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Baião de dois

É muito ♥ que tenho pela mistura arroz + feijão. Imagina então um prato que leve os dois assim,  juntinhos?

Existem duas receitas que conseguem essa façanha – o prato de origem cubana chamado Moros y Cristianos (qualquer hora eu ensino aqui) e o nosso brasileiríssimo, e não menos gostoso, Baião de dois. E ó, se eu te contar que esse meu baião não ficou NADA a dever para o da daquele chef famoso lá da Vila Medeiros, você acredita? Pois foi isso mesmo – arrasei, arrasei e arrasei no prato e vou te contar como foi a paradinha. Vem comigo?

Bom, tem três coisas que você faz antes de começar a fazer o baião (relaxa, não é nada complicado). São elas:

1. Dessalgar a carne seca, cozinhá-la e desfiá-la. Eu optei por usar a da Vapza, que já vem prontinha e fofa sem trabalho nenhum. Reservar

2. Preparar um arroz branco (cerca de 2 xícaras) do seu jeitinho de sempre ou, se quiser incrementar, usando caldo de galinha ou legumes no lugar da água. Reservar.

3. Cozinhar o feijão fradinho (umas 2 xícaras mais ou menos) até que ele fique macio – sem deixar passar do ponto, combinado? Reservar.

Agora é a hora de começar a fazer o Baião… Em uma panela leve 100gr de bacon em cubinhos para dourar, acrescente 100gr de calabresa picada e doure também. Descarte a gordura que sobrou na panela, junte um pouquinho de manteiga de garrafa (se não tiver, ok) e refogue alho e cebola (capriche!). Junte tomate sem semente picado (eu usei tomate cereja) e deixe que ele dê uma ligeira amolecida. Acrescente pimenta dedo de moça picadinha (descarte as sementes para suavizar a ardência!) e a carne seca desfiada (300 gr). Mexa bem e acrescente o arroz e o feijão fradinho.

Pronto! Agora é hora de acertar o tempero (sal e pimenta), juntar um bom punhado de coentro picado, um tantinho de manteiga de garrafa (se não tiver, pode usar manteiga comum ou até mesmo azeite) e finalizar com cubos de queijo coalho. Misture tudo e sirva.

Eita, que prato gostoso, viu? Faz e depois me conta… garanto que vai ser sucesso ;)

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Risoto de frango e cream cheese

Risoto né? Aquela coisa… bons ingredientes e um pouco de imaginação e… voilà!

Foi o que aconteceu aqui. Eu tinha arroz arbóreo, filés de frango temperados e um cream cheese light. Uns tomatinhos cereja na geladeira, um manjericão da horta e… pimba! Risoto d.e.l.i.c.i.o.s.o esquema dois-palitos.

O passo a passo básico de risoto já tem aqui ó. Tudo que fiz foi grelhar os filés de frango e cortá-los em cubos, juntar no risoto no finalzinho do cozimento (reservando alguns pedaços para finalização) e, no lugar do parmesão e da manteiga, juntei o cream cheese.

Já no prato montei o risoto, finalizei com os cubos de frango, tomate cereja, majericão fresco e pimenta do reino moída na hora.

Pense num risoto bom? Então. Já ouviu aquele ditado… “se não tem tu…”

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Bacalhau com mandioca, leite de coco e gengibre

A Páscoa está aí e a gente logo pensa no bacalhau da sexta-feira santa né? Eu pelo menos, penso.

E se esse também é o seu caso, garanto que você vai curtir essa receita diferente de bacalhau – diferente e d.e.l.i.c.i.o.s.a, vale dizer. Sabe uma coisa assim tipo um bobó? Então… essa receita da revista Claudia Comida é quase que um irresistível bobó de camarão. Uma receita aromática, leve e especial, que vai fazer bonito em sua Páscoa.

O primeiro passo é dessalgar  da noite para o dia 1kg de bacalhau partido em pedaços grandes (confira esse post com dicas sobre bacalhau!).

No dia do preparo, comece cozinhando 1 kg de mandioca (água, panela de pressão, mais ou menos 25 minutos, depedendo da qualidade da mandioca). Depois de cozida, é só retirar o fio grosso central e amassar com um garfo.

Em uma panela aqueça 1/4 de xícara de azeite e refogue 3 cebolas médias picadas, 1 pimentão vermelho picado, 5 tomates sem pele e sem sementes picados, 2 colheres (sopa) de coentro fresco picado e 1 colher (sopa) de gengibre picado. Refogue, mexendo às vezes, por uns 5 minutos ou até a cebola e o pimentão estarem macios.

Junte o bacalhau já dessalgado e 1 xícara de leite de coco. Cozinhe em fogo baixo, mexendo de vez em quando, por uns 15 minutos, até que o bacalhau esteja macio. Com cuidado, retire os pedaços de bacalhau e reserve. Junte à panela, a mandioca amassada, 1 xícara de água e mais 1 xícara de leite de coco e cozinhe por 10 minutos ou até engrossar ligeiramente. Devolva o bacalhau (separe uns pedaços para decorar). Acerte o sal, tempere com pimenta e leve para uma travessa, finalizando com os pedaços de bacalhau reservado. Polvilhe coentro e, no meu caso, resolvi juntar também um pouquinho de alho frito, para dar uma crocância.

Sirva com um arroz branco e um bom vinho branco português.

Rende 8 porções e muitos “hummmmmmmmmmmmmms!” :)

***

Aqui no Pimenta tem mais bacalhau…

Bacalhoada
Suflê de bacalhau

Crepe de bacalhau com alho poró
Bacalhau da Dani Falcão
Salada de bacalhau, lentilha, tomate e ervas

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Pizza da hora


(pizza antes de ir ao forno – o quê? Foto de depois do forno? tem não! rs)

Marido foi pilotar o fogão inspirado por uma receita do programa Homens Gourmet, do queridíssimo @CaBertolazzi. O resultado foi esse aqui, uma pizza d.e.l.i.c.i.o.s.a, fácil de fazer e, vamo’ combinar, cheia de glamour né?

Corte um pão sírio ao meio e leve ao forno para tostar rapidamente.

Retire do forno, espalhe uma camada generosa de extrato de tomate,  disponha tomates cereja picados ao meio, mussarella de búfala ralada, parma fatiado (ou jamom ibérico), algumas fatias de manga, tempere com sal e pimenta e um pouco de azeite e espalhe as folhas de manjericão fresco.

Leve de volta ao forno e asse até o ponto desejado – a mussarella derrete, a manga dá uma ligeira amolecida…af, bom demais!

p.s: foto de celular, a noite, relevem, ahn? ;)

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Penne integral com anchovas e tomate confit


(foto do celular da Tatu!)

Daí que outro dia as Maltemoiselles se reuniram lá em casa para degustar nossa última cria – a IPA com cardamomo, Amy – e eu tinha que providenciar uma comidinha esperta porém ligeira para receber as confreiras. Juntou-se a isso um dia quente e a solução foi uma massa fria, leve, e que eu achei que harmonizaria com a nossa IPA (o que não aconteceu…nhé!).

Aqui o pulo do gato é preparar o tomate confit com antecedência e depois só juntar lé com cré e ser feliz.

Tá Fabiana, mas que raios é tomate confit?

Confit é o nome que se dá a uma técnica francesa, originalmente criada para a conservação de carnes (lembre-se que não havia geladeira, néam?). Basicamente consistia em cozinhá-la e depois guardá-la imersa em sua própria gordura, conservando-a assim por muito mais tempo e obtendo ótimos resultados – carnes preparadas assim ficam especialmente macias.

Hoje, para muito além da carne, dá pra usar a técnica para muitos outros tipos de alimentos. O truque é apenas cozinhá-los em alguma gordura, sempre em baixa temperatura, tomando o cuidado de não deixar essa gordura ferver, para não prejudicar o resultado final.

Como faz tomate confit?

Gosto de usar tomate cereja do tipo sugar grape, que são bem docinhos, mas você pode usar qualquer outro, ok?

Coloque os tomates (cortados ou não, você decide) em uma assadeira, tempere com sal e pimenta a gosto, coloque ramos de alecrim e alguns dentes de alho ligeiramente amassados (com casca mesmo). Cubra com azeite e leve ao forno baixo por aproximadamente 30 a 40 minutos, até que os tomates estejam macios. Mas atenção: Não é para fazer molho, viu comadre? Ou seja, nada de deixar os tomates lá e esquecer da vida! A ideia aqui é que eles não cheguem a desmanchar totalmente, ok?

Uma vez pronto seu confit, é só deixar esfriar e conservar em geladeira. Use como acompanhamento de carne, na salada ou, assim, com uma massa…

Para preparar meu penne, tudo que fiz foi processar alguns filés de anchova (anchova é aquela coisa né? Vai de gosto mesmo, eu curto) com um pouco de azeite, juntar à massa já cozida e escorrida e acrescentar azeitonas pretas, manjericão e o tomate confit. Depois, foi só temperar a gosto e servir. Eu ainda juntei alguns fundos de alcachofra que estavam dando bobeira na geladeira, mas só o tomate e a anchova já deixam a massa pra lá de especial.

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Medalhão de carne e calabresa

Gente, é assim… eu resolvi chamar de medalhão porque achei bacana, porque acho mesmo que o formato é parecido e também porque, oras, o prato é meu… então, nada mais justo que eu chame do que bem entender, confere? =)

Isto posto (ui, tô parecendo adEvogada!), melhor dizer também que acredito que isso nem possa ser considerado uma receita. Talvez seja somente um modus operandi curioso para você variar aquela carne moída de sempre e fugir do esquemão almôndega (que eu amo) ou hamburguer (que eu amo2!).

Bem, já falei mais que a mulher da cobra então… ‘bora ver como faz?

A primeira coisa que fiz foi processar um pouco de linguiça calabresa (de Bragança, desculpa? Tks Taranto!) e misturar com a carne moída. A proporção pode ser meio a meio, ou menos linguiça, se você preferir.

O próximo passo é só temperar à vontade – usei pimenta calabresa (pouca, porque a linguiça já era apimentadinha), sal, cebola ralada e alho amassado e algumas gotinhas de molho inglês. Basta misturar tudo bem direitinho – não precisa colocar farinha, pão ralado, nada disso.

Para dar uma graça e agregar também sabor, cortei um pimentão vermelho em rodelas largas e usei como “forminha” para a carne.

Tudo moldado, bastou levar para a frigideira com azeite e deixar dourar bem.

Eu resolvi finalizar com um pouco de queijo ralado, mas poderia ser uma mussarella ralada ou, sei lá, um queijo cremoso. Ou mesmo nem usar nada, porque a mistira da carne com a calabresa já fica super saborosa.

Facinho, né? Pode fazer que eu garanto o sucesso :)

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Tartar de filé com queijo de cabra

Já comentei aqui que quando o marido resolve ir pra cozinha só quer saber de coisa glam, né? Arroz, feijão e bife ele não quer fazer não! ;)

Pois então, esse tartar é o resultado de seu último passeio pelo fogão (embora o prato seja cru…hohoho) e ó, ficou sensacional. A inspiração veio da Coleção A Grande Cozinha, mas ele fez algumas adaptações. Prato gostoso, fácil de fazer e de grande efeito visual… vem comigo?

O primeiro passo é cortar em cubos pequenos 250gr de tomate cereja e deixá-los em uma peneira por uns 40 minutos. O intuito é recolher aquela água que o tomate solta e guardá-la, para usar no molhinho emulsionado que acompanha o prato.

Enquanto os tomates descansam, pegue 100gr de queijo de cabra, tempere com sal, pimenta e um pouquinho de azeite e reserve.

Agora a carne…

São 500gr de filé mignon super limpo e finamente picadinho (ele mandou moer e foi lindo também) – a carne tem que ser boa, fresca, porque será servida crua, ok? Coloque a carne em uma tigela e acrescente: 20gr de alcaparras picadas, 30gr de azeitonas verdes sem caroço (ele usou a preta), 25 gr de minipepinos (ele usou em conserva) e algumas folhinhas de rúcula. Misture tudo muito bem e tempere com sal, pimenta, azeite e algumas gotas de molho inglês. Misture novamente e acrescente por último o suco de 1 limão, 1 colher (sopa) de conhaque e 120gr de pão tostado cortado em cubinhos (no estilo crouton, saca? ele usou fatias de pão integral de forma, que foram levemente tostadas com um fio de azeite, mas a receita sugere o pão italiano cortado em micro cubos).

Tudo beeeem misturadinho, chegou a hora de montar o prato lindão…

Use um aro ou, se não tiver, tente moldar os ingredientes no meio do prato, como na foto. Faça uma camada do tartar, cubra com o queijo de cabra e por cima os tomates picados. Sabe aquela água dos tomates? Junte a ela um pouco de azeite, misturando com um batedor para formar um molhinho emulsionado e regue o prato com ele.

Aqui, meu marido finalizou com sal negro e mais um pouco de azeite, além da rúcula. Não ficou lindão?

Adoro quando o marido arrasa :) Estou até pensando em colocá-lo como colaborador do blog, só para receitas loosho (se bem que ele também faz uma gororoba de macarrão que é famosa). O problema só vai ser a frequência da coluna, nééééé amooooor? Cof, cof, cof (coloque aqui a mensagem subliminar pedindo para o marido cozinhar mais) ♥♥♥

Tartar? What?

Tartar ou tartare é a preparação de um prato de carne crua e finamente picada. O tartare pode ser feito com carne de vaca, carne de cervo, salmão ou atum. O prato é popular na América do Norte e na Europa e considerado refinado. Geralmente, o tartare é servido com torradas.

A origem do prato é curiosa, alguns dizem que vem dos tártaros, povo nômade da Ásia Central que se alimentava de carne crua, armazenada sob o lombo do cavalo, onde o alimento durava mais e amaciava ao longo do dia. Com o tempo veio a idéia de adicionar algumas especiarias e o ovo, sendo criado o steak tartare. O povo da época creditava a ingestão de carne crua a grande força dos tártaros liderados por Átila, o rei dos Hunos, e começou a difundir o prato entre quem sonhava ganhar a força desses nômades.

Enfim, dentro da gastronomia tem-se que o Tartar é um prato clássico de origem russa, originalmente preparado com carne de gado, que ganhou notoriedade graças aos franceses. É uma receita que possui diversas variações, mas o ingrediente principal e obrigatório é a carne, seja qual for, crua e fresca, cortada em pequenos pedaços.
Traz bastante frescor a boca, principalmente os preparados a base de peixe.

Fonte: Cozinha da Janita

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Quiche super leve (sem massa) de brócolis

A inspiração veio do blog da Utilplast, com algumas adaptações – ao que tinha na minha geladeira e ao regime, que voltou brabo depois de um fim de semana de esbórnia gastronômica.

Entonces, o resultado foi uma espécie de quiche muito leve e super prática, que pode ser servida com uma saladinha e virar uma aposta certeira para um jantar mais light.

Em uma tigela misturei 4 ovos, 1/2 xícara de ricota fresca amassada, mais ou menos 1 1/2 xícara de brócolis levemente aferventado e picado, 1 pacote de queijo parmesão ralado (50gr), sal e pimenta calabresa e salsinha.

Não tem mistério… é só misturar tudo muito bem e colocar em ramequim untado com azeite e polvilhado com queijo ralado e levar em banho maria ao forno médio preaquecido. Leva cerca de 40 minutos até firmar e dourar e rende 2 quiches grandes.

E tem uma porção de substituições possíveis, né? Adoro :)

Servi com salada de couve que, segundo minha sogra, é batuta para emagrecer. Será? :P

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Lombo com laranja

Sou doida por carne de porco e não troco um bom lombo assado por filé mignon nenhum no mundo. Além de gostoso, o lombo não chega a ser um absurdo em termos de caloria e a carne pode ficar macia e suculenta, ou seja, dá para comer lombo e ser feliz, minha gente!

Uma dica bacana para deixar seu lombo assado ainda mais saboroso é temperá-lo com suco de laranja…

Para 1kg de lombo faça uma marinada com 1 xícara de suco de laranja, 1/2 xícara de vinho branco seco, alho e temperos a gosto (ervas como alecrim são sempre uma boa pedida, além de sal e pimenta, claro). Tempere o lombo com essa mistura de temperos, cubra com papel alumínio e leve para assar em forno médio por cerca de 45 minutos (não use forno muito alto, para o lombo não ressecar demais).

Retire o papel alumínio e cheque se o lombo está macio (se for preciso, retorne ao forno) e acresecente uma ou duas cebolas em pétalas e cenoura (usei a baby) e leve de volta ao forno, para dourar e amaciar a cenoura e a cebola, que dá uma ligeira caramelizada e fica incrível (adooooro!).

Quando estiver douradinho, é só retirar do forno e fatiar. Se quiser manter a linha “light”, invista em uma salada como acompanhamento. Mas, vou te dizer… um arroz branco com esse caldinho que se forma na travessa… afff, é coisa de Deus.

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Cozinha da Leitora – Lasanha Mello

Olá Faby, tudo bem?

Sou uma daquelas cozinheiras que adora blogs. Acompanho sua história com a cozinha virtual desde o Rainhas do Lar. Já fiz uma infinidade de receitas sugeridas por você e hoje decidi enviar a minha receita de família. Quer dizer, após meu casamento, em 2009, tomei a liberdade de me apropriar da receita da família de meu esposo Ângelo. Achei que não teria problema, afinal hoje faço parte dela também! Trata-se de uma lasanha deliciosa cujo segredo está no molho que é muito saboroso. Um molho branco cremosíssimo e precioso feito com sopa de cebola. É imperdível!

A receita é de uma tia de Ângelo, mas aprendi com meu sogro Luis. Batizamos o prato de Lasanha Mello, em homenagem à família. Hoje a Lasanha Mello é a receita mais reproduzida do meu blog, o Tempero Novo (http://temperonovo.com).

O modo de fazer a Lasanha Mello pode ser visto em http://temperonovo.com/2011/04/14/lasanha-mello-ou-a-melhor-lasanha-do-mundo/

Espero que todos gostem!

Amor,

Paula Lima e Mello
Palmas – TO – Brasil

Paula-do-céu!!! Como você faz isso comigo em pleno período de dieta, comadre? Misericórdia!
ADOREI a carinha desse molho e já estou doida pra testar. Obrigada por compartilhar essa gostosura de família conosco, viu?
Beijo,
Faby

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Temaki de salmão

Eu ♥ temaki. Não essas invencionices de temaki de carne seca ou de chocolate (socorro!), mas aquele básico mesmo, com salmão e cebolinha (e sem cream cheese ou maionese, pelamorrrr!)…ah, esse eu adoro.

E sabe o que é melhor? Dá para fazer em casa numa boa e nem dá muito trabalho, dá uma olhada…

1. A primeira coisa a fazer é o arroz japonês temperado. Vamos usar uma medida de 1/2 xícara de arroz (para sushi) para fazer 2 temakis, ok? Basta prepará-lo conforme instruções da embalagem e, depois de morno “temperá-lo” com uma mistura de 1 colher (sopa) de vinagre de arroz + 1 colher (chá) de açucar e 1/2 colher (chá) de sal. Faz esse “temperinho” e coloca no arroz, misturando bem.

2. Para 2 temakis, pique 100gr de salmão fresco e limpo em cubos pequenininhos e acrescente cebolinha picada a gosto.

3. Use uma mesa ou bancada e monte uma mise en place* com o arroz e o salmão. Pegue a folha de nori (alga) e corte ao meio.

4. Para montar o temaki, espalhe arroz em metade do nori, cuidando de deixar um pequeno triângulo na ponta superior sem arroz. Eu gosto MUITO de wasabi, por isso acrescento no meu temaki, direto, mas você pode colocar uma quantidade menor ou mesmo limar o wasabi do seu temaki, ok?  Depois, é só colocar o salmão na diagonal e começar a enrolar, formando um cone.

5. Para fechar o temaki é só usar um pouquinho de arroz na ponta.

Se você achou confuso, busque no Youtube um vídeo para te ajudar mas, acredite, não é complicado não :)
(aqui tem um vídeo bem didático)

Também dá para variar o recheio usando kani, pepino e manga cortadinhos em julienne (ou fatias fininhas) e, no lugar da salsinha, é só usar gergelim torrado. Também curto essa versão horrores.

Ah! E se você ficar ninja no temaki, que tal torná-lo o tema da próxima vez que for receber amigos em casa? Deixando todos os ingredientes prontinhos, convide seus amigos a montarem seus próprios temakis. Diga se não vai ser uma festa? ;)

* Mise en place (pronunciado “miz an plas”) é um termo francês que significa “colocada no lugar”. Consiste na etapa inicial para se preparar um prato, separando-se todos os utensílios e ingredientes necessários para executá-lo. Os ingredientes devem ser medidos, e, caso necessário, descascados, cortados, etc.
Fonte: Wikipédia

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