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Da série Comida em dez minutos – Iscas de frango à chinesinha

Daí que o ano praticamente acabou, né minha gente? E daí que os clientes estão insanos, que a chapa tá quente e que por aqui eu ando matando um leão por dia. Até aí, nenhuma novidade, certo?

E por causa dessa pauleira toda eu ando naquele velho esquemão ninja “comida-em-menos-de-dez-minutos”, e numa hora dessas nada como essas isquinhas de frango, que são gostosinhas e ligeiras, como pede a atual situação de semi-caos em que me encontro.

Cortei os filés em tirinhas e levei para fritar até ficar douradinho na wok bem quente com um pouquinho de óleo de gergelim. Juntei um pouco de saquê culinário, um tantinho de shoyu, açucar mascavo e juntei as cenouras em rodelas. Um pouco de água para deixar a cenoura começar a cozinhar e quando ela deu uma ligeira amaciada foi a hora de juntar os pimentões e deixar cozinhando até que eles também começassem a ficar macios. Por fim, cebola em cubos grandes e pak choi picada grosseiramente (que eu conheço por acelga chinesa mas tem quem chame de repolho chinês), que não vai cozinhar não, apenas tomar um susto na panela – aliás, os legumes todos crocantes, sempre! (não é porque eu só tenho 20 minutos para comer que não dá tempo de mastigar, oras!). Para finalizar, acertei o sal, juntei um pouquinho de pimenta e gergelim torrado. Um arroz branco ligeiro para acompanhar e foi! Mais um almoço the flash e mais um franguinho manjado na minha conta, faz favor!

O bicho tá pegando mas, como bem diz a Denise, “eu acordo pra vencer!” e não há de ser esse delírio de natal coletivo que acometeu os meus clientes que vai me derrubar! Guentem aí que eu já volto! =)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Mini-abóbora recheada

Daí que eu tinha essa mini-abóbora Kabotiá fofucha e um restinho da carne do strogonoff que eu reservei depois de fritá-la, antes de colocar os temperos. Daí eu juntei os dois, porque eu estou adorando essa coisa de rechear tudo.
Depois de retirar as sementes da abóbora, peguei um pouco da polpa e levei para a panela junto com a carne e cebola picada. Cozinhei até a abóbora virar um creme e a carne, que já estava super cozida, ficar tão molinha que estava praticamente derretendo. Botei um pouco de ervilha fresca, uma colherzinha de cream cheese, deixei reduzir bem e boa! O recheio estava pronto.

Peguei as abóboras fofuchas e coloquei numa panela com água, com as bichinhas viradas para baixo e um prato por cima pra fazer peso e deixei que elas cozinhassem um pouco (sem derreter). Então tirei do fogo, salpiquei sal, um pouco de azeite, uma colherzinha de cream cheese (só pra dar aquela surpresinha no final), botei o recheio, salpiquei queijo ralado de saquinho (que todo mundo já sabe que eu não gosto nada mas, admito, quebra um galho às vezes) e era pra colocar só um pouquinho no forno – o tempo de dar uma douradinha no queijo e uma brilhadinha na abóbora (com o velho truque do óleo/azeite), mas… a fm era grande e decidiu comer assim mesmo, sem forno, sem nada. (fm=fome maridal). Cruzes! O que é um marido faminto né não minha gente? ;)

Para acompanhar eu fiz uma saladinha de almeirão com azeitonas pretas e tomate, que temperei com azeite, limão, sal, pimenta e joguei semente de papoula por cima só para dar um visú (kakaka, péssimo isso de “dar visú” né?).

E assim terminou a primeira parte da saga das abóboras aqui em casa.
Hoje tem mais :) Oba.

***

Desse mesmo jeito você pode variar o recheio usando carne seca desfiada com catupiry, camarão, carne moída, calabresa moída, ricota temperada e frango desfiado e gratinado, que era ontem minha idéia inicial – depois acabei optando por aproveitar as sobras do filet mignon.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

arroz & risotos Receitas

Risoto de abóbora com carne seca

Eu penso que tudo que eu tinha e, principalmente, sabia para falar a respeito de risotos italianos eu já fiz nesse post. Como eu já falei aqui algumas vezes, eu levo essa receita a sério. Mesmo. Eu curto a preparação, adoro descobrir novos ingredientes e, o principal, sou apaixonada pelo sabor, pela essência da receita – coisa muito importante quando se fala de risoto.

Enfim, de posse do título que eu mesma me dei de “rainha do risoto” (pela preferência ahn? nada a ver com ser A expert tá?), apresento a receita que meus amigos ainda não decidiram se é ou não a melhor de todas que eu preparo – abóbora com carne seca. Bom, se é ou não a melhor eles ainda estão na dúvida e por isso já disseram que eu vou ter que continuar fazendo todas para que eles possam chegar a uma decisão. Sentiram que tem maracutaia nisso né? ;-)

Como a base eu já postei aqui, faço a seguir as observações que cabem nessa receita especificamente:

:: a carne seca precisa ficar de molho na água, depois ser cozida e ter a gordura toda retirada e finalmente ser desfiada para poder ser utlizada depois já no final da preparação do prato;
:: a abóbora segue o mesmo conceito e é levada ao lume para cozinhar e passa depois pelo espremedor ou processador – eu prefiro a consistência obtida no espremedor pois ficam alguns pedacinhos;
:: não é preciso temperar nem a carne seca nem a abóbora – ambos entram na receita apenas cozidos e desfiados/amassados;
:: eu acrescento pimenta do reino móida na hora já no prato, depois de servido – parece um detalhe bobo mas faz uma diferença!

O restante do processo é sempre o mesmo, não esquecendo que na hora de servir também é importantíssimo salpicar lascas de parmesão de boa qualidade (a foto eu bati antes disso…dã).

***

nota mental: fazer risoto muito tarde, depois de já ter er… abusado da bebida, complica um pouco o processo e faz com que o resultado seja um pouco menos cremoso do que o desejado.

nota mental 2: fazer risoto muito tarde, depois de já ter er…abusado da bebida, faz a gente esquecer que fez risoto;

nota mental 3: fotografar um prato depois de já ter er…abusado da bebida e querer que a foto fique boa é praticamente esperar por um milagre;

nota mental 4: depois de já ter er…abusado da bebida, a ordem dos ingredientes passa a não ser uma coisa muito lógica, muito mesno necessária;

nota mental 5: receita boa é aquela que você consegue preparar mesmo sendo muito tarde e mesmo depois de já ter er…abusado da bebida.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

carnes Receitas

A minha costelinha do Outback

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A idéia era: reproduzir em casa um almoço do Outback com Aussie Bread, Ribs On The Barbie, Cinnamon Apple e Garlic Mashed Potato.
E não é que deu certo? Quer dizer, quaaase 100% certo, já que o meu pão australiano não rolou – a receita da Cinara era incrível e a massa enquanto eu sovava parecia ótima mas… definitivamente eu sou uma pessoa que não faz pão. A massa não cresceu e a minha saída foi buscar o pão australiano do Pão de Açucar, que é excelente por sinal.
Bem, apesar da tragédia do pão, as demais receitas ficaram perfeitas, com atenção especial para a costelinha que…affff…modéstia à parte, estava maravilhosa.

Comprei 3 Kgs de costelinha suína da Aurora e na véspera temperei com: limão, bastante alho processado com sal e pimenta do reino, alecrim e pimenta calabresa, coloquei num saco, amarrei e deixei na geladeira.
Na hora de assar, botei as costelinhas na assadeira (sem o saco!) cobri com papel alumínio e assei até que estivesse bem macia. Depois, foi só tirar o papel alumínio e deixar que a marinada fosse secando, enquanto a carne começava a dourar. Quando já dourada, comecei a pincelar o molho barbecue (que eu já ensinei aqui) dos dois lados da costelinha e levá-la de volta ao forno. Fiz isso por três vezes mais ou menos em cada peça – pincelar o molho e voltar para o forno até o barbecue começar a “secar”. Detalhe: a essa altura a carne deve estar soltando do osso, de tão macia ok?

(ah! depois que tirei o alumínio, aproveitei para colocar na assadeira um bom tanto de cebolas inteiras, daquelas pequenas, para assar no caldinho que se forma na assadeira – acredite em mim: essas cebolas ficam maravilhosas!)

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(detalhe de uma das peças de costelinha saindo do forno)

Para servir à moda do Outback, providenciei a maçã com canela (que eu acrescentei um tantinho de melado e ficou bem bom), o purê de batatas com alho (é só fazer o purê normalmente – eu uso batata, manteiga e leite – e acrescentar dentes de alho beeem amassados e temperar no final com bastante pimenta do reino moída na hora) e um arroz branco. Ainda servi uma salada de folhas com molho de balsâmico, melado e ervas mas… o povo nem deu bola para a salada. Hohoho…porque será né? =)

Para acompanhar o pão australiano, fiz a minha versão da manteiga do Outback – processei manteiga sem sal com creme de leite e uma colherzinha de mel. O povo adorou.

E assim foi o almoço do Outback na minha casa. Quem esteve por lá, disse que o almoço não ficou devendo em nada para o restaurante a não ser pela falta das garçonetes de shortinho. Rá! Mas aí também já é demais, né não? :P

* post originalmente publicado no Rainhas do Lar

cozinha rápida massas Receitas

Massa ultra rápida


Eu postei essa receita no especial do Dia dos Namorados no ano passado e acho que ela entra fácil no ranking das receitas mais rápidas de todos os tempos, tirando o Miojo né beibe?
São 8 minutos para cozinhar o spagueti al dente. Enquanto ferve a água e nos 8 minutos de cozimento você rasga a rúcula (que já estava lá de molho, higienizando ou, no mínimo, guardada já higienizada na geladeira né?), abre os tomates cereja e corta a mussarella de búfala. Vamos colocar mais 2 minutos para escorrer a massa e montar o prato. Contando que é um prato sem nenhum ingrediente já preparado (molho, etc) acho que temos aí uma receita vapt-vupt, não?

Então agora nós queremos saber… Qual a sua receita ligeirinha, aquela que você prepara em, no máximo, 20 minutos?

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

carnes Receitas

Porpeta com nozes

Para fazer a porpeta tradicional (almôndega em italiano e como chamamos lá em casa) usamos pão amanhecido, porém essas eu quis fazer com o que tinha sobrado da mistura para o recheio dos charutos – carne moída com arroz (antes do acréscimo dos outros temperos) – por isso limei o pão da receita e para garantir a liga fui apenas de ovo e um pouco de farinha de rosca. Temperei a massa com cebola, alho amassado, salsinha picada, sal, pimenta e cominho (em porção generosa pois eu adoro). O toque diferente ficou por conta das nozes trituradas que eu adicionei à massa.

O molho onde elas foram cozidas foi o básico: alho e cebola dourados no bacon magro, tomate pelati, molho de tomate, pimentão, pimenta calabresa, sal e manjerona.

***

Porpeta pra mim é daqueles pratos com memória afetiva e me faz lembrar da minha tia Luiza. Italianona alegre, cheia de energia, dona de restaurante onde eu ainda menina ajudava nas férias, tia Luiza era daquelas que vivia com um lenço amarrado na cabeça, um avental amarrado na cintura, e geralmente circulava empunhando uma colherona de pau e gesticulando muito. Sua alegria era preprarar mesas e mesas de massa, receitas que levavam sempre muito, muito molho de tomate. Eram dela as porpetas enormes e suculentas preparadas em panelões imensos, que depois iam para o prato carregadas de molho onde eram mergulhadas fartas fatias de pão, comidas com a mão em meio a um falatório muito alto, com a mesa sempre cheia de gente.

Infelizmente a Tia Luiza hoje faz porpetas no céu e, se eu bem conheci aquela italianona, deve estar fazendo uma baita festa por lá :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

cozinha rápida massas Receitas

Spaghettini com nata e gorgonzola

Eu não estava ontem falando justamente sobre comidinhas vapt-vupt? Taí, essa é uma das minhas.
A receita, além de rápida, tem sobre mim efeito curativo e calmante. É daqueles pratos que você leva para a frente da TV e come sem compromisso, sabe?

E bom que para fazê-lo o lance todo é rápido. Cozinhar o spaghettini (no.9) al dente, escorrer e banhar em azeite ou manteiga. Numa panela fritar o alho, colocar um pedaço de gorgonzola honesto, um copinho de nata, acertar o sal, jogar sobre o spaghettini, moer uma pimenta e foi.

***

Devo agradecer do fundo da minha pobre alminha perturbada à minha amiga Clau, que me presenteou com um belo pote de nata (vindo diretamente do RS) que deu vida a tão saborosa receita, que teve papel fundamental na volta do meu humor para um nível …”humano”.
Valeu gaúcha. Nunca uma nata foi tão curativa, garanto :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

ideias, dicas e truques peixes e frutos do mar Receitas

Itadakimasu!

Para cortar o salmão e fazer o sashimi você precisa de uma certa técnica e uma faca especial/afiada/apropriada, certo? Certo. Mas…também funciona se você tiver um peixeiro gente boa que saiba muito bem das coisas :)
Daí você só rala gengibre, separa um pouco de raiz forte, corta um pepino (japonês of course) no descascador de legumes para fazer um sunomono* jogo rápido, ajeita seu rico sashimi já cortadinho e todo o resto num prato bonitão, sorri se achando A shushiwoman e fica feliz demais da conta de terminar assim uma terça-feira boring.

***

Sunomono é um pepino adocicado servido com vários pratos japoneses, uma espécie de acompanhamento. Tem um jeito correto, e consequentemente um pouco mais complicado, de fazer o sunomono tradicional, que leva alga, kani kama e mais alguns ingredientes mas o meu é, como eu já disse, jogo rápido.
Corto o pepino com o descascador de legumes em lâminas muito muito finas, boto numa travessa, salgo, espero uns minutinhos, junto vinagre de arroz, açucar e gergelim torrado.
Vai muito bem com vários pratos, inclusive de outras culinárias que não a japonesa.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

carnes de festa Receitas

Brochetes

Nada como pertencer ao rico universo dos blogs com pé na cozinha, né não minha gente? Graças a eles você encontra inspiracão para o almoço de um sábado em que sua criatividade está a zero.
Foi assim hoje. Por causa do Frango com Banana eu encontrei os Brochetes do Tio Gui e elas vieram dar o ar da graça na minha cozinha.

Sei que Tio Gui não gostará de saber, mas dei uma pequena cambiada na sua receita, porém fiz questão de manter a ordem de las colores, que é coisa imprescindível segundo ele, e mantive a sequência: pimentão vermelho, amarelo e verde :-)
Tio Gui há de saber que ganhou uma fã ardorosa que, de quebra, levou junto o marido, cujo longo repeteco nos espetinhos não deixou dúvida de que também se tornou f’ã.

Lá no blog da Re e da Fran vocês encontram a receita original. Aqui em minha cozinha o filet mignon foi temperado com sal, pimenta, azeite e molho inglês mas não ganhou a camada de manteiga derretida, mais por conta da fome (e consequente pressa) que se fazia presente, do que pela falta de crença no método abençoado do Tio Gui, que há de ser testado brevemente já que as (ou seriam os?) brochetes fizeram tanto sucesso que já tem repeteco agendado :-)

O sol ardia lá fora, mas aquela mesma fome já mencionada me fez renegar a churrasqueira e apelar para o grill, que, acreditem, cumpriu muito bem o seu papel.
Espero que Tio Gui me perdoe por essa falha terrível ;-)

Para acompanhar eu fui de salada basiquinha-com-frescurinha, a saber – alface americano, tomate, cebola, ervilha, papoula, gengibre ralado e raspas de limão siciliano.

Preciso dizer que tudo foi regado a muitas cervejinhas estupidamente geladas?

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Filet mignon à moda soborô

O esquema é o favorito meu e da Katita e já é conhecido de quem frequenta esse blog. Para fazer o Filet Mignon à Moda Soborô basta abrir a sua geladeira, checar a gaveta de legumes e partir para o fogão.
Na panela vai o filet mignon cortado em cubos para dourar com alho, cebola no óleo de gergelim. Um pouquinho de sakê para dar aquele cheirinho. Frita até os cubos ficarem dourados e junta shoyu. Corte em pedaços grandes toda sorte de legumes que estavam dando banda na sua geladeira e foram cooptados naquela sua checagem prévia. Não dispense aqueles que estão no bico-do-corvo e começando a ficar feinhos – desperdício é uma palavra que nenhuma Rainha deve conhecer.

Bote os legumes na panela com o filet e cozinhe até que fiquem macios. Eu usei cambuci, pimentões, alho poró, acelga e fiz uma mistureba dos diabos que no fim ficou bem próximo do que seria um molho de yakissoba por exemplo.
Se quiser, termine com gergelim, do branco, tanto faz. Se gergelim não houver, uma salsinha picadinha também serve.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

pratos únicos Receitas

Berinjela recheada à La Pasquim

É sabido que eu sou chegada numa berinGela (tanto faz, no Houaiss tá com G e no Aurélio com J, portanto, fique à vontade) e a como de todas as formas possíveis. Daí que hoje eu juntei o gosto pela bichinha com o desejo do marido de “maneirar” nas calorias esses dias, para só então despirocar de vez nas Festas.
Well, desejo atendido e da minha cozinha saíram …

Berinjela Recheada


Eu usei a rajada, da pequena (não a mini). Tirei a polpa (que virou patê despues) mas deixei um bocadinho claro, senão fica só a casca, raspei com garfo, coloquei um pouco de azeite e sal e depois recheei com carne moída refogada com alho, cebola, sal e pimenta síria (aquela que tem canela, noz moscada e outros muitos pozinhos). Depois de refogada, coloquei um pouco (bem pouco mesmo)de creme de leite só para dar uma consistência um pouco “cremosa”. Botei essa carne nas metades da berinJela, salpiquei um queijo prato por cima e levei ao forno num refratário untado com azeite até que ela estivesse macia. Depois só deixei dar uma dourada no queijo (talvez eu tenha me entretido um pouco com o Marcos Pasquim* na novela e essa etapa tenha passado um pouco…hohoho).
Para acompanhar eu fui de…

Legumes salteados no azeite com manjerona e tomilho

Cozinhei no vapor cenouras baby, couve flor, brócolis e os mini-chuchus-fofos. Depois, dei aquela salteada no azeite extra virgem, salpiquei o tomilho e manjerona, ambos fresquíssimos e colhidos na minha hortinha (desculpa aê) e finalizei com a pimenta rosa.

Pedido de marido atendido com louvor :)

***

*que homem é esse??? ;)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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