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Frango multicolorido

Veja bem, tudo começou quando eu saí de uma tempestade e um vendaval que atingiram São Paulo e, mais especificamente, a região onde eu trabalho, próximo ao aeroporto de Congonhas…

Por conta da falta de energia, o trabalho acabou forçosamente mais cedo e eu enfrentei um congestionamento monstro com todos, eu disse absolutamente todos, os semáforos da região desligados e um caos generalizado, aliás…já notaram como um ser humano vira um monstro numa hora dessas?
Pois bem, por conta do vendaval e do trânsito infernal, passar em um supermercado estava completamente fora de questã, mas o meu almoço meia-boca de hoje me forçavam a, pelo menos, tentar comer algo gostoso no jantar. Até porque comadres, depois de passar por tudo isso, o que eu precisava mesmo era da minha casa + uma cerveja gelada + uma comida fresquinha, exatamente nessa ordem.

Okey, voltamos à vaca fria…
Depois de comprar um amendoim torrado no farol (sem comentários, please), que por sinal não estava funcionando, tive a idéia genial de que tudo que eu precisava para ser feliz hoje era comer um delicioso frango xadrez (porque o frango xadrez leva amendoim, sacou agora a associação né?). Tudo parecia lindo mas a realidade nem sempre é como a gente sonhou. Chegando em casa, ao abrir a gaveta de verduras e legumes da geladeira, tudo que eu vi foram umas coisinhas poucas e um imenso vazio. Nada de cenoura, nada de acelga, nada de cebola, nada de vagem, nada x nada. Dando banda por lá apenas uma metade de um repolho roxo, duas pimentas americanas e dois alhos-porós (odeio plural de palavras compostas, é isso mesmo? rs) e mais pra cima, meia lata de milho que sobrou da salada de ontem.

A solução foi uma só, na verdade a única – juntar tudo no frango, ou quase tudo, o alho-poró eu achei que seria demais.
Foi aí então que nasceu esse franguinho delícia que me tornou uma pessoa melhor e aplacou o meu desejo de sair matando as pessoas hoje, especialmente os amarelinhos do trânsito que contribuíram demasiadamente para que minha volta pra casa se transformasse numa odisséia digna de Dante.

O frango eu fiz da maneira mais simples que uma pessoa seriamente debilitada pode fazer – dourei os filés cortados em cubos com alho e a pouca cebola que restava, coloquei uma quantidade generosa de shoyu, acrescentei o repolho, o milho e as pimentas picadas, cozinhei até tudo ficar macio e no final acertei o sal com mais shoyu e joguei lá os amendoins do farol que foram cuidadosamente guardados para esse fim.

Fiz um arroz branco fresquíssimo, comi, tomei minha cerveja, vi o bairro do meu trabalho no noticiário de TV que dizia que ele foi o mais atingido pelo vendaval em SP, tomei meu banho, botei meu pijama e espero daqui a pouco encontrar o resto do conforto que me falta nos braços de Morpheu.

The end. Agora hoje, só amanhã :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Bacalhoada

Eis o bacalhau da Faby, ou da família Zanelati, que nada mais é do que a boa e velha bacalhoada ao forno.
Leva batata, pimentão verde e vermelho em rodelas, tomate sem pele e sem semente, cebolas, azeitona portuguesa – que infelizmente eu não encontrei no supermercado e usei uma preta comum, o que não é a mesma coisa – e muito, muito azeite extra virgem, que é o segundo ingrediente mais importante do prato, por isso precisa ser muito, muito bom.

Depois de deixar o bacalhau de molho na véspera e trocar a água diversas vezes, eu levo o bacalhau já em postas para ferver numa panela com a última água do molho por uns 5 minutinhos. Sem descartar a água eu “pesco” as postas e reservo. Nessa mesma água eu coloco as batatas em rodelas grossas para dar uma pré-cozida, sem deixar que cozinhe muito e amoleça.

Numa travessa eu começo montando as camadas de tomate, pimentões, cebola, batata e disponho as postas de bacalhau, as azeitonas e rego com azeite extra virgem. Desse mesmo jeito vou repetindo as camadas, intercalando os ingredientes e regando sempre com azeite. Cubro a travessa com papel alumínio e levo ao forno até que todos os ingredientes estejam bem macios. Depois é só deixar dourar um pouco e servir com arroz branco.

Isso é tão bom, mas tão bom que eu fico me perguntando se comer isso em plena sexta-feira santa não seja um baita de um pecado…hohoho.
Bacalhau definitivamente é uma coisa de Deus :)

***

Notinha: Comadres ontem rolou o suflê de Nutella de novo de sobremesa (é a nova tara do marido…rs) e eu fiz a receita tirando o açucar e enchendo pela metade os ramequins. Só uma coisa: perfeito!

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

carnes Receitas

Medalhão ao molho de vinho do Porto e shimeji

No pilão coloquei algumas ervas – tomilho, manjerona, salsa, sálvia – e soquei com azeite. Com essa mistura, mais sal e mais pimenta do reino temperei os medalhões de filé mignon e reservei por meia hora.

Na frigideira de ferro (bem larga) selei os medalhões de ambos os lados, retirei-os e na mesma frigideira coloquei manteiga clarificada (tks Tatu!), cebola picada, um pouco de açucar e deixei até que a cebola começasse a ficar transparente. Acrescentei um bom tanto de vinho do porto (eu só tinha o PortoValduga), mais vinho tinto (fui de Carmenere Persona, também da Valduga) e deixei reduzir bastante. Já no final, acrescentei o shimeji e cozinhei até que ele ficasse macio, coisa rápida. Depois, é só retornar os medalhões e deixá-los mais um pouco no molho de vinho. Ou não.
No meu caso não porque o ponto do meu medalhão é beeeem mal passado. Mesmo :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Lula ao vinagrete

É só ferver água com uma pitada de sal. Ferveu, coloque lá a lula já limpa e cortada em anéis (eu gosto assim, mais grossos) e deixe lá por uns 2 minutinhos. Deslige o fogo, deixe a lula lá mais uns 2 minutos e pronto, ela estará cozida.

(eu não sei se você sabe mas lula que cozinha demais é o que existe, em termos er… “alimentícios”, de mais próximo da borracha. E, por acaso você já tentou mastigar uma borracha?)

Depois, é só escorrer e temperar ao seu gosto – eu usei salsa, cebolinha, pimenta calabresa, cebola picada, azeite, vinagre e sal. Nada mais simples.

nota mental: lula com certeza entra no meu top 10 comidinhas mais deliciosas de todos os tempos… o trem gostoso, tá louco.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Pimentão cheio

Na minha família é assim que chamamos o pimentão recheado – pimentão cheio – e, assim como outras comidinhas igualmente simples, lá em casa o prato também tinha um certo status, como uma comida de festa, sabe como é?

A receita é simples demais – é só cortar uma “tampinha” nos pimentões, tirar toda a semente e aquela partezinha branca do lado de dentro e rechear. Eu uso como recheio um refogado feito com carne moída, cebola, alho, louro e pão dormido amolecido no caldo de carne (mas pode ser qualquer outro).
Depois de recheados, faço um bom molho com tomate pelado e manjericão e coloco lá os pimentões com as tampinhas e um palito de dente espetado para que não se solte e cozinho até que fiquem macios.

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Frango crocante com sopa de cebola

Usei filés de frango que eu já tinha, temperados com limão e um pouco de sal, mas o melhor é não temperá-lo pois a sopa de cebola já é salgada. O resto da receita é coisa de criança – só besuntar o filé de frango com maionese (eu usei a light) e depois passar pela sopa de cebola, como se estivesse fazendo um empanado. Vai para o forno já quente em forma anti-aderente até dourar e, se você quiser pode acrescentar suco de laranja ou cerveja… fica ainda mais dourado.

Eu comi com cabelinho de anjo passado no azeite e, já no prato coloquei um pouquinho de shoyu, mas acho que ficou salgado demais para acompanhar essa receita de frango.
Ah… enrolar o cabelo de anjo no frango foi só frescura :)

Mandei para o bucho com uma saladinha de alface americana e uma skol estupidamente gelada, porque eu não sou obrigada. O calor desumano que está fazendo só pode ser um sinal dos céus pra gente se acabar na cerveja. Só pode.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Salmão ao molho de manteiga com passas e alcaparras

O pedaço do lombo de salmão eu temperei já no alumínio com pimenta moída na hora e flor de sal. Por cima coloquei sálvia fresca e rodelas de limão. Embrulhei e levei para o forno elétrico tempo suficiente para cozinhar o salmão, depois abri o alumínio, retirei os limões e a sálvia e deixei dourar.

O molho foi o Claude quem me ensinou (dá licença?)… Na frigideira grossa (eu uso a minha de ferro gigante) muita manteiga, alho amassado, cebola, shoyu, uva passa e pimenta rosa esmagada… a alcaparra aqui foi, digamos, meu toque pessoal :)

Valha-me Deus! Que coisa boa!!!

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Frango crocante

Meu forno anda funcionando muito nos últimos dias e hoje foi de lá que saiu esse frango crocante, feito com iogurte e biscoito cream cracker light.

A receita, que é na verdade um apanhado de várias outras, é bem simples. Pra começar eu temperei os filés de frango com limão, sal, pimenta, molho inglês e algumas ervas (manjericão, manjerona, orégano, tomilho) e deixei que o frango descansasse nessa marinada por meia hora. Enquanto isso, bati no liquidificador um pacote de biscoito cream cracker (usei o light mas, vamo’ combinar…é pura frescura isso, afinal, como é que conseguiriam deixar o cream cracker ainda mais light? rs) e fiz uma farofa fina.
Depois que o frango pegou o tempero, passei os filés primeiro em iogurte natural (preciso dizer que era light também?) e depois na farofa de biscoito. Ajeitei na forma untada e levei ao forno pré-aquecido até que ficasse douradinho assim.

Para acompanhar, fiz um molhinho com o que restou do iogurte + mostarda dijon + semente de papoula e uma saladinha básica de pepino japonês porque, tá ligada que o outro eu não suporto né?

***

A pimenta vermelha? Ah… nada não… é que eu precisei colher algumas que já estavam murchando no pé e aproveitei o embalo. É que eu estou na TPM, sabe como é :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Filé mignon com molho de manga

Mostrando a sintonia que existe entre a minha cozinha aqui em Sampa e a da minha irmã em Salvador, eu também tinha engatilhado o preparo desse escalopinho de filé mignon mas estava à procura de um molho diferente para acompanhá-lo. Foi daí que apareceu esse molho de manga que agradou em cheio por aqui.
A receita era para acompanhar frango (o que também deve ficar muito bom) mas, eu caprichei no “azedinho” e acho que fiz uma boa escolha – com a carne também ficou muito saboroso.

Vejamos… o escalope foi temperado do meu jeitão clássico – sal moído na hora, pimenta idem e molho inglês. O processo no fogo também é o mesmo – um fio de azeite (ou óleo) na frigodeira de ferro bem quente, uma selada de cada lado e pronto.

Já o molho eu fiz assim…
Na panela coloquei uma xícara de suco de manga Maguary (mas se você quiser usar manga mesmo eu dou a maior força… só bater no liquidificador e fazer um suco)com uma colherzinha de maizena diluída. Levei ao fogo e acrescentei (agora é tudo mais ou menos hein…quantidade exata eu não faço idéia) 1 colher (sopa) açucar mascavo, um pouco de vinagre branco, molho inglês, 1 colher de mostarda, pitadas de canela e noz moscada, uma colherzinha de molho de pimenta Tabasco e, por fim, um pouquinho de shoyu. Depois é só cozinhar até reduzir bem, acertar o sal e servir por cima dos escalopes.

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carnes Receitas

Lagarto ao molho de vinho

Um corte de carne que eu gosto é o lagarto que eu uso tanto para salada, quanto para rosbife e assim, feito na pressão com molho de vinho.

Na véspera eu tempero o lagarto já limpo com vinho tinto (usei um merlot), sal, pimenta calabresa, um bouquet de ervas – muito louro, salsa, cebolinha, manjerona – e um pouco de chimichurri, um tempero de origem uruguaia que eu compro pronto no Mercado Municipal. Para que o tempero “pegue” mesmo, eu faço pequeno furos na peça e algumas vezes costumo rechear com cenoura, pimentão e toucinho. Dessa vez porém fiz sem recheio.

No dia seguinte, retiro o bouquet de ervas e o caldo da marinada e levo a peça à panela de pressão aquecida para selar todos os lados até que fique bem dourado. Acrescento cebolas cortadas em 4, alhos inteiros, um pouco de óleo e deixo dourar novamente. Em seguida coloco o caldo da marinada de volta, completo com um pouco mais de água e coloco na pressão até que a carne fique bem macia.

Depois de cozida, retiro a peça, fatio e reservo. No caldo que ainda está na panela de pressão acrescento mais vinho tinto, um pouco de açucar, salsinha picada e deixo esse molho reduzir durante bastante tempo. No final do processo gosto de acrescentar cenouras (e as vezes pimentões) em pedaços grossos e deixar que cozinhem nesse molho. As cenouras, quando cozidas no molho de vinho, parecem ficar ainda mais doces, pelo menos é o que eu acho mas…pode ser uma viagem minha…rs.

Na hora de servir, disponho as fatias de lagarto e os legumes, no caso a cenoura, cubro com um pouco de molho e o restante levo à mesa em uma molheira. Também curto comer esse lagarto acompanhado de purê de batatas, mas com arroz branco fresquinho também é de matar.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Salada fofinha, com figo e bolinhas de cottage com hortelã

Eu não sou lá a maior fã de salada mas confesso que quando me deparo com uma como essa, fico me questionando se não é hora de rever meus conceitos…rs.
Salada pra mim é aquela coisa…nhonha, por isso para me agradar tem que primar pela criatividade. É o que faz essa salada preparada pela Si e pela Clau – mistura sabores e texturas, brinca com o azedo e o doce e traz novidade para um prato que, vamo’ combinar, nem sempre é tão atrativo.

As meninas liberaram a receita…ó que boazinhas? ;)

Para a salada:
Alface americana, rúcula, tomate cereja e figo fresco.

Para as bolinhas de cottage:
Queijo cottage, hortelã picadinha e paciência para modelas bolinhas que dão muito, muito charme ao prato, logo, compensa o trabalho, vai por mim.

Para o molho:
Aceto balsâmico honestíssimo, gengibre ralado e mel, tudo misturado na quantidade que agradar o teu paladar.

Sirva a salada montando pratos individuais com porções de rúcula e alface, duas (ou mais) bolinhas de cottage, tomate cereja partido em 4 enfeitando bonitinho, salpique sal. O molho vai à parte e cada um se serve na quantidade que preferir.

Ó que linda! :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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