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acompanhamentos aves de festa Receitas

Fiesta com mel e laranja e purê de maçã verde

Complementei o tempero da ave com suco de laranja natural misturado com mel e assei com rodelas de laranja por cima. Dentro do bichinho ainda coloquei uma maçã inteira, que depois foi retirada para enfeitar o purê que foi servido à parte. Uma boa sugestão é assar batatas bolinhas no caldo que se forma na assadeira….ficam deliciosas.

Para fazer o purê de maçãs…
Cozinhe em água com algumas gotas de suco de limão umas 4 maçãs verdes descascadas e picadas até que fiquem bem macias. Leve para o liquidificador e bata com 1/2 xícara de chá de vinho branco. Leve essa mistura para a panela, acrescente 3 colheres de açucar, suco de meio limão, 1 colher de sopa de manteiga, mexa até engrossar e coloque sal a gosto.
(*receita do site do programa Mulheres)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

pratos únicos Receitas vegetarianos

Beringela à Parmeggiana ou Beringela à Parmegiana ou Berinjela à Parmeggiana

(vamos deixar o nome da receita uma coisa assim… interativa, tá? você dá à ela o nome que quiser… olha que lindo e democrático? =)

Eu tive uma semana louca e o reflexo disso foi uma alimentação…er… estranha, por assim dizer. Muito Cup Noodles e uma overdose indesejada de carne (churrascarias e mais churrascarias). Daí, já viu… me deu aquele bom e velho banzo de carne, que aliás sempre me faz lembrar porque diabos eu ainda não parei com ela de vez.

Anyway, vegetarianismo ou não à parte, o fato é que eu precisava de uma comidinha fresca, leve e, o principal, que não tivesse carne (da qual eu ainda estou enjoada, cruzes). Daí saiu essa parmegiana, tão simples e tão saborosa, principalmente para uma tarada por beringela como eu… hohoho!

É super fácil, que ver? Me acompanha…

1. Corte as rodelas de beringela (ou berinjela, você decide) e coloque-as de molho em água com sal…
2. Pique tomates maduros sem pele e sem semente em cubinhos pequenos (viram que eu fiquei com preguiça de tirar a pele, né? rá!)…
3. Esquente uma grelha ou frigideira com um fio de azeite e disponhas as rodelas de beringela que você já tratou de secar com um papel toalha…
4. Grelhe-as dos dois lados…
5. Leve as fatias já grelhadas para secar em papel toalha…
6. Numa frigideira, doure a cebola picada com azeite (ih! esqueci de avisar para picar uma cebola miudinha né?)…
7. Junte o tomate picado, tempere com sal e pimenta (eu usei louro também) e cozinhe ligeiramente até o tomate ficar macio, mas não é pra fazer molho, ok?…
8. Em uma travessa ou assadeira, disponha as rodelas de beringela grelhada…
6. Por cima, uma camadinha do tomate…
7. Depois, mussarella picada ou ralada (ou outro queijo de sua preferência – eu usei a light pq né, tá feia a coisa por aqui… hohoho)…
8. Agora, coloque umas folhinhas de manjericão, um pouquinho de orégano ou tempere com a ervinha que lhe apetecer…
9. Comece tudo de novo… beringela…
10. … tomate, queijo e assim por diante…
11. Finalize com tomate e queijo e…
12. Leve ao forno médio pré-aquecido até terminar o cozimento e o queijo derreter!

Delícia, viu? ;)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

massas reaproveitamento Receitas

A Incrível História do Bolinho de Abóbora com Carne Seca que Virou Parafuso Picante à Moda da Faby

Estrelando:
. uma abóbora que não prestou;
. uma carne seca desfiada, temperada e muito boa;
. uma massa grano duro parafuso

Para começar, vale lembrar que eu estou de férias e… férias lembram cerveja, que por sua vez lembra petiscos (na maioria das vezes super engordativos, but). E foi daí que veio a idéia de fazer uns deliciosos bolinhos de abóbora com carne seca a fim de acompanhar (e bem) a caixa de cervejas estupidamente geladas que eu estava muito disposta a consumir to-di-nha.

Marido foi incumbido de providenciar o que faltava – a abóbora. Então, lá vem o marido do supermercado munido de uma abóbora, er, suspeita, por assim dizer. Pra começar ela estava meio sem cor por dentro e por fora tinha umas manchas verdes esquisitas. Já na hora de descascar (by the way, taí um trabalho que ninguém merece – descascar abóbora) a textura da bicha não me convenceu – ela parecia meio “fibrosa”. Mesmo assim descasquei e cozinhei. Na hora de passá-la pelo espremedor mais uma constatação de que a abóbora tinha mesmo algo estranho – mesmo estando super cozida, alguns pedaços insistiam em não desmanchar e tinha uma consistência de palha (what?). Bom… resumão da ópera: depois de colocar a gema, a manteiga e tentar dar o ponto na maledeta abóbora, veio a constatação nua e crua – não ia rolar.
A massa foi para o lixo e eu fiquei com a carne seca já desfiada e temperada com cebola e pimenta calabresa a ver navios. Quer dizer, teria ficado se… eu não tivesse tido a idéia de cozinhar uma massa e colocar a rica carne seca por cima.
De modos que o parafuso grano duro foi cozido al dente, depois envolvido no azeite e depois recebeu a cobertura da carne seca que ganhou ainda tomate sem semente picadinhos e um plus – cebolinha e pimenta dedo-de-moça salpicadas.

Eu vou dizer uma coisa pra vocês… Ô errinho bom esse! Num é que a massa ficou bem boa? Claro que eu poderia ter feito uma bela torta, uns croquetes, um escondidinho, um risoto e mais um monte de coisas mais elaboradas mas, eu estou de férias, lembram?
Então, que conste nos autos das minhas férias que a mistura massa + carne seca + cerveja foi aprovada com louvor. E tenho dito.

E o final da história…

Marido e eu fomos muito felizes comendo o parafuso picante com muitas cervejinhas geladas.

Final muito feliz :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

Receitas sopas, caldos & cremes

Dia dos Namorados – Entrada: Creme de cenoura, manga e gengibre

Essa é a minha sugestão de entrada para o Dia dos Namorados – um creme delicado e quentinho (perfeito se você estiver num frio congelante como o daqui), com uma mistura de sabor muito interessante por conta da manga e levemente picante por causa do gengibre (que, dizem, é afrodisíaco…cof, cof, cof). Não tem quem não goste desse creme, garanto. E o melhor? É super simples de fazer.

Cozinhe 4 cenouras médias descascadas junto com uma metade de uma cebola espetada com cravos e uma folha de louro. Você pode cozinhá-las também em caldo de legumes – mas só se for um caseiro, tá? Os caldos em tablete tem um sabor marcante e esse creme é delicado demais para eles.

Em uma panela esquente um fio de azeite e leve para suar (e não dourar) a outra metade da cebola picadinha. Agora, leve para o liquidificador as cenouras cozidas e a cebola que você passou pelo azeite. Junte um pouquinho da água do cozimento das cenouras para ajudar e bata até virar um creme. Retorne esse creme para a panela, em fogo baixo, e junte **1/2 xícara de suco concentrado de manga e mais ou menos 1 colher de chá de gengibre ralado.

** Veja bem, a quantidade de suco e gengibre pode variar de acordo com teu paladar. Se você quiser um creme com gosto sutil de manga, diminua a quantidade de suco; se prefere um creme menos picante, coloque menos gengibre. Pense que a base do creme é a cenoura, que é adocicada, e que a manga e o gengibre vão complementá-la e devem estar harmoniosos, ou seja, não deve ter apenas gosto de manga e muito menos só de gengibre (que, usado em demasia, pode detonar uma receita). Essa dica vale para quem tem um certo receio de misturas exóticas e de temperos fortes – comece devagar e vá experimentando até que esteja a seu gosto.**

Voltando ao creme… Depois de juntar o suco e o gengibre, misture bem, tempere com sal e pimenta branca, um pouquinho de noz moscada ralada na hora, deixe os sabores se encorparem, desligue o fogo e sirva quente.

Aqui eu dei uma finalização que julguei perfeita – sementes de papoula e um pedacinho de pimenta dedo de moça – mas você pode finalizar também com creme azedo e croutons ou apenas com ervas de sua preferência.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

carnes Receitas

Dia dos Namorados – Prato principal: Rolê de mignon com espinafre, maçã e curry e purê de abóbora com leite de côco

A receita veio da revista Claudia e, embora eu não tenha seguido-a à risca, mantive todos os ingredientes. A ideia original era para ser feita em formato rocambole, com uma peça de filé mignon aberta como uma manta, recheada e depois fechada com barbante e assada. Só que ao invés de uma peça, eu tinha o mignon já cortado em filés e resolvi usá-los nesse formato mesmo. Sendo assim, ao invés de um rocambole, acabei fazendo rolês menores e essa foi a única diferença para a receita original.

Em uma panela esquente um fio de azeite e coloque 1 maçã gala descascada e cortada em gomos. Tempere com sal e 1 colher de sopa rasa de curry. Deixe cozinhar por 8 minutos ou até que a maçã esteja macia. Em outra panela, leve meio maço de espinafre para aferventar rapidamente – escorra-o, passe por água gelada e reserve.

Agora a montagem. Se optar pelo formato rocambole, abra uma peça de 1 1/2 kg de filés mignon limpo como se fosse uma manta e tempere dos dois lados com sal e pimenta do reino moída na hora. Caso use filés, afine-os com um martelo de cozinha (coloque o filé entre plástico filme e bata delicadamente até que ele fique maior e fininho) e faça o mesmo procedimento para o tempero: sal e pimenta do reino.
Por cima da carne, espalhe as folhas de espinafre e por cima disponha os gomos de maçã. Amarre com um barbante (ou com palitos, no caso dos filés), jogue por cima um pouco de alecrim e leve ao forno médio pré-aquecido em fôrma antiaderente por 20 minutos. De vez em quando, regue a carne com o caldo que vai se formar na assadeira.
Antes de levar ao forno eu passei os rolês pela frigideira bem quente para selar a carne, e só então levei ao forno.
Tire do forno, corte em fatias e sirva. Eu ainda aproveitei o molho da assadeira e coloquei um pouco dele por cima da carne, já no prato.

Para acompanhar, cozinhei pedaços de abóbora e fiz um purê. Em uma panela esquentei um pouco de azeite, um pouco de cebola ralada, acrescentei o purê e finalizei com leite de côco, até a consistência desejada.

O resultado foi um prato leve e super harmonioso – o azedinho da maçã com o curry, a maciez da carne e o ligeiro doce do purê casaram perfeitamente. Super recomendo :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

aves molhos Receitas

Filet de frango com molho de iogurte e wasabi

Mais uma invenção da série Ivente, Tente, Faça um Filet de Frango Diferente. Dessa vez dourei o filet com alho e cebola e quando eles já estavam na cor ideal (já disse que odeio frango branquelo né? ok) retirei e na mesma panela coloquei wasabi e um copo de iogurte natural. Desliguei, acertei o sal e finito.
Franguinho gostoso e ligeiro. Assim que eu gosto :)

Para acompanhar eu fui de abobrinha e quinoa, que eu cozinhei com cebola e caldo de legumes.

arroz & risotos Receitas

Arroz marroquino

Depois da China é a vez do Marrocos, que comparece à minha cozinha com este arroz aromático servido como prato único pois leva frango e carne moída.

Para começar o peito de frango é cozido (primeiro aquela fritada para o frango não ficar branquelo certo?) com os temperos que você preferir – eu uso cebola, alho, caldo de legumes, sal e pimenta) acrescentando-se uma canela em pau. Depois de cozido, corta-se em cubos ou pedaços grandes e reserva (os pedaços de frango e o caldo do cozimento).
Numa panela, alho dourado na manteiga com cebola e patinho moído. Quando estiver bem refogado junte o arroz já lavado e escorrido (deixe secar bem) e deixe fritar mais um pouco. Acerte o sal, junte canela em pó (cuidado pra não exagerar comadre), folhinhas de hortelã “rasgadas” (tá ligada que hortelã fica mais saboroso não for cortado com lâmina né?) a água lá do cozimento do frango e cozinhe normalmente.

Depois de pronto o arroz vai para o prato com os pedaços de frango por cima salpicado com amêndoas sem pele, cortadas em lâminas e levemente torradas na manteiga (ou pinole ou castanha de cajú, o que tiver por aí).

Feriadão de cozinha internacional no Solar dos Zanelati :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

carnes Receitas

Picadinho à moda Habanera*

Mais um prato que reforça minha adoração pela comida cubana. Por seus temperos, suas misturas, seus cheiros, sua forte influência espanhola (a comida crioula) e, por que não, sua certa semelhança com a nossa, também muy rica, comida brasileira, inclusive em muitos ingredientes-base.
Enfim, vem de longe minha paixão pelas carnes e temperos de Cuba e esse picadinho – de receita retirada (e um pouco modificada*) da coleção de comidas de diversos países – prova mais uma vez que é na simplicidade que moram todas as delícias, desse e de outros cantos do mundo.

Para seguir a receita como se pede…

Doure bastante cebola e alho picados finos em azeite extra virgem. Depois, acrescente pimentões verdes também picados finos (a receita pede 2 pimentões verdes – eu usei um verde e um vermelho picados não tão finos para garantir um colorido) e salteie alguns minutos. Acrescente 900gr de carne de porco moída (eis aqui minha maior alteração – eu usei o bom e velho patinho e bacon em pedaços) e refogue bem. Quando tudo estiver bem refogado, junte 4 tomates maduros sem pele e sem sementes e 100 gr de tomate triturado (nem preciso dizer que eu usei polpa de tomate de caixinha né?), mexa e deixe cozinhar até o tomate desmanchar.
Em seguida junte 70g de uva passa (eu usei a branca e a preta e uma quantidade maior), azeitonas sem caroço picadas, cominho (a receita pede uma colher de café, eu devo ter usado mais porque gosto do sabor acentuado do cominho), orégano, 150 ml de vinho branco seco, pimenta do reino (eu botei pimenta dedo-de-moça picadinha, lá junto com os pimentões). De resto, é deixar o álcool evaporar e a carne cozinhar até quase secar. Acerte o sal e tá pronto!

Perfeito para variar o cardápio do dia-a-dia. Sirva com arroz branco e espere os elogios :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

arroz & risotos Receitas

Risoto de calabresa e tomatinho (passo-a-passo para risotos)

Eu ainda estou em dívida com as receitas do jantar da Perdigão (sim, sim, mea culpa), mas isso não quer dizer que eu tenha esquecido do prometido passo-a-passo do risoto.

Faby promete, Faby cumpre! Aqui está ele. Até o passo 12, a receita vale para qualquer tipo de risoto, ok?

Vamos lá… para o risoto de calabresa e tomatinho

1. Antes de qualquer coisa prepare um bom caldo de sua preferência. Vale carne, frango, peixe, legumes… lembre-se apenas de combinar com o sabor do risoto – ex: se você estiver fazendo um risoto de frutos do mar, tanto melhor se tiver um bom caldo de peixe; se for um risoto de aspargos, um caldo de legumes vem bem a calhar.

Vale caldo de tablete (e os puristas se descabelam nessa hora!), que eu sei que não é todo dia que tem caldo bom no freezer, mas se for utilizá-los, lembre-se que geralmente eles são salgados, então… muita calma com o sal ou com os demais ingredientes que você for utilizar (ex: alcaparras, bacon, parmesão… tudo isso já é de certo modo salgado).

Deixe o caldo aquecido no fogo mínimo e faça uma boa quantidade (no mínimo, 1 1/2 litro).

2. Em uma panela esquente metade da manteiga (ou um fio de azeite, que foi o que usei aqui);

3. Acrescente a cebola, preferencialmente ralada (eu às vezes sucumbo à preguiça e vou de cubos mesmo, mas você pode e deve ralar a cebola, pois o resultado é melhor);

4. Espere a cebola murchar (não é para dourar!) e acrescente o arroz arbóreo o carnaroli;

5. Frite um pouco o arroz e acrescente o vinho (vale branco, tinto e até espumante);

6. Misture bem para incorporar;

7. Espere até que todo o vinho tenha evaporado e …

8. Comece a acrescentar o caldo, aos poucos…

9. 1 ou 2 conchas de cada vez;

10. Continue mexendo até que o caldo seja quase que todo absorvido;

11. Repita essa operação…

12. … tantas vezes quanto for necessário até que o arroz esteja quase no ponto.

“Quase no ponto” vale para quando você ainda tiver que acrescentar algum ingrediente que não precise um tempo grande de cozimento, como era o caso aqui da linguiça (que jé é cozida e defumada) e do tomate (que eu não queria totalmente desmanchado).

Esse tempo é você quem calcula em função dos ingredientes escolhidos para o risoto – se eles necessitarem de mais tempo de cozimento, acrescente-os um pouco antes; se forem folhas por exemplo, deixe apenas para o final.

13. Acrescente a calabresa picadinha;

14. Mexa e incorpore tudo muito bem;

15. Corte ao meio os tomatinhos sweet

Se for utilizar tomate, certifique-se que eles não estejam ácidos. Eu prefiro os do tipo sweet pois são, como o próprio nome diz, docinhos. Se for usar tomate comum, fique à vontade para retirar peles e sementes e deixá-los em cubos não muito pequenos (a ideia é que eles apareçam e não que sumam e transformem-se em “molho” apenas)

16. Mexa e incorpore de novo os ingredientes;

17. Neste momento seu arroz já deve estar no ponto correto – al dente* – e assim que a última concha de caldo esteja quase que totalmente absorvida é hora de desligar o fogo, acrescentar o restante da manteiga…

*mas, afinal, que diabos é al dente?
Al dente comadre, é quando o alimento está cozido, mas ainda firme. No caso do arroz, ele estará macio mas não completamente desmanchando (a internacionalmente famosa “papa”). Para verificar o ponto, aperte com os dedos um grãozinho do arroz – ele deverá oferecer certa resistência no meio, mas não pode estar cru (com aquele ponto branco ainda).

18. … e finalizar com a salsinha (ou outra erva de sua preferência – manjericão por exemplo casaria muito bem aqui).

Bom, eu preferi usar o parmesão já no prato, em forma de lascas, mas ele pode entrar ralado na receita também na finalização. Neste caso, junte o parmesão e mexa bem para que ele se incorpore ao risoto. Depois, você ainda pode deixar um pouco de parmesão ralado na mesa, para que as pessoas se sirvam de acordo com a preferência de cada um.

Ah! Deixe para acertar o sal e a pimenta no finalzinho, não esquecendo que às vezes a manteiga e o parmesão, que são colocados no final, já agregam sal. Eu gosto de moer pimenta do reino na hora, no prato, mas aí é a gosto do freguês :)

Aqui, as medidas básicas para 4 porções

. 100 g de manteiga
. 1 cebola grande bem picada (ou ralada)
. 2 xícaras (chá) ou 400 g de arroz italiano para risoto (carnaroli ou arbóreo)
. 100 ml de vinho branco seco
. 1½ l de caldo
. Sal e pimenta-do-reino à gosto

Ufa! Acho que agora foi, hein?! :)))

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Frango em crosta de gergelim (com honey mustard e molho de hortelã)

Continuando a luta (inglória) de comer peito de frango sem cara de peito de frango, eis minha invenção de hoje – iscas de filé de frango com crosta de gergelim. Como comida seca não é o meu forte, para mergulhar as isquinhas providenciei dois molhinhos – o honey mustard (que hoje eu fiz diferente) e um molho de hortelã.

O filé foi cortado em tiras e temperado com shoyu, alho amassado e sal (pouco, porque o shoyu já é salgado né?). Para pegar o tempero é bom deixar as iscas descansarem nesse tempero pelo menos meia hora.
Depois o lance é passar o frango no ovo batido (ou só clara, se preferir) e jogar por cima gergelim.
Então você unta uma forma com um pouco de azeite e coloca as iscas em forno pré-aquecido, virando na metade para dourar os dois lados. Se o colesterol permitir, pode fritar em óleo bem quente também. Que os patrulheiros da alimentação saudável não me leiam mas, cá entre nós, frito fica mais gostoso :)

Para os molhos…

No honey mustard eu usei:

1 colher mostarda – não tinha dijon e foi comum mesmo
1 colher maionese
2 colheres de mel (eu gosto com o doce predominando)
azeite
um tantinho de vinagre branco
molho inglês
suco de uma banda da laranja
sal e pimenta branca

Fiz com a parte batuta do meu processador – primeiro a mostarda, o suco, a maionese e o vinagre… depois, o azeite aos poucos até ir ficando homogêneo… em seguida o mel e o molho inglês. No final acertei o tempero com sal e pimenta.

No molho de hortelã:
um punhado de hortelã
1 colher suco de limão
1/2 xícara de cream cheese (melhor se fosse iogurte, mas eu não tinha – creme de leite ou nata também combinam)
queijo cottage
azeite
sal e açucar

Usei o processador, mas o liquidificador resolve. Tudo lá, menos o azeite, que é pra ir colocando aos poucos. No final temperei com sal e uma pitada de açúcar pra quebrar um pouco o “azedinho” do molho.

Para acompanhar as iscas fui de saladinha de agrião com croutons de ervas que eu fiz com as “bundinhas” do pão de forma integral (aquelas que sempre sobram no pacote de pão e são renegadas por todos), passadas na frigideira com azeite, orégano, tomilho e alecrim frescos e sal.

peixes e frutos do mar Receitas

Salmão com limão siciliano e alecrim

Porque tem dias que tudo que você quer é chegar em casa, botar o seu rico filé de salmão temperado com flor de sal, alho amassado, molho inglês, coberto com limão siciliano e alecrim, embrulhadinho no papel alumínio no forno, abrir sua skol, fazer uma saladinha de almeirão e constatar que comer uma comidinha fresca e gostosa ainda é a melhor terapia para relaxar depois de um dia de cão :)

Eis o salmão a caminho do forninho elétrico (sim, porque a gente não quer só comida…a gente também quer que seja rápido… principalmente se você não tiver almoçado).

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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