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[#trucão] Rolê de frango com pesto

Essa é fácil.

1. Abra o peito de frango em filé. Para deixá-lo maior e mais fino, coloque-o em um plástico (ou entre um plástico filme) e bata delicadamente com o martelo de cozinha.

2. Prepare um pesto e acrescente ricota, fazendo uma espécie de pastinha.

3. Coloque a pasta por cima dos filés, enrole e prenda com palitos.

4. “Empane” os rolês no queijo ralado

5. Leve ao forno médio pré-aquecido até dourar.

Interpretação livre da imagem postada no Pinterest por Lily Childers.

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Sanduba de pernil

Gente, pernil né? Tem como não amar MUITO pernil? Não, não tem.

Então, tem aquela coisa de que pernil é só pra Natal, Reveillon, que tem que assar horas e horas, que tem que temperar de véspera… que nada! TYá na hora de acabar com esse mito!

Vai receber uns amigos em casa para tomar umas cervejas e jogar conversa fora? Esqueça o fogão, o risoto, as massas e invista em um pedaço de pernil, pães franceses fresquinhos e seus convidados te amarão para sempre. E você nem vai precisar ficar dando plantão na beira do fogão porque vai preparar o pernil com antecedência e ficar linda e loura só esperando o povo. Olha que batutinha…

Compre um bom pedaço de pernil, levando em conta que o rendimento dele não é muito alto, ok? Tire parte da gordura (se ele já não estiver limpo), coloque um fio de óleo numa panela de pressão e bote o pernil lá (se não couber, pode cortar em pedaços grandes). Agora, deixe o pernil dourar. Vá mexendo, de modo que todos os pedaços ganhem cor.
Quando a carne estiver dourada, comece a acrescentar os temperos: primeiro, bastante alho e cebola, que devem dourar também. Depois, sal e pimenta (eu usei a calabresa), folha de louro, um pitadinha de cominho … mexe tudo, cobre o pernil com água fervendo, fecha a panela e cozinha na pressão por uns 30 minutos.

Quando abrir a panela, a carne deverá estar cozida, já quase sem líquido. Se não estiver cozida, junte mais água e volte para a pressão. O ponto certo da carne é quando vc usa um garfo para mexer e ela se desmancha.

Ok, uma vez cozido é hora de incrementar seu pernil. Junte alguns tomates cortados em rodelas e deixe que cozinhem até desmanchar. Depois, prove o tempero e se for preciso corrija sal e pimenta (se seus amigos forem bravos, pode acrescentar pimenta dedo de moça picadinha sem semente). Por fim, acrescente pimentão e mais duas cebolas cortadas em meia lua. Se for preciso, acrescente um tantinho mais de água, apenas o suficiente para deixar o pimentão e a cebola macios.

Desligue o fogo e junte cebolinha picada, ou cheiro verde, ou coentro, ou manjericão…

Pronto! Agora é só rechear o pão e servir :)


Fácil, prático e delicioso! 

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[#receitasligeiras] Cação ao molho

Seguinte, não vou nem me atrever a chamar isso de moqueca porque a patrulha anda solta na internet e não demoraria para alguém aparecer dizenho “nhé, isso daí não é moqueca“.

Pois é, não é. É um peixe feito na panela comum (se fosse pra ser moqueca teria que ser na panela de barro, diriam os puristas), em um molhinho saboroso e muito, muito simples de fazer. Tão simples, que nem vou chamar de receita, tá? Vou jogar aqui só o modus operandi, olha só.

Temperei as postas de cação com alho, sal e limão. Na panela dourei alho no azeite e coloquei uma camada de cebola em rodelas, pimentão verde e tomate, também em rodelas. Coloquei as postas de peixe por cima, acrescentei louro, leite de coco, coentro, pimenta calabresa, um pouquinho mais de azeite, tampei a panela e contei 10 minutos depois que começou a ferver.

É isso. Dois palitos :)


(ó o bicho na panela, direto do Instagrammmmmm) 

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Bolo de limão com sementinhas proibidas :)

Antes que o pelotão da moral baixe por aqui, as sementinhas proibidas do título são apenas inofensivas papoulas, ok? E a comercialização delas nem é proibida no Brasil, como eu achava que era até escrever esse post, mas parece que a burocracia para importá-la é tão grande, mas tão grande (Ah, vá, burocracia? no Brasil? que estranho!) que elas sumiram (saca o naipe: As importadoras precisam acatar regras como a apresentação de um documento no qual conste que as sementes vêm de cultivos lícitos e provas de que se tratam de sementes sem capacidade germinativa, ausentes de entorpecentes e não-oriundas de apreensões. fonte: IG)

Burocracias à parte, o que importa é que esse bolinho é daqueles simples, pra tomar com café quentinho. Claro que você também pode deixá-lo glam fazendo uma cobertura de limão com açúcar de confeiteiro ou quem sabe uma geleia escândalo, que nem a de Mirtillo da Casa de Madeira. Enfim, simples ou sofisticado, com ou sem papoula, o bolo é uma delícia – fofinho, fofinho e ultré macio. Pode se jogar…

Na batedeira – 5 gemas, 200gr de manteiga 2 xícaras de açucar. Bate até ficar clarinho e bem homogêneo. Depois, junta 1/3 xícara de suco de limão (se quiser mais azedinho, seja mais generosa), 1/3 xícara de leite, 2 xícaras de farinha de trigo e uma colher de fermento e bate mais. No final, junta as 5 claras batidas em neve e mistura tudo delicadamente (tá ligada que não pode misturar a clara em neve como se fosse argamassa né? ok). Coloca a massa em uma fôrma untada e enfarinhada e leva ao forno médio pré-aquecido por uns 30 minutos ou até passar pelo teste do palito.

Viu? Sem truque, nem segredo :)

Ah sim! Antes de colocar a massa na fôrma eu juntei uma colher de sopa de sementes de papoula e misturei, só pra dar um charminho e usar meu pequeno estoque da ex-proibidona e agora foragida.

U-hu! Tô muito transgressora nesse 2013 :)

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Tarte de frango e abacaxi

Bom, já começo o post me desculpando. Sumi né? Mas ó, tá babado, gente! Em outro post eu conto. Segurem aí!

Agora, sobre a receita do post, lá vem polêmica… Eu ia chamar de Quiche à Moda Thai, mas aí lembrei que ouvi numa aula uma vez que quiche tem que ter o recheio à base de ovos e leite – duas coisas que não tem nessa minha invenção. Pensei em chamar de torta… mas né, torta quem que ter cobertura de massa – e essa não tem.

Foi então que postei a foto no Instagram e joguei pro universo, ou melhor, pro meu amigo Cobra, que é estudante de gastronomia e muito mais sabido do que eu. Ele então me disse que isso é Tarte. Se ele disse, tá dito! Tarte, então.

O recheio aqui tem uma pegadinha Thai, uma coisinha agridoce por conta do abacaxi. Gente, ficou s.e.n.s.a.c.i.o.n.a.l! Sério mesmo. Tentem em casa! A massa é bico de fazer e o recheio é o que vier na sua cachola… eu só vou dar uma ideia, tsá? Bora lá…

A massa

Ponha numa tigela os ingredientes secos… 280g de farinha de trigo peneirada e 1 colher café de fermento em pó. Junte então 1 ovo inteiro ligeiramente batido, 3 colheres de sopa generosas de iogurte natural, 140g de manteiga e uma pitada de sal. Daí é só misturar com a ponta dos dedos e ir mexendo a massa até que ela esteja macia, lisinha e homogênea. Enrola a massa num plástico filme e leva à geladeira por meia hora mais ou menos.

O recheio

Aqui eu fiz o seguinte… Cozinhei um peito de frango com osso numa mistura bem aromática: louro, cravo, muito gengibre, cebola, alho, sal, curcuma e pimenta dedo de moça. Cobri com água e deixei na pressão até o peito ficar beeem macio. Depois, desfiei no processador  comecei a preparar o recheio da tarte (estranho essa coisa de tarte, né? rs).

Peguei aquele franguinho já desfiadinho, botei numa tigela e juntei: cream cheese (1 potinho pequeno), uva passa branca sem semente (um bom punhado), abacaxi cortado em cubos grandes, cebolinha picada e pimenta dedo de moça (sem as sementes) também picadinha. Misturei bem, acertei o sal e o recheio estava pronto.

Voltando à massa…

Depois de passar aquela meia horinha na geladeira, você pega a massa e forra com ela o fundo e as laterais de uma fôrma de fundo removível, faz uns furinhos com o garfo (só para a massa não subir) e leva ao forno médio pré-aquecido por uns 15 minutos.

Retire do forno, junte o recheio e volte pro forno, dessa vez por uns 20 minutos até que a massa esteja douradinha. O recheio já está todo cozido e a ideia é que o abacaxi não derreta, ok?

Se joga na Tarte, Quiche, Torta ou whatever!

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Cozinha da leitora – Sopa de legumes da Paty

A leitora Paty tinha soltado no Facebook que fazia uma sopinha de legumes que era de babar. Lógico que eu já pedi a receita (sou ligeira, gente!). Ela mandou e eu publico agora (com muito atraso, sorry Paty!).
Mandioquinha, chuchu, inhame, abobrinha… essa sopa não tem como não ser MUITO boa mesmo, Paty!
Gracias por dividir a receita conosco (e o capricho na edição da imagem? adorei).
Bjo!
Faby

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Sopa de fubá da vovó

Esfriou aí também? Aqui gelou. Temperaturas insanas e noticiário falando em sensação térmica de -30ºC (sério, gente, o que foi isso, pelamor?????). Cruuuzes!

Bom, se tá frio tem que ter sopa! Essa é a regra lá em casa. Eu ataquei de sopinha de fubá daquelas bem simples, que a vovó fazia, saca? Adoro e acho baba de fazer…

Tenha em mente que você vai usar cerca de 1 xícara de fubá e mais ou menos 1 litro de água/caldo. Primeiro, coloque o fubá numa tigela e acrescente um pouco da água fria, pra fazer uma espécie de “papa”.  Agora, esquente uma panela e doure cebola e alho e uma folha de louro. Junte lá a pastinha do fubá, mexa e coloque o restante da água que, neste caso, pode até ser caldo de legumes, ok? Tempere com sal e pimenta, mexa bem, espere começar a borbulhar, abaixe o fogo e cozinhe lentamente, mexendo sempre para não empelotar. Leva uns 20 minutos até o fubá cozinhar bem… se for preciso, acrescente mais água/caldo nesse período, sempre devagarzinho e tomando cuidado para o fubá não espirrar em você.

Note que é um processo bem parecido com o da polenta. A diferença aqui é que a intenção é deixar a mistura mais molinha, cremosinha…

Tá, isso aí é o básico do básico, tá? Se você quiser algo mais incrementando, experimente picar uma linguiça calabresa, dourar e depois acrescentar o alho e a cebola. Bacon também fica delícia, mas né… o que não fica bom com bacon, me diz? ;)

Aqui eu servi a sopa com um restinho de picadinho de músculo que eu já tinha pronto. Só coloquei por cima, finalizei com cheiro verde picadinho e pimenta do reino moída na hora e foi!

Prato quentinho, aconchegante, com cara de vó. Fala, não é uma gostosura? ;)

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Frango vapt-vupt


(eu agora sou ” fotógrafa” de Instagram – convivam com isso. Rá!)

Não dá nem pra chamar de receita, então vou tratar como dica, ok? Pra variar aquele peito de frango que você não aguenta mais, vai lá…

Numa wok vai óleo de gergelim e alho picadinho. Depois vem os cubos de frango, tempera com sal e pimenta, joga um tiquinho de saquê e deixa dourar. Junta o gergelim torrado, o tomate cereja cortado ao meio, mexe, espera uns 3 minutinhos. Junta o manjericão fresco e a rúcula, mistura e desliga.

Pode servir com arroz de jasmim, couscous marroquino e com o arrozinho comum do dia a dia, aquele fresquinho… hummmm, super combina! ;)

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Bolinho assado de siri


(foto: Ingrid Calderoni)

Era dia de envasar mais uma cerveja das Maltemoiselles e, por consequência, era mais um dia de muitas risadas e comilança. Apesar de estarmos nos despedindo de uma confreira, que segue vida nova nazoropa, brindamos muito e comemoramos o sucesso da golden ale (ainda sem um nome oficial). E assim foi.

Para petiscar providenciei esses bolinhos de siri, do livro Canapés. Por serem assados, são super levinhos e acompanham um molhinho simples e bem gostoso, que orna muito com o siri. Coisa rápida, sem sujar panela, dá uma olhada…

Para uns 50 bolinhos…

Em uma tigela misture 500gr de carne de siri, 1 cebola picada, 1 colher de chá de melaço (ou mel), 1 colher chá de mostarda dijon, 1 colher chá de Tabasco, 2 colheres chá de molho inglês, 1 colher sopa de molho Horseradish (de rabanete, que você encontra na seção de importados so supermercado ou no Santa Luzia), suco de meio limão, 3 colheres sopa de maionese.

A ideia é fazer uma massa, como a da foto, que aos poucos você vai dar liga com farinha de rosca… umas 5 ou 6 colheres mais ou menos. Acerte o sal e a pimenta e quando a massa estiver boa pra manusear e fazer bolinhos, está no ponto.

Depois, é só passá-los pela farinha de rosca, levar à geladeira por uns 30 minutos e depois ao forno pré-aquecido a 200ºC numa assadeira untada até eles ficarem…

… assim ó :) – leva uns 15 minutinhos.

Gente, é bolinho feito no forno, então… ele vai assar assim mesmo, sem ficar muito por igual. Não se estresse com isso – ele fica crocante do mesmo jeito e delicioso, sem necessidade de assar demais. Agora, se você fizer questão de fritar, faça-o por imersão, ok?

Aqui, o resultado final (!!!!!) Bolinho crocante por fora e macio por dentro… praticamente só siri e o tempero – sem ovo, sem muita farinha e sem complicação.

Para servir, a sugestão é esse molhinho de mostarda dijon

Misture 4 colheres de sopa de maionese, suco de meio limão, 1 colher sopa bem cheia de mostarda dijon (ou mais, se você curtir mais picante), sal, pimenta do reino e cebolinha picada. É só misturar bem e servir sob os bolinhos e finalizar com tomate sem semente picadinho, ou serví-lo à parte.

Sucesso, viu? Sirva com espumante geladinho em ocasiões festivas – ou não. Afinal, todo dia deveria ser uma festa, né? ;)

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Coração de alcatra com vegetais assados

Um prato numa vibe meio Jamie Oliver, sabe assim? Uma carnona de respeito – no caso, coração de alcatra maturada – e um acompanhamento ligeiro e saboroso (que eu já mostrei aqui ó). Aqui em casa é o tipo de prato que faz os olhinhos do marido brilharem ♥

E é tudo jogo rápido…

Você vai precisar de um bom corte de carne, alho, ervas, azeite, sal grosso (usei defumado) e pimenta calabresa.

Em um pilão amasse os dentes de alho, o sal grosso, a pimenta e as ervas com azeite. Com essa mistura bezunte os filés (que devem ser grossos) e deixe descansar por uns 5 minutos.

Esquente bem a grelha ou frigideira e sele a carne por 3 minutos de cada lado (para ter uma carne rosada no centro). Transfira para uma tábua de corte e espere uns minutinhos, para que a carne absorva seus sucos. Depois, corte em tiras e disponha lá na travessa onde você já colocou os vegetais assados.

É fácil, rende bem e é o tipo de prato que faz sucesso em um jantar entre amigos. Você pode preparar os vegetais anteriormente, temperar a carne e deixar apenas para selar na hora de servir. Vai ser sucesso, garanto.

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Risoto integral de escarola

Eu sempre amei risoto e depois que descobri que dá para fazer versões mais leves e nem por isso menos saborosas, minha relação com o prato virou de amor profundo.

Lá em casa tenho investido muito nessa versão que tem alguns pequenos truques…

1) Substituir o arroz arbóreo pelo integral (do tipo longo);
2) Substituir a manteiga por azeite;
3) Utilizar creme de ricota para garantir a cremosidade;
4) Apostar em um excelente caldo de legumes para adicionar sabor.

Basicamente é isso e o passo-a-passo nessa versão ficaria assim…

A primeira coisa a fazer é um bom caldo. Dá pra usar o tablete, claro gente, não sou eu quem vai limar. Mas, se você quer um conselho, aproveite as hortaliças e legumes que você trouxe da feira e faça seu próprio caldo – é fácil, juro.

Use talos, cascas de vegetais, aquela parte da salsinha e do alho poró que você descarta, enfim… aproveite integralmente tudo que conseguir e adicione alho (só dar uma leve batida nele e usá-lo com casca mesmo), cenoura, salsão (eu odeio, mas se você curte, fique à vontade), um pouquinho de cravo, folhas de louro, pimenta seca (se você curtir pimenta), ervas. A ideia é levar tudo para a panela, cobrir com água  e deixar cozinhando lentamente, por uma hora mais ou menos. Depois, é só coar. Eu faço sem sal porque prefiro, ok?

Feito o caldo, vamos ao risoto…

Eu gosto de cozinhar o arroz integral na panela de pressão – junto 1 xícara do arroz, acrescento o caldo, um pouco de sal e boto para cozinhar. Eu acabo descobrindo o ponto só de mexer na panela, mas geralmente depois que pega pressão é rápido mesmo. Se você tiver dúvidas, prepare o arroz com as medidas e tempos sugeridos na embalagem.

Para fazer essa receita, cozinhei o arroz e quando ele já estava cozido, mas ainda restava um pouquinho de caldo, acrescentei a escarola picada grosseiramente. Veja bem, como usei uma folha e queria que ela ficasse crocante, deixei para juntá-la bem no final mesmo, quando já estamos nos finalmentes da preparação.

O toque final vem por conta do creme de ricota, que adiciono no finalzinho (como se fosse aquela manteiga final que vai no risoto tradicional, sabe?). Eu uso pouco, só o suficiente mesmo para dar uma certa cremosidade. Depois, é só acertar o sal e  juntar ervas frescas picadas, se você quiser.

Para servir, vale um fiozinho de azeite e uma pimenta do reino moída na hora.

Como esse mesmo modus operandi, dá para fazer o mesmo risoto com outros tipos de folhas (rúcula, agrião), dá para incrementar com tomate cereja, mussarela de búfala… fica muito gostoso com ervilha torta, com muito alho poró… pode-se acrescentar mandioquinha ou abobrinha ou pimentão ou berinjela … enfim, dá para usar diversos ingredientes leves para compôr o seu risoto e, garanto, vai ficar delícia de qualquer jeito ;)

Então, corre aqui e me conta depois como ficou sua versão integral de risoto e se você não a.m.o.u esse modo mais leve de degustar essa delícia? Fechou? ;)

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