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Receitas sobremesas

Mosaico de Gelatina

Quando se trata de comida, tem algo muito mais poderoso do que qualquer ingrediente do mundo, do que qualquer receita: a nossa memória. É ela que nos transporta, que faz você reconhecer aquele cheiro saindo do forno… é ela que transforma um doce tão simples, mas tão simples, em algo encantador, capaz de despertar essas memórias naqueles que o provam.

Foi isso que aconteceu no meu último Pré-Natal. Resolvi que uma das sobremesas seria o Mosaico de Gelatina da minha infância, uma sobremesa tão banal nos anos 70 e que carrega o peso das memórias de uma geração inteira. Todo mundo que estava presente tinha algo para lembrar do doce. E se isso não for a coisa mais linda da culinária, juro que não sei mais o que pode ser <3

Cada um faz o doce do seu jeito, e também o chama como quiser. Descobri que ele pode chamar Gelatina Colorida, Festival de Gelatina, Gelatina Multicor… também tem gente que faz com as gelatinas picadinhas, esmagadinhas, em camadas, gente que faz o creme colorido também… Foi lindo ver que cada um carrega uma memória afetiva tão doce quanto a própria sobremesa.

Para fazer o mosaico, basta escolher os sabores de gelatina que você quiser (eu usei 7 cores porque né, eu queria todos os tons possíveis) e preparar um a um, seguindo as instruções da embalagem. O meu truque é fazer sempre com menos água do que manda a embalagem, garantindo uma gelatina com mais sabor e mais firme também.

Depois que as gelatinas estão prontas, basta picar em cubos e reservar.
Para fazer o creme, é só bater no liquidificador 1 lata de leite condensado com 1 lata de creme de leite. Depois de bem batido, é só juntar um pacotinho de gelatina em pó sem sabor (já dissolvido conforme embalagem). Depois de agregar a gelatina sem sabor, é só bater um tico só, somente para misturar.

Usei uma fôrma de bolo inglês, que untei com óleo de coco, mas você pode fazer em uma travessa, em uma fôrma de buraco, onde quiser. Basta colocar uma camada dos cubinhos de gelatina e cobrir com o creme batido. Depois, mais gelatina em cubos e mais creme, e assim por diante. Vai pra geladeira até firmar e só sai de lá na hora de servir e arrancar suspiros de todo mundo <3

Não é uma lindeza? Infelizmente só consegui tirar a foto quando só sobrou um teco, mas ó, fica lindo de viver.

chocolate de festa Receitas sobremesas

Bolas de Natal de Chocolate recheadas com Ganache

Quem aí ama o Natal? E quem também ama chocolate?
E se a gente fizesse bolas de natal de… chocolate, pra servir de sobremesa na ceia e arrasar loucamente? Aquela mesa destruidora, enfeitada com bolas perfeitas feitas de chocolate recheadas com uma ganache cremosa e crumble de cacau? Lacraremos, não é?

Pois eu estive em uma aula com o chef francês Bertrand Busquet (phyna!) na Chocolate Academy da Callebaut em São Paulo e aprendi a fazer essas lindezas, que agora vou mostrar para vocês. Já aviso, não é a coisa maaaaaais fácil do mundo, mas o resultado final é tão lindo que você nem lembra mais aquele trabalhinho que deu. Confia em mim. Segura na minha mão e vamos ver como fazer essas belezuras…

1 – Primeira coisa: o chocolate.
Preciso nem dizer né? Chocolate bom faz toda diferença. E aí vai do tu gosto – ao leite, meio amargo, amargo… você decide, mas invista em um chocolate de qualidade.

2 – Temperando o chocolate.
Aí é que mora todo o pulo do gato! Temperar o chocolate quer dizer que você vai derretê-lo e depois resfriá-lo lenta e adequadamente até a temperatura perfeita para que possa ser utilizado nas receitas. Essa técnica é essencial para garantir o resultado final: textura e brilho corretos, secagem rápida e melhor conservação.Para derreter o chocolate, o processo pode ser feito no microondas ou no fogão, com uma panela de água fervente e uma tigela de vidro por cima (maior do que a panela). Se utilizar o microondas, é importante fazer o processo aos poucos: coloque o chocolate em uma tigela e leve ao microondas por pouco tempo (quanto menor a quantidade de chocolate, menor ainda o tempo) e vá fazendo isso a cada 30 segundos por exemplo. Tira a tigela, mexe para incorporar e veja se já derreteu bem. O detalhe importantérrrrrimo: a temperatura final deve estar entre 40 e 45C – nem menos, nem mais (isso para chocolate ao leite, ok?)! Um termômetro culinário vai ser ser maior amigo nessa hora.

Vale dizer que a maior parte das embalagens de chocolate para fins culinários traz na embalagem a informação sobre a temperagem. Consultar o site do fabricante também ajuda. Se não tiver essa informação em nenhuma lugar, troca de marca, pelamor!

3 – Temperando o chocolate na pedra de mármore.
Acho que é o método mais acessível de todos que aprendi na aula. Depois de derretido, o chocolate vai para uma pedra de mármore (a bancada da sua cozinha, por exemplo) e é aí que você vai começar a resfriá-lo com a ajuda de uma espátula. Para isso, o segredo é mexer – espalha, junta, espalha, junta e assim vai.Você precisa chegar a uma temperatura de 27 a 28C. Só que não acabou! Agora que você chegou nessa temperatura, precisa reaquecer até chegar a 31C (no máximo 32). Essa curva de temperatura é importante para garantir um chocolate fácil de trabalhar. Coloque o chocolate derretido de volta na tigela e reaqueça muito ligeiramente, controlando sempre a temperatura. Chegou em 31C está pronto para usar. Ufa! Ok, foi meio treta, mas pense que você não faz isso todo dia, então de vez em quando vale o esforço :)

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Muito bem, agora que o chocolate está temperado e pronto para usar, vamos fazer as bolas (uhu!)…

Você vai precisar de um molde de esfera (o chef indicou a de policarbonato, mas existem opções de silicone também). Para fazer uma bola de chocolate simples, basta colocar o chocolate temperado no molde, virar para retirar o excesso e pronto. Já para fazer essa belezura vermelha e dourada linda de viver, o truque é usar primeiro uma camada de manteiga de cacau com corante (da cor que você quiser). Precisa pincelar essa manteiga colorida no molde, sem preencher totalmente o espaço. O lance é mesmo deixar esses espaços vazados porque aí vem o trucão glam: pó comestível dourado! Ele vai ser pincelado por cima da manteiga de cacau e vai dar o efeito natalino que a gente quer.
Feito isso, é bom secar um pouco  então acrescentar o chocolate. O restante do processe é o mesmo – vira o molde e escorre o excesso.

Agora suas esferas vão secar. O tempo que isso vai levar depende de um monte de fatores, inclusive do clima. Está pronto quando o chocolate estiver completamente seco e você conseguir desmoldar com facilidade.

A base das bolas de Natal está pronta e o próximo passo é criar uma base para mantê-la em pé (um pouquinho de chocolate derretido e a metade da esfera por cima. Isso vai deixá-la firme e pronta para receber o recheio. Na aula, recheamos as bolas com uma ganache de amburana e raspas de laranja que ficou divina e por cima um crumble de cacau, igualmente divino. Mas você pode usar qualquer outro sabor, ok? Mousse de maracujá, ganache com castanhas… o que você quiser.

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Para finalizar a bola, moldamos as argolinhas com chocolate plástico, uma opção muito mais bacana do que a boa e velha pasta americana. Ela é fixada na bola com um pinguinho de chocolate derretido.

O recheio portanto vai apenas na metade de baixo da esfera e a bola é finalizada com outra esfera onde está fixada a argolinha.

Tem essa esfera rendada linnnnnnnnnnnda. Ela é feita com um saquinho de confeitar – um pouco de chocolate dentro e no molde você começa a fazer um desenho, sem preencher todo o espaço. É isso que vai criar esse efeito rendado :)

bolas_Natal_chocolate_pap3(coisa linda de viver!) 

As receitas da Ganache Brazil, do Crumble de Cacau e do Chocolate Plástico estão aqui embaixo.

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acompanhamentos carnes principais Publieditorial Receitas

Medalhão com manteiga de ervas

Uma receita simples também pode ser surpreendente. Eu acredito tanto nisso que poderia dizer que essa é praticamente a base da minha cozinha. Adoro as infinitas opções que bons ingredientes nos dão de variar pratos e deixá-los ainda mais saborosos. Quer um exemplo? Esse medalhão de mignon poderia ser um prato simples, bobo até, mas ele ganhou um ingrediente que o deixou muito mais inesquecível: uma manteiga de ervas. Essa é a mágica da cozinha :)

Preparar uma manteiga de ervas não tem segredo algum, mas tem um requisito fundamental: a qualidade da manteiga! Por isso, minha escolha foi a Lurpak, uma manteiga premium dinamarquesa de sabor diferenciado e suave, que ressalta o sabor dos alimentos, ao invés de mascará-los. É exatamente isso que ela faz nessa receita: realça o sabor da carne, deixando o prato ainda mais equilibrado. Basta juntar a manteiga com sal, as ervas de sua preferência – usei manjericão, alecrim e cebolinha – pimenta moída na hora e raspas de limão siciliano.

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É só misturar bem e ela estará pronta para ser utilizada. Se quiser, você pode preparar essa manteiga e congelar para usar depois em pequenas porções. Para isso, enrole em plástico filme, moldando como se fosse um salame, e leve ao freeezer. Na hora de utilizar, basta cortar pequenas rodelas, que servem para finalizar diversos preparos e acrescentar aroma e sabor surpreendentes.

PR-Lurpak_Medalhao_003Aqui eu temperei os medalhões com sal e pimenta e grelhei 3 minutos de cada lado. Na grelha, um pouco de manteiga, para garantir o dourado da carne. 

Na hora de finalizar, é só juntar a manteiga de ervas por cima de cada medalhão – cerca de 1 colher de sopa em cada um – e servir. 

Um purê ou uma farofa são ótimos acompanhamentos.

Para saber mais sobre a manteiga Lurpak, clique aqui.#‎boacomidamerece #‎façasuamágica #‎lurpakbr

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Abobrinha assada recheada com cordeiro

Rechear legumes, vegetais… adoro! A gente consegue fazer muita variação (carnes, queijos, cogumelos) e ainda ganha em praticidade, já que eles são servidos como pratos únicos. Em casa rola sempre!

Para rechear a abobrinha usei carne moída de cordeiro (mais ou menos 200gr para rechear duas abobrinhas). Em uma tigela coloquei a carne, 1/4 xícara de arroz (agulhinha, cru mesmo) e os temperos: cebola ralada, alho amassado, cominho em pó, canela, pimenta calabresa e sal. Tem que misturar tudo até ficar homogêneo.

Pré aqueça o forno, médio.

Em uma travessa faça uma”caminha” para assar as abobrinhas. Usei tomate em fatias e 1 alho poró em rodelas. Temperei com sal e pimenta, reguei com um pouco de azeite e incluí tomilho. Deixa a caminha pronta e vai rechear as abobrinhas…

Cortei a abobrinha no sentido do comprimento e retirei a sementes e parte da polpa (que você guarda para colocar na sopa, na omelete ou para fazer bolinhos de arroz). Coloquei o recheio de carne, dispus por cima da caminha pronta e reguei com azeite.

É só cobrir com papel alumínio e levar ao forno por uns 20 minutos. Depois, você retira o alumínio, rala um pouquinho de queijo se quiser (usei meia cura) e volta ao forno para dourar. O lance é formar uma espécie de casquinha crocante.

Pronto! É só servir regado com um fio de azeite e uma saladinha e ganhar uma refeição levinha e gostosa.

Ah! Dá pra fazer com qualquer carne moída, ok?

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Nhoque grelhado de batata doce com manteiga e sálvia

Eu sei que a batata doce tá no hype, que o povo da maromba ama e talecousa e que tá pipocando na net receitas com o tubérculo, que vivia escondidinho e agora é estrela nutricional. Só que aqui em casa, a batata doce tem aparecido muito mais simplesmente porque a oferta dela aumentou. Agora, encontro no hortifruti a versão japonesa, menorzinha, e com preço bom (coisa rara hoje em dia), então é basicamente por causa disso que a queridinha do povo fitness tá brilhando muito aqui em casa… Mas eu, de fitness, não tenho nada :)

Pra fazer o nhoque é tão fácil! Eu usei duas xícaras de batata doce amassada (eu assei embrulhada no papel alumínio até ficar bem macia e eu conseguir retirar toda a polpa), 1 ovo, 2 colheres (sopa) farinha de trigo e sal. Basta misturar até formar uma massa homogênea, que você consiga moldar. Se for preciso, acrescente mais farinha (aos poucos!). Com a massa você faz uma “cobrinha” numa superfície untada e corta os nhoques.

Em uma panela com água fervente, leve os nhoques para cozinhar até que eles subam à superfície. Daí é só retirar com a escumadeira e jogar em uma tigela com água bem gelada (ou com cubos de gelo). O truque foi o Claude Troisgros que me ensinou e eu uso sempre que faço nhoque. Reserve 1/2 xícara da água do cozimento.

Uma vez que todos estejam cozidos, aqueça uma frigideira antiaderente, acrescente uma colher de manteiga e um fiozinho de óleo (só pra manteiga não queimar) e grelhe os nhoques até ficarem dourados.

Pra finalizar, use a mesma frigideira. Coloque mais manteiga, folhas de sálvia e deixe derreter. Acrescente os nhoques, um pouco da água do cozimento reservada e mexa com cuidado.

Monte o prato, polvilhe amêndoas torradas e pimenta do reino moída na hora e pronto! Nhoque saboroso e diferente da versão classicona. Por que variar também é importante, minha gente!

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(tão fácil que nem parece receita!)

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Papilotte de cogumelos

Que cogumelo é uma ótima opção de acompanhamento, todo mundo sabe. Mas, ele também pode virar uma ótima opção de entrada. Servido nessa versão papilotte, ele ganha um ar charmosinho e que impressiona num jantar mais caprichado. E o preparo é daqueles super simples, bem práticos e com pouquíssimos (e bons) ingredientes, olha só…

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A base da receita vai ser o mix de cogumelos que você escolher – vale misturar seus preferidos ou até usar apenas um. Eu usei shitake e portobelo. Corte os cabinhos mais grossos, passe uma escovinha pelos cogumelos para retirar sujeiras ou terra e corte-os em pedaços não muito pequenos, porque eles murcham no forno.

Corte uma folha de papel manteiga de tamanho suficiente para acomodar os cogumelos e que permita que você faça uma espécie de envelope. Acomode os cogumelos no papel manteiga e acrescente o ingrediente que vai fazer a mágica acontecer – a manteiga Lurpak! Nem preciso dizer que precisa ser uma manteiga de qualidade, né? Minha escolha foi a Lurpak, que é fabricada na Dinamarca com leite fresco selecionado e rigoroso controle de qualidade. Junte o equivalente a uma colher de sopa generosa e finalize com molho de soja (uma colher de sopa mais ou menos), sal, pimenta moída na hora e cebolinha fresca.

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Agora é só fechar o envelope e levar ao forno pré aquecido por uns 25/30 minutos.
Na hora de servir, cuidado ao abrir o papilotte pois o vapor de dentro estará bem quente.

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Para saber mais sobre a manteiga Lurpak, clique aqui.
#boacomidamerece #façasuamágica #lurpakbr

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Nuggets de brócolis

Antes de mais nada, melhor avisar que usei uma “licença poética” para dar nome à receita, ok? Na verdade, chamei de nugget só por causa do formato, que lembra o famigerado empanadinho de frango, mas você pode fazer como um bolinho, uma almôndega… então, você dá a forma e o nome que quiser, combinado? ;)

A primeira coisa que fiz foi processar metade de um brócolis (do tipo japonês). Depois, coloquei esse brócolis processado numa tigela e adicionei 1 ovo, 1 colher (sopa) generosa de cream cheese, 4 colheres (sopa) de farinha de trigo, 1 dente de alho amassado, sal e pimenta. Basta mexer tudo até formar uma massa, que você vai moldar com a mão ligeiramente molhada. Para finalizar, passei os nuggets pelo fubá, coloquei em uma assadeira com silpat (pode usar papel manteiga ou usar fôrma anti aderente também) e levei ao forno pré aquecido (200C) por uns 45 minutos, até dourar (virando na metade do tempo para assar dos dois lados). Pode fritar em imersão também, mas né… o forno é nosso amigo, gente! E o resultado final é leve e bem sequinho feito no forno.
Para acompanhar, fui de sweet chilli, um molhinho de pimenta tailandês agridoce, mas funciona MUITO bem com uma maionese de alho (o famoso aioli), com pesto, com creme azedo ou até um molhinho com tomate concassé.

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Dá pra fazer sem glúten, usando farinha de arroz no lugar da de trigo. E também dá pra trocar o brócolis por cenoura, beterraba, espinafre, mandioquinha…

Que tal fazer essa versão para a criançada que a-do-ra aquela de frango-ou-algo-parecido? Pelo menos aqui você vai saber o que está comendo :)

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Panqueca de abóbora e parmesão

O nome panqueca já te remete aquela receita tradicional, recheada, que vai ao forno, certo? Ok, eu amo essa versão clássica, mas hoje vou mostrar uma ideia para variar um pouco o prato de um jeito prático e muito gostoso. Nós vamos seguir a mesma linha das Panquecas Americanas, só que vai ser salgada, perfeita para um almoço acompanhada de uma saladinha. Bora?

A primeira coisa que fiz foi cozinhar cubos de abóbora japonesa (cabotiã, cabotiá, cabochan, como preferir) até ficar macia e eu poder usar o amassador para fazer um purê. Precisei de 1 xícara de abóbora já amassada.

O próximo passo é colocar esse purê de abóbora numa tigela e juntar os demais ingredientes: 1 ovo, 1/2 xícara de farinha de trigo, 1/3 xícara de leite, 1/2 xícara de parmesão ralado e uma colher (café) de fermento em pó. Mexe bem e acrescenta o tempero: sal (cuidado pois o parmesão já é salgado!), pimenta do reino moída e noz moscada ralada. mistura bem e está pronta a massa da panqueca.

Em uma frigideira antiaderente vai um fiozinho de azeite e uma colheradas da massa (você pode ajeitar com a colher para deixar o formato arredondado). Abaixe o fogo e cozinhe até que perceba que as pontas estão firmes (use uma espátula pra testar). Se estiver firme, já dá para virar a panqueca e deixar dourar do outro lado também.

Pronto! Eu não disse que era fácil? ;)

Sirva a panqueca quentinha (o parmesão fica maravilindo derretidinho) com uma salada. Eu fui de tomates (comum e amarelo) com manjericão.

Ah! Eu também uso variações, como cenoura e abóbora moranga. Também dá para usar abobrinha crua ralada (que fica um espetáculo!), espinafre e brócolis. Por aqui é sempre um sucesso. E pra deixar a versão sem glúten, é só substituir a farinha de trigo pela de arroz.

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Torta de Frutas

Quando preciso escolher uma sobremesa minha preferência sempre são receitas à base de frutas. Como eu não sou uma grande doceira, se a receita for fácil de preparar, melhor ainda :)
É o caso dessa torta, feita com massa de biscoitos e manteiga Lurpak, super simples de fazer, sem sova e com resultado super gostoso.

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Para a massa…

Escolhi um biscoito simples (200gr), do tipo maizena, mas você pode usar um biscoito de leite, aveia e até mesmo um integral. Tudo que você tem a fazer é processar o biscoito até obter uma farofa fina. O próximo passo é adicionar 4 colheres de sopa de manteiga Lurpak sem sal amolecida (nem precisa ser derretida) – eu usei uma das marcas de manteiga mais famosas do mundo, presente em mais de 100 países desde 1901 e que chegou recentemente ao Brasil, a dinamarquesa Lurpak. Em uma receita tão simples, vale a pena investir em bons ingredientes, que fazem toda diferença no resultado final, vai por mim. Com as mãos, é só misturar a manteiga ao biscoito até formar uma farofa úmida. Com ela, você forra o fundo e as laterais de uma fôrma de fundo removível, cubra com papel manteiga e feijões (pra fazer peso e impedir que a massa cresça dentro do forno) e leve ao forno médio pré aquecido por 10 minutos.

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Para fazer o creme…

Em uma panela misture 1 lata de leite condensado, 2 ovos, 500 ml de leite, 2 colheres de sopa de amido de milho (dissolvido em pouco do leite), uma fava de baunilha (ou 1 colher sopa de essência) e cozinhe, mexendo sempre até engrossar.

(olha o trucão!) Quando tiver engrossado, transfira para uma tigela e cubra com filme plástico. Isso impede que o creme crie uma película ao esfriar.

Quando a massa e o creme estiverem frios, é hora de juntar tudo. Coloque o creme por cima da massa assada e finalize com as frutas. Usei manga e pêssego, que são algumas das minhas frutas favoritas, mas você pode utilizar as de sua preferência – frutas vermelhas, kiwi, uvas… basta cortar em fatias e dispôr por cima do creme.

A torta deve gelar por umas 3 horas pelo menos antes de ser servida.

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Para saber mais sobre a manteiga Lurpak, clique aqui.

#boacomidamerece #façasuamágica #lurpakbrap


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Ricota caseira

Talvez você também ache ricota uma coisa sem graça – e eu vou ter que concordar contigo. Tenho amigas muito mais chiques e elegantes que comem ricota pura, assim, no café da manhã, saca? (beijo Dadi, beijo Dani!) Eu não sou dessas, mas tenho que admitir que uso muito a ricota em receitas, sempre temperada ou acompanhada de algo. Ela é levinha e muito versátil, é verdade, mas eu andava achando todas também muito (mais) sem graça. Foi então que resolvi fazer a minha e, gente, é muito fácil. Fácil mesmo! Bobo, até.

Essa eu fiz para petisco. Servi com cebola caramelizada e amêndoas torradas, acompanhando bolachinhas de água e foi um tremendo sucesso. A gostosura da ricota tem muito a ver com a qualidade do leite que você utilizar, mas eu garanto que você não se arrependerá de testar essa receita.

Usei 2 litros de leite integral tipo A (de saquinho). Basta levar ao fogo em uma panela e esperar que comece a formar uma espuma e ferver. Nesse momento é só desligar o fogo e juntar 3 colheres de sopa de suco de limão peneirado e o sal (se você quiser salgar) e mexer bem. O resultado é que o leite começa imediatamente a talhar e o soro vai se separando. É só esperar uns minutinhos e quando estiver bem talhado tem que coar – eu uso o escorredor de macarrão forrado com um pano fininho (um pano/saco fino de algodão, voal ou tule). Tem que espremer bem para retirar todo o soro. O que restar dentro do pano já é sua ricota. Tudo que você tem a fazer é colocá-la em um recipiente para moldar – usei um ramequim pequeno (ou seja, para 2 litros de leite o rendimento é pouco mais do que um ramequim de 10cm ou 240 ml). Depois, coloque algo pesado por cima, para ajudar a moldar bem – eu coloco uma tábua e uma panela cheia de água por cima, só para ficar pesado.

Algumas horinhas de geladeira e está pronta a sua ricota!

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Para fazer a cebola caramelizada cortei duas cebolas em meia luas e levei ao fogo com um tico de sal e umas duas colheres de molho inglês. Basta deixar que o fogo faça o trabalho. A cebola vai dourando e caramelizando.

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A amêndoa você compra laminada e doura numa frigideira ou no forno. Rapidinho, tipo dois palitos :)

p.s: Pena não ter uma foto dela partida. Culpem os vikings que a devoraram em minutos.

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Polenta com ragu de cogumelos

polenta com ragu de cogumelos

Ragu vem da palavra francesa ragoût e, apesar da origem, lembra mais os ensopados italianos, encorpados e com longos cozimentos. Eu sei que ragu com polenta é uma combinação que já virou clichê – está nos eventos, nos realities culinários, nos programas dos chefs, em toda parte, mas o fato é que, apesar do clichezão, a combinação é mesmo muito boa. E para alguém como eu, que AMA polenta, é um casamento super feliz. De modos que, dane-se o clichê, não é messs? ;)

Você pode preparar diversos tipos de ragu – de carne, frango, legumes, frutos do mar e até de cogumelos que, neste caso, dispensa o longo cozimento e é super prático de fazer. Vem comigo…

A primeira coisa é escovar os cogumelos (eu não lavo cogumelos) e cortá-los. Aqui usei shimeji, mas pode ser qualquer outro de sua preferência. Depois é só dourar alho e cebola com um pouco de manteiga. Nessa hora, é bom juntar uma colher (chá) de farinha de trigo e deixar dourando junto. A farinha ajuda a deixar o molho mais encorpado. Quando estiver dourado, é só juntar os cogumelos e mexer. Pra ser um bom ragu é bacana usar um pouco de vinho – além de adicionar sabor e acidez, ele vai desgrudar tudo que está no fundo da panela e deixar o molho perfeito. Pode ser o tinto ou o branco, você escolhe – lembrando que o álcool mesmo vai evaporar, ok?

Tempere o ragu com sal e pimenta e cozinhe por uns 4 minutos, no máximo. Cogumelo não precisa de muito cozimento. Na hora de finalizar, uma boa colherada de manteiga e cebolinha picada. É só servir por cima da polenta e ser feliz :)

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Fica gostoso servir ragu com purê também #fikdik

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Eu já mostrei como fazer polenta na panela de pressão aqui ó.

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