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Receitas

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Tartar de salmão com maçã verde

Receitinha zás-trás, leve e muito saborosa. Vai bem quando você não está a fim de se empanturrar de comida; quando você quer um certo glam no dia-a-dia (e a gente merece, certo?) ou quando você vai receber os amigos, numa noite fresca e regada a espumante (esse foi o meu caso, desculpa ae).

Cortei em cubinhos o salmão limpo, sem pele e sem espinhas. Adicionei um belo punhado de alcaparras, cebolinha picada, cebola (pouca) beeem picadinha, meia maçã verde sem casca e beeem picadinha (que é pra dar aquela crocância que tanto amamos) e raspas de gengibre. Temperei com azeite extra virgem (tem de ser do bom!), sal e pimenta moída na hora e um tiquinho de suco de limão.
Misturei bem, coloquei em tacinhas forradas com alface mimosa, finalizei com uma folhinha de manjericão só pra fazer uma graça e foi!

Delícia, delícia, delícia. Eu sou doida por salmão.

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

peixes e frutos do mar Receitas saladas

Salada com mexilhão e vôngoles ao perfume de algas marinhas

(foto do celular, sorry)

Nome chique o desse prato, han? Pois é, e isso não é tudo – o sabor dessa salada é fantástico e a preparação não é das mais complicadas não.
Essa receita (e também a de um Parpadelle integral com legumes grelhados e mussarela de búfala) eu aprendi em uma aula gourmet que fiz na cozinha do Restaurante Tarsila, do Hotel Intercontinental em São Paulo, comandada pelo simpaticíssimo chef Marcelo Pinheiro.

Cozinha profissional é uma coisa incrível mesmo. Em uma aula de dois pratos super simples aprendi tanta coisa que eu não sabia! O Marcelo me ensinou a limpar o mexilhão fresco, com o qual eu nunca havia lidado antes; aprendi a fazer as tão badaladas espumas com lecitina de soja; fui apresentada à goma xantana, ingrediente básico da cozinha de Ferran Adrià; aprendi o segredo dos molhos verdinhos (o bom e velho branqueamento) e ainda descobri um uso super bacana e diferente para um ingrediente que eu particularmente adoro: a alga marinha.

Okey, não é um prato com ingredientes comuns em uma cozinha doméstica e a presença de algas marinhas, lecitina de soja e goma xantana na lista podem assustar as comadres mais apreesivas. Mas fiquem tranquilas! A alga é fácil de encontrar em casas de produtos orientais e até em hipermercados grandes como o Carrefour, na seção de importados. A lecitina de soja foi utilizada na receita apenas para fazer a espuma que, apesar de ser saborosa (essa particularmente), serve como elemento decorativo do prato, de modos que se você não quiser usar, sem problemas. E a goma xantana, um espessante muito utilizado em preparações frias… bem, essa é mesmo difícil de encontrar e complicado comprar em pequenas quantidades para uso doméstico – além de ser cara… mas o chef Marcelo mandou avisar que ninguém precisa desistir da receita por causa disso e ainda dá a dica de substituição: uma batata cozida! Isso mesmo, batata. A dica valiosíssima serve para deixar cremoso qualquer tipo de molho frio, principalmente em saladas, e eu já a apliquei em casa, em um molho de salsinha que o chef também me ensinou (agora eu sou a rainha dos molhos frios…rá!).

Então se você, assim como eu, é louca por frutos do mar, pode se jogar nessa salada. Talvez não seja um prato que você fará no dia-a-dia, mas a gastronomia também pode aparecer em nossas cozinhas de vez em quando sim, porque não? E se um dia você quiser fazer na sua casa um jantar um pouco mais glam para impressionar um convidado especial? Aliás, eu diria que esse prato é uma sugestão p.e.r.f.e.i.t.a de entrada em um jantar de Dia dos Namorados, viu? #ficaadica :)))

Ingredientes (para 6 porções):

1 kg de mexilhões frescos com casca; 1 kg de vôngole com casca (ok, tirar o vôngole da casca é uma tarefa massante, então a comadre pode comprar o vôngole já limpo, mas não sem comprometer o sabor, por supuesto – não se pode ter tudo, gata), 200gr de alface romana (ou pode ser mini rúcula, mini agrião), 100ml de azeite extra virgem. 200gr de algas marinhas, 10gr de goma xantana (ou meia batata cozida e espremida), 5 gramas de lecitina de soja, 20gr de flor de sal, 150gr de cebola roxa em cubos bem pequenos, 220ml de vinho branco seco.

Refogue metade da cebola no azeite, acrescente os mexilhões, cubra com vinho branco, tampe a panela e deixe que cozinhem (jogo rápido – na cozinha do restaurante não levou mais do que 5 minutos). Fazer o mesmo com os vôngoles (no case de coprá-los com casca) e reservar o caldo do cozimento.
Com uma faquinha afiada e um pouco de jeito, retirar os vôngoles e os mexilhões da casca, mantendo as dos mexilhões para usar na decoração do prato.

Molho
Hidratar as algas em água. Depois de hidratadas, retirar as folhas (reservando a água) e misturar com o caldo do cozimento dos frutos do mar. Temperar com flor de sal e pimenta. Caso vá fazer a espuma, divida esse caldo em 2 partes – em uma metade acrescente uma pitada de goma xantana (ou a batata cozida) e bata com um mixer até formar um homogêneo e espesso. Na outra metade, acrescentar a lecitina de soja e bater com o mix até formar a espuma (que deve ser usada rapidamente, então tem que ser feita por último) – o chef colocou um pouco de caldo de salsinha, que garantiu a cor verdinha da espuma, mas é opcional.

Montagem
Temperar as folhas com um vinagrete de sua preferência (azeite, vinagre, sal, pimenta) e dispôr no meio do prato. Em volta, ajeite 4 (ou 5) mexilhões sobre suas cascas e os vôngoles por cima das folhas. Regar os vongôles com o caldo de alga e por cima de cada mexihão, a espuma.

(a cozinha do Tarsila | mise en place | a receita | os mexilhões começando o cozimento | aprendendo a retirar os mexilhões da casca | a espuma pronta | e sendo colocada nos mexilhões | o prato quase pronto | o chef em ação | Marcelo e eu, esperando para provar os pratos que ajudei (cof, cof, cof) a fazer | o salão do Tarsila)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

carnes pratos únicos Receitas

Leque de batata com calabresa e pimentão

Lá em casa nós somos doidos por batata e, se não sou eu pra dar uma segurada no freio, pintava batata todo dia na nossa mesa.
Minha versão favorita é de forno, com casca e tudo, ervas, azeite e sal grosso – que você só bota na assadeira e joga no forno – trabalho zero e imbatível como acompanhamento de carnes.

Só que… né? Eu estava a fim de dar uma variada… e tinha uma sobrinha de calabresa do risoto (tão bem cortada pela minha amiga Clau… cof, cof) e aí eu lembrei do leque de beringela… oras, se tem leque de beringela, por que não de batata? E assim foi.

Descasquei a batata porque ela estava meio feinha, machucadinha, mas se você não quiser nem precisa descascar… basta lavar bem com escovinha e pronto – casca de batata é uma coisa muito da boa, acreditem. Depois de descascada (crua hein minha gente?), fiz nela uns cortes onde ia colocar o “recheio”… com cuidado, com a faca afiada, mas sem chegar até o fim. Em cada corte coloquei alternadamente lâminas de cebola, de pimentão vermelho e a tal calabresa que já estava cortada em cubinhos milimétricos (nééé Clau?), mas cortá-la em rodelas também serviria numa boa. O lance é só ir colocando delicadamente o recheio, que pode ser uma infinidade de coisas – legumes mil, embutidos, aquele atum raladinho…

Depois, acomodei minhas batatas já gordinhas e recheadas em uma refratária coberta com molho de tomate, tomate cereja, cebola e orégano, pra fazer uma “caminha” para a batata não grudar e depois ainda fornecer um molhinho, que ficará na travessa. Reguei com bastante azeite, moí pimenta do reino e sal em cada uma delas, cobri com papel alumínio e levei ao forno pré-aquecido até que ela estivesse macia – o tempo vai depender do forno, do tamanho da batata, enfim… mas é só você dar uma espetadinha com a faca, se estiver macia, tá pronto.

Tive ainda uma intenção malígna de salpicar parmesão ralado logo depois de tirar o alumínio, só para dar aquela leve douradinha, mas minha fome não permitiu tal firula e eu fui logo atacando a batata daquele jeitinho mesmo. Se a comadre porém resolver reproduzir essa ideia (porque isso nem pode ser considerado receita, né?) em casa, seja menos gulosa do que eu e finalize com o queijo, tá?

Ah! Esse é um delicioso prato único que não carece de praticamente mais nada para acompanhar, mas se a comadre quiser fazer uma saladinha, okey. Agora, bom mesmo vai ser se tiver um bom vinho tinto pra acompanhar… Ah, aí vai ser lindo, garanto :)

***

dica: faça os cortes espaçados – eu comecei com cortes bem próximos (como na foto 1) e depois não consegui rechear sem quebrar a batata.

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

massas Receitas

Espaguete com aspargos, bacon e sálvia (uma receita e duas dicas)

Seguinte, eu acredito no poder confortador de uma massa ligeira e honesta, sempre (além do que, já é pública e notória a minha queda por carboidratos, certo?). Some-se a isso o fato de que, às vezes, o conteúdo da nossa despensa e geladeira parece não fazer nenhum sentido – nenhum tomate, nenhum queijo para ralar, nenhum molho pronto, o alho por um fio (ou um dente), a cebola já meio capenga… enfim, tem dias que a gente sente que só o delivery salva, não tem?

Pois é, mas aí a pessoa vê que tem os aspargos frescos que piscaram pra ela no hortifruti na semana e que precisam de providência urgente, sob pena de irem para o lixo (e quem é doido de perder aspargos frescos, pelamor?)… daí lembra daquele bacon em fatias, remanescente da última festa de barquinhas, e por fim, vê que a sálvia está tinindo na hortinha.

E então a criatura pensa: por que não? E resolve juntar tudo. Simples assim.

O resultado: uma das melhores “massas em tempos de crise” dos últimos tempos.

O modus operandi não poderia ser mais simples… Cubinhos de bacon dourados na frigideira vão para o papel absorvente enquanto descarta-se a gordura que se juntou, deixando um tantinho de nada, somente o suficiente para dar uma suada na cebola picada e no alho (ambos na quantidade que lhe apeteça o paladar). Depois, junta-se os aspargos picados, tempera-se com sal e pimenta moída na hora, as folhinhas de sálvia fresca picadas e deixa até que eles cozinhem ligeiramente (deixar aspargo cozinhar até derreter pode e deve ser considerado pecado). Por fim, na mesma frigideira (bem, a minha é enorme e cabe), é só juntar a massa cozida al dente (nem precisava dizer né?), um tantinho de nada da água do cozimento da massa, trazer de volta os cubos de bacon douradinhos e pronto! Massa delícia vapt-vupt =)

Ah! E, se você for das minhas, daquelas que não pode ver uma embalagem só com um restinho de coisa na geladeira… vale também juntar aquela última colher do cream cheese que estava perdido por lá – no meu caso, funcionou perfeitamente :)

A “receita” está aí… agora, as duas dicas:

1) Ao usar aspargos numa receita, deixe para colocar as pontinhas deles apenas no final do preparo – elas cozinham super rápido e tendem a se desmanchar facilmente, e descarte um pedacinho da outra ponta, que tende a ser mais fibrosa;

2) Uma geladeira vazia pode ser o principal ingrediente de uma receita de sucesso :)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

Receitas sobremesas

Bavaroise de pêssego

A receita veio da nova Coleção União e é perfeita para dias quentes e para quem, assim como eu, não gosta de doces melados. Sobremesa bonita, fácil e, melhor ainda, econômica… quer ver?

Bata 1 e 1/4 xícara de açucar (200gr) com 6 gemas até obter um creme claro e fofo (eu usei batedeira, desculpa aê). Junte 500ml de leite quente e leve ao banho-maria, mexendo sempre, até começar a engrossar. Retire do fogo, acrecente a gelatina sem sabor já hidratada (2 colheres de sopa – cerca de 18gr – hidratadas em 1/4 xícara de água) e 1 colher (café) de essência de baunilha. Adicione 1 caixa de creme de leite gelado (200ml) e cerca de 5 metades de pêssegos em calda picados (drenado, sem a calda). Deixe esfriar, mas sem solidificar, coloque em uma fôrma de buraco molhada com água e leve à geladeira. Desenforme quando estiver firme e decore com os pêssegos restantes.

Para decorar eu usei também esses fios de caramelo, feitos com a boa e velha calda de açucar – basta fazer a calda até ela ficar dourada e fazer com ela o desenho que quiser sob um papel manteiga. É só esperar esfriar e depois usar para decorar bolos, tortas, mousses… não fica lindo? ;)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

pães e biscoitos Receitas

Pãozinho de queijo e tapioca

Dia desses a Lena me convidou para um chá da tarde na casa dela. Mesa posta impecalvemente na varanda, a louça mais linda, flores, os chocolates e os brigadeiros deliciosos que só a Lena sabe fazer, café fresquinho e … esses pãezinhos de tapioca e queijo com os quais, de cara, eu já me atraquei. Gamei, claro. Ô pãozinho gostoso pra acompanhar um café, viu? Deus é mais!

Daí que a Lena, fazendo suas “lenices” de sempre, foi lá na cozinha e me trouxe um pacote da farinha de tapioca, ingrediente principal do pãozinho pelo qual eu tinha me apaixonado. Saí de lá com a ideia da receita que ela me passou durante o café (já que a própria Lena não tem nenhuma medida e faz no olhômetro), o pacote de tapioca debaixo do braço e a determinação de reproduzir em casa aquelas delícias. E assim foi.

No dia que resolvi me aventurar no pãozinho misterioso, passei a mão no telefone e chequei com a Lena mais algumas informações e fui pra cozinha disposta a chegar a uma receita com medidas para passar pra vocês (viram como eu sou moooito boa? rs) – e aqui está ela…

Hidrate 4 xícaras de farinha de tapioca em 2 xícaras de leite morno. Deixe hidratar por uns 40 minutos e, se necessário, coloque mais um tantinho de leite, apenas o suficiente para manter a mistura úmida. O resultado final não deve ser nada muito molhado, ok? Depois de hidratada, junta à tapioca 1 ovo, 2 xícaras de queijo ralado (aqui cabe quase qualquer queijo – eu usei meia cura e parmesão, mas a Lena tb já disse que dá pra usar os suiços e até um pedacinho de algum mais forte, como o roquefort ou gorgonzola – com moderação, claro), tempere com sal (não se esqueça que, a depender do queijo, há que se tomar cuidado com o sal – parmesão por exemplo já é um tantinho salgado) e acrescente 1/2 xícara de polvilho azedo. Bom, eu usei 1/2 xícara, mas fui colocando aos poucos, até chegar na consistência que achei perfeita – não era pra ser uma massa firme, que pudesse ser moldada com a mão, mas também não deveria ser nada muito molenga, pois seria necessário fazer as bolinhas para assar.

Para fazer os pãezinhos eu usei a colher de sorvete, assim, todos ficam com um tamanho parecido e é mais fácil de você dispôr a massa na assadeira. Tá, agora vem uma dica: vocês podem ver que eu usei papel manteiga na assadeira, certo? Não sei porque eu me passei e não untei – resultado: grudou no papel. A Lena usa silpat (que eu até tenho mas que não cabe em nenhuma assadeira minha – rá!) e eu creio que se você não tiver um à disposição, melhor untar a forma pra evitar o que aconteceu comigo, fechado?

Depois de montar os pãezinhos, outro truque: leve a forma ao freezer por uns 15 minutinhos. Pra que? Para que os pãezinhos fiquem firme e a massa não espalhe demais (ó que sabida essa Lena?). Eu segui o conselho da mestra e foi tudo perfeito – a massa não escorreu demais e ficou do tamanho certinho!

Para assar, nada de forno ultra quente! Forno médio pré-aquecido uns 10 minutos e aí é o tempo deles ficarem douradinhos – no meu caso foram 50 minutos em forno médio/baixo.

Ah sim! essas quantidades me renderam 12 pãezinhos.

Para finalizar, uma coisa precisa ser dita. Sabe aqueles casamentos perfeitos da culinária? Então, aqui tem mais um – esse pãozinho quentinho ainda com café fresco? O céu comadre, o céu! :)))

***

Papelzinho do biscoito da sorte (ou pérolas by rainha…hohoho): “nunca tenha medo de fazer uma receita sem… receita! quem não arrisca, não petisca – nesse caso, literalmente!”

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

Receitas sobremesas

Na terça gorda, uma sobremesa magra…

Penso eu que esse doce deve ter feito parte da infância de muita gente por aí – da minha pelo menos ele com certeza fez. Também duvido que alguém ainda não saiba como se faz um Festival de gelatina (sim, esse é o nome na minha terra, mas tem quem chame de Mosaico de gelatina, Gelatina colorida, e por aí vai…), mas em todo caso, vai que você esteve fora nos últimos, sei lá, 30 anos? Rá! Porque, sério, só assim para você nunca ter topado com esse doce por aí :)

Gelatina é aquela coisa né… tem quem ame, tem quem odeie, tem quem ache que ela não fede nem cheira. Bom, eu mesma fico alí num meio termo, não chego a cair de amores, mas acho que no calor é uma boa alternativa pra variar a sobremesa. Além do mais, nesse doce você consegue baixar as calorias se usar os ingredientes light – foi a minha primeira vez com leite condensado light e… quer saber? Curti. Também usei creme de leite light e todos os quatro sabores de gelatina na mesma versão – tudo light portanto na cozinha da rainha =)

Basta fazer 4 pacotinhos de gelatina de sua preferência, tendo em vista que, quanto mais coloridos os sabores, mais bonito ficará seu festival – eu usei maracujá, lichia, maçã verde e cereja. As embalagens mandam usar 500 ml de água em cada pacotinho (250ml de água fervendo e 250ml de água fria), eu costumo baixar essa quantidade para obter uma gelatina bem firme – no total acabo usando uns 300ml de água somente (150 de cada – quente e fria).

Depois que as gelatinas endurecem vem a parte divertida – cortar em quadradinhos todas elas. No liquidificador você coloca o leite condensado, o creme de leite e um pacotinho de gelatina sem sabor, dissolvida conforme instruções na embalagem e bate tudo, até misturar bem.

No final, junte o creme obtido às gelatinas picadas, misture delicadamente e acrescente raspinhas finíssimas de limão. Leve à geladeira até firmar e pronto!

*** Ah sim! Eu juntei também um pinguinho de extrato de baunilha ao creme, uma coisa assim só para dar uma “levantada no astral”, manja? (tks Claude por essa linda expressão!).

Coma seu festival devagar, numa tarde bem calorenta, “caçando” os quadradinhos de gelatina do doce enquanto lembra com carinho da sua infância – foi o que fiz, aliás =)

Ah! Se você preferir um doce bem firme, em ponto de corte, ao invés de 1 pacotinho de gelatina sem sabor, junte 2 à mistura de leite condensado e creme de leite, fechado? Eu prefiro assim, mais cremosinho :)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

arroz & risotos Receitas

Risoto de parma e rúcula

A receita básica de risoto todo mundo já pegou aqui, néam? Então, aqui a finalização fica por conta do presunto parma, usado para forrar o prato em que o risoto foi servido, e das folhas de rúcula, muito frescas e muito verdes, coroando tudo.

Eu ainda terminei a obra de arte com um fio de azeite e pimenta do reino moída na hora, tudo já no momento de “atacar” o prato =)))

Eu adoro parma. E rúcula. E risoto :)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

aves Receitas

Rolê de frango com recheio de cenoura

Eu gosto de frango, mas a parte que menos curto é o peito, que acho sempre meio sem graça. Daí que eu vivo inventando maneiras diferentes para usar os filés – e dá-lhe molhinhos mil, cubinhos temperados e qualquer coisa que saia do lugar comum do grelhadinho básico. Dessa vez eu fui de versão rolê, que é fácil de fazer e aceita mil e uma substituições de recheio. Aqui eu usei cenoura raladinha, bacon (ó o tempo das vacas goooordas ai ó…rs) e uva passa, tudo temperadinho com sal, pimenta, cheiro verde e manjericão, mas poderia ser outra opção de legume + palmito, ou queijos (cottage ou ricota pra ficar nas versões light), embutidos (cubinhos de presunto defumado ficariam ótimos também), milho, azeitona, tomate seco, damasco… ah, tem um bocado de coisa que pode virar recheio desse rolê – o lance é dar uma vasculhada na geladeira e ver o que está dando mole e usar a criatividade.

Depois de feito o recheio, foi só abrir com cuidado os filés, recheá-los, enrolar e fechar com palitos de dente. Depois, sal e pimenta do reino moída na hora e direto para a panela já quente com um fio de azeite até que eles fritassem bem (porque frango anêmico ninguém merece). Cobri com um pouquinho de água, tampei a panela e deixei cozinhar até ficar macio. Já cozidos, tirei todos os palitos e, pra finalizar me deu vontade de colocar umas fatias de pimentão vermelho (que eu tinha pensado em botar no recheio e me passei). Pronto! Foi o tempo de esperar que eles cozinhassem e que o caldinho reduzisse e voilà!

Servi com aquele arroz novo fantástico da Ráris, o 7 grãos integrais, que é simplesmente delicioso e fiquei feliz à beça com a minha variação de filé + arroz. Fazer diferente, comadres – esse é o lance =)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

cozinha rápida Receitas vegetarianos

É pizza, mas é light :)

Minhas pizzas preferidas são sempre as mais simples possíveis e, de preferência, com verduras ou legumes e de massa bem fininha – adoro. Eu passo beeeem longe daquelas quatro, cinco, mil queijos… mas não posso ver uma pizza de abobrinha no cardápio que já fico animada – pena que, raramente, quem está comigo também se entusiasma. Aliás, qual é a má querência do povo com pizza à base de verduras e legumes, han? E porque diabos uma pizza tem que ter 7643 coberturas? Conheço um pessoal (néééé Fábio?) que, tudo que se equilibrar em cima do disco de pizza, tá valendo. Deus é mais!

Bom, mas isso é assunto para debates acalorados e polêmicas fervorosas porque, vocês sabem, pizza para nós paulistanos é assunto seríssimo :) Então, polêmicas à parte, foi com entusiasmo que tempos atrás eu descobri esses discos de “pizza de frigideira”, uma variação digamos “the flash” da pizza que fazemos no forno. Cara, não tem coisa mais prática! Você separa os ingredientes que vai usar, acende o fogo, aquece um pouquinho uma frigideira (nem precisa ser anti-aderente), dispõe seu disquinho, a cobertura, tampa 3 minutos e voilà! Pizza crocante, rápida e que quebra um galhão quando você não está afins de se atracar com o fogão.

Eu uso essa integral da Massa Leve (que aqui se redime daquela massa de panqueca) e no momento meu formato favorito é esse – molho caseiro de tomates frescos (semana passada eu fiz duas panelas imennnsas de molho), uma fina camada de mussarella light, lâminas finíssimas de abobrinha (uso cortador de legumes), tomatinhos sweet, orégano e um fio de azeite extra virgem pra coroar.

Delícia da série comida fresquinha, levinha e dois palitos =)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

molhos Receitas

Molho de tomate ligeiro

Não chega a ser aqueeele molho de tomate que eu gosto de fazer, com toucinho, tomates sem pele e sem semente, apurado horas no fogo….mas ainda assim é bem mais saboroso (e econômico) do que um molho pronto.

Como o tempo era curto, peguei os quilos de tomate para molho que comprei na feira, retirei as sementes, piquei grosseiramente e levei ao liquidificador na posição pulsar, bem rapidinho. Na panela um fio de azeite e alho amassado até dourar levemente. Juntei o tomate batido, um bouquet garni prontinho (que a leitora Silvia me trouxe de Paris, desculpa?), um tantinho de açucar, sal e pimenta calabresa e deixei apurar. Depois de frio, guardei em potinhos esterilizados e tenho usado em várias receitas (na pizza aí de baixo, por exemplo) e até para comer frio com torradas, na hora que bate aquela fominha monstro.

Aproveita que o tomate ficou um pouquinho mais barato (pelo menos por aqui) e se joga no molho caseiro, comadre – aposto que você vai curtir.

(bouquet garni pronto - ideia de gênio)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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