomia Dentro e Fora de Casa, e uma das receitas foi esse papillote de peixe que ficou sensacional, super leve e muito saboroso. Se você está procurando uma receita cheia de sabor e complicação zero, aqui está.

Tempere 4 filés do peixe de sua preferência com sal e pimenta e reserve. Pescada, linguado e St Peter são opções perfeitas.

em uma frigideira refogue 02 talos de alho poró fatiados em uma colher de azeite. Tempere com sal e reserve.

Em uma tigela misture 4 tomates sem pele (1 para cada filé) e sem sementes picados em cubinhos, 4 colheres de azeitonas pretas picadas (1 para cada filé), 2 abobrinhas picadas em cubinhos pequenos (só a parte da casca), 1/2 pedaço de gengibre ralado e 1 pimenta dedo de moça sem semente bem picadinha. Misture tudo como se fosse fazer um vinagrete e junte o alho poró previamente refogado. Tempere com sal e ervas frescas.

Corte o papel manteiga de tamanho suficiente para fazer um “envelope” com o peixe. Disponha um pouco do vinagrete no papel (sem muito líquido) e coloque o filé de peixe por cima. Cubra com mais um pouco do vinagrete e regue com um pouquinho de azeite.

Agora é só fechar bem o papel manteiga, formando um pacotinho, sem apertar, deixando um espaço para o vapor que vai se formar lá dentro cozinhar o peixe.

Acomode os pacotinhos em um pirex ou assadeira e leve ao forno preaquecido 180 a 200C por 15 ou 20 minutos.

Fácil, né? Se você vai receber amigos ou a família os papillotes são uma ótima opção. Deixe o vinagrete pronto (sem temperar) e na hora de servir é só montar os envelopinhos e levar ao forno. Mais fácil, impossível.

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Drumet (coxinha da asa) à moda pinga & frita


Se você estranhou o título da receita, eu já explico. Pinga & frita é uma técnica de cozinha muito comum no interior de São Paulo (minha tia Vera domina a técnica como ninguém!) e qual não foi minha surpresa quando esse ano, no evento Mesa ao Vivo do Senac, assisti uma palestra do renomado chef Jefferson Rueda falando sobre o assunto! Nunca pensei que viveria pra ver uma coisa típica da minha casa virar ‘técnica’ apreciada por chef e tudo! A roça agora é chique, benhê! :)

Tá, mas o que é afinal pinga & frita? Nada mais do que o próprio nome diz – cozinhar uma carne lentamente, sem pressão ou imersão em água ou caldo, mas apenas colocando aos poucos a água fervente e deixando que a carne cozinhe em seu próprio suco e em sua própria gordura. O resultado  é um cozimento muito mais saboroso. O caramelo que se forma na panela vai se desprendendo aos poucos, dando sabor e maciez ao prato e formando um caldinho espesso que… aff, é de comer rezando. É uma técnica que necessita tempo e, vá lá, certa paciência, mas o resultado compensa qualquer coisa que possa ser inicialmente vista como sacrifício (oi gente? vigiar panela no fogo não é sacrifício, vai…rs).

Aqui eu usei a coxinha da asa, ou drumet, para os mais er… letrados, mas você pode (e deve!) fazer com outras partes do frango também – inclusive com frango caipira, que fica uma COISA feito assim. Se você puder deixar as coxinhas já temperadas, melhor, mas se não conseguir, pode temperá-las normalmente antes de colocar na panela – meu tempero tem alho (muito), sal, pimenta, cominho, limão e uma colherzinha de chá de açucar. É só temperar e levar ao fogo em uma panela de fundo grosso, com um fiozinho de óleo só para começar a fritar.

Enquanto isso, mantenha uma chaleira com água fervente no fogo baixo. Agora, deixe o frango ir fritando, devagar. Acrescente cebola picada ao seu gosto, eu uso bastante porque adoro o caramelo que a cebola ajuda a formar. Vá mexendo e quando começar a pegar no fundo da panela, você vai lá e coloca um pouquinho só de água fervendo, o suficiente pra soltar esse fundo da panela e ajudar a cozinhar o frango. E assim você vai, deixando secar a água e só então juntando mais. Você pode achar que tá queimando, que vai ficar ruim, mas acredite em mim, não vai. O frango vai ficar moreninho e com um caldinho brilhante, sem uso de nada para escurecer, só o seu tempo.

Neste caso, a coxinha cozinha rápido, coisa de uns 40, 50 minutos, mas se você estiver fazendo outro tipo de carne, como pernil ou cupim, obedeça o tempo de cozimento dela – peças grandes podem levar horas para cozinhar.

Para acompanhar essa delícia, arroz branco soltinho. E pode esperar os elogios. Comida do interior sempre rende muitos deles :)


(os estágios do pinga & frita) 

Quem quiser conhecer o trabalho do chef Jefferson Rueda e um pouco mais sobre o pinga e frita:
http://youtu.be/PY9wXD9L4LU

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Lasanha de vegetais


Lasanha não é dos meus pratos favoritos. Mas isso só na versão tradicional, com massa, queijo, presunto e bolonhesa. Agora, se você colocar berinjela, abobrinha e pimentão… aí pode me chamar pra provar que eu vou animadona ;)

Além de não ter massa, o que já a deixa mais leve, a versão com vegetais fica muito saborosa e você pode ou não incluir um molho bolonhesa. Aqui, eu fui de molho de tomate, abobrinha, berinjela, pimentão, tomate e cebola. Mussarela para arrematar e a delícia estava prontinha!

A primeira coisa a fazer é um molhinho de tomate simples. Usei tomate, manjericão, alho, cebola e orégano, mas você pode fazer o seu molhinho de costumes e deixá-lo bem grosso.

Depois, parta as berinjelas em fatias no sentido do comprimento e deixe-as de molho em água por 30 minutos. Seque-as e leve para grelhar com um fio de azeite, temperando sempre com sal e pimenta do reino moída na hora, grelhando até que fiquem levemente douradas. Faça o mesmo com as fatias de abobrinha (que não precisam ficar de molho). Depois, na mesma frigideira, refogue as tiras de pimentão vermelho com cebola e alho e reserve. Parta um tomate em rodelas finas e comece a montar a lasanha.

Cubra a travessa com um pouco do molho de tomate. Disponha por cima as fatias de abobrinha (usei 1 grande). Depois, cubra com as rodelas de tomate, salpique um pouquinho de ervas de sua preferência (repeti o manjericão e orégano). Por cima, coloque o refogado de pimentão, alho e cebola e cubra com fatias de mussarela. Agora, coloque as fatias de berinjela (foram 2 pequenas) e finalize com outra camada de molho, mais fatias de mussarela e leve ao forno médio preaquecido por 30 minutos ou até dourar.

Fácil, né?  Se você nunca provou uma lasanha de vegetais não sabe o que está perdendo, vai por mim :)

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Banana assada com chocolate

Sobremesa para churrasco
Eu sempre recebo e-mails com dúvidas sobre o que servir de sobremesa em um churrasco. Pra fugir daquela coisa sorvete/salada de frutas e ainda aproveitar a churrasqueira que já está quente, a partir de agora passarei a dar essa sugestão SEMPRE, porque ó… fica muito bom e você não tem que fazer quase nenhum esforço, olha só…

Faça um corte na banana, sem descascá-la, e coloque nesse corte alguns tabletinhos de chocolate meio amargo (ou ao leite, se você preferir). Eu usei dois tabletes em cada banana (usei nanica), pra não ficar mega enjoado. Depois, embrulhe a banana em papel alumínio (com o chocolate virado pra cima) e leve à churrasqueira por 20 minutos ou até que ela esteja macia. Sirva quentinha – se tiver uma bola de sorvete para acompanhar, melhor ainda.

Minha mente já produziu uma variação possivel: nutella no lugar do tablete de chocolate. O que vocês acham? ;)

Façam e depois venham me contar se não foi sucesso.

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Miniberinjelas assadas com mel e amêndoas

Se você me acompanha no blog desde… enfim, desde sempre (blogueira velha não entrega o ouro assim fácil, né? rs), já sabe que eu sou louca por berinjela. Sabe também que eu prefiro a grafia com G, mas acabei adotando o J pra evitar os haters nos comentários (quem suporta o povo dizendo que tem que ser com J, blábláblá?). Enfim, eu amo berinjela. Ponto. E esse amor já me levou a inventar mil maneiras de consumir esse legume. Hoje pinta aqui mais uma: em versão mini e assada. Não tem como não achar delícia e mais fácil não poderia ser, olha só…

Corte as miniberinjelas ao meio no sentido do comprimento e faça um quadriculado com a faca. Mergulhe-as em água fria e deixe por 30 minutos. Lave em água corrente, seque e acomode-as em uma travessa. Agora tempere com sal (usei um grosso, pilado), pimenta do reino, azeite e folhinhas de alecrim. Por cima, coloque mel, um pouquinho em cada berinjela.

Leve ao forno preaquecido por uns 20 minutos ou até que a berinjela esteja macia. Quase no final, junte um punhado de amêndoas (eu botei uns dentes de alho também, porque amo) e deixe que elas torrem enquanto a berinjela termina de assar.

Sirva com saladinha e vem comigo fundar a associação “Loucos por Berinjela”:)

“-Faby, não acho miniberinjela, posso usar a comum?
-Pode!”

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