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Tabule de quinoa

Aqui em casa adoramos tabule e eu particularmente amo quinoa. Não demorou muito pra juntar as duas coisas numa só.

Tem gente que acha quinoa amarga (culpa de uma substância chamada saponina). Já eu sou daquelas que sente o amargo de outra maneira – pra mim, nem jiló é amargo, vejam vocês. Tá, mas vá lá… a quinoa pode ficar ligeiramente amarga, mas basta você levar os grãos antes de levar para o cozimento. Isso já vai eliminar esse tracinho amargo que o grão tem.
Para cozinhá-la a medida é 1:2, ou seja, para cada medida de quinoa, são necessárias duas de água.

Leve a quinoa e a água ao fogo, junte sal e cozinhe por 15 a 20 minutos ou até a água secar. Depois é só soltar os grãos com a ajuda de um garfo (igual couscous) e deixar esfriar para usar no tabule.

Para completar, tomate sem semente, pepino (uso o japonês pq não me dou com o outro) sem as sementes da parte central, cebola e hortelã. Para temperar, azeite, limão, sal e pimenta.

As vezes faço uma outra versão, com abobrinha no lugar do pepino. Crua mesmo, sem as sementes também. Eu adoro e acho que você pode experimentar qualquer dia, que tal? ;)

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Uma novidade e uma receita delícia

A novidade é que a Westwing Brasil, uma loja incrível de casa e decoração, acaba de lançar um lindo conteúdo gastronômico em seu website – e já tem tudo para se tornar uma fonte super bacana para quem curte esse universo! Com restaurantes, lista de lugares para conhecer, cozinheiros a domicílio, dicas para cozinheiros amadores e receitas práticas, o canal é uma lindeza e vale a visita. E foi justamente para participar do conteúdo de receitas práticas que a Westwing me convidou – eu, claro, aceitei! :)

Aí vem a receita… pense em um brownie úmido e gostoso, doce na medida certa e super fácil de fazer? Pois essa foi a minha colaboração para o novo canal e a receita, com passo a passo, você confere clicando aqui. Acho que você vai gostar <3

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Panquecas americanas

Todo mundo já ouviu falar que o café da manhã é a refeição mais importante do dia, certo? Só que eu sei que não é todo dia que a gente pode caprichar muito nessa refeição e que a correria do dia a dia às vezes só permite um cafezinho (e olhe lá!). Só que sempre não é todo dia, gente! E se você aproveitar os finais de semana pra fazer aquele café da manhã digno de hotel intercontinental? Basta caprichar nos ingredientes, arrumar uma mesa bonita e, porque não, incrementar esse momento com uma receita fácil e cheia de bossa, como as panquecas americanas. Não tem segredo…

Lurpak Ingredientes

No liquidificador bata 2 ovos grandes, 1/3 xícara de açúcar, 1/2 xícara de leite, 1 xícara farinha de trigo, 2 colheres de chá fermento em pó, algumas gotas de essência de baunilha (ou um tiquinho das sementinhas da fava) e 50gr de manteiga sem sal e em temperatura ambiente – usei a dinamarquesa Lurpak, que acaba de chegar em terras brasileiras, é produzida apenas com creme de leite fresco em um processo que garante uma qualidade superior que faz toda diferença (caprichar nos ingredientes, lembra?). Bata até misturar bem e frite pequenas porções dessa massa em uma frigideira anti aderente (nem precisa untar por causa da manteiga que já tem na massa!). Quando ela formar umas bolhinhas na superfície, vire com uma espátula e doure do outro lado. Essa receita rende umas dez panquecas pequenas. Parece muito, mas a ideia é justamente comer sem pressa e desfrutar, não é?

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Na hora de servir, vale um quadradinho de manteiga derretendo na panqueca quentinha (que delícia!), um pouco de mel, sua geleia favorita e até frutas de sua preferência – eu usei frutas vermelhas, porque se é pra caprichar, vamos logo com glamour ;)

lurpak12Para saber mais sobre a manteiga Lurpak, clique aqui.
#‎boacomidamerece #‎façasuamágica #‎lurpakbr

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Moussaka

Eu não gosto muito de dar aqui os nomes clássicos a pratos tradicionais, ainda mais quando eles chegam a representar uma culinária. Sempre tem alguém pra dizer que esse não é o jeito certo, ou tradicional, ou verdadeiro. E isso é verdade, eu sei. Oras, um prato que tem sua origem lá na Grécia (ou o pé na cozinha árabe, como alguns dizem) e que ganhou o mundo e já foi reproduzido de inúmeras maneiras diferentes, sofreu, como era de se esperar, diversas adaptações!

Na minha cozinha não foi diferente. Aqui, saiu o cordeiro e entrou a carne bovina, e outros temperinhos aqui e acolá, e o meu jeito de fazer o bechamel… Então, na condição de fanática por berinjela e com a devida licença aos gregos que caírem por aqui, dá pra dizer que essa é a minha versão da Moussaka – assim, não ofendemos ninguém. Combinado? ;)

O prato não é lá dos mais simples de preparar, já aviso. Tem alguns passos, mas eu garanto que o resultado final vale cada um deles. Vamos começar pelo Bechamel, que é a cobertura do prato…

Eu não tenho uma receita clássica também de bechamel (olha eu, caçando encrenca com toda a culinária clássica do mundo), mas ele basicamente é um molho branco, feito com leite e engrossado com farinha e manteiga. Em uma panela eu uso a mesma proporção de manteiga e farinha de trigo – aqui foram duas colheres de cada. É só derreter a manteiga, adicionar a farinha, mexer bem e cozinhar por uns 2 minutinhos. Daí vem a parte mais chatinha – acrescentar o leite (usei cerca de 700ml). Tem que juntar o leite e começar a bater bem, com um fouet, para que não empelote. Eu gosto de fazer aos poucos, mexendo com vigor. O molho já começa a engrossar. É só abaixar o fogo e cozinhar por uns 5 a 6 minutos, quando já dá para temperar com sal, pimenta branca e noz moscada ralada. Depois do cozido, o molho saí do fogo e fica reservado pra amornar um pouco, quando então a gente junta uma gema de ovo batida.

Outra etapa da receita é o molho de carne que, como eu disse, fiz usando carne moída. Aqui vale o seu jeito de fazer o que não deixa de ser um refogado de carne moída. Eu coloco a carne na panela, deixo soltar a água e começar a fritar, mexendo pra não deixar grumos. Depois, junto cebola e alho picados e um fiozinho de óleo e deixo tudo dourar. Para essa receita, o molho não deve ser líquido, mas bem grossinho. Acrescento uma folha de louro, dois tomates sem sementes picados e umas 2 colheres de extrato de tomate. Um pouquinho de água, mexe e tempera: sal, pimenta, cominho e canela (pode ser só uma pitadinha, mas ela já faz toda diferença, acredite). É só cozinhar até ficar mais sequinho, quase sem líquido.

Daí vem a etapa da berinjela e da batata. Há quem faça só com berinjela (eu gosto também) mas a batata acrescenta uma textura, que é bacana. O que fiz foi fatiar a berinjela (com casca) em fatias médias no sentido do comprimento (para essa travessa usei só uma berinjela mesmo) e 3 batatas (também com casca) em rodelas não muito finas. Deixei tudo de molho em água com sal por meia hora, escorri, laveis e sequei tudo com papel toalha. Em uma frigideira com um fio de azeite dourei levemente as batatas e depois as berinjelas. Feito isso, já dá pra começar a montagem…

Em uma travessa refratária levemente untada com azeite a gente começa com a camada de batatas. Depois, molho de carne. Agora é a hora de ajeitar uma camada de berinjela e por cima, mais molho. Outra camada de berinjela e a finalização com o bechamel e parmesão (opcional). Forno pré aquecido por uns 40 minutos ou até que a cobertura esteja dourada.

O cheiro do forno é enlouquecedor e eu sei que vai te dar uma baita fome mas, controle-se e não caia na tentação de partir a Moussaka assim que ela sai do forno! O ideal é esperar que ela amorne, pra que não sobre nenhum líquido e as camadas fiquem bonitinhas :)

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Creme de manga com ricota e mel

Até pessoas como eu, que não gostam de doces, tem aqueles dias na vida em que um pouquinho de açucar se faz necessário – pode ser uma TPM, uma comemoração, um agradinho pra si mesma ou uma sobremesa ligeira para aquela amiga que veio jantar com você. Tem dias que a gente precisa adoçar um pouco a rotina. Aqui em casa no entanto, os doces nunca são assim… dooooooces, sabe? Eu corro de coisas muito açucaradas e, sempre que possível, minhas sobremesas levam alguma fruta – até porque, fruta é outra coisa na qual eu também não sou ligada, então de vez em quando é importante que elas apareçam, às vezes fazendo uma figuração (eu curto fruta na salada por exemplo) ou, como aqui, protagonista total.

Eu fiz um creme que nada mais é do que que a fruta congelada e batida, quase um sorbet. Esse truque também é ótimo para dar um jeito naquelas frutas que estão quase passando da hora. É só picar em cubinhos e congelar em um ziplock. Depois, é só levar os cubinhos congelados ao liquidificador com um pouco de água, suficiente para que você consiga bater. Tem que ter uma certa paciência porque não é pra botar um tantão de água e fazer suco, ok? Vá batendo aos poucos, dando uma ajudinha, até obter um creme lisinho. Foi o que fiz com a manga.

O contraste de fruta e queijo é uma combinação que me agrada. Aqui eu usei creme de ricota, mas pode ser mascarpone, que eu adoro aliás. Usei uma duas colheres de creme de ricota que misturei com uma colherzinha de açucar e umas gotinhas de limão (se você estiver de dieta, um adoçante também resolve). Mexe bem e coloca por cima do creme batido de manga. Pra finalizar, um moranguinho pra dar um colorido e mel – esse é de Jataí, que eu gosto mais.

Agora já sabe, né? Uns cubinhos de fruta congelada podem te salvar #fikadika :)

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Canelone de berinjela com queijo branco e pinhão

Navegando pela internet, dou de cara com o anúncio: sabia que água de berinjela emagrece? Oi, como assim? Com tanto jeito bom de consumir berinjela, a pessoa vai querer tomar logo a água em que ela fica de molho? Ah, gente, apenas parem com isso! Então, larga esse copo de água de berinjela e vem ver um jeito fácil e leve de consumir o legume (ou fruto, se você quiser usar o critério mais científico) sem precisar encarar essa (argh) delícia que deve ser esse líquido. Valendo?

A primeira coisa é cortar fatias finas de berinjela no sentido do comprimento. O próximo passo é deixar as fatias de molho em água com sal por uma meia horinha (NADA DE BEBER ESSA ÁGUA, PELAMOR!), depois escorrer, passar por água corrente e secar com papel toalha cada fatia.
Em uma grelha quente com um fio de azeite, basta colocar as fatias de berinjela, temperar com um pouco de sal e pimenta do reino moída na hora, grelhar de ambos os lados e reservar. Pronto! É isso que você precisa para fazer o que aqui eu chamei de canelone – uma licença poética, vocês estão ligados né? É a berinjela que vai fazer o papel da massa – eu não disse que era um prato leve? ;)

Bom, o próximo passo é preparar um recheio. Para fazer o meu usei queijo branco (1 xícara mais ou menos), 1 colher (sopa) de creme de ricota, 1/2 xícara de pinhão cozido e descascado (lógico, né Fabiana?). Levei tudo ao processador e fiz uma espécie de pastinha, que temperei com noz moscada ralada, sal, pimenta e um tico de azeite.

Pra montar os canelones, coloquei um pouco do recheio na ponta e enrolei. Forrei uma travessa com fatias de tomate, cebola e manjericão e dispus os canelones por cima. Reguei com azeite, mais um pouquinho de tomate, mais manjericão e forno pré-aquecido por uns 15 minutos.

O resultado é um prato levinho, saboroso e que pode virar um coringão na sua cozinha. Ja pensou no tanto de recheio que você pode inventar? Quem se aventurar, volta aqui pra me contar. Combinado? ;)

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Cenoura assada com caldo de laranja e mel

Quer um acompanhamento rapidinho, gostoso e fácil demais de fazer? Não é nem uma receita, olha só:

Pré aqueça o forno. Corte duas ou três cenouras em pedaços grandes. Coloque em uma travessa refratária. Regue com suco de uma laranja, uma colher (sopa) de mel, azeite, sal (ou substitua por molho de soja) e pimenta do reino. Acrescente umas rodelas de alho poró, cubra com papel alumínio e leve ao forno por 25 minutos ou até que a cenoura esteja macia (mas firme). Retire o papel alumínio, salpique gergelim torrado e deixe dourar um pouco.

Sirva com um grelhado. Be happy :)

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Cozido de carne com cerveja, grão de bico e especiarias

Já que estamos no inverno, nada melhor do que um bom e fumegante cozido. E já que estamos em plena crise, nada como economizar. Este prato junta as duas coisas – um cozido delicioso e econômico.

A economia fica por conta da carne utilizada: brisket, que nada mais é do que um corte do bom e velho peito, perfeito para longos cozimentos. Aqui, ele durou cerca de três horas em fogo baixo, mas o resultado vale cada minuto. Além do mais, quem cozinha é o fogo, néam? Você só precisa ir lá de vez em quando, dar uma mexida e adicionar mais água quando for o caso. Pode cortar caminho e ir logo para a panela de pressão, fique à vontade.

A primeira coisa que fiz (além de deixar o grão de bico de molho de um dia para o outro) foi limpar bem a carne e cortá-la em cubos grandes (usei cerca de 1,200 kg para servir – bem – 4 pessoas). Depois, temperei os cubos de carne com uma mistura feita no olho, mas que você pode fazer de acordo com suas preferências. Para as especiarias, use uma colherzinha de café, ou um pouco menos se você ainda for principiante com elas. Aqui usei: alho amassado (uns 4 dentes), alecrim, louro, cominho, páprica picante, gengibre em pó, pimenta calabresa, uma pitadinha de canela em pó (cuidado com ela!), mel, limão e sal. Faça uma mistura com tudo isso e coloque na carne, mexendo bem para que todos os cubos fiquem em contato com a marinada. Deixei descansar umas 2 horas, para a carne absorver bem o tempero.

Numa panela de fundo grosso é só colocar um fio de óleo e começar a dourar a carne. Perca um pouquinho de tempo nessa etapa porque ela é que vai garantir aquela morenice brejeira para seu cozido. Vá fritando, mexendo, até que comece a grudar no fundo da panela. Junte duas cebolas picadas e deixe fritar também. Quando ela estiver bem dourada, é hora de acrescentar a cerveja. Eu usei uma IPA (India Pale Ale), mas você pode usar uma cerveja pilsen comum ou uma cerveja preta, que fica sensacional também. Para essa quantidade de carne usei pouco menos do que uma long neck, ou seja, uns 250ml.

Depois de acrescentar a cerveja, mexa bem, soltando tudo que grudou no fundo da panela. Cozinhe até a cerveja ter quase evaporado (não se preocupe porque o álcool vai embora nesse processo). Agora é hora de juntar água fervendo (coisa de 1 litro mais ou menos), mexer, abaixar o fogo, tampar a panela e deixar cozinhar.

De vez em quando, vá lá dar uma olhadinha e cheque se precisa de mais água (sempre quente!). A carne começa a cozinhar depois de uma hora de cozimento, daí é só ir acompanhando.

Quando você sentir que a carne já está macia, mas ainda não chegou no ponto, pode acrescentar o grão de bico (que ficou de molho, lembra?) escorrido. Mexa e deixe o fogo terminar o trabalho, cozinhando o grão de bico nesse caldinho saboroso de carne. Está pronto quando tudo estiver macio – carne e grão de bico (que não é pra desmanchar!).

Eu juntei cenoura quando acrescentei o grão debico porque eu AMO cozidos com cenoura. Adoro a doçura que ela tem e o sabor que ela absorve em pratos desse tipo, mas é super opcional, ok?

Finalize com salsinha picada e sirva com o acompanhamento que preferir: arroz, purê e cuscuz marroquino, como esse meu, são perfeitos.

Abra um vinho e aproveite! Afinal, o frio tem que ter alguma vantagem, não é mesmo? ;)

cozido_carne_com_cerveja_pap(o segredo é dourar bem!)

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Quiche semi integral de brócolis e aspargos

Quer um coringa para o cardápio da semana? Aposte na quiche! Além de ter um preparo simples, você usa os ingredientes que estiverem dando sopa na geladeira e, com uma saladinha pra acompanhar, já garante o almoço ou jantar. Se for receber alguém em casa, também é uma ótima pedida.

Essa massa é semi integral – usei partes iguais de farinha de trigo comum e integral, mas nada impede que você utilize só uma delas.

Para fazer a massa:

Peneire 1 xícara de farinha de trigo comum e 1 xícara de farinha de trigo integral em uma tigela. Acrescente uma colherzinha de café de sal e misture. Agora é só juntar mais ou menos 1/2 xícara de manteiga gelada e ir misturando com a ponta dos dedos até formar uma farofa grossa.
Nessa altura, junte aos poucos cerca de 1/3 xícara de água. Vá juntando devagar e misturando a massa. O ponto é quando ela estiver homogênea e você conseguir moldar uma bola. Enrole essa massa em plástico filme e leve à geladeira por uns 30 minutinhos – tempo suficiente para você preparar…

O recheio:

Refogue alho e cebola a gosto em um fio de azeite. Junte 3 xícaras de brócolis picadinho. Mexa e cozinhe ligeiramente – uns 3 minutinhos. Se for preciso, coloque um pingo de água até atingir o ponto – nada de cozinhar loucamente o brócolis! Ele ainda deve ficar crocante.
Tempere com sal e pimenta do reino moída na hora, desligue o fogo e reserve.

Em uma tigela coloque 3 ovos e 1/2 xícara (chá) de leite. Bata bem. Junte 1 xícara (chá) de parmesão ralado (eu usei um pouco de parmesão e um pouco de minas padrão), uma pitada de noz moscada ralada, sal e pimenta do reino. Acrescente o brócolis refogado e misture tudo. Eu tinha ainda um pacotinho de pontinhas de aspargos (adoro!) que apenas passei pela frigideira com um fio de azeite, sal e pimenta e usei por cima do recheio.

Montando:

Abra a massa com um rolo e forre o fundo e as laterais de uma fôrma de fundo removível (vocês podem notar que eu não tenho muita paciência nessa etapa… rá!). Coloque o recheio por cima e leve ao forno pré aquecido (uns 200C) por 40 minutos ou até que a quiche esteja dourada.

Nem preciso dizer que você pode fazer suas alterações né? Escarola, alho poró, cenoura raladinha… também dá para substituir o parmesão por ricota, para uma quiche mais levinha. Pode fazer que é sucesso :)

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Dia dos Namorados

“Ele é o meu oposto… e ele me equilibra”

Uma história de amor é como uma receita… Tem lá os ingredientes principais, uns opcionais e um modo conhecido de fazer.

Só que toda receita depende de quem a prepara. Tem o seu tempero, os seus ingredientes favoritos, a temperatura do forno, o seu jeito de mexer e misturar… por isso, ainda que você siga sempre a mesma receita, cada prato vai ser sempre único. Assim é também com as histórias de amor – a gente faz um ajuste aqui, outro ali… um dia sai tudo perfeito e em outros o caldo acaba fervendo demais (quem nunca?). Mas a verdade é que… quando a receita é boa, a gente nunca desgruda dela! Como eu não desgrudo de você <3

Aqui, a receita que ele preparou pra mim no #DiadosNamoradoscomKnorr e que eu adorei. Ele chamou de Roulet de filet au limon at crocansé (pq, segundo ele, todo prato tem que ter um nome glamouroso e uma crocância – fala, é ou não é um verdadeiro chef? rs).

Se você quiser reproduzir a receita hoje, posso te garantir… vai fazer sucesso.

Tempo de preparo: 10 minutos
Tempo de Forno: 40 minutos
Tempo total: 50 minutos
Rendimento: 8 porções

Ingredientes:

1 peça de filé-mignon limpa e aberta em manta (1 kg)
100 g de folhas de espinafre
50 g de queijo parmesão cortado em lascas
4 castanhas-do-Pará picadas
1 embalagem de Knorr Meu Assado sabor Limão e Orégano
meia xícara de cerveja escura

Modo de preparo:

  • Em uma tábua, coloque o filé-mignon e disponha, por cima, as folhas de espinafre, o queijo parmesão e as castanhas. Enrole a carne no sentindo do comprimento e reserve.
  • Retire o saquinho plástico da embalagem de Knorr Meu Assado, abra-o com cuidado e separe o lacre. Apoie o saquinho sobre uma assadeira e acomode a carne reservada.
  • Adicione o tempero Knorr Meu Assado sabor Limão e Orégano, e espalhe delicadamente sobre toda a superfície da carne, misturando até envolvê-la totalmente com o tempero.
  • Adicione a cerveja e misture. Feche o saquinho com o lacre e leve ao forno a 180°C por 40 minutos.
  • Retire do forno, corte o saquinho, tendo cuidado com o vapor e transfira para uma travessa. Sirva em seguida.

Acompanhamento: Quinoa

Feliz Dia dos Namorados pra todos nós!

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Berinjela empanada assada e crocante

Vez em quando me bate uma vontade doida de comer a berinjela empanada da minha Tia Vera, que é uma delícia. Porém, como ela está longe e eu não tenho as manhas de fazer fritura em casa, acabei criando uma versão que mata a minha vontade e também fica delícia (não tanto quanto a da Tia Vera, admito). O bom é que fica levinha e a gente pode comer sem culpa. Ou quase sem :)

O truque, se é que se pode chamar assim, é que eu empano usando farinha de trigo, ovo batido e uma farofinha de bolacha água e sal. Super simples…

Corte as berinjelas em rodelas grossas. Coloque em uma tigela com água e sal, coloque um prato com um peso por cima e deixe as berinjelas de molho por uns 30 minutos. Depois disso, escorra, lave em água corrente e seque com papel toalha.

Agora vamos empanar…

Separe 3 pratos (um pouquinho de louça pra lavar, mas compensa, prometo). No primeiro prato coloque farinha de trigo. No segundo, um ovo batido (a quantidade vai depender de quantas berinjelas você está preparando – geralmente 1 ovo para cada berinjela dá, se ele for grande) temperado com sal e pimenta. E, finalmente, no terceiro prato a farofinha de bolacha (eu processo algumas do tipo águal e sal, ou água e gergelim até virar uma farofa não muito fina), que você também deve temperar – aqui eu usei, sal, pimenta, tomilho seco e cebola desidratada.

Agora é só passar cada rodela de berinjela primeiro na farinha de trigo, depois no ovo e por fim na farofa de bolacha.

TEM UM TRUQUE!
Você sempre se enrola toda na hora de empanar né? A mão vira aquela meleca. Pois bem, o truque, minha amiga, é usar uma mão para cada tipo de ingredientes: uma para os secos e outra para os molhados (no caso, o ovo batido). A mão dos secos só mexe nos secos e a outra só nos úmidos. Assim, não fica aquela massaroca grudada na sua mãozinha e você não vai me xingar na hora de fazer sua berinjela :)

A berinjela deve ir para o forno, em uma assadeira com papel manteiga ou silpat e assar até ficar douradinha.

Eu gosto de servir acompanhada de molho sweet chilli (amo!), mas você pode fazer um sour cream ou um molhinho de mostarda  que também fica gostoso.

Viu? Berinjela empanada e sem uma gota de óleo. O mundo é bão :)

berinjela_empanada_antes(antes do forno)

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