Focaccia vapt vupt

Focaccia é um tipo de pão italiano feito do jeito tradicional – fermento vivo, sova, descanso e aquela coisa toda que eu acho linda. Só que às vezes a preguiça é maior do que a vontade e aí a gente apela. Eu apelei pro liquidificador e para o fermento químico (shame on me, eu sei) e, por isso mesmo, talvez nem seja o caso de ofender os puristas chamando a receita de focaccia… but, acrescentei um vapt vupt no nome que é pra já descaracterizar aquela coisa italiana toda linda e, assim, não ofender ninguém (oremos!). Pode chamar de focaccia de preguiçoso também, ou de pão de liquidificador, fica à vontade :)

Bati no liquidificador 3 ovos, 3/4 xícara de óleo, 1 xícara de leite, 1 colher (chá) de sal e 1 xícara (chá) de farinha de trigo. É só bater bem, depois colocar numa tigela grande e juntar mais 2 xícaras (chá) de farinha de trigo, misturando bem, e finalizar com 1 1/2 colher de fermento químico em pó, mexendo só para incorporar.

Em uma assadeira untada e enfarinhada, coloque a massa e por cima azeite, sal grosso e alecrim – eu ainda incrementei com parmesão e azeitonas pretas.

Vai ao forno pré aquecido (200C) por 30 minutos e está pronto.

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Viu? Não é assim uma focaaaaaccia verdadeira mas te garanto que fica uma delícia. Com azeite e sal vira um petisco daqueles impossíveis de parar de comer e uma ótima pedida na companhia de um vinho.

Mas ó… se você quiser fazer a focaccia do jeito que se deve, meu amigo Leandro do Cozinha Pequena já ensinou tudo direitinho aqui ó. Se joga! ;)

Tortinha de milho super fácil

Dar um fim digno para sobras não é só uma atitude econômica e sustentável. Essa atitude pode ser também a chance de você criar novas receitas, inventar novos pratos… Na minha casa esse é um exercício quase que diário. Aqui, nada se perde e tudo se transforma – e muitas vezes em algo delicioso. É o caso dessa tortinha, que foi inventada de última hora para aproveitar as espigas de milho cozidas que estavam passeando na geladeira e os restos de biscoito (ou bolacha, se você preferir, rs). Aqui, o que vale mesmo é a ideia que eu quero plantar aí na sua cachola. Use a sua criatividade e não jogue NUNCA comida fora! Se tiver algo sobrando aí, olha que delícia que você pode preparar para o lanche ou para o jantar…

Em uma panela refoguei alho e cebola e juntei o milho cozido (debulhei duas espigas pequenas). Deixei refogar um pouco e juntei 2 colheres de cream cheese (às vezes uso creme de ricota). Temperei com sal e pimenta e acrescentei 1 colher (sopa) de amido de milho dissolvido em um pouquinho só de água (coisa de 2 colheres). É só mexer e esperar engrossar um pouco. Feito isso, desligue e espere amornar para acrescentar 1 ovo inteiro e mexer bem para incorporar. Não junte o ovo com a mistura ainda muito quente pois ele vai acabar cozinhando, ok? , vagemFinalize com cebolinha ou o temperinho verde que preferir.

Para fazer a “massa” processei 15 biscoitos daqueles do tipo cracker e fiz uma farofinha fina. Juntei um pouco mais de 1 colher (sopa) de manteiga e amassei bem até formar uma farofinha mais úmida.

Com essa farofinha cobri as laterais e o fundo das forminhas (um pouco maiores do que as de empada – rendeu 4 tortinhas), apertando bem pra deixar firme. Depois é só juntar o recheio de milho e levar ao forno pré-aquecido por uns 30 minutos ou até dourar.

Lembrando que a “massinha” pode ser feita com diversos tipos de biscoito – de água, integrais… o recheio também pode ser o que você tiver sobrando. Eu uso muito esse trucão para sobrinhas de refogados, tipo abobrinha, escarola, vagem… qualquer um serve. O ovo que você vai acrescentar vai ajudar a firmar a tortinha, não se preocupe. Vale também usar o que restou da carne de panela, do frango, da calabresa… transforme tudo em um refogado úmido com a ajuda de cream cheese, creme de ricota, requeijão e use nas tortinhas.

Ah! Se você não quiser a massa, pode dispensá-la também. Neste caso, unte e enfarinhe as forminhas e coloque só o recheio de queijo. O resto do processo é o mesmo.

tortinha_milho_abertaSirva com uma salada e pronto! Uma refeição novinha e bem gostosa sem desperdiçar nada ;)

Chapati integral (pão indiano)

Um pão sem fermentação, que você faz na frigideira, na boca do fogão e super rapidinho. Esse é o chapati, um pão fininho super tradicional nas mesas indianas. Aqui em casa ele entra no lugar de uma refeição. Gosto de fazer chapati pra comer com vegetais grelhados – ele fica incrível com um chutney de cebola por exemplo – ou com pesto, tomate e queijo, que vira almoço levinho aqui em casa.

Para a massa você vai usar 1 xícara (chá) de farinha de trigo integral, 1 colher (café) de sal e 1/2 xícara (chá) de água. Na verdade, a medida da água quem vai determinar é a sua farinha – você vai misturando a água aos pouquinhos, até conseguir formar uma massa homogênea, que você consiga moldar.

Misture a farinha e o sal em uma tigela e vá juntando a água, mexendo com a ponta dos dedos. Quando formar uma massa, transfira para a bancada (polvilhe com um pouco de farinha de trigo) e sove até conseguir uma massa lisinha e macia – se for preciso, junte farinha aos poucos. Depois, forme uma bola, volte para a tigela, cubra com um pano e deixe descansar uma meia hora.

Faça uma “cobrinha” com a massa e divida em 9/10 porções, formando bolinhas. Cada bolinha deve ser aberta com um rolo, até ficar bem fininha.

Aqueça uma chapa de ferro ou frigideira, coloque a massa e deixe até começar a formar bolhas. Vire a massa e deixe mais uns 20 segundos do outro lado. Retire o chapati com uma pinça e leve a chama do fogão – isso mesmo, direto no fogo. Isso vai inflar um pouquinho a massa e dar uma leve chamuscada – não se preocupe, fica uma delícia.

Chapatis prontos é só escolher o acompanhamento ou, transformá-lo em um acompanhamento para uma sopa ou cozido por exemplo.  Eu fiz um pesto e uma “saladinha” de tomate com cebola roxa. Por cima, fui de queijo de cabra, que dá um amarguinho bom.

Só digo que 10 pãezinhos aqui não dão nem pro cheiro :)

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Mil-folhas de mandioquinha

Aqui chama mandioquinha, mas aí pode ser batata salsa, batata baroa… você pode chamar como preferir, mas você tem mesmo é que fazer esse mil-folhas naquele dia em que quer impressionar, sabe? E ó, pode ser impressionar só você mesmo ;)

O mil-folhas é um acompanhamento perfeito para assados e grelhados e, se você servir cortadinho assim, vira loosho e poder. E não tem segredo não, dá uma olhada…

Usei: 4 mandioquinhas, 1 xícara de creme de leite, 1 gema, 2 colheres (sopa) de manteiga amolecida, sal, pimenta do reino branca, noz moscada ralada e parmesão ralado.

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A primeira coisa a fazer é cortar a mandioquinha em rodelas beeeem fininhas. Eu uso esse cortador da foto. Também é preciso fazer uma espécie de creme que você vai usar para intercalar com as camadas de mandioquinha.

Em uma tigela misture o creme de leite, a gema, a manteiga derretida, o sal (cuidado com a quantidade se estiver usando manteiga com sal), a pimenta e a noz moscada. Basta misturar.

Use uma assadeira antiaderente ou uma com papel manteiga untado e comece a montar as camadas: mandioquinha e um pouco do creme – como ele tem a gema, ela vai ajudar a deixar tudo firme depois de assado.É só ir montando e intercalando. A quantidade de creme vai depender bastante da de mandioquinha e do tamanho do mil folhas que você quer fazer, ok? A última camada deve ser do creme e o parmesão ralado vai por cima.

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Leve ao forno médio pré-aquecido por uns 20 minutos ou até dourar o parmesão.

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O resultado é essa lindeza dourada da foto :)

Ah! Para cortar as porções, espere ficar morno, ok?

Medalhão com manteiga de ervas

Uma receita simples também pode ser surpreendente. Eu acredito tanto nisso que poderia dizer que essa é praticamente a base da minha cozinha. Adoro as infinitas opções que bons ingredientes nos dão de variar pratos e deixá-los ainda mais saborosos. Quer um exemplo? Esse medalhão de mignon poderia ser um prato simples, bobo até, mas ele ganhou um ingrediente que o deixou muito mais inesquecível: uma manteiga de ervas. Essa é a mágica da cozinha :)

Preparar uma manteiga de ervas não tem segredo algum, mas tem um requisito fundamental: a qualidade da manteiga! Por isso, minha escolha foi a Lurpak, uma manteiga premium dinamarquesa de sabor diferenciado e suave, que ressalta o sabor dos alimentos, ao invés de mascará-los. É exatamente isso que ela faz nessa receita: realça o sabor da carne, deixando o prato ainda mais equilibrado. Basta juntar a manteiga com sal, as ervas de sua preferência – usei manjericão, alecrim e cebolinha – pimenta moída na hora e raspas de limão siciliano.

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É só misturar bem e ela estará pronta para ser utilizada. Se quiser, você pode preparar essa manteiga e congelar para usar depois em pequenas porções. Para isso, enrole em plástico filme, moldando como se fosse um salame, e leve ao freeezer. Na hora de utilizar, basta cortar pequenas rodelas, que servem para finalizar diversos preparos e acrescentar aroma e sabor surpreendentes.

PR-Lurpak_Medalhao_003Aqui eu temperei os medalhões com sal e pimenta e grelhei 3 minutos de cada lado. Na grelha, um pouco de manteiga, para garantir o dourado da carne. 

Na hora de finalizar, é só juntar a manteiga de ervas por cima de cada medalhão – cerca de 1 colher de sopa em cada um – e servir. 

Um purê ou uma farofa são ótimos acompanhamentos.

Para saber mais sobre a manteiga Lurpak, clique aqui.#‎boacomidamerece #‎façasuamágica #‎lurpakbr

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Papilotte de cogumelos

Que cogumelo é uma ótima opção de acompanhamento, todo mundo sabe. Mas, ele também pode virar uma ótima opção de entrada. Servido nessa versão papilotte, ele ganha um ar charmosinho e que impressiona num jantar mais caprichado. E o preparo é daqueles super simples, bem práticos e com pouquíssimos (e bons) ingredientes, olha só…

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A base da receita vai ser o mix de cogumelos que você escolher – vale misturar seus preferidos ou até usar apenas um. Eu usei shitake e portobelo. Corte os cabinhos mais grossos, passe uma escovinha pelos cogumelos para retirar sujeiras ou terra e corte-os em pedaços não muito pequenos, porque eles murcham no forno.

Corte uma folha de papel manteiga de tamanho suficiente para acomodar os cogumelos e que permita que você faça uma espécie de envelope. Acomode os cogumelos no papel manteiga e acrescente o ingrediente que vai fazer a mágica acontecer – a manteiga Lurpak! Nem preciso dizer que precisa ser uma manteiga de qualidade, né? Minha escolha foi a Lurpak, que é fabricada na Dinamarca com leite fresco selecionado e rigoroso controle de qualidade. Junte o equivalente a uma colher de sopa generosa e finalize com molho de soja (uma colher de sopa mais ou menos), sal, pimenta moída na hora e cebolinha fresca.

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Agora é só fechar o envelope e levar ao forno pré aquecido por uns 25/30 minutos.
Na hora de servir, cuidado ao abrir o papilotte pois o vapor de dentro estará bem quente.

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Para saber mais sobre a manteiga Lurpak, clique aqui.
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Nuggets de brócolis

Antes de mais nada, melhor avisar que usei uma “licença poética” para dar nome à receita, ok? Na verdade, chamei de nugget só por causa do formato, que lembra o famigerado empanadinho de frango, mas você pode fazer como um bolinho, uma almôndega… então, você dá a forma e o nome que quiser, combinado? ;)

A primeira coisa que fiz foi processar metade de um brócolis (do tipo japonês). Depois, coloquei esse brócolis processado numa tigela e adicionei 1 ovo, 1 colher (sopa) generosa de cream cheese, 4 colheres (sopa) de farinha de trigo, 1 dente de alho amassado, sal e pimenta. Basta mexer tudo até formar uma massa, que você vai moldar com a mão ligeiramente molhada. Para finalizar, passei os nuggets pelo fubá, coloquei em uma assadeira com silpat (pode usar papel manteiga ou usar fôrma anti aderente também) e levei ao forno pré aquecido (200C) por uns 45 minutos, até dourar (virando na metade do tempo para assar dos dois lados). Pode fritar em imersão também, mas né… o forno é nosso amigo, gente! E o resultado final é leve e bem sequinho feito no forno.
Para acompanhar, fui de sweet chilli, um molhinho de pimenta tailandês agridoce, mas funciona MUITO bem com uma maionese de alho (o famoso aioli), com pesto, com creme azedo ou até um molhinho com tomate concassé.

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Dá pra fazer sem glúten, usando farinha de arroz no lugar da de trigo. E também dá pra trocar o brócolis por cenoura, beterraba, espinafre, mandioquinha…

Que tal fazer essa versão para a criançada que a-do-ra aquela de frango-ou-algo-parecido? Pelo menos aqui você vai saber o que está comendo :)

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Ricota caseira

Talvez você também ache ricota uma coisa sem graça – e eu vou ter que concordar contigo. Tenho amigas muito mais chiques e elegantes que comem ricota pura, assim, no café da manhã, saca? (beijo Dadi, beijo Dani!) Eu não sou dessas, mas tenho que admitir que uso muito a ricota em receitas, sempre temperada ou acompanhada de algo. Ela é levinha e muito versátil, é verdade, mas eu andava achando todas também muito (mais) sem graça. Foi então que resolvi fazer a minha e, gente, é muito fácil. Fácil mesmo! Bobo, até.

Essa eu fiz para petisco. Servi com cebola caramelizada e amêndoas torradas, acompanhando bolachinhas de água e foi um tremendo sucesso. A gostosura da ricota tem muito a ver com a qualidade do leite que você utilizar, mas eu garanto que você não se arrependerá de testar essa receita.

Usei 2 litros de leite integral tipo A (de saquinho). Basta levar ao fogo em uma panela e esperar que comece a formar uma espuma e ferver. Nesse momento é só desligar o fogo e juntar 3 colheres de sopa de suco de limão peneirado e o sal (se você quiser salgar) e mexer bem. O resultado é que o leite começa imediatamente a talhar e o soro vai se separando. É só esperar uns minutinhos e quando estiver bem talhado tem que coar – eu uso o escorredor de macarrão forrado com um pano fininho (um pano/saco fino de algodão, voal ou tule). Tem que espremer bem para retirar todo o soro. O que restar dentro do pano já é sua ricota. Tudo que você tem a fazer é colocá-la em um recipiente para moldar – usei um ramequim pequeno (ou seja, para 2 litros de leite o rendimento é pouco mais do que um ramequim de 10cm ou 240 ml). Depois, coloque algo pesado por cima, para ajudar a moldar bem – eu coloco uma tábua e uma panela cheia de água por cima, só para ficar pesado.

Algumas horinhas de geladeira e está pronta a sua ricota!

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Para fazer a cebola caramelizada cortei duas cebolas em meia luas e levei ao fogo com um tico de sal e umas duas colheres de molho inglês. Basta deixar que o fogo faça o trabalho. A cebola vai dourando e caramelizando.

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A amêndoa você compra laminada e doura numa frigideira ou no forno. Rapidinho, tipo dois palitos :)

p.s: Pena não ter uma foto dela partida. Culpem os vikings que a devoraram em minutos.

Polenta com ragu de cogumelos

Ragu vem da palavra francesa ragoût e, apesar da origem, lembra mais os ensopados italianos, encorpados e com longos cozimentos. Eu sei que ragu com polenta é uma combinação que já virou clichê – está nos eventos, nos realities culinários, nos programas dos chefs, em toda parte, mas o fato é que, apesar do clichezão, a combinação é mesmo muito boa. E para alguém como eu, que AMA polenta, é um casamento super feliz. De modos que, dane-se o clichê, não é messs? ;)

Você pode preparar diversos tipos de ragu – de carne, frango, legumes, frutos do mar e até de cogumelos que, neste caso, dispensa o longo cozimento e é super prático de fazer. Vem comigo…

A primeira coisa é escovar os cogumelos (eu não lavo cogumelos) e cortá-los. Aqui usei shimeji, mas pode ser qualquer outro de sua preferência. Depois é só dourar alho e cebola com um pouco de manteiga. Nessa hora, é bom juntar uma colher (chá) de farinha de trigo e deixar dourando junto. A farinha ajuda a deixar o molho mais encorpado. Quando estiver dourado, é só juntar os cogumelos e mexer. Pra ser um bom ragu é bacana usar um pouco de vinho – além de adicionar sabor e acidez, ele vai desgrudar tudo que está no fundo da panela e deixar o molho perfeito. Pode ser o tinto ou o branco, você escolhe – lembrando que o álcool mesmo vai evaporar, ok?

Tempere o ragu com sal e pimenta e cozinhe por uns 4 minutos, no máximo. Cogumelo não precisa de muito cozimento. Na hora de finalizar, uma boa colherada de manteiga e cebolinha picada. É só servir por cima da polenta e ser feliz :)

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Fica gostoso servir ragu com purê também #fikdik

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Eu já mostrei como fazer polenta na panela de pressão aqui ó.

Tabule de quinoa

Aqui em casa adoramos tabule e eu particularmente amo quinoa. Não demorou muito pra juntar as duas coisas numa só.

Tem gente que acha quinoa amarga (culpa de uma substância chamada saponina). Já eu sou daquelas que sente o amargo de outra maneira – pra mim, nem jiló é amargo, vejam vocês. Tá, mas vá lá… a quinoa pode ficar ligeiramente amarga, mas basta você levar os grãos antes de levar para o cozimento. Isso já vai eliminar esse tracinho amargo que o grão tem.
Para cozinhá-la a medida é 1:2, ou seja, para cada medida de quinoa, são necessárias duas de água.

Leve a quinoa e a água ao fogo, junte sal e cozinhe por 15 a 20 minutos ou até a água secar. Depois é só soltar os grãos com a ajuda de um garfo (igual couscous) e deixar esfriar para usar no tabule.

Para completar, tomate sem semente, pepino (uso o japonês pq não me dou com o outro) sem as sementes da parte central, cebola e hortelã. Para temperar, azeite, limão, sal e pimenta.

As vezes faço uma outra versão, com abobrinha no lugar do pepino. Crua mesmo, sem as sementes também. Eu adoro e acho que você pode experimentar qualquer dia, que tal? ;)

Cenoura assada com caldo de laranja e mel

Quer um acompanhamento rapidinho, gostoso e fácil demais de fazer? Não é nem uma receita, olha só:

Pré aqueça o forno. Corte duas ou três cenouras em pedaços grandes. Coloque em uma travessa refratária. Regue com suco de uma laranja, uma colher (sopa) de mel, azeite, sal (ou substitua por molho de soja) e pimenta do reino. Acrescente umas rodelas de alho poró, cubra com papel alumínio e leve ao forno por 25 minutos ou até que a cenoura esteja macia (mas firme). Retire o papel alumínio, salpique gergelim torrado e deixe dourar um pouco.

Sirva com um grelhado. Be happy :)