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Polpetone de carne (assado) recheado com mussarela

Carne moída, aquela grande aliada quando a gente quer algo rápido e gostoso. Eu particularmente adoro e sempre tenho em casa. Num desses domingo de preguiça, foi ela que me salvou e fez surgir esse Polpetone G I G A N T E (ok, talvez eu tenha exagerado no tamanho), recheado com mussarela e, pra compensar o tamanho ogro, fiz ele assado.

Usei patinho moído, 350gr mais ou menos (para dois polpetones). Numa tigela é só colocar a carne (fresca, de preferência), 1 ovo, 1/2 xícara (mais ou menos) de aveia em flocos finos (pode ser farelo de pão ralado), 1 cebola ralada, 2 dentes de alho amassados, sal, pimenta e cominho em pó (uma pitada). Mão na massa! É só misturar bem pra deixar a massa bem homogênea. Com ela, você molda um disco grande, recheia com fatias de mussarela e fecha com mais carne.

Com os polpetones prontos, é preciso passá-los pelo ovo batido e depois pelo fubá e levar ao forno pré-aquecido (220ºC) por cerca de 40 minutos, virando na metade do tempo, até dourar.

Para finalizar, na hora de servir cobri com um molho grosso de tomate pelado e manjericão. Pra mim, é prato único e tem cara de domingo :)

Fica a sugestão para o fim de semana ;)

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legumes principais Receitas vegetarianos

Curry de vegetais

Aqui esfriou. Veja bem – em MARÇO, em pleno VERÃO. Além da chuva insistente, a temperatura caiu barbaridade e eu, óbvio, já estou dormindo de cobertor (ok, confesso, eu quase sempre durmo de cobertor). Daí já viu… frio dá vontade de comer coisa quentinha, picante, por isso ataquei de Curry de Vegetais, um prato facinho de preparar e que cai muito bem em noites frescas.

O lance é usar os vegetais que você tiver e cozinhá-los obedecendo o tempo de cada um – comece colocando os que demoram mais para cozinhar e vá juntando os demais. Dessa forma nenhum deles cozinha demais e ao final todos estarão al dente, que é o que a gente quer.

A primeira coisa é fazer um refogado com alho e cebola. Neste refogado você pode começar a juntar os temperos que vão dar a alegria desse curry – eu usei sal, pasta de curry (compro na Liberdade, mas pode utilizar curry em pó), açafrão, um tiquinho de cominho, gengibre em pó (se quiser usar o próprio gengibre use cerca de 2cm bem picadinho) e pimenta caiena. Juntei uma folha de louro e comecei a acrescentar os vegetais: primeiro a cenoura, que cozinha sozinha por alguns minutos, depois a vagem, o pimentão vermelho, a abobrinha, o brócolis e o palmito pupunha, tudo picado em pedaços grandes. É só juntar um pouco de água ou caldo de legumes e cozinhar até que todos estejam macios.

No final juntei mais ou menos uma xícara de leite de coco e finalizei com pimenta dedo de moça, salsinha e um splash de limão (só umas gotas, pra dar um toquinho de acidez). Para servir, na tigela vai arroz de jasmim e por cima o curry.

Nem preciso dizer que dá pra usar muitos outros vegetais… repolho, acelga, alho poró, ervilha torta, couve flor, tomate… Também dá para acrescentar uma proteína – carne, frango, camarão, peixes em cubos – neste caso, basta dourá-los no começo do processo. O prato é bastante versátil e tudo que você tem a fazer é usar o que mais gosta e temperar de acordo com seu paladar – eu gosto bem picante, mas você pode começar aos poucos e ir acertando as especiarias devagar, ou usar apenas o curry.

Eu sou suspeita porque o meu tipo preferido de comida é sempre algo assim: cozido, cremoso. De modos que curry pra mim é bom em qualquer estação, mas essa tigelinha quentinha em um dia gelado, hmmmm… me a.c.a.b.o :)

bolos e tortas doces café da manhã chocolate de festa Receitas

Bolo de coco com cobertura crocante de chocolate e nozes

Nada como um domingo chuvoso para despertar aquela vontade de bolo com café fresquinho. E aqui tem chovido a beça! E a dieta… bem, nós estamos postergando para depois da Páscoa … cof, cof, cof.

Então, já que não há impedimentos, vamos ao bolo! Esse é daqueles fofuxos, levinhos e ótimos para servir com ou sem cobertura. Eu optei por uma cobertura de chocolate e nozes, porque né? Já falei que a dieta está pos-ter-ga-da #prioridades :)

Para o bolo:

Coloque na batedeira 50gr de manteiga, 3 colheres (sopa) de óleo de coco e 1 xícara de açucar (eu uso um pouco menos porque não curto bolo muito doce) e bata até ficar um creminho. Acrescente um a um 3 ovos (inteiros) e bata bem. Junte 3/4 xícara de leite de coco e 100gr de coco ralado (cuidado que tem coco ralado que já tem açucar!) e continue batendo. Agora é só acrescentar 1 1/2 xícara de farinha de trigo e bater até tudo estar bem misturado. Desligue a batedeira e junte 1 colher (sopa) de fermento em pó e agregue com a colher, misturando bem.

Coloque a massa em uma fôrma de buraco untada com óleo de coco e farinha de trigo e leve ao forno pré aquecido (180C) por 40 minutos ou até passar pelo teste do palito.

Para fazer a cobertura:

Leve ao fogo 1 caixinha de creme de leite, 1 colher (sopa) de açucar (ou mais, se você for do tipo formiga), 3 colheres (sopa) de chocolate em pó e nozes picadas (algo perto de 1 xícara ou um pouco menos). É só deixar cozinhar uns 5 minutos e jogar quente por cima do bolo.

Sirva com café na hora em que sua amiga querida chegar (beijo, Aline!). Receber amigas com bolo feito em casa é muito <3

Docinhos Receitas

Maria Mole

Dengo-dengo Maria
Gosta só de namorar
Derretida de paixão
Lambuzada de sabão
E o namorado dela é o rocambole
E quando eles se beijam os dois se engolem
Fazendo assim: Maria Mole, Maria Mole!
Oh, oh Maria Mole…
(Rita Lee)

Um docinho com gosto de nuvem, pensava eu do alto dos meus 7, 8 anos. Maria mole pra mim é pura infância – açucarada, melequenta e “empanada” em coco ralado.  Não direi nem que é uma receita. É mais uma lembrança doce, daquelas que me acometem vez ou outra.

Para fazer pequenos quadradinhos de nuvens de coco, basta dissolver 2 pacotes de gelatina sem sabor em 500ml de água fervente. Leve para a batedeira e acrescente 2 xícaras de açucar. Bata por 30 minutos (espirra, cubra a batedeira com o pano de prato).
Unte uma assadeira com óleo de coco, despeje a maria mole e leve para a geladeira por pelo menos 3 horas. Corte em quadradinhos, passe pelo coco ralado (normal ou queimado), morda e volte no tempo – um tempo em que crianças conviviam pacificamente com o açucar. Saudades :)

Rende muito. Chame a criançada toda <3

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Chapati integral (pão indiano)

Um pão sem fermentação, que você faz na frigideira, na boca do fogão e super rapidinho. Esse é o chapati, um pão fininho super tradicional nas mesas indianas. Aqui em casa ele entra no lugar de uma refeição. Gosto de fazer chapati pra comer com vegetais grelhados – ele fica incrível com um chutney de cebola por exemplo – ou com pesto, tomate e queijo, que vira almoço levinho aqui em casa.

Para a massa você vai usar 1 xícara (chá) de farinha de trigo integral, 1 colher (café) de sal e 1/2 xícara (chá) de água. Na verdade, a medida da água quem vai determinar é a sua farinha – você vai misturando a água aos pouquinhos, até conseguir formar uma massa homogênea, que você consiga moldar.

Misture a farinha e o sal em uma tigela e vá juntando a água, mexendo com a ponta dos dedos. Quando formar uma massa, transfira para a bancada (polvilhe com um pouco de farinha de trigo) e sove até conseguir uma massa lisinha e macia – se for preciso, junte farinha aos poucos. Depois, forme uma bola, volte para a tigela, cubra com um pano e deixe descansar uma meia hora.

Faça uma “cobrinha” com a massa e divida em 9/10 porções, formando bolinhas. Cada bolinha deve ser aberta com um rolo, até ficar bem fininha.

Aqueça uma chapa de ferro ou frigideira, coloque a massa e deixe até começar a formar bolhas. Vire a massa e deixe mais uns 20 segundos do outro lado. Retire o chapati com uma pinça e leve a chama do fogão – isso mesmo, direto no fogo. Isso vai inflar um pouquinho a massa e dar uma leve chamuscada – não se preocupe, fica uma delícia.

Chapatis prontos é só escolher o acompanhamento ou, transformá-lo em um acompanhamento para uma sopa ou cozido por exemplo.  Eu fiz um pesto e uma “saladinha” de tomate com cebola roxa. Por cima, fui de queijo de cabra, que dá um amarguinho bom.

Só digo que 10 pãezinhos aqui não dão nem pro cheiro :)

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Arroz caldoso de frutos do mar

Fabiana, você só pode escolher um único ingrediente para o resto da vida, qual vai ser? Nem vou titubear pra responder: ARROZ!

Eu sou doida por arroz. Quando vou limpar os armários da cozinha é que me dou conta disso – sou praticamente uma colecionadora de arrozes. E talvez por causa disso, aqui em casa não faltam receitas com esse ingrediente. É o caso desse arroz caldoso, que lembra um risoto mas é feito com arroz comum agulhinha ou, como nessa minha versão, com o integral.

Usei mexilhão, camarão, lula e vôngole – uns 200 gramas de cada mais ou menos.  Em uma frigideira coloquei um fio de azeite e dei um susto nas lulas e depois nos camarões. É só temperar ambos com sal e pimenta e colocar (um de cada vez) na frigideira por uns 2 minutos. Depois, tira do fogo e reserva.

Para fazer o arroz basta dourar alho e cebola, juntar o arroz (1 xícara), fritar um pouco e acrescentar 1/2 xícara de vinho branco. Tem que mexer, misturar e deixar o vinho evaporar. Evaporou, junte açafrão em pó, tempere com sal, cubra com água e deixe cozinhar (eu usei arroz integral, por isso fiz o processo na panela de pressão, pra ser mais rápido).

Quando o arroz estiver quase cozido (mais ou menos na metade do cozimento) e ainda restar um pouco de água, é só juntar o vôngole e o mexilhão, tomate sem semente em cubinhos, ervilha e pimentão vermelho picadinho. Mexer para incorporar e deixar o arroz finalizar o cozimento. Antes da água secar totalmente, desligue o fogo, traga os camarões e lulas para a panela, misture, junte salsinha picada, acerte o sal e acrescente pimenta calabresa. O resultado final deve ser um arroz cremoso, com um pouco de caldo ainda – o tomate vai soltar água também e ajudar a deixá-lo molhadinho.

Na hora de servir, regue com azeite.

Taí uma receita de prato único que faz bonito, do jeitinho que eu gosto :)

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Mil-folhas de mandioquinha

Aqui chama mandioquinha, mas aí pode ser batata salsa, batata baroa… você pode chamar como preferir, mas você tem mesmo é que fazer esse mil-folhas naquele dia em que quer impressionar, sabe? E ó, pode ser impressionar só você mesmo ;)

O mil-folhas é um acompanhamento perfeito para assados e grelhados e, se você servir cortadinho assim, vira loosho e poder. E não tem segredo não, dá uma olhada…

Usei: 4 mandioquinhas, 1 xícara de creme de leite, 1 gema, 2 colheres (sopa) de manteiga amolecida, sal, pimenta do reino branca, noz moscada ralada e parmesão ralado.

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A primeira coisa a fazer é cortar a mandioquinha em rodelas beeeem fininhas. Eu uso esse cortador da foto. Também é preciso fazer uma espécie de creme que você vai usar para intercalar com as camadas de mandioquinha.

Em uma tigela misture o creme de leite, a gema, a manteiga derretida, o sal (cuidado com a quantidade se estiver usando manteiga com sal), a pimenta e a noz moscada. Basta misturar.

Use uma assadeira antiaderente ou uma com papel manteiga untado e comece a montar as camadas: mandioquinha e um pouco do creme – como ele tem a gema, ela vai ajudar a deixar tudo firme depois de assado.É só ir montando e intercalando. A quantidade de creme vai depender bastante da de mandioquinha e do tamanho do mil folhas que você quer fazer, ok? A última camada deve ser do creme e o parmesão ralado vai por cima.

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Leve ao forno médio pré-aquecido por uns 20 minutos ou até dourar o parmesão.

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O resultado é essa lindeza dourada da foto :)

Ah! Para cortar as porções, espere ficar morno, ok?

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Bolo Integral com Maçã e Amêndoas

Para o café da tarde. Harmonizando perfeitamente com a chuvinha fina que cai lá fora :)

Misture 3 colheres (sopa) óleo de girassol, 2 colheres (sopa) óleo de côco, 1 xícara (chá) de açucar mascavo, 3 ovos, 1 maçã verde grande descascada e cortada em cubos, 1/2 xícara de aveia em flocos, 1/2 xícara (chá) de amêndoas laminadas (pode trocar por nozes), 1/2 xícara (chá) de uva passa, 1 xícara (chá) de farinha de trigo integral, 1 colher (café) de canela em pó, 1 colher (chá) de sementes de papoula, 1 pitada de sal e 1 colher (sopa) de fermente em pó.

Misture tudo até obter uma massa homogênea. Transfira para uma assadeira untada (usei de bolo inglês) e asse em forno pré-aquecido 200C por 25 minutos.

#receitarápida #bolocaseiro #fácilegostoso #integral

 

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Gelatina & Iogurte

Publiquei essa foto no meu Instagram e o pessoal pediu a receita. Na verdade, não dá nem pra chamar de receita, gente. Isso nada mais é do que uma sobremesa levinha, levinha, com cara de verão e feita com gelatina e iogurte, em camadas :)

O lance é preparar cada pacotinho de gelatina em duas etapas: divide o conteúdo da embalagem em duas partes iguais. Uma você prepara como manda a embalagem (usando metade da quantidade de água, óbvio). A outra parte você prepara usando água quente e, no lugar da água fria, use iogurte natural (pode ser desnatado). A cor vai ficar mais opaca, como você vê na foto.

A parte chatinha é que tem que preparar, levar pra gelar e só quando estiver um pouco firme, preparar a camada de cima. Mas também, nada de outro mundo, vai? Vale a pena pra dar uma bossa ;)

 

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Bolinho assado de peixe

Bolinho é uma unanimidade. Com uma cervejinha gelada então! Eu, pelo menos, adoro. Só que fritura por imersão é o tipo de coisa que eu não faço – penso na quantidade de óleo (e depois na treta para o descarte desse óleo sujo), na sujeira e nas calorias e… desisto. Por isso, o forno em casa funciona que é uma beleza. Inclusive para os bolinhos.

Pra assar, o forno deve estar pré-aquecido e, se você não tiver um Silpat (o tapetinho de silicone), melhor uma assadeira antiaderente. Importante também virar na metade do tempo, pra dourar por igual. Assim, dá pra assar tudo que você fritaria. Fica igual? Não né? Mas fica tão bom quanto e com benefícios. Você escolhe :)

Para fazer um bolinho de peixe você pode usar qualquer sobra que tiver em casa – fez filé de peixe e sobrou? Assou um peixão inteiro e ficou um restinho? Dá pra usar no bolinho! Eu usei 2 filés de tilápia nesses bolinhos. A única coisa que fiz foi colocá-los numa assadeira e passar pelo forno pré-aquecido uns 5 minutos. Se o peixe já estiver cozido, nem precisa.

Então, para a massa do bolinho você vai precisar de 1 xícara de peixe desfiado, 1 batata pequena cozida e amassada, 2 colheres (sopa) de farinha de trigo (ou de arroz, pra tirar o glúten) e os temperos que você curte – usei sal, pimenta calabresa e cheiro verde.  Não tem nem mistério – é só misturar tudo e formar a massa. Com ela, você molda os bolinhos, passa pelo fubá (ou farinha de rosca) e leva ao forno até dourar. O resultado são bolinhos crocantes por fora e macios por dentro. Com essa quantidade de ingredientes fiz 10 bolinhos.

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Baba, né? E ó, pode trocar a batata por mandioquinha, batata doce… fica delícia também.

Para acompanhar fiz um molhinho de missô, assim ó…

Misture com um batedor 1 colher (sopa) de missô, 1 colher (sopa) de mel, 1 colher (sopa) de shoyu e suco de 1/2 limão. Fica bacana pra temperar salada também.

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Mini abóbora recheada com ricota e shimeji

[ senhor amado, como se escreve mini agora – com hífen, sem hífen, tudo junto? ]

Nem preciso dizer que essa é a semana oficial da dieta, né? Obviamente por aqui não está sendo diferente. Enfiei os dois pés na jaca durante as férias e agora estou correndo atrás do prejuízo. Quer dizer, correndo apenas no sentido figurado da coisa, porque correr mesmo…. cof, cof, cof. Abafa.

Enfim, dessa necessidade de coisas mais levinhas mas que não fossem sem graça (filé de frango + salada, Jesuis!!) nasceu essa belezurica aqui que, além de bonitona e tal, ficou deliciosa. Usei coisas que eu tinha por aqui, meio no olho, mas foi basicamente o seguinte…

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O primeiro passo é retirar as sementes da mini abóbora. É só cortar a tampinha e, com uma colherzinha de café, ir retirando as sementes, procurando não retirar a polpa junto. As sementes você separa, lava, descarta o restinho de polpa que pode ter ficado junto, seca com papel toalha e leva para torrar (aproveite pra fazer enquanto assa as abóboras). Tempere as abóboras po dentro com sal e pimenta e reserve.

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Depois que as mini abóboras estiverem prontas, basta preparar o recheio. Usei ricota processada (mais ou menos 1 xícara chá, mas a quantidade vai depender do tamanho das mini abóboras) com 1 colher de creme de ricota e temperada com sal e pimenta calabresa. Juntei shimeji picado e salsinha. Um fio de azeite, acerta o tempero e pronto! É só ir colocando dentro das abóboras, apertando bem pra deixar bem recheadinhas.

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Agora é só colocar em uma travessa e levar ao forno médio pré-aquecido por uns 40 minutos ou até que as abóboras estejam macias (teste com um palito de dente – se ele entrar com alguma facilidade na abóbora, está pronto).

Para acompanhar, saladinha – leve como a vida deve ser (ahan, vai vendo).

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