São Paulo de todos os sabores

Viajar e aproveitar os restaurantes e comidas típicas do local. Quem não adora? Tem coisa mais gostosa do que descobrir os sabores de cada região e os melhores locais para
prová-los? Como era de se esperar, minhas viagens sempre incluem um roteiro gastronômico. Aliás, troco fácil uma tarde de compras por uma tarde regada a comidas e bebidas em qualquer lugar que seja. Eu sou uma pessoa que prefere comer, gente! Sempre!

Mas, nem sempre é preciso fazer malas e cruzar grandes distâncias para fazer um delicioso tour gastrônomico. O lado bom de viver em uma cidade como São Paulo é justamente esse – poder desfrutar de tudo que existe no mundo em um só lugar.

Você sabia que São Paulo é a segunda maior cidade em número de restaurantes? O mercado gourmet por aqui movimenta uma cadeia que envolve vários setores, e seu multiculturalismo representa 52 tipos de cozinha. Segundo a ABRASEL – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, existem na cidade de São Paulo e grande São Paulo, aproximadamente 55mil estabelecimentos, entre restaurantes de vários tipos, padarias, bares e pizzarias, incluindo cerca de 2.000 opções de delivery. Os números impressionam: em São Paulo são produzidos diariamente 1 milhão de pizzas e 10,4 milhões de pães!

Diante desses números fica fácil afirmar que São Paulo é mesmo um dos melhores destinos gastronômicos da América Latina, então porque não desfrutar de tudo que a cidade oferece?

Como moradora eu diria que existem alguns truques para aproveitar melhor os bares e restaurantes de São Paulo.

  • Restaurantes com grande visibilidade internacional, inclusive os que aparecem entre os melhores do mundo, precisam de reserva e geralmente é necessário certa antecedência. 
  • Uma opção bacana para conhecer o que a cidade oferece em gastronomia é conhecer os cardápios executivos oferecidos pelos grandes restaurantes da cidade. Com preço fechado e quase sempre acessíveil, oferecem opções enxutas de cardápios que incluem entrada, prato principal e sobremesa, que variam conforme o dia da semana. Vale a pena incluir alguns deles em sua lista.
  • Dá pra se comer bem em São Paulo sem necessariamente estar em um restaurante. Essa cidade louquíssima tem bares e padarias que servem comida boa. Nesses estabelecimentos reinam absolutos os famosos PFs e pratos do dia. Impossível pensar em comida nessa cidade sem passar por um portentoso PF de boteco. Você tem que provar um, vai por mim.
  • Uma opinião completamente pessoal: se você não fizer questão absoluta, fuja dos couverts dos restaurantes. Geralmente eles custam caro e são pura distração para o que realmente importa.

Viver na Paulicéia desvairada é saber que pode comer o que tiver vontade, desde um simples pastel de feira (sempre tem uma por perto, garanto) até os mais requintados pratos de todas as nacionalidades. Pelas ruas da cidade é possível encontrar cantinas, restaurantes árabes, gregos… no tradicional bairro da Liberdade impera a cozinha oriental – japoneses, chineses e coreanos oferecem o que há de mais tradicional em suas cozinhas pelas ruas do bairro. Aliás, o bairro por si só já é uma grande aventura em Sampa.

Já se você é fã da nouvelle cuisine, vai encontrar uma infinidade de restaurantes franceses em São Paulo, com receitas tradicionais e o toque contemporâneo que a cozinha francesa esbanja. Nada mais trés chic do que jantar em São Paulo se sentindo em plena Paris! Ulalá!

Aventure-se pela cidade e descubra o prazer do turismo gastronômico! Você vai se surpreender com a qualidade e a diversidade que existe em nossa cidade. Tenho certeza que você vai adorar esse programa :)

(Crédito da foto: UOL)

#pimentaindica

Bolinhos de arroz do Manjar Beatriz Gastronomia = coisa de Deus (na foto, acompanha geleia de pimenta). Sabia que dá para comprar a massa prontinha pra fazer em casa? E também dá pra comprar pães incríveis, tortas, massas e uma porção de comidinhas delícia que a Beatriz prepara com mjuito talento em Higienópolis/SP e entrega em sua casa.

Quer saber mais? Acesse Manjar Beatriz no Facebook.

Mas ó… nada de me culpar depois pelo excesso de calorias ingeridas, ok? Eu recomendo porque coisa boa a gente tem que compartilhar mesmo (as calorias? ah, essas a gente espanta na esteira depois..rs)

Confesso que comi

2011 foi um ano bom.

Na hora de fechar o balanço, tive muito mais a agradecer do que a reclamar (ufa!). Um dos poréns é que cozinhei muito pouco e isso refletiu por aqui (daí a pasmaceira desse blog) e também na balança. Em compensação, comi de um tudo por aí.  Aqui, algumas fotos (toscas por sinal) perdidas das minhas andanças, de posts que nunca aconteceram …

1. Ostras – Dalva e Dito/SP

2. Moela – Dona Onça/SP

3. Filé com molho de gorgonzola e pimenta rosa – Amsterdam Café/SP

4. Costela – Costelaria/Jundiaí

5. Bufê de aniversário Maltemoiselles – Sinnatrah Cervejaria Escola/SP

6. Combinado – Santo Sushi/SP

7. Mozzarella marinara – Spago/SP

8. Batata frita com bacon e parmesão @ Mils shake de chocolate – Milk & Mellow/SP

9. Ovo pochê com trufas, aspargos e brioche – Living Lounge Bar Sushi Hotel Renaissance/SP (pense numa coisa MUITO boa! forte candidato a “Melhor Coisa que Comi em 2011”)

10. Bolinho de tapioca com salmão defumado – Cia de Cerveja/SP

11. Peixe ao molho de lulas com spaghettini verde – Zucco/SP

12. Risoto & Carré – Angelina/Versalles

13. Macaron – Ladurée/Paris

14. Le baba au rhum chantilly – Chartier/Paris

E se tudo der certo, tem muito mais em 2012. Simbora! ;)

Delícias peruanas

Eu sou louca por frutos do mar. Gosto de peixe também, mas meu coração bate mesmo é por um prato de lulas, um polvo bem macio, mexilhões fresquinhos, lagostas e camarões, muitos muitossss camarões :)

Depois dessa pequena introdução romântica, não preciso nem dizer que o La Mar se tornou um dos meus restaurantes preferidos em São Paulo né? A cozinha peruana impecável do restaurante está ainda mais atraente com o novo cardápio da casa. Pratos como tiraditos, cebiches (ah, os cebiches!),  causas (bolinhos de batatas com limão e ajis peruanos, cobertos com os mais diversos sabores) e anticuchos chegam à mesa frescos e lindos, muito lindos, como você pode ver nas fotos mal batidas com o celular.

Se você tem vontade de conhecer o restaurante mas tem medo da conta, fique tranquilo. Uma opção super bacana é o almoço executivo – de $35 a $42 com entrada, prato principal e sobremesa.

Agora, se você me permite uma sugestão, experimente o tiradito chifa (primeiro prato da foto) feito com vieiras em leche de tigre agridoce com maracujá, amendoin, gergelim e massinha wantan crocante. É das coisas mais gostosas que já provei… de comer rezando, só isso que eu digo.


(arroz de pato, pra quem não é tão apaixonado como eu por coisas do mar :)

La Mar Cebicheria Peruana:
Rua Tabapuã, 1.410, Itaim, São Paulo
Tel. (11) 3073-1213

Mais fast do que food

Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras. Então. Esse é um prato da Viva! Alimentação Saudável servido na unidade do Shopping Morumbi.

No site da franquia o slogan é “sempre fresco, sempre gostoso”, mas como vocês podem notar pela foto, parece complicado para  a Viva! servir ao menos uma folha de alface fresca. Não vou comentar o estado lastimável da cenoura e da beterraba ralada – eu sinceramente sou capaz de entender que uma rede de fast food não prime exatamente pelo frescor de seus produtos, mas… honestamente? Eu não sou capaz de entender a dificuldade de servir ao menos um prato com alface fresca e bonita… Gente? Alface! Qual a dificuldade, Viva!? E  sou  menos capaz ainda de entender como alguém tem coragem de colocar isso em um prato e servir a um cliente – eu teria vergonha.

Sobre a quantidade assustadora eu nem preciso comentar, preciso? Eu acho assim: se não dá para servir uma porção decente no preço proposto, não sirva! Porque, pra servir isso aí, supostamente como “decoração” do prato … pfff, eu preferia ter recebido o sanduiche em um saquinho bacana e boa!

Também vou me abster de falar sobre o sanduiche caprese pois ele segue exatamente a linha triste que a gente visualiza nessa foto – tudo muito desleixado, sem sabor e uma comida que, de viva, só tem mesmo o nome.

Não, queridos, eu não esperava uma refeição belíssima e excelente comendo em uma praça de alimentação de shopping – eu sou boba, mas nem tanto né? Sei que não há muito o que esperar de um fast food, mas acho que existe um limite e certamente eu não esperava me deparar com essa alface deprimida e nem com essa beterraba sofrida (notem o tom marrom) em uma rede que se diz “saudável”. Baixo astral é pouco.

E para não dizer que não falei das flores, deixo aqui a menção honrosa ao smoothie, que estava correto e salvou a refeição do desastre completo.

Viva! Alimentação Saudável
www.vivaviva.com.br

Fuén, fuén, fuén, fuénnnn.

Hamburguer com gostinho de saudade

Quando eu morava no ABC há muito, muito tempo atrás, era comum sair com os amigos para comer um belo de um hamburguer em São Paulo. Naquela época nosso destino era certo: A Chapa, no Cambuci.

Foram muitas e muitas vezes pegando a Anchieta pra traçar um sanduiche tenso depois de uma baladinha ou só para tomar um milkshake numa noite quente. Ah! Eu tenho momentos inesquecíveis registrados no balcão dessa lanchonete!

Foi lá por exemplo que o rapaz por quem eu era apaixonada me levou pra sair pela primeira vez. Pode não parecer muito romântico detonar um hamburguer gigante na frente do carinha por quem você morre de amores, mas eu garanto – aquele foi um encontro romântico sim! Meio lambuzado de maionese (no sentido pueril da coisa, pelamor hein? rs), mas foi! Pra vocês terem uma ideia, até da roupa que eu vestia no dia eu ainda lembro! E olhe que já se vão… uns…er… bem, alguns muitos anos, como eu já disse :)

Pois bem, o momento ternurinha (♥) da introdução deste post foi só um gancho para dizer que eu adoro saber que algumas coisas não mudam e que, felizmente, a lanchonete da minha adolescência está nesse time. Melhorou em muitas coisas (ou eu teria ficado mais exigente?), ficou moderninha em algumas unidades, trocou a decoração meio trash que reinou por anos na unidade Cambuci, abriu uma tal de “loja conceito” (oi?) em bairro metido, adicionou modernidades ao cardápio – opções vegetarianas, sandubas com cara “gourmet” e outros trimiliques – mas o site continua feio (o que é totalmente perdoável, porque o site a gente não come, né minha gente?) e bom e velho X-Burger Salada, com a melhor maionese do mundo (é muito sério isso, gente!) continua lá, igualzinho.

Na verdade, o X-Burger Salada não é exatamente o mesmo não. Ele agora tem um gostinho a mais pra mim: o de saudade :)

A Chapa
Av. Lins de Vasconcelos, 1353 – Cambuci e mais 3 endereços
www.achapa.com.br

* Esse post açucarado e meio melancólico é cortesia do final de uma TPM interminável, que felizmente acabou e me fez voltar a ser uma criatura boa e doce, um ser humano novamente =)

Jantar harmonizado do La Mar

Já conhece o restaurante La Mar, especializado em cozinha peruana em São Paulo? Se não conhece, está perdendo (no mínimo) o melhor lugar para se degustar um cebiche e tomar um pisco (adoooro!). Se já conhece talvez não saiba, mas uma vez por mês o La Mar oferece um jantar com menu exclusivo e harmonizado – e melhor! – com um preço super bacana.

A notícia “ruim” é que os lugares nesse jantar enogastronômico são limitadíssimos, para apenas 30 sortudos comensais, que podem provar o menu-degustação assinado pelo talentoso chef da casa, Fábio Barbosa, e os vinhos escolhidos para acompanhá-lo (na última edição, da qual participei, a harmonização ficou a cargo do sommelier Sérgio Casadei, da Vinea).

Na foto (de celular, relevem), os pratos e vinhos que provei …

Entrada
Salada de lula e favas verdes com salsa de laranja e ají amarelo (divina! eu viveria só dessa salada forever, viu Fábio? #ficaadica)
1)  Spumante Rosé Dry Cuvée – Piera Martelozzo Trientino – Alto Ádige, Itália (preço médio $58,00)

1º prato
Sudado de caranguejo à la norteña (delicadíssimo e, vamos combinar, linnnndo né? olha essa apresentação!)
2) Grainha Tinto 2008 – Quinta Nova De Nossa Senhora Do Carmo – Douro, Portugal (preço médio $99,00)

(Delicioso!) Granizado de abacaxi e pisco, com limão e huacatay, para limpar o paladar para o…

2º prato
Caçarola de carne ao vinho tinto e ají panca, creme de yuca e aji amarelo (carne e creme perfeitos e também bastante delicados)
3) Rosso Di Montalcino Doc 2006 Palagetto – Toscana, Itália (preço médio $110,00)

Sobremesa
Picarones de chocolate e café com sagu de lúcuma (já provou lúcuma? coisa de doido)
4) Porto Ruby – Quinta Nova De Nossa Senhora Do Carmo – Porto, Portugal (peço médio $ 85,00)

Deu pra babar, né? ;)

O jantar custa R$ 90 por pessoa e inclui os pratos e os vinhos selecionados (não disse que era uma preço super bacana?).

Para saber quando será a próxima edição e efetuar reserva:
La Mar Cebicheria Peruana
Rua Tabapuã, 1.410, Itaim Bibi
Tel. (11) 3073-1213

Para saber mais sobre os vinhos
Vinea (11) 3059-5203

Yogen Früz

foto de celular, né gente? dá um desconto, vai... :)

Uma loja da franquia do iogurte congelado abriu aqui bem pertinho de mim (pertinho messsmo) e aí já viu… me joguei no iogurte congelado como se não houvesse amanhã.

A loja é linda, toda estilosa, bem clean e fresquinha.  O atendimento é ótimo e o preço é aquele padrão de Sampa (sou só eu que ando achando tudo pela hora da morte?), mas vale a pena nem que seja só para experimentar. Você pode escolher vários tipos de frozen, desde os naturais até os batidos com frutas; pode acrescentar mil coisas por cima e ainda escolher entre tamanhos P, M ou G, de acordo com a tua sede (ou gula…hohoho!). E até os potinhos e a sacolinha para viagem são fofos (num é gracinha essa marca? adoro o design).

Fico bem dividida pra dizer qual meu sabor preferido, até porque adoro o natural, mas posso afirmar que a única maneira que encontrei de gostar de chá verde foi essa aí, e esse sabor está no meu Top 3.

Yogen Früz
Rua Américo Brasiliense , 1799 – Chácara Santo Antonio

Brunch no Mosteiro de São Bento

São Paulo é mesmo uma cidade que não cansa de me surpreender. Quando penso que já vi de tudo nessa terra, logo aparece algo que muito provavelmente seria difícil de encontrar em outros lugares.

Domingo passado eu fui surpreendida com um programa incrível, bem no lindo centro de São Paulo (beleza essa que infelizmente passa batido à maioria das pessoas que andam apressadas por lá). Em um programa que eu já tenho como imperdível, é possível assistir a missa das 10hs no Mosteiro de São Bento, ouvindo o relaxante canto gregoriano dos monges beneditinos na acústica mais do que perfeita da igreja; seguir para o teatro do Mosteiro (uma construção belíssima de 1902) e assistir a um espetáculo de música ou dança (neste domingo acompanhamos o espetáculo de dança Retraços, com o solo da bailarina Norma Duarte); ver uma exposição de arte sacra barroca e finalizar o programa desfrutando um fantástico brunch na iluminada sala de refeições do Mosteiro.

O brunch aliás dá um capítulo à parte. Comandado pelo Buffet Lia Tulmann (nas mãos talentosas de Lia e Marcela), o brunch oferece um cardápio tão bom, mas tão bom, que só não dá para chamar de pecado porque um dos monges já se encarrega de fazer uma oração antes de começar a comilança – no mínimo porque ele já sabe que o que virá a seguir será pura tentação, quer ver?

(a sala de refeições; a mesa dos salgados; detalhe do meu primeiro pratinho - dos muitos outros que vieram; meu espumante amigo e companheiro inseparável e o patê campagne que me causou suspiros)

A mesa salgada tinha presunto cru em finíssimas fatias com limão siciliano e pastrame laminado com pepinos em conserva; terrine de tomates assados com pesto de manjerona; salmão marinado em dill acompanhado de guacamole (achei a mistura de salmão e guacamole inusitada mas inacreditavelmente perfeita), sour cream e broinhas de milho; terrine Manhattan de ovos e ovas de capelin; seleção de queijos; cestarias de pães diversos; terrine de berinjelas, mascarpone e tomates secos (isso sim é um verdadeiro pecado, sorry monges! rs); tabule de frutas secas; cestinhas de massa phillo com mesclun de folhas baby, pomelo e erva doce; patê campagne clássico acompanhado de molho bernaise (uma coisa que eu nunca tinha provado e que também, com o perdão do trocadilho infame, é de comer rezando); strudel de queijo e damascos; couscus marroquino de vegetais com especiarias e ratatouille de legumes; torta folhada de bacalhau; quiche integral de espinafres com maçãs assadas, nozes e hortelãs; massa carameli recheada com cream cheese, sauteé de tomates cereja e manjericão (uma massinha em delicado formato de bala, cozida à perfeição); crepes grelhadas de abobrinhas e gengibre e fuzilli fresco ao ragu de ossobuco. Ufa! Não é de pirar? E tudo extremamente fresco e saboroso – um arraso.

E você aí lendo isso e pensando que a coisa já estava boa demais, né? Pois então senta pra babar mais um pouco com a composição da mesa de doces… compoteiras com baba rum e sagu de vinho e seus acompanhamentos (calda de maracujá e um impressionante zabaione); merengata de morangos (o mais perfeito que já provei na vida); mousse de coco e baba de moça; torta Leia de framboesas e chocolate (que deveria ser proibida de ser degustada em um lugar tão santo..rs); mini docinhos foférrimos da pâtisserie do Buffet; mini pudim de Ovomaltine ; frutas frescas da estação; suco de laranja, chá, café e as maiores delícias feitas na padaria dos monges – os bolos Dom Bernardo, Laetare e Santa Escolástica (olha eles lá embaixo).

(precisa de legenda? :)

Para acompanhar todo esse banquete, espumante gelado, água, refrigerantes e suco de tomate circulam pelo salão. O serviço é impecável e extremamente simpático e a trilha fica por conta do piano ao vivo, que completa a delícia de ambiente que eles conseguiram montar.

E já que o que é bom não deve mesmo se tornar corriqueiro, o programa acontece apenas no último domingo de cada mês e os convites custam 99 dinheiros – o que com certeza já não torna o passeio corriqueiro mesmo =)
Os lugares são limitados e concorridos e devem ser reservados com antecedência no próprio Mosteiro ou através do telefone (11) 2440-7837 com Silvia.

Eu digo que vale muito a pena se presentear com um passeio desses. E ó… vale a pena também colocar o Centro na sua rota de diversão, viu? Eu sou apaixonada por ele e domingo me dei conta de quanto tempo fazia que não o visitava assim, com olhos carinhosos :)

Taí, um jeito lindo de recarregar as energias para a semana. Recomendo :)

***

Ao final do programa, não deixe de passar na lojinha da padaria dos monges para levar pra casa as delícias feitas por lá.

Na foto, os minibolos mais cobiçados (ops! sorry, monges…cobiça é pecado né?): Santa Escolástica, com maçã e nozes; Dom Bernardo, com chocolate e café e o meu preferido Laetare, de amêndoas ***suspiros***. Mas o pão de mel com recheio de damasco também é pura luxúria, viu?

Ops! Luxúria não, né Dona Fabiana? =)))))))

La Mar Cebicheria

(para abrir os trabalhos: maracujá sour – um pisco de maracujá que desce bem que é uma beleza | tira gosto: chips de banana e mandioca com molhinhos apimentados | causa: um bolinho de batata com limão e ají peruano delicioso | ceviche de robalo | plancha al ajillo com pescado, lula, camarões, manteiga de alho, pimenta dedo de moça e limão acompanhado de chaufa branco, um arroz frito com aspargos, brócolis e clara de ovo | sobremesa – picarone: um bolinho s.e.n.s.a.c.i.o.n.a.l com mel de rapadura, folha de figo e especiarias, de comer rezando. crédito da última foto: Época São Paulo)

Sexta de primavera em São Paulo, noite fresquinha, trânsito inacreditavelmente bom (pelo menos para as minhas bandas), marido que não come peixes e frutos do mar providencialmente no show de rock no Morumbi e eis que surge a oportunidade perfeita para eu e a Lena conhecermos a cozinha peruana do Lar Mar Cebicheria, comandada pelo chef Fábio Barbosa (com quem, coincidentemente, eu já tinha feito uma aula na mesma semana).

A rede que tem casas em Lima, São Francisco, México, Santiago, Panamá e Bogotá aportou por aqui ano passado e desde então eu andava doida para provar os famosos ceviches – um prato que eu amo mas que, pelos motivos já colocados na primeira frase, acaba rolando pouquíssimo em casa (banzo mega de ter que fazer dois pratos diferentes, manja?).

A casa super bonita, com pé direito altão, fachada e teto de vidro, luz bacana e ambiente modernoso com móveis escuros e cadeiras de um azul turquesa lindo, segue o estilo das outras casas da rede e foi projetada por uma dupla de arquitetas trazidas do Peru. Creio que a intenção era ter um climão meio praiano, mas praiano glam, tá ligada né? :)

Nós abrimos os trabalhos bebericando no bar (prove o pisco! pisco é bom!) e não tivemos problema com a mesa pois tínhamos reserva, mas a casa também não ficou insuportavelmente lotada, coisa que aliás ando abominando (fila pra comer? tô fora).

O serviço foi super atencioso e rápido e a comida estava deliciosa – nosso ceviche, a plancha de pescado e frutos do mar, o chaufa branco e o picarone de sobremesa estavam impecáveis.
O preço fica na média das casas do gênero em SP – uns 100 pilas por pessoa.

Super recomendo.

Serviço:
La Mar Cebicheria Peruana
Rua Tabapuã, 1410 – Jardins
Tel.: (11) 3073-1213

* post orginalmente publicado no Rainhas do Lar

Jantando nas alturas

(a plataforma ainda no lounge | subindo! | vista de baixo | já no alto | o chef em ação | eu, toda trabalhada no blondie e na espumante | a entrada fria | a entrada quente | pantufa sob a Marginal Pinheiros | prato principal | espumante, espumante, espumante forever! | a cidade que eu amo tanto, vista lá de cima | a sobremesa)

A convite da Brastemp e da agência LiveAd, ontem fui viver a experiência do Dinner in the Sky. A ideia toda nasceu na Bélgica (esse belgas são bem loucos, hein?) e trata-se de um jantar no céu realizado em uma plataforma suspensa por um guindaste a 50 metros de altura com capacidade para 22 pessoas. A doideira já foi realizada em mais de 30 países e cidades como Paris, Dubai, Londres e Las Vegas e agora chegou a São Paulo, instalada num container-lounge no Jockey Club.

A parada toda apesar de soar estranha (oi? comer penduradinha?) é super segura e, sério mesmo, é uma coisa d.e.l.i.c.i.o.s.a, uma sensação muito, muito boa. A noite por aqui também ajudou … lua leenda, enorrme, noite fresca e uma visão de São Paulo que é bastante diferente de, sei lá, subir no terraço de um edifício por exemplo. No Dinner in the Sky, você vai sentadinho, mas os pés vão livres, leves e soltos e, no meu caso, mais soltos ainda, já que eu pedi e o organizadores logo me arranjaram uma confortável pantufa, pra eu não ter que subir de salto e talecousa (vai, pode dar na minha cara que eu sou mesmo insuportáááável….hohoho).

No comando do jantar estava o chef Fred Frank que, como se já não bastasse mandar super bem no cardápio, ainda foi uma simpatia e deixou nosso jantar ainda mais inesquecível. Da cozinha suspensa do chef saíram … bouquet de salmão defumado com folhas verdes, creme azedo com dill, ovas e vinagrete de balsâmico e grissini folhado; purê de couve-flor com maçã verde e camarão regado com azeite de presunto cru; jus de vitela (que eu não como, mas que disseram que estava fantástico) com mil folhas de mandioquinha (delicioso) e perfume de trufas e, para fechar tudo com chave de ouro, o melhor prato da noite, na minha modesta opinião: brownie com calda de frutas vermelhas, creme batido e violeta. E tudo regado a espumante (Chandon) geladíssimo, sonzinho lounge (que o DJ também mandou muuuito bem) e as companhias mais bacanas para viver um momento desses… Fala, é ou não é loosho? ;)

O evento fica por aqui até 30 de abril e você de Sampa que ficou afins também pode se jogar na aventura (bem, se jogar a 50 metros de altura… é melhor não né?). Visite o site para saber detalhes.

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Ah! E, a pedido da Brastemp, os participantes ainda foram convidados a criar também o seu jantar (com uma entrada, um prato principal e uma sobremesa), que pode ser escolhido pelos chefs e virar cardápio do evento por alguns dias. Wow!!!! Eu já estou botando meus miolinhos pra trabalhar e logo posto aqui as minhas criações.

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Samir, obrigada pelo convite e pela noite linda e inesquecível que você me proporciou. Arrasou! :)

Cobra, gracias pela memória na descrição dos pratos =)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar