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Dia dos Namorados – Prato principal: Rolê de mignon com espinafre, maçã e curry e purê de abóbora com leite de côco

A receita veio da revista Claudia e, embora eu não tenha seguido-a à risca, mantive todos os ingredientes. A ideia original era para ser feita em formato rocambole, com uma peça de filé mignon aberta como uma manta, recheada e depois fechada com barbante e assada. Só que ao invés de uma peça, eu tinha o mignon já cortado em filés e resolvi usá-los nesse formato mesmo. Sendo assim, ao invés de um rocambole, acabei fazendo rolês menores e essa foi a única diferença para a receita original.

Em uma panela esquente um fio de azeite e coloque 1 maçã gala descascada e cortada em gomos. Tempere com sal e 1 colher de sopa rasa de curry. Deixe cozinhar por 8 minutos ou até que a maçã esteja macia. Em outra panela, leve meio maço de espinafre para aferventar rapidamente – escorra-o, passe por água gelada e reserve.

Agora a montagem. Se optar pelo formato rocambole, abra uma peça de 1 1/2 kg de filés mignon limpo como se fosse uma manta e tempere dos dois lados com sal e pimenta do reino moída na hora. Caso use filés, afine-os com um martelo de cozinha (coloque o filé entre plástico filme e bata delicadamente até que ele fique maior e fininho) e faça o mesmo procedimento para o tempero: sal e pimenta do reino.
Por cima da carne, espalhe as folhas de espinafre e por cima disponha os gomos de maçã. Amarre com um barbante (ou com palitos, no caso dos filés), jogue por cima um pouco de alecrim e leve ao forno médio pré-aquecido em fôrma antiaderente por 20 minutos. De vez em quando, regue a carne com o caldo que vai se formar na assadeira.
Antes de levar ao forno eu passei os rolês pela frigideira bem quente para selar a carne, e só então levei ao forno.
Tire do forno, corte em fatias e sirva. Eu ainda aproveitei o molho da assadeira e coloquei um pouco dele por cima da carne, já no prato.

Para acompanhar, cozinhei pedaços de abóbora e fiz um purê. Em uma panela esquentei um pouco de azeite, um pouco de cebola ralada, acrescentei o purê e finalizei com leite de côco, até a consistência desejada.

O resultado foi um prato leve e super harmonioso – o azedinho da maçã com o curry, a maciez da carne e o ligeiro doce do purê casaram perfeitamente. Super recomendo :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

pães e biscoitos Receitas

Pãezinhos de ricota

Ao contrário de muitas pessoas, minha idéia de relaxar passa invariavelmente pela minha cozinha. É lá onde eu crio, invento, falo sozinha, canto e relaxo quando faço meus pratos.
Hoje, a idéia era testar uma nova receita para o lanche da tarde (férias calóricas? onde?) e depois de folhear livros e cadernos, encontrei essa receita fácil de Pãezinhos de Ricota. Eu fiz meia receita e aumentei o tamanho do pão, o que me rendeu 8 pães pequenos mas passo a seguir a receita original que rende 32 mini pãezinhos (que devem ser bem pequenos mesmo).

Para a massa:
2 tabletes de fermento biológico (30g)
1 xícara (chá) de leite morno
1 colher sobremesa de sal
1 colher de chá de açucar
3 xícaras de farinha de trigo.


A massa segue o padrão básico – desmanchar o fermento no leite morno, juntar o açucar, misturar bem, juntar o sal , a farinha de trigo e sovar bem a massa, que deve descansar até dobrar de tamanho. Depois, divide-se a massa já crescida em 4 partes iguais, de cada parte se abre um círculo (tipo pizza) com um rolo e de cada círculo faz-se 8 triângulos. O recheio então é colocado na base do triângulo (lado mais largo) e enrolado, como um croissant. Depois é só pincelar com uma gema e polvilhar o gergelim.

Para o recheio a receita pede: 1 envelope de caldo de galinha (eu usei tablete mesmo), 2 colheres de sopa de leite quente, 250g de ricota, 2 gemas, 3 colheres sopa de azeitonas picadas, 1 colher (sopa) de salsa picada, gergelim para polvilhar.
O caldo de galinha é dissolvido no leite e depois é só juntar os demais ingredientes (o gergelim não né comadre?) até formar uma pasta homogênea.

Tão bom que eu deveria ter feito a receita toda porque … oito pãezinhos não deram nem para o cheiro. Hohoho.

***

Mais uns pontinhos aí no meu saldo calórico de férias, faz favor.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

de festa Receitas sobremesas

Brigadeiro “de adulto” e de colher

É de adulto porque além dos ingredientes tradicionais esse também leva chocolate amargo (usei um 70%) e licor de cacau. Isso faz com que não fique tão doce quanto o original, o que também não faz o doce ser desprezado pelas crianças não! O Biel por exemplo, adorou :)
A proporção é teu paladar que manda – é só misturar chocolate em pó comum e amargo de acordo com teu gosto.

É de colher porque você faz e já dispõe em colherzinhas de acrílico ao invés dos manjados copinhos (sério, pra mim deu) – perfeitos pra comer de uma bocada só.

E você ainda serve com uma gracinha onde a pessoa poderá “empanar” o brigadeiro – pode ser granulado de chocolate amargo, colorido, côco ralado, castanhas moídas. Aqui eu usei xerém de castanha de caju e foi sucesso absoluto.

A ideia eu pesquei lá na Cozinha da Matilde, depois de devorar umas três ou quatro colheradas do brigadeiro da Letícia, que estava delícia também :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

aves molhos Receitas

Filet de frango com molho de iogurte e wasabi

Mais uma invenção da série Ivente, Tente, Faça um Filet de Frango Diferente. Dessa vez dourei o filet com alho e cebola e quando eles já estavam na cor ideal (já disse que odeio frango branquelo né? ok) retirei e na mesma panela coloquei wasabi e um copo de iogurte natural. Desliguei, acertei o sal e finito.
Franguinho gostoso e ligeiro. Assim que eu gosto :)

Para acompanhar eu fui de abobrinha e quinoa, que eu cozinhei com cebola e caldo de legumes.

bolos e tortas doces Receitas sobremesas

Dia dos Namorados – Sobremesa: Brownie com nozes

Chocolate em Dia dos Namorados é clichê né? Ok, eu sei, mas… pôxa, chocolate tem cara de Dia dos Namorados, vai. E, também… quem disse que a gente não pode ser clichê? Eu posso. Ponto =)

A receita veio da Claudia (perceberam que eu literalmente comi a Claudia de maio né?) e o original era brownie com macadâmia, mas… quem, como eu, não tem macadâmias, pode ir de nozes que não tem erro.

Primeiro, forre uma assadeira de 21 x 31 cm com papel manteiga e unte-o com manteiga. Em uma panela leve 240gr de chocolate meio amargo em pedaços para derreter junto com 2/3 xícara de manteiga (eu fiz uma mistureba dos diabos e usei três tipos de chocolate que eu tinha em casa – todos amargos, porque eu meio que peguei birra de chocolate ao leite mesmo). Mexa até derreter e transfira para uma travessa onde você deverá juntar 4 ovos ligeiramente batidos. Mexa com um fouet para misturar e, ainda sem parar de bater, acrescente aos poucos 1/2 xícara de creme de leite, 1 colher (chá) de essência de baunilha, 1 1/2 xícara de açucar de confeiteiro e 1 xícara de farinha de trigo. Mexa bem até ficar uma massa homogênea. Junte 1 xícara de nozes grosseiramente picadas (ou macadâmia, como no original), mexa, despeje na assadeira forrada e leve ao forno moderado (160ºC), preaquecido, por 25 minutos ou até a superfície ficar crocante. Deixe esfriar, desenforme sobre uma grade e corte em quadradinhos. Rende 24 pedaços.

Sugestões para servir:

1. Faça uma cobertura derretendo chocolate meio amargo com creme de leite e licor de chocolate. É só colocar por cima dos pedaços e enfeitar com as nozes.

2. Para uma versão mais tchap-tchura no Dia dos Namorados, pique o brownie em pedacinhos pequenos, disponha parte desses pedaços numa taça de martini (ou taça comum), coloque sorvete de creme, mais brownie picado, mais sorvete e finalize com um pouquinho de canela em pó ou até com uma farofinha de nozes moídas.

3. Vale também o clássico: brownie + 1 bola de sorvete de sua preferência – com aquele menta com choc chip da La Basque por exemplo, fica coisa de Deus, viu?

Para fazer esse brownie o tempo total é de 40 minutos, incluindo o tempo de forno, mas se você quiser fazer um dia antes, tudo bem. Apenas guarde-o depois de frio em um recipiente bem fechado e na hora de servir dê uma leve aquecida no microondas – coisa de, sei lá, uns 15 segundos.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

Receitas

Dia dos namorados – Drink: Martini de chocolate com pimenta

Drink é uma coisa chique, né? Adoooro. E taça de martini então? Tem coisa mais glam?
Então, junte a isso o chocolate e … pimba! Um drink estiloso, gostoso, fácil e com cara de Dia dos Namorados (olha o clichê aí de novo!)

A receita veio do site All Recipes e a única coisa que fiz foi acrescentar uma pitadinha de pimenta do reino moída, só para… como diria o Claude Troisgros, “levantar o astrrrral”.

Em uma coqueteleira coloque 115ml de licor de chocolate (usei de cacau), 85ml de vodka e pedras de gelo. Agite bastante e coe em uma taça de martini com as bordas passadas em raspas de chocolate. Enfeite com mais raspinhas e moa um tico de pimenta do reino.

Tim tim!!! E um dia muito feliz para você que tem namorado, para você que vive enamorado e até para você, que atualmente namora somente a si mesmo! Pois, como diria o nosso eterno Robertão… o bom é ser feliz, e mais nada! ;)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

arroz & risotos Receitas

Arroz marroquino

Depois da China é a vez do Marrocos, que comparece à minha cozinha com este arroz aromático servido como prato único pois leva frango e carne moída.

Para começar o peito de frango é cozido (primeiro aquela fritada para o frango não ficar branquelo certo?) com os temperos que você preferir – eu uso cebola, alho, caldo de legumes, sal e pimenta) acrescentando-se uma canela em pau. Depois de cozido, corta-se em cubos ou pedaços grandes e reserva (os pedaços de frango e o caldo do cozimento).
Numa panela, alho dourado na manteiga com cebola e patinho moído. Quando estiver bem refogado junte o arroz já lavado e escorrido (deixe secar bem) e deixe fritar mais um pouco. Acerte o sal, junte canela em pó (cuidado pra não exagerar comadre), folhinhas de hortelã “rasgadas” (tá ligada que hortelã fica mais saboroso não for cortado com lâmina né?) a água lá do cozimento do frango e cozinhe normalmente.

Depois de pronto o arroz vai para o prato com os pedaços de frango por cima salpicado com amêndoas sem pele, cortadas em lâminas e levemente torradas na manteiga (ou pinole ou castanha de cajú, o que tiver por aí).

Feriadão de cozinha internacional no Solar dos Zanelati :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

carnes Receitas

Picadinho à moda Habanera*

Mais um prato que reforça minha adoração pela comida cubana. Por seus temperos, suas misturas, seus cheiros, sua forte influência espanhola (a comida crioula) e, por que não, sua certa semelhança com a nossa, também muy rica, comida brasileira, inclusive em muitos ingredientes-base.
Enfim, vem de longe minha paixão pelas carnes e temperos de Cuba e esse picadinho – de receita retirada (e um pouco modificada*) da coleção de comidas de diversos países – prova mais uma vez que é na simplicidade que moram todas as delícias, desse e de outros cantos do mundo.

Para seguir a receita como se pede…

Doure bastante cebola e alho picados finos em azeite extra virgem. Depois, acrescente pimentões verdes também picados finos (a receita pede 2 pimentões verdes – eu usei um verde e um vermelho picados não tão finos para garantir um colorido) e salteie alguns minutos. Acrescente 900gr de carne de porco moída (eis aqui minha maior alteração – eu usei o bom e velho patinho e bacon em pedaços) e refogue bem. Quando tudo estiver bem refogado, junte 4 tomates maduros sem pele e sem sementes e 100 gr de tomate triturado (nem preciso dizer que eu usei polpa de tomate de caixinha né?), mexa e deixe cozinhar até o tomate desmanchar.
Em seguida junte 70g de uva passa (eu usei a branca e a preta e uma quantidade maior), azeitonas sem caroço picadas, cominho (a receita pede uma colher de café, eu devo ter usado mais porque gosto do sabor acentuado do cominho), orégano, 150 ml de vinho branco seco, pimenta do reino (eu botei pimenta dedo-de-moça picadinha, lá junto com os pimentões). De resto, é deixar o álcool evaporar e a carne cozinhar até quase secar. Acerte o sal e tá pronto!

Perfeito para variar o cardápio do dia-a-dia. Sirva com arroz branco e espere os elogios :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

acompanhamentos entradas e petiscos Receitas

Casa da gente + amigos queridos + comidinhas + vinhos = programa delícia

Os preços exorbitantes praticados pelos bons restaurantes, o stress de se locomover numa cidade como São Paulo, as longas esperas por mesas e até mesmo a falta de segurança para ficar transitando fazem com que o programa em casa, desses de reunir os amigos, falar muita bobagem, comer boa comida e beber “um pouquinho” seja o melhor programa ultimamente. Eu particularmente adoro. Junto o prazer de cozinhar ao de receber os amigos em casa e tenho diversão mais que garantida.

E foi um programa desses que rolou lá em casa na última sexta.

Pra começar, a petisqueira aí de cima cheinha de delícias…azeitonas chilenas, champignons, antepasto de beringela, bolinhas de manteiga (para comer com o pão de ervas que a essa altura estava assando lá no forno e chegou quentinho à mesa no momento em que os amigos chegaram) e espetinhos de tomate-cereja.

Tomatinhos cereja cortados ao meio, temperados com vinagre balsâmico, azeite e sal com cream chese e manjericão (fica mais gostoso ainda se substituir o cream cheese por gorgonzola ou camembert – eu não tinha nenhum dos dois e usei o que tinha na minha geladeira)

De sobremesa, mousse francesa de chocolate.

O prato principal – risoto de tomate seco e rúcula – não chegou a ser fotografado porque quando eu lembrei da câmera, já era, no more risoto :)

Pra beber, garrafas e garrafas e garrafas de vinho…

Atenção especial para o Rendeiras Syrah 2004, produzido pela ViniBrasil no Vale do Rio São Francisco que, pelo preço (algo em torno de 20 mangos), tem uma relação custo-benefício muito boa – honesto e saboroso.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

arroz & risotos Receitas

Risoto de calabresa e tomatinho (passo-a-passo para risotos)

Eu ainda estou em dívida com as receitas do jantar da Perdigão (sim, sim, mea culpa), mas isso não quer dizer que eu tenha esquecido do prometido passo-a-passo do risoto.

Faby promete, Faby cumpre! Aqui está ele. Até o passo 12, a receita vale para qualquer tipo de risoto, ok?

Vamos lá… para o risoto de calabresa e tomatinho

1. Antes de qualquer coisa prepare um bom caldo de sua preferência. Vale carne, frango, peixe, legumes… lembre-se apenas de combinar com o sabor do risoto – ex: se você estiver fazendo um risoto de frutos do mar, tanto melhor se tiver um bom caldo de peixe; se for um risoto de aspargos, um caldo de legumes vem bem a calhar.

Vale caldo de tablete (e os puristas se descabelam nessa hora!), que eu sei que não é todo dia que tem caldo bom no freezer, mas se for utilizá-los, lembre-se que geralmente eles são salgados, então… muita calma com o sal ou com os demais ingredientes que você for utilizar (ex: alcaparras, bacon, parmesão… tudo isso já é de certo modo salgado).

Deixe o caldo aquecido no fogo mínimo e faça uma boa quantidade (no mínimo, 1 1/2 litro).

2. Em uma panela esquente metade da manteiga (ou um fio de azeite, que foi o que usei aqui);

3. Acrescente a cebola, preferencialmente ralada (eu às vezes sucumbo à preguiça e vou de cubos mesmo, mas você pode e deve ralar a cebola, pois o resultado é melhor);

4. Espere a cebola murchar (não é para dourar!) e acrescente o arroz arbóreo o carnaroli;

5. Frite um pouco o arroz e acrescente o vinho (vale branco, tinto e até espumante);

6. Misture bem para incorporar;

7. Espere até que todo o vinho tenha evaporado e …

8. Comece a acrescentar o caldo, aos poucos…

9. 1 ou 2 conchas de cada vez;

10. Continue mexendo até que o caldo seja quase que todo absorvido;

11. Repita essa operação…

12. … tantas vezes quanto for necessário até que o arroz esteja quase no ponto.

“Quase no ponto” vale para quando você ainda tiver que acrescentar algum ingrediente que não precise um tempo grande de cozimento, como era o caso aqui da linguiça (que jé é cozida e defumada) e do tomate (que eu não queria totalmente desmanchado).

Esse tempo é você quem calcula em função dos ingredientes escolhidos para o risoto – se eles necessitarem de mais tempo de cozimento, acrescente-os um pouco antes; se forem folhas por exemplo, deixe apenas para o final.

13. Acrescente a calabresa picadinha;

14. Mexa e incorpore tudo muito bem;

15. Corte ao meio os tomatinhos sweet

Se for utilizar tomate, certifique-se que eles não estejam ácidos. Eu prefiro os do tipo sweet pois são, como o próprio nome diz, docinhos. Se for usar tomate comum, fique à vontade para retirar peles e sementes e deixá-los em cubos não muito pequenos (a ideia é que eles apareçam e não que sumam e transformem-se em “molho” apenas)

16. Mexa e incorpore de novo os ingredientes;

17. Neste momento seu arroz já deve estar no ponto correto – al dente* – e assim que a última concha de caldo esteja quase que totalmente absorvida é hora de desligar o fogo, acrescentar o restante da manteiga…

*mas, afinal, que diabos é al dente?
Al dente comadre, é quando o alimento está cozido, mas ainda firme. No caso do arroz, ele estará macio mas não completamente desmanchando (a internacionalmente famosa “papa”). Para verificar o ponto, aperte com os dedos um grãozinho do arroz – ele deverá oferecer certa resistência no meio, mas não pode estar cru (com aquele ponto branco ainda).

18. … e finalizar com a salsinha (ou outra erva de sua preferência – manjericão por exemplo casaria muito bem aqui).

Bom, eu preferi usar o parmesão já no prato, em forma de lascas, mas ele pode entrar ralado na receita também na finalização. Neste caso, junte o parmesão e mexa bem para que ele se incorpore ao risoto. Depois, você ainda pode deixar um pouco de parmesão ralado na mesa, para que as pessoas se sirvam de acordo com a preferência de cada um.

Ah! Deixe para acertar o sal e a pimenta no finalzinho, não esquecendo que às vezes a manteiga e o parmesão, que são colocados no final, já agregam sal. Eu gosto de moer pimenta do reino na hora, no prato, mas aí é a gosto do freguês :)

Aqui, as medidas básicas para 4 porções

. 100 g de manteiga
. 1 cebola grande bem picada (ou ralada)
. 2 xícaras (chá) ou 400 g de arroz italiano para risoto (carnaroli ou arbóreo)
. 100 ml de vinho branco seco
. 1½ l de caldo
. Sal e pimenta-do-reino à gosto

Ufa! Acho que agora foi, hein?! :)))

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

aves molhos Receitas

Frango em crosta de gergelim (com honey mustard e molho de hortelã)

Continuando a luta (inglória) de comer peito de frango sem cara de peito de frango, eis minha invenção de hoje – iscas de filé de frango com crosta de gergelim. Como comida seca não é o meu forte, para mergulhar as isquinhas providenciei dois molhinhos – o honey mustard (que hoje eu fiz diferente) e um molho de hortelã.

O filé foi cortado em tiras e temperado com shoyu, alho amassado e sal (pouco, porque o shoyu já é salgado né?). Para pegar o tempero é bom deixar as iscas descansarem nesse tempero pelo menos meia hora.
Depois o lance é passar o frango no ovo batido (ou só clara, se preferir) e jogar por cima gergelim.
Então você unta uma forma com um pouco de azeite e coloca as iscas em forno pré-aquecido, virando na metade para dourar os dois lados. Se o colesterol permitir, pode fritar em óleo bem quente também. Que os patrulheiros da alimentação saudável não me leiam mas, cá entre nós, frito fica mais gostoso :)

Para os molhos…

No honey mustard eu usei:

1 colher mostarda – não tinha dijon e foi comum mesmo
1 colher maionese
2 colheres de mel (eu gosto com o doce predominando)
azeite
um tantinho de vinagre branco
molho inglês
suco de uma banda da laranja
sal e pimenta branca

Fiz com a parte batuta do meu processador – primeiro a mostarda, o suco, a maionese e o vinagre… depois, o azeite aos poucos até ir ficando homogêneo… em seguida o mel e o molho inglês. No final acertei o tempero com sal e pimenta.

No molho de hortelã:
um punhado de hortelã
1 colher suco de limão
1/2 xícara de cream cheese (melhor se fosse iogurte, mas eu não tinha – creme de leite ou nata também combinam)
queijo cottage
azeite
sal e açucar

Usei o processador, mas o liquidificador resolve. Tudo lá, menos o azeite, que é pra ir colocando aos poucos. No final temperei com sal e uma pitada de açúcar pra quebrar um pouco o “azedinho” do molho.

Para acompanhar as iscas fui de saladinha de agrião com croutons de ervas que eu fiz com as “bundinhas” do pão de forma integral (aquelas que sempre sobram no pacote de pão e são renegadas por todos), passadas na frigideira com azeite, orégano, tomilho e alecrim frescos e sal.

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