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Barquinhas

Sugestão batuta para receber os amigos são essas barquetas, cuja receita eu herdei da família do meu marido, que tem tradição no preparo do quitute e faz a receita desde que meu marido era criança.
À primeira vista vai parecer uma imitação barata da baked potato, algo assim como a prima pobre, manja? Mas o lance das barquinhas é esse mesmo – ser parecido mas muito diferente e, apesar de parecer meio rústica surpreende pelo contraste do crocante do pão com a cremosidade do recheio.
Além de ser feita com pão francês, o que vai facilitar bastante o preparo, ela leva batata mas em forma de purê e a versatilidade fica por conta as coberturas, que podem ser muitas e as mais variadas.

Para começar a fazer suas barquinhas…

1. Cada pão francês rende 2 barquinhas (uma em cada banda). Então, calcule a quantidade que você fará, parta os pãos, tire o miolo, coloque numa assadeira e leve ao forno para uma leve dourada. Reserve.

2. Pegue uma embalagem (varia conforma a quantidade) de bacon em fatias e leve ao microondas ou pique e leve ao fogo para secar e deixar crocante. Reserve.

3. Faça um purê de batatas. A quantidade vai variar de acordo com a quantidade de barquinhas que você vai preparar – hoje e preparei 5 pães, ou seja, 10 barquinhas e fiz um purê com 3 batatas de pequenas para médias. De diferente, apenas a adição de mostarda em pó à receita normal de purê (com leite, margarina e sal). No final, acrescente queijo prato ralado e incorpore.

4. Agora recheie as bandas dos pães com o purê, cubra com mais queijo prato ralado, salpique o bacon e volte para a assadeira.
Até a parte do purê é igual para todas as barquinhas, mas a cobertura pode variar de acordo com o seu gosto. As que eu fiz hoje foram: queijo prato/bacon – provolone/bacon – cheddar/bacon – 3 queijos – champignon com alcaparras.
(se você quiser algo mais chiquetê pode ir de gruyere, emmenthal, presunto parma, tomate seco…)

5. Leve de volta ao forno quente para derreter os queijos e sirva quente, para comer com a mão mesmo (mas providencie guardanapos né? rs). Fica crocante por fora e com recheio cremoso…yummy!
Se os pães forem pequenos, reforce a quantidade, pois geralmente as bichinhas agradam muito e saem rapidinho feito pão quente (ué, e não são mesmo?).

Dica: Você pode deixar as barquinhas já prontas, arrumadas em assadeiras e colocá-las no forno para o último estágio, apenas na hora de servir. Aqui em casa já fiz 60 barquinhas para uma noitada com os amigos. Deixei todas as assadeiras arrumadas, e fui assando em fornadas, assim todo mundo comia as barquinhas sempre quentinhas.
* com uma cervejinha fica muito bom – e com vinho também. E a turma abstêmia pode ir de refri ou suco… vai saber né? Tem doido pra tudo nesse mundo…hohoho.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Salmão com limão siciliano e alecrim

Porque tem dias que tudo que você quer é chegar em casa, botar o seu rico filé de salmão temperado com flor de sal, alho amassado, molho inglês, coberto com limão siciliano e alecrim, embrulhadinho no papel alumínio no forno, abrir sua skol, fazer uma saladinha de almeirão e constatar que comer uma comidinha fresca e gostosa ainda é a melhor terapia para relaxar depois de um dia de cão :)

Eis o salmão a caminho do forninho elétrico (sim, porque a gente não quer só comida…a gente também quer que seja rápido… principalmente se você não tiver almoçado).

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Penne rosé com salmão

E quem é doido de deixar a ponta do rico filé de salmão sobrando na geladeira? Eu hein!

Ele é cortado em pedaços grandes, temperado com sal e pimenta branca, dourado no azeite e reservado. Enquanto isso o penne grano duro cozinha do modo que todo mundo já sabe né?
Na mesma panela que dourou o salmão, cebola e alho dourados no azeite, um pouquinho de farinha de trigo nessa mistura…mexe, mexe… acrescenta meio tabletinho de caldo de camarão dissolvido em água (é isso que deixa o molhinho rosé, sacou?)… mexe, mexe, espera reduzir, coloca creme de leite, acerta sal e pimenta branca. Monta o prato com o penne que nessa altura já cozinhou, o molho branco e os pedaços de salmão.
Por cima, tomilho fresquíssimo e cheirosíssimo.

Voilá!

Sirva com vinho branco geladinho ou, se for da minha turma, uma Original estupidamente gelada também vai muito, muito, bem.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

pratos únicos Receitas

Cambuci com recheio de carne e nozes

De sabor mais suave que o pimentão (na minha opinião), a pimentinha cambuci fica ótima assim, recheada.
Hoje meu recheio era patinho moído temperado com pimenta síria e sal, com cebola, azeitona verde e nozes picadas. Tudo bem misturadinho, vai para dentro das pimentinhas de onde já se tirou delicadamente a parte do cabinho e as sementes de dentro (melhor usar uma colherzinha de café para esse trabalho).

À parte, preparei um bom molho de tomate com uma peça de lombo de bacon que eu tinha na geladeira, a qual eu piquei em pedaços grandes, deixe dourar um pouco, acrescentei bastante cebola, alho, vinho tinto, pimenta calabresa e deixei apurar.

Para levar ao forno, basta forrar um refratário com o molho, dispôr as pimentas recheadas, salpicar parmesão ralado, cobrir com papel alumínio e levar ao forno até a pimenta ficar macia. Depois, é hora de tirar o alumínio, colocar mais parmesão ralado (se for o caso) e deixar dourar um pouco.

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Batatinhas em vinagrete de ervas

Eu adoro batata bolinha, mas ultimamente devido à dificuldade para encontrar das pequenininhas – minhas preferidas – acabei comprando essas um pouco maiores, que não ficam tão boas para conserva mas que servem bem se a idéia for prepará-las com vinagrete, para aquela beliscadinha básica antes do almoço.

Para a vinagrete eu fiz uma mistura de ervas – manjerona, alecrim, tomilho, orégano, salsa e ciboulette, coloquei cebola picada e temperei com vinagre branco, um pouco do balsâmico, azeite, sal e pimenta rosa.
Meu único problema com vinagrete é que eu não curto a acidez excessiva do vinagre, por isso meu truque para equilibrar o sabor é colocar uma colher de mel, mas açucar também serve.

Boa pra comer “pescando”… e com uma cervejinha gelada… ô pecado.

Update:

Atendendo as dúvidas das rainhas…
. A batata bolinha é vendida em supermercados comuns mesmo. Geralmente já são encontradas em embalagens de 1 ou 2 kg. São pequenas e redondinhas.

. Para fazer a receita que eu postei aqui, basta lavar bem as batatinhas (com casca e tudo), de preferência passando uma escovinha para tirar bem a sujeira e cozinhá-las em água, sal e um pouquinho de vinagre branco até que fiquem macias. Não pode cozinhar demais comadres! Senão a batata abre e não fica firme ok?

. Pode guardar em vidro na geladeira sim. Nesse caso é bom acrescentar um pouco de óleo na vinagrete e caprichar no vinagre. Para guardar use um vidro esterilizado e deixe-o bem fechado na geladeira.

. Se for guardar assim, é preciso deixar que a batata esfrie completamente antes de colocá-la no vidro, vocês sabem né? ;-)

. Se pode usar tomate? Se a intenção for fazer para comer no mesmo dia, sim. Se for para fazer em conserva, não. O tomate depois de temperado fica “nhonho”…hohoho.

***

Meninas, mais uma coisinha… deixem se der tímidas! Perguntar aqui nos comentários não tem problema nenhum viuuuuuuu? ;-) E tenham em mente uma coisa – a sua dúvida pode ser a de outra também. Por isso os comentários aqui nesse blog são a coisa mais rica, porque é como se você estivesse na cozinha de suas amigas, tirando suas dúvidas, batendo papo e trocando experiências.
Ok beibes? ;-)

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Arroz com lentilhas e cebolas douradas

A receita original desse prato árabe é (pra variar) um pouco diferente do que eu faço, mas garanto que o resultado é tão bom quanto. As diferenças estão no acréscimo de bacon que eu uso e a maior talvez esteja na finalização com as cebolas, que na receita original são bem torradinhas e na minha versão ganham um toque de mel e um dourado mais suave.

Para começar é bom escolher e lavar as lentilhas. Deixar de molho uma meia horinha também ajuda.
Numa panela eu coloco azeite, bacon picado (só a parte do lombo, sem a gordura) e douro bastante alho, também picado. Quando ele está bem moreno, acrescento a lentilha, frito mais um pouco e coloco o arroz já lavado e escorrido e aí sim, frito bem (não tem jeito – arroz pra mim tem que ser beeeem soltinho). Tempero com sal e uma pitadinha de pimenta síria, meio tablete de caldo de carne (ou galinha), coloco a água e deixo cozinhar.

Para finalizar, na montagem do prato eu coloco as cebolas douradas no mel. Para fazê-las, eu corto rodelas de cebola e douro no azeite ou óleo comum (girassol né? porque eu não uso o de soja há anos comadre). Quando elas estão começando a dourar, boto uma pitada de sal, um pouco de mel e deixo caramelar.

E está pronta mais uma variação bacana para quem, como eu, é fanático por arroz :)

***
Alguns conhecem esse prato pelo nome de Mjadara, mas sinceramente eu não sei dizer se trata-se da mesma coisa.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Mix de cogumelos

Uma criação na culinária geralmente funciona assim, você pega uma referência aqui, junta um truquezinho alí, cata uma coisinha de uma receita dalí e pimba! de repente você tem uma criação, um prato novo que tem a sua cara, o seu jeitim, as adaptações que você julgou por bem fazer, enfim.

E foi assim que nasceu, e que eu agora batizo de Mix de Cogumelos. A inspiração veio da receita da Zel, que faz o que ela batizou de sarapatel vegetariano (quando o assunto é nome de receitas, o céu é o limite comadre) e cuja receita já está aqui no Rainhas (já sabe né? é só buscar alí na direita). Pois bem, o meu e o dela são parecidos, tratam-se na verdade de um antepasto à base de cogumelos.
Como toda receita sofre uma variação de acordo com a cozinheira, o meu teve alguns ingedientes modificados, outros incluídos e o resultado é esse aí, um antepasto com a cara da Faby.
E qual é a cara da Faby? A cara da Faby é começar fazendo uma receita e terminar com outra completamente diferente… hohoho. Com certeza essa é a cara da Faby :-)

Pois bem, cabe-me agora explicar direitinho como foi o nascimento desse mix, certo? Então vá lá…

Eu usei os cogumelos que tinha por aqui – paris, shiitake e portobello, mas você pode acrescentar outros, como shimeji por exemplo. Depois de limpos, cortei-os em lâminas e tiras e reservei.
Numa frigideira bem larga (lembra que eu expliquei isso na receita do fetuccine né?) forrei com azeite e coloquei uma cebola cortada em tirinhas e três dentes de alho. Esperei murchar (não dourar) e acrescentei o cogumelo paris. Quando deu uma reduzida, botei um caldo de legumes e adicionei os outros cogumelos. Nessa hora começa a soltar uma água – esperei secar um pouco e botei bastante shoyu, manjericão e alecrim secos, pimenta calabresa (pouca) e gengibre ralado (muito). Deixei cozinhar um pouco e reduzir e nesse momento coloquei um tantinho de sakê. Depois, esperei secar quase que completamente, desliguei o fogo, acertei o sal e acrescentei uma colher de manteiga (sem sal).

Pronto! Assim nasceu o mix de cogumelos, que agora vai ficar guardado num vidrinho na geladeira e de lá sairá um pouco antes de ser servido – regado com mais azeite e acompanhado de pão italiano honestíssimo ou torradinhas. Mas, ao meu bel prazer eu também posso decidir colocá-lo num espaguete, num penne…enfim.
Quer dizer… o marido tá lá, comendo o mix puro, com garfo. Sei não, mas tenho a impressão de que não vai sobrar nada para pão nenhum :-)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Honey mustard

Uma “leitora especial” me pediu uma receita de molho de mostarda e mel (também conhecido como honey mustard) pra acompanhar assados e para usar como molho no fondue de carne. Então lá vai…

Primeiro é preciso dizer que eu nunca na vida fiz um molho sequer seguindo uma receita, com ingredientes em quantidades certinhas, por isso é praticamente impossível que eu passe com 100% certeza a quantidade exata que eu uso.

Também é bom salientar (embora seja óbvio) que todos esses molhos, como toda receita, devem ser feitos de acordo com o paladar de cada um, porque veja bem… eu adoro pimenta e todo mundo aqui está careca de saber que eu mando ver nas ardidinhas em praticamente tudo que sai da minha cozinha. Daí você vai me perguntar: “dá pra colocar pimenta no honey mustard?”. Dá comadre, ô se dá! Eu particularmente sou fã de receitas que mesclam o ardido com o doce, mas efetivamente na receita original não vai pimenta.

Então, no meu Honey Mustard vai: vinagre branco, molho inglês, azeite extra virgem, sal, pimenta branca moída, mostarda tipo Dijon (alguns dizem mostarda francesa) e mel.
Agora, como funciona a quantidade de cada um?
Pois é, não faço idéia…hohoho… mas, para dar alguma luz para vocês, posso dizer que para cada colher de mostarda você pode colocar 1/2 de mel. Claro que isso não é regra e pode variar – há quem goste mais docinho, há quem prefira o mel mais dicreto, enfim. Os outros ingredientes fazem as vezes de tempero e são usados como tal – a gosto.

Para fazer, você pode bater tudo no liquidificador e ir acrescentando o azeite em fio aos poucos. Também pode fazer na mão, usando um batedor para misturar e, do mesmo modo, acrescentando o azeite aos poucos. Se quiser incrementar (eu gosto!) pode botar: mostarda em grãos/gengibre ralado/gergelim/mostarda escura no lugar da Dijon/pimenta do reino/alho amassado/cebola ralada/salsinha/cebolinha e até (e porque não?) nata ou creme de leite para deixar mais suave.

Não importa muito como você faz, mas o fato é que o honey mustard vai muitíssimo bem acompanhando assados (carne de porco em especial), franguinhos empanados, fazendo papel de patê (nesse caso a base pode ser o mesmo creme de leite) e onde mais tua criatividade permitir – ou não :-)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

acompanhamentos entradas e petiscos Receitas

Pepinos agridoces

Para acompanhar o churrasco, a carne assada, eu gosto muito desse pepino agridoce. É fácil de fazer e aqui em casa ele é sucesso absoluto. Eu (pra variar) faço a receita toda no olhômetro, mas como eu sou uma alma boa, fui buscar lá no meu caderninho a receita original, com medidinhas certinhas pra você fazer e…“não dar nenhum pepino” (okey, o trocadilho foi infame mas eu não resisti…hohoho).
Olha que facilididade…

Corte 1/2 kg de pepino japonês com casca e tudo em rodelas muuuito finas (eu uso o descascador de legumes pra fazer rodelinhas finérrrimas, mas eu sou louca então me dê um desconto…rs) Coloque num vidro e acrescente 1 xícara de açucar, 1/2 xícara de vinagre branco, 1 colher de chá de sal e 1 colher de chá de sementes de mostarda (eu gosto bastante e uso bem mais).

O melhor é fazer de um dia para o outro. No vidro vai juntar bastante água que você, se quiser, pode escorrer na hora que for servir.
No que eu fiz ontem eu também usei gergelim (porque me deu vontade), mas só a semente de mostarda já tá de muito boua.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

Receitas sanduiches

Croque Monsieur

Semana passada o Claude Troigros ensinou a fazer Croque Monsieur, o clássico lanche parisiense. Sendo ele um legítimo francês, vindo de uma família com a mais forte tradição culinária, quem mais poderia passar essa receita com tanta propriedade?
Pois bem, enquanto eu assistia o programa (que eu não perco), meu marido era só yummy do meu lado. Realmente a finalização do prato, com o efeito do gruyere gratinado é de fazer qualquer um babar.

E é assim – se fez os olhinhos do meu amado brilharem, lá estou eu, disposta a sair do regime (cof, cof, cof, qual?) para fazer a receitinha francesa para fechar com chave de ouro esse dia úmido e frio em São Paulo.
Para acompanhar, um tinto português muito saboroso que fez a chama do meu amor pelo vinho reacender (viu Clau?).

A receita completa você encontra no site do programa Menu & Confiança no GNT (link aí do lado), mas já vou logo avisando que coisa mais fácil não há. Um bechamel honesto, fatias de pão de forma, gruyere, presunto cozido (eu usei o magro – regime, lembram? hohoho) e forno. Nada mais do que isso e o resultado é um sanduíche delicioso.
Vá com fé.

carnes Receitas

Carne Borgonoff

Inspirada pelas receitas de strogonoff(*) que o chef Claude Troigros fez ontem no programa Menu e Confiança, da Carne de Borgonha da querida Dona Cecília Pazini e incorporada pelo espírito de Dita, a Cozinheira, que de vez em quando baixa em mim, eis a minha criação para o jantar dessa terça-feira…

Leva músculo, azeite, pimenta dedo-de-moça, alecrim, salsa, cebola, paprika, ervilha fresca, vinho tinto e conhaque para flambar. No arroz tem azeite e salsinha e para acompanhar, vagem torta na manteiga.

(*) A receita de ontem do programa está imperdível. Vale a aula sobre a origem do famoso strogonoff, que veio da Rússia e era strogonov de nascença e vale (sempre) a invencionice do Claude, que tascou shimeji, paprika e mais um mundo de coisas na manjada receita do strogonoff e, de quebra, ainda meteu um jiló frito em formato de batata chips para finalizar. D-e-m-a-i-s.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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