Patê de berinjela

Que eu sou doida por berinjela todo mundo já sabe, e que meu antepasto é sucesso também (sem falsa modéstia gente, até dinheiro já ganhei com essa receita!). Mas num é que outro dia eu inventei um patêzinho pra servir numa rodada de petiscos para amigos, que ó…ficou delícia? E é bem fácil de fazer, olha só…

A primeira coisa é cortar as berinjelas ao meio, no sentido do comprimento, colocar em uma assadeira, regar com azeite e sal moído na hora e levar ao forno pra assar até que a polpa da berinjela esteja bem macia. Na real, demora um pouco, então o melhor a fazer é aproveitar o forno que já está ligado para outro assado. Eu peguei carona num bolo dia desses e tasquei as berinjelas no forno também (o meu é grande, então super rola dividir o espaço). O tempo de forno varia um pouco de acordo com o tamanho da berinjela, mas deve dar uns 40 minutinhos mais ou menos.

Ok, depois de assada, é só você usar uma colher para retirar a polpa da berinjela e colocar numa tigelinha. Não precisa processar, bater, nada disso. Basta juntar uma colherada de cream cheese, azeite, pimenta do reino e mexer bem. Hora de acertar o sal e finalizar com hortelã picadinha. Prontinho. Não falei que era fácil? ;)

Dá pra servir com pão, torradinhas, aquele pão sueco, ou dá para usar num sanduíche, como uma pastinha.

Eu servi com um pão de malte que eu fiz. A receita dele já está aqui. Nesse eu só juntei linhaça.
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Tilápia no cartoccio

Carto… what? Assustou com o título da receita? Então, pode relaxar. Essa técnica de cozimento é das mais simples que existem e o resultado final é perfeito, principalmente para peixes. E talvez você já tenha até visto essa técnica, mas com o nome de papillote (em francês, chiquérrimo) ou papelote, no bom e velho português. Pois bem, cartoccio é a mesma coisa, só que em italiano :)

Ou seja, qualquer um desses nomes quer dizer apenas que algo foi preparado em uma espécie de “envelope”, que pode ser de papel alumínio ou manteiga. Eu já coloquei uma receita de papilotte aqui ó. Os envelopinhos são feitos em porções individuais, por isso também são um charme para servir em um almoço ou jantar mais especial.

Aqui eu usei filé de tilápia que foi para o papelote em cima de uma “caminha” de cenoura (cortada em quadradinhos pequenos), cebola, pimentão e alecrim. Por fim, bastou acertar o sal e a pimenta, regar com um pouco de balsâmico (usei um de maracujá) e um tico de azeite. Basta fechar bem o envelope para que o peixe os demais ingredientes cozinhem no vapor que vai se formar dentro dele e levar ao forno pré aquecido por uns 20 minutos.

Fácil demais. A mesma técnica dá pra usar com outros tipos de peixe e também com filé de frango, cogumelos e os vegetais que você mais gostar.

[ segunda sem carne ] Omelete de espinafre

Eu adoro omelete e acho que não passo uma semana sem preparar uma. A tradicional, com ovos e queijo, sempre cai bem, claro, mas isso não impede que a gente dê uma variada vez ou outra. Gosto de incluir cogumelos, legumes (como abobrinha por exemplo), caprichar nas ervas ou incluir folhas, como essa versão que posto hoje.

Aqui, a receita tradicional ganhou cor com adição de espinafre. Tudo que fiz foi processar 1 xícara de espinafre e juntar aos ovos batidos e temperar como de costume com sal e pimenta.

Pra dar um pouco mais de bossa e fazer as vezes de prato principal, finalizei a omelete no forno com cobertura de tomate, manjericão fresco e parmesão.  Se você estiver usando uma frigideira que pode ir ao forno, basta fazer o processo normal e, quando ela já estiver quase pronta, incluir a cobertura e levar ao forno pré-aquecido, só até derreter o queijo.

Fácil, bonito e nutritivo.

***

Divulgue-a-Segunda-Sem-Carne

A Campanha Segunda Sem Carne se propõe a conscientizar as pessoas sobre os impactos que o uso de produtos de origem animal* para alimentação tem sobre  os animais, a sociedade, a saúde humana e  o planeta, convidando-as a tirá-los do prato pelo menos uma vez por semana e a descobrir novos sabores.

Existente em 35 países, como nos Estados Unidos e no Reino Unido (onde é encabeçada pelo ex-Beatle Paul McCartney) e apoiada por inúmeros líderes internacionais, a campanha foi lançada em São Paulo em outubro de 2009 numa parceria da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) com a Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) da prefeitura, posteriormente estendendo-se a várias outras cidades brasileiras.

Mais informações: http://www.segundasemcarne.com.br/

Cambuci recheada

Eu adoro cambuci e ela sempre está em meu carrinho no hortifruti. Gosto fritinha, refogada, assada, de qualquer jeito.

Pra quem não conhece, cambuci é da família das pimentas. Apesar de pertencer a essa família, a cambuci não tem ardor, pelo contrário, muitas vezes está até adocicada, lembrando um pimentão (que eu também adoro, ou seja, amo essa família toda…rs). Eu poderia colocar aqui uma explicação mais elaborada, mas deixo isso a cargo da pessoa que mais entende do assunto, a Neide Rigo (musa!), que explica neste post em seu blog tudo que você precisa saber sobre a cambuci. E se você não conhece o blog da moça….pffff, não sabe o que está perdendo!

Bom, essa versão que posto hoje é recheada e não sei nem se posso considerá-la uma receita, de tão simples.

A primeira coisa a fazer é cortar o topinho da cambuci e, com a ajuda de uma colherzinha de café, retirar as sementes da parte interna, sem cortá-la. Depois, é só preparar um recheio, que pode ser o que te der na telha, mas o meu foi assim…

Usei carne moída (mas pode ser frango ou porco também) temperada com alho amassado, cebola picadinha, sal e pimenta calabresa. Juntei uma colher de sobremesa de tahine e uma pitada generosa de canela e misturei bem. Pronto! É só usar para rechear as cambucis, apertando bem com o dedo para garantir que ele se espalhe dentro dela.

Depois de recheadas é só levar ao forno médio pré aquecido por uns 30/40 minutos (20/30 minutos com papel alumínio e 10 para dourar).

Para dar uma bossa, antes de começar a dourar finalizei com farofinha de amêndoas, que nada mais é do que amêndoa processada. Se você preferir, pode finalizar com queijo ou mesmo pular essa etapa.

Com esse calor, ela faz lindamente as vezes de prato único, acompanhada apenas de uma saladinha refrescante. Uma delícia!

Energias renovadas

Eu não sei vocês, mas eu tenho um ritual de final de ano. Não se trata de pular sete ondinhas, nem de comer lentilha, mas sim de recarregar as energias para entrar no ano novo com a casa e o espírito renovados. Para isso, meu ritual há anos é DESAPEGAR.

Parece simples, mas ao longo desses anos fui percebendo a quantidade de coisas que a gente acumula e não usa – porque não rolou, porque não gostou, porque já não serve mais e até, pasme, coisas que a gente nem chegou a usar! E isso tudo fica lá, parado e sem utilidade, quando na verdade poderia ser útil para outra pessoa. E o mundo continua produzindo coisas e mais coisas e a gente continua consumindo, consumindo e acumulando, acumulando…

Ufa! Vamos fazer essa energia circular, minha gente! Por isso, quando a OLX me convidou a conhecer o seu site de classificados gratuitos, foi juntar a fome e a vontade de comer! E não é que eu precisava mesmo vender alguns adaptadores para telefone VoIP que comprei e nunca usei porque acabei me mudando e mantendo o sistema antigo de telefonia? Bingo!

Para publicar o anúncio não levei mais do que cinco minutos. É só acessar o site da OLX e clicar em PUBLICAR ANÚNCIO, escolher uma categoria e subcategoria e preencher os campos obrigatórios – quanto mais informações você der sobre o produto, maior as chances de vendê-lo rapidinho. Uma foto bacana também ajuda muito, por isso é bom caprichar. Depois, é só incluir seus dados, para o comprador poder te contatar.

Pronto! Em pouquíssimo tempo meu anúncio já estava publicado. Aposto que você também deve ter algo aí que não usa mais. Desapega, gente! É fácil, rápido, gratuito e você ainda ganha uma graninha :)

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Aliás, você está precisando de um adaptador VoIP? Clica no meu anúncio e vamos fazer negócio! ;)

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Frango com quiabo

Não é o ensopado e portentoso prato conhecido em Minas (que eu amo, aliás), mas é uma variação que rola muito na minha casa. Meu glorioso marido, do frango só come o peito (chicoteia, Senhor!), então vivo fazendo milagres com os filezinhos Korin que ele tanto ama.

Essa versão é bem fácil e se você já torceu o narizinho para o quiabo (tsc, tsc, tsc), pode substituir por algo que você goste mais, tipo, sei lá… jiló! Rá! Brinks :) Enfim, troca por vagem, que também fica delícia.

O peito do frango eu corto em cubos e tempero com alho, sal, pimenta e limão. Depois, levo esses cubos para a panela com um fio de óleo e deixo dourar bastante. Junto cebola picada e mais ou menos 1 colherzinha de sobremesa de açafrão. Deixo a cebola dourar também e aí sim junto o quiabo já cortado em rodelinhas e o limão (veja o truque abaixo). Acerto o tempero e deixo cozinhar até que o quiabo fique macio. No final é só juntar cheiro verde picadinho e servir. Amo.

Ok, vamos falar de quiabo…

Sim, ele tem baba, masssssss…  tenho alguns truques que deixam a receita com zero baba. Na verdade, ela (a baba) não me incomoda, mas eu tô ligada que rola uma má querência geral com a babinha, então se joga nas dicas:

1) lave bem o quiabo e seque-os, um por um com um paninho seco ou papel toalha (é gata, eu disse que era sem baba mas também não prometi moleza, né? rs);

2) descarte a pontinha e o cabinho e corte em rodelas (ou mantenha maior, se for para salada por exemplo);

3) ao levar o quiabo para a panela, não fique mexendo! Seja no refogado, ou como aqui, já no frango, nada de ficar revirando mil vezes o quiabo – mexa no máximo para misturar;

4) esprema meio limão (ou um inteiro, dependendo da quantidade de quiabo e do tamanho do limão) por cima do quiabo já na panela, abaixe o fogo e deixe cozinhar – vinagre também serve, mas só uso se não tiver limão disponível;

5) o quiabo muda de cor quando cozinha, mas eu particularmente gosto do quiabo mais firminho… de qualquer forma, basta cozinhar até ficar macio ou no ponto que você gosta, desligar a panela e esperar uns 3 minutinhos para mexer.

Pronto! A gostosura do quiabo sem a famigerada baba do mal:)

Da próxima vez eu ensino a salada. Combinado?

São Paulo de todos os sabores

Viajar e aproveitar os restaurantes e comidas típicas do local. Quem não adora? Tem coisa mais gostosa do que descobrir os sabores de cada região e os melhores locais para
prová-los? Como era de se esperar, minhas viagens sempre incluem um roteiro gastronômico. Aliás, troco fácil uma tarde de compras por uma tarde regada a comidas e bebidas em qualquer lugar que seja. Eu sou uma pessoa que prefere comer, gente! Sempre!

Mas, nem sempre é preciso fazer malas e cruzar grandes distâncias para fazer um delicioso tour gastrônomico. O lado bom de viver em uma cidade como São Paulo é justamente esse – poder desfrutar de tudo que existe no mundo em um só lugar.

Você sabia que São Paulo é a segunda maior cidade em número de restaurantes? O mercado gourmet por aqui movimenta uma cadeia que envolve vários setores, e seu multiculturalismo representa 52 tipos de cozinha. Segundo a ABRASEL – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, existem na cidade de São Paulo e grande São Paulo, aproximadamente 55mil estabelecimentos, entre restaurantes de vários tipos, padarias, bares e pizzarias, incluindo cerca de 2.000 opções de delivery. Os números impressionam: em São Paulo são produzidos diariamente 1 milhão de pizzas e 10,4 milhões de pães!

Diante desses números fica fácil afirmar que São Paulo é mesmo um dos melhores destinos gastronômicos da América Latina, então porque não desfrutar de tudo que a cidade oferece?

Como moradora eu diria que existem alguns truques para aproveitar melhor os bares e restaurantes de São Paulo.

  • Restaurantes com grande visibilidade internacional, inclusive os que aparecem entre os melhores do mundo, precisam de reserva e geralmente é necessário certa antecedência. 
  • Uma opção bacana para conhecer o que a cidade oferece em gastronomia é conhecer os cardápios executivos oferecidos pelos grandes restaurantes da cidade. Com preço fechado e quase sempre acessíveil, oferecem opções enxutas de cardápios que incluem entrada, prato principal e sobremesa, que variam conforme o dia da semana. Vale a pena incluir alguns deles em sua lista.
  • Dá pra se comer bem em São Paulo sem necessariamente estar em um restaurante. Essa cidade louquíssima tem bares e padarias que servem comida boa. Nesses estabelecimentos reinam absolutos os famosos PFs e pratos do dia. Impossível pensar em comida nessa cidade sem passar por um portentoso PF de boteco. Você tem que provar um, vai por mim.
  • Uma opinião completamente pessoal: se você não fizer questão absoluta, fuja dos couverts dos restaurantes. Geralmente eles custam caro e são pura distração para o que realmente importa.

Viver na Paulicéia desvairada é saber que pode comer o que tiver vontade, desde um simples pastel de feira (sempre tem uma por perto, garanto) até os mais requintados pratos de todas as nacionalidades. Pelas ruas da cidade é possível encontrar cantinas, restaurantes árabes, gregos… no tradicional bairro da Liberdade impera a cozinha oriental – japoneses, chineses e coreanos oferecem o que há de mais tradicional em suas cozinhas pelas ruas do bairro. Aliás, o bairro por si só já é uma grande aventura em Sampa.

Já se você é fã da nouvelle cuisine, vai encontrar uma infinidade de restaurantes franceses em São Paulo, com receitas tradicionais e o toque contemporâneo que a cozinha francesa esbanja. Nada mais trés chic do que jantar em São Paulo se sentindo em plena Paris! Ulalá!

Aventure-se pela cidade e descubra o prazer do turismo gastronômico! Você vai se surpreender com a qualidade e a diversidade que existe em nossa cidade. Tenho certeza que você vai adorar esse programa :)

(Crédito da foto: UOL)

Lasanha de palmito pupunha

Fim de ano é aquela esbórnia, né? Uma mistura fatal de alguns poucos dias de ócio + muita comida. O resultado são festas incríveis mas um janeiro cruel, com boca fechada e olho na balança. Por aqui está exatamente assim.

Para dias tão quentes já é natural que a gente escolha pratos mais leves, mas eu sempre tenho aquela dificuldade em assumir o salada + grelhado, então acabo inventando algumas coisas que sejam mais levinhas mas sem cara de punição. Foi daí que saiu essa lasanha, que usa o palmito pupunha laminado no lugar da massa.

Não dá nem pra dizer que seja uma receita, mas sim um modus operandi. Tudo que você precisa é providenciar um molho de tomate concassé (em cubinhos, refogado com azeite, alho e manjericão temperado com sal e pimenta). Pode deixá-lo mais ralinho, pois é ele que vai cozinhar o palmito no forno. Eu juntei ervilhas frescas que estavam de bobeira, mas você pode incrementar com alho poró, berinjela, azeitonas…

Para a outra camada escolhi queijo branco, por motivos de “quero entrar na calça jeans” mas você pode substituir por ricota temperadinha, mussarela de búfala ou o queijo que preferir, se não estiver tirando o pé da jaca, feito eu :)

O resto é simples e está bem explicadinho na imagem abaixo. Basta fazer as camadas e levar ao forno pré-aquecido por uns 30/40 minutos ou até que o palmito esteja macio e o molho tenha secado.

passo a passo lasanha de pupunha

 

Ceia de blogueiras

Oi gente! E o Natal? Todo mundo sobreviveu, se empanturrou de comida e esteve perto dos amados, como todo Natal devia ser? Por aqui foi assim <3

Bom, a notícia hoje é que fui convidada pelo O Globo a fazer uma receita que fosse tradicional no meu Natal para uma matéria para a revista O Globo A Mais. Depois de muita indecisão, escolhi a Mousse de Chocolate (que já está aqui no blog), uma receita que aprendi com a sogra logo que me casei e que, desde então, não falta em um Natal sequer em minha casa (só alterei a quantidade de açucar ao longo dos anos – cada vez dimimuindo mais, rs).

Além de mim, participam da matéria as blogueiras Flora Refosco, Luanda Gazoni e Letícia Massula, com receitas deliciosas que você ainda pode aproveitar para o reveillon.

Para ver todas as receitas basta baixar o app O Globo A Mais e conferir tudo tintim por tintim :)

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É Natal!

Somos o que comemos,
Da horta à mesa escolhemos!
Alimente-se de felicidades
Saboreie suas verdades
O presente é sempre uma chance
De provar o que não pode antes
É tempo de sentir do pão o calor
É tempo de estufar-se de Amor
Feliz Fim de Ano
Deguste o recomeço.
(Ariscia Yaari)

Baba ganoush de jiló

Antes de mais nada tenho que dizer que estou completamente apaixonada por essa receita. Gamada mesmo, louca de amor, sabe como é? Eu adoro jiló e adoro baba ganoush (feito com berinjela) e a mistura dos dois pra mim foi super feliz, de verdade. Sei que não é o certo, mas confesso que comi de colherada. Me julguem :)

A receita veio do Claude Troisgros com algumas mudanças minhas. Facinho, olha só…

A primeira coisa a fazer é cortar os jilós grandes ao meio (usei 10) e colocar de molho em água com sal (100gr) e suco de 2 limões por 30 minutos.
Depois, retire os jilós da água, lave em água corrente e esprema bem para tirar o líquido.
Disponha os jilós numa assadeira, regue com bastante azeite e leve ao forno 180C por 40 minutos.

Deixe esfriar um pouco em, com a ajuda de uma colher, retire a polpa dos jilós e coloque numa tigelinha. Agora é só temperar: 1/2 colher de mel, 2 colheres de tahine (pasta de gergelim), azeite, suco de 1 limão, sal e pimenta calabresa (ou dedo de moça picadinha sem semente). A receita original do Claude pede ainda hortelã picada e 50gr de pão de forma ralado (para engrossar, mas eu não achei nada necessário). A receita original pede ainda que se recheie as cascas do jiló com o baba ganoush e sirva com vieiras grelhadas(#morri!) mas eu comi foi com torradinha (tirando as colheradas que comi puro, desculpa de novo).

Na boua? Eu acho que mesmo que você torça o narizinho para jiló (como assim, gente?), deveria experimentar essa receita – o defumadinho do jiló, a untuosidade do tahine e a acidez do limão formam uma receita campeã, te garanto.

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