#pimentaindica

Bolinhos de arroz do Manjar Beatriz Gastronomia = coisa de Deus (na foto, acompanha geleia de pimenta). Sabia que dá para comprar a massa prontinha pra fazer em casa? E também dá pra comprar pães incríveis, tortas, massas e uma porção de comidinhas delícia que a Beatriz prepara com mjuito talento em Higienópolis/SP e entrega em sua casa.

Quer saber mais? Acesse Manjar Beatriz no Facebook.

Mas ó… nada de me culpar depois pelo excesso de calorias ingeridas, ok? Eu recomendo porque coisa boa a gente tem que compartilhar mesmo (as calorias? ah, essas a gente espanta na esteira depois..rs)

Chuchu com carne seca

Chuchu é o legume mais enjustiçado evAr! Dizem que ele não tem gosto de nada, que é o 4º estado da água… ah, que nada! Desde os primórdios do Rainhas que eu já alardeava meu ♥ pelo chuchu – e não é de brincadeira não! Eu realmente gosto dele. E não pensem que só curto o bichinho quando ele tem outros quetais acompanhando não. Eu também gosto dele purinho, só cozido com água e sal e mais nada, tsá? Convivam com isso, meus caros – eu sou chuchuzólatra ;)

Aqui eu fiz um refogadinho (tem palavra mais meiga que essa?) do chuchu com carne seca desfiada, cebola, alho e pimenta biquinho. Finalizei com salsinha picada, servi com arroz e feijão e o sujeito que mora lá em casa e vive dizendo que chuchu é insosso bateu bem uns dois pratões. A desculpa foi a carne seca, claro. A-han, sei ;)


Agora, gente… eu nem ia postar esse prato porque né, nem dá pra chamar isso de receita, só que eu tinha que falar da carne seca que usei e sabe por que? Porque eu a.m.e.i isso, afff. Coisa mais prática! Bateu aquela vontade doida de comer carne seca mas você nem tem o tempo de dessalgar, cozinhar, desfiar e tudo mais … e aí, como faz? Saca essa caixinha no supermercado e pimba! Carne prontinha pra usar – a embalagem diz que é dessalgada, mas eu nem precisei salgar o prato (até porque, diminui consideravelmente o sal na minha casa e tô muito feliz com isso, viu?). E ó… o preço nem é absurdo. Considerando que você compra lá aquele nacão de carne seca e depois que ela cozinha vira uma titica, se bobear acho até que sai quase elas por elas. Coisa linda.
Ah! E isso não é propaganda paga não gente! É uma experiência boa que tive na minha cozinha e estou dividindo com vocês, ok? Coisa boa a gente tem mais é que divulgar mesmo :)

Aqui a bichinha ó.

Bacalhau de cabo a rabo

Como eu já havia adiantado aqui, fui convidada pelo Conselho Norueguês da Pesca para uma aula sobre o pescado na cozinha da chef Heloisa Bacellar. Lá, além de degustar várias delícias preparadas com todos os tipos de bacalhau, ainda tivemos a chance de desvendar todos os mistérios desse peixe nobre.

Neste post, tentei reunir um pouco do muito que aprendi naquelas cinco horas de aula. Vem comigo?

Defumados

Aqui, os meus preferidos – Defumados Campestre, que compro aos sábados no Mercadão Municipal de Santo Amaro, pertinho de casa.

Na foto, picanha suína (fatiada), joelho de porco e peito de frango. Coisa boa pra servir como aperitivo (o joelho de porco é sensacional como aperitivo) ou para usar em receitas – a salada de batatas com o frango defumado por exemplo, fica deliciosa.

E agora, graças a leitora Rita Sponchiado e a seu marido curioso, que produziu um defumador a frio e fez a gentileza de me enviar um deles, farei experiências defumadoras em casa (já tenho um salmão na mira). Rá! Quem me segura agora? =)

Prático X Gostoso

(parecia que ia dar tudo tão certo…)

Eu sou uma pessoa desconfiada, daquelas que faz “nhé” para certas invencionices e torce o nariz para produtos que vendem promessas tão boas quanto improváveis – “fácil, rápido, saboroso e barato”, tudo no mesmo produto. Fala, é ou não é pra desconfiar? Daí que eu raramente sucumbo (bonito isso, né?) a esses chamados e passo longe da batata pré-cozida, do molho branco de latinha (bleargh!), do feijão “prontinho e delicioso” da caixinha… enfim, alguns diriam até que eu sou… er… chatinha, mas eu prefiro… exigente :)

Pois é… raramente… mas, como raramente não é sempre, como tempo é algo que eu já não possuo mais, e como ninguém pode viver só de Cup Noodles (abafa!) e sanduba de queijo e atum, resolvi que era chegada a hora de abrir uma exceção e dar uma chance para algo novo – desde que fosse rápido, muito rápido. Foi então que, no corredor do supermercado, decidi me jogar na massa de panqueca pronta Massa Leve, peguei um pedaço de queijo, uma bandeja de presunto e decidi que teria panquecas ligeiras para o jantar. Parecia tudo muito promissor.

Cortei o queijo e um tomate em cubinhos e temperei com sal, pimenta, orégano e manjericão. Abri o pacote de massa e achei a textura meio estranha e o gosto bem meia-boca. Relevei (tempo Fabiana, tempo). Peguei uma massa, botei uma fatia de presunto por cima e depois o recheio temperadinho. Tentei fechar a panqueca como sempre faço, como pacotinhos – não rolou, a massa quebrava. Depois de perder umas três massinhas, dimimui muito a quantidade de recheio e consegui enrolar (meio que na gambiarra) – beleza. Cobri um refratário com molho de tomate, dispus lá as panquecas meio tortas, cobri com mais molho, queijo e levei ao forno.

Resumo da ópera… A massa da panqueca amoleceu, sumiu, virou uma pasta. Como elas não ficaram muito bem enroladas, o queijo de dentro também sumiu e, ao servir, eu tinha um prato disforme, meio panqueca, meio lasanha, meio qualquer coisa parecida com coisa alguma. O gosto também foi para o saco – a massa, que já era insossa, ficou ainda pior depois que virou aquela… massaroca, e apenas o molho de tomate e o manjericão salvaram o que restou da promessa de panquecas.

Daí eu pergunto para você, leitorzinho amigo, de que adianta um produto que supostamente facilitaria a minha vida se ele não me dá o principal? Sim, porque eu entendo que praticidade implica em uma perda da qualidade – eu não sou tão bobinha a ponto de querer tudo… mas, adianta ganhar tempo e perder o sabor, a textura?

Pois é… é por essas e outras que o Cup Noodles é meu amigo e nunca me faltará. Pelo menos, ele não me promete nada.

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Em tempo: Eu acho lindo quem consegue ser feliz com a modernidade, viu? Um dia eu chego lá. Ou não =)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

De granja, caipira ou orgânicos?

Eu deixei de comprar frango comum há tempos, mas ainda tenho certa dificuldade quando o assunto é ovo e acredito que o maior problema está na falta de informação. Você sabe a diferença entre os ovos citados no título desse post?

Pois é, ovos de granja todo mundo sabe né? É aquela produção em escala industrial, com aves tratadas da pior maneira possível e o uso daquelas já famosas substâncias que produzem aqueles frangos imensos que você encontra no supermercado – é o chamado “frango com bomba”, que cada dia que passa tem mais gosto de qualquer outra coisa, menos de frango.

Mas, e o orgânico e o caipira?

Então… até pouco tempo atrás eu acreditava que eles eram a mesma coisa, mas foi pesquisando sobre o assunto que acabei descobrindo as diferenças importantes nesses estilos de produção, como vocês vão observar no texto da TV Ecológica de autoria de Bruna Rosalem, que vou reproduzir abaixo. Para mim, hoje importa muito o estilo de criação – definitivamente galinhas confinadas em gaiolas é uma coisa que eu não quero mais pra mim – e, claro, a alimentação das aves. No entanto, encontrar ovos orgânicos não é tarefa das mais fáceis não, o que também é totalmente compreensível, certo? Produções menores, menor oferta do produto, o que explica que nem sempre o ovo orgânico esteja disponível no supermercado (no Pão de Açucar tem sido o lugar mais fácil de encontrar, mas as vezes falha também) . Na ausência de um ovo totalmente orgânico, tenho me virado muito bem com os caipiras e com os que são produzidos em um modelo mais natural, como os da Korin – que não usam hormônios de crescimento e que também não criam os animais confinados, embora não possam ser chamados de caipiras. Viu que complexo?

O que eu acho mesmo é que faltam informações mais claras na embalagem, sobre a denominação, o tipo de criação e ainda os certificados que garantam que você não está comprando gato por lebre – eu já vi embalagem dizendo que o ovo era orgânico mas não encontrei nela nenhum selo que atestasse isso e, na dúvida, acabei não comprando. Também já vi ovos vendidos em feiras que se dizem caipiras, mas… quem vai saber que tipo de alimentação aquelas galinhas receberam? Afinal, para ser considerado caipira, a alimentação das aves tem que ser apenas de origem vegetal.
Como eu disse, sem um certificado (e uma boa fiscalização nas produções) fica difícil saber o que se está comprando.

Para saber um pouco mais…

Ovos de granja, caipira ou orgânicos? Aprenda a conhecer a diferença na hora de comprar
01/04/2010 — Bruna Rosalem

“Caipira”, “granja”, “orgânico”: as embalagens dos ovos trazem informações valiosas que dizem respeito à forma como são criados os animais que deram origem a eles. No entanto, a linguagem utilizada nem sempre é clara e muitas vezes pode confundir o consumidor. A ARCA Brasil, em sua Campanha Pelo Fim do Confinamento Intensivo Animal em parceria com a Humane Society Internacional , já falou sobre a diferença entre as galinhas poedeiras criadas em sistema de gaiolas em bateria e aquelas criadas com mais liberdade . Veja, agora, como distinguir a procedência dos ovos quando for fazer compras.

A cor da casca do ovo dá apenas informações sobre raça da ave que deu origem a ele, e não sobre a forma como ela foi criada. Por isso, as denominações “Ovos brancos” e “Ovos vermelhos” diz respeito apenas à cor externa, assim como as denominações “Jumbo”, “Extra”, “Grande”, “Médio”, “Pequeno” e “Industrial” apenas permitem saber o peso aproximado do ovo. Já no que diz respeito ao método de produção, existem três tipos de ovos, segundo definição do Ministério da Agricultura:

“Ovos de granja”
Pode não parecer, mas os ovos rotulados dessa forma são aqueles produzidos de forma convencional, normalmente em sistemas fechados onde as galinhas são confinadas em “gaiolas em bateria”, que não lhes permitem sequer esticar as asas. As aves que põem os “ovos de granja” também têm seus bicos cortados com uma lâmina quente e podem ser submetidas à muda forçada . Sua alimentação é exclusivamente à base de ração, por vezes reforçada com aditivos que garantam a máxima produtividade de ovos.

Entre os ovos produzidos em sistema convencional há ainda os “Ovos Enriquecidos” ou “Vitaminados”, ou ainda “Ovos Pufa” – estes são normalmente enriquecidos com Ômega 3 e/ou vitamina E que foram adicionados à ração das aves. Já os “Ovos Light” prometem menos colesterol do que os normais. Contudo, nada disso diz respeito ao sistema de criação ou ao bem-estar animal. De toda forma, a validade deste enriquecimento dos ovos é questionada por nutricionistas, já que seria necessário comer uma quantidade de ovos além do adequado para obter quantidades relevantes de ômega 3 e vitamina E. Quanto aos ovos menos calóricos, as aves responsáveis por sua produção teriam de passar por dietas especiais que tornariam irregular a quantidade dos nutrientes presente neles.

Na União Européia, estes ovos não deverão ser produzidos nem vendidos a partir de 2012, segundo uma diretiva que proibirá o confinamento intensivo em gaiolas em bateria.

“Ovos Caipira”, “Ovos Tipo Caipira” ou “Ovos Estilo Caipira”
De acordo com a legislação, estes ovos devem ser produzidos por galinhas criadas em sistemas extensivos (sem gaiolas), que podem ciscar e “pastar” pelo terreiro, com ninhos em locais cobertos para a postura dos ovos. A alimentação é feita de ingredientes exclusivamente de origem vegetal, sendo proibido o uso de remédios para o crescimento, antibióticos e pigmentos na ração. Também podem ser rotulados como “Ovos de Capoeira”, “Ovos Colonial” ou “Ovos Tipo Colonial”. Existem ainda os “Ovos Caipira Label Rouge” – produzidos a partir de uma linhagem de galinhas caipira importada da França, a Label Rouge. Infelizmente, este tipo de produção nem sempre é certificada por um órgão terceirizado.

“Ovos Orgânicos”
As principais características do ovo orgânico são a alimentação orgânica das aves (todos os seus alimentos são produzidos sem o uso de agrotóxicos e fertilizantes químicos) e o respeito ao comportamento natural e bem-estar da ave (são proibidos procedimentos como a debicagem e o confinamento em gaiolas). Também é vedado o uso de promotores de crescimento e antibióticos na ração. Para aprovação do selo orgânico, o produtor deve apresentar certificado emitido por uma entidade certificadora terceirizada que segue parâmetros ditados pelo Ministério da Agricultura.

Estudos organizados pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP em 1991 demonstraram que os ovos de aves criadas soltas possuem cerca de quatro vezes mais vitamina “A” (essencial para regeneração da pele e das mucosas) que os de granja. A mesma pesquisa constatou que, como as galinhas não recebem rações comerciais, os ovos não contêm resíduos de antibióticos e de outros produtos químicos.

Certificação Humanitária no Brasil
Simultaneamente à Campanha pelo Fim do Confinamento Intensivo Animal, a Ecocert lançou no Brasil o mundialmente respeitado selo Certified Humane, que pode ser conferido aos criadores que respeitam diversos critérios de bem-estar. No país, onde o selo é recente, já há dois grandes produtores habilitados: o Grupo JD e a Korin Agropecuária. O primeiro teve reconhecida sua produção de bois e suínos para corte; o segundo, a de frango para corte. Se você não está preparado para adotar uma dieta vegetariana, consuma um produto mais responsável. Fique atento para esse logotipo!

Propaganda enganosa é crime
Se você encontrar embalagens de “ovos de granja” (criados em gaiolas) com fotos de aves ciscando ao ar livre – sugerindo que os animais não foram confinados – ou com palavras que confundam o consumidor quanto à origem do alimento, denuncie! A regulamentação brasileira proíbe nos rótulos qualquer indicação, por escrito ou ilustração, que passe falsa impressão e que forneça uma idéia errônea da origem e qualidade do produto.

Todo rótulo deve ser aprovado e registrado no DIPOA (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal) e trazer impressa a declaração do registro e número. No caso dos ovos, as embalagens devem apresentar ainda o carimbo da Inspeção Federal.

Fonte: material da Humane Society of United States.
Fonte: TV Ecológica

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E você? Sabe mais alguma coisa sobre esse assunto? E que tipo de ovo sua família está consumindo?

Alho negro

(foto: Cozinha da Lena - RangoCamp #1)

Apesar da coloração, nada foi adicionado a esse membro da família Allium sativum. Mas ele passou por um processo de fermentação e envelhecimento (veja abaixo) que o deixou completamente diferente. A textura ficou cremosa e o sabor, ligeiramente adocicado, lembra um vinagre balsâmico de qualidade, sem nenhuma semelhança com o ardido do alho in natura. Mais uma mordida e o gosto remete ao melaço, ao tamarindo. E lá no fundo aparece um toque de defumado. Tudo muito sutil. A essência, levemente picante, também surge, mas vem com o umami* (o quinto sabor) e uma gama de sensações.

Com tudo isso – além das incontáveis possibilidades que oferece na cozinha, do doce ao salgado –, o alho negro tem atraído a atenção de chefs nos Estados Unidos e na Europa. Resultado: é o ingrediente do momento.

A origem do alho negro é controversa. E ninguém parece ter ligado para o assunto até que o ingrediente virou moda, o que estimulou uma disputa entre japoneses e coreanos. Nos dois países ele é considerado um ingrediente saudável por seu alto teor antioxidante. Cada um se defende como pode: os coreanos adoram legumes e verduras fermentadas e dizem que seu processo de fermentação caseiro, em pote de barro, serviu de inspiração ao método que transformou o alho em vedete gastronômica.

Já os japoneses, que sempre tiveram resistência ao alho, têm um trunfo nessa briga: o catalão Ferran Adrià experimentou o ingrediente em Tóquio, no início de 2007. Gostou e levou para casa.

Por aqui, o chef José Barattino, do Emiliano, foi o primeiro a pôr a novidade no cardápio. Fez uma posta de bacalhau com polenta e acompanhou com molho de alho negro assado. Barattino conta que conheceu o ingrediente no Le Bernadin e gostou tanto que hoje o importa do principal produtor americano, o Black Garlic.

Nas mercearias coreanas do Bom Retiro (SP) é possível encontrar pasta de alho negro importada da Coreia do Sul. E em Ibiúna, uma cozinheira muito curiosa está testando um método para transformar alho comum em alho negro na estufa de casa.

1 | No exterior se usam dois tipos de alho para fazer alho negro, o coreano six-clove e o californiano gilroy. No Brasil, a escolha é feita pela aparência: cabeças grandes e bonitas.

2 | O alho, inteiro e com casca, passa três semanas numa estufa. No início, temperatura e umidade são elevadas. No final, são reduzidas. O que acontece é que durante a fermentação os açúcares e aminoácidos do alho se unem, produzindo uma substância chamada melanoidina, responsável pela coloração escura.

3 | Depois da estufa o alho é mantido sobre uma grade, em temperatura ambiente, por uma semana.

Fonte: Paladar

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Pois bem, eu experimentei o alho negro e vou dizer… a descrição do Paladar está perfeita. De fato, não há sequer um traço do ardido do alho comum (que, veja bem, eu adoro) e eu finalmente acho que entendi a parada do tal umami*. O que me chamou a atenção também foi a cremosidade – fui provando o alho com a ponta do dedo, sem precisar cortar ou morder, realmente uma coisa de louco e só provando a gente tem a real ideia do que se trata.

Quem me introduziu ao viciante alho negro foi a Paula Labaki, que o encomendou do exterior, trazido por uma amiga, mas já existe a possibilidade de comprá-lo da produtora de Ibiúna, Marisa Ono – e eu, que não sou boba nem nada, já a contatei para fazer a minha encomenda. Porque ó… desde que provei esse diabo desse alho eu só penso em experimentá-lo em molhos, assados e até em uma calda doce – sim, eu estou bem (mais) louca =)))

Já há quem diga inclusive que o alho negro é o novo tomate seco. Será? De minha parte, não lembro de ter ficado tão entusiasmada assim quando descobri o tomate seco não (que aliás, até hoje não me apetece tanto).

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(*)Umami é o “quinto” gosto básico, além dos quatro mais conhecidos (doce, amargo, ácido e salgado). A palavra umami é de origem japonesa e pode ser traduzida como delicioso ou saboroso.

Existem certas substâncias químicas — sobretudo aminoácidos — presentes em certos alimentos que são detectados na língua por receptores específicos (TmGluR4). O glutamato monossódico é o principal aminoácido que provoca no paladar o gosto umami. Nos alimentos em que ele está presente naturalmente, o paladar reconhece o umami. Estes são principalmente tomates, queijos fortes, carnes, e sardinhas, além do leite humano e bovino. Existem, porém, diversos produtos industrializados que levam o glutamato como intensificador de sabor. Na cozinha asiática (japonesa, chinesa, etc.) é muito comum usar glutamato monossódico para acentuar o umami, que é vendido comercialmente com a marca Aji-no-moto.

A percepção do sabor umami é também intensificada pela presença de IMP (inosinato de sódio), um nucleotídeo que pode ser ingerido simultaneamente com o aminoácido. Foram descobertos posteriormente outros intensificadores de sabor tais como: monofosfato de inosina, monofosfato de guanosina, guanilato dissódico, inosilato dissódico e 5-ribonucleótidos de cálcio.

Além de humanos, outros mamíferos tais como cães e ratos também têm receptores capazes de percebê-lo.

Fonte: Wikipédia

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

I <3 matrioskas

pen drive usb | luminária Kremlin Gifts Catalogue | latas coleção passada Imaginarium | almofadas Coisas da Doris | Stacking Russian dolls teapot – Shopping in Japan | avental – eBay | moedor de pimenta Pylones | Russian dolls stacking tins – House to Home | Russian Doll Triple Hook | bentôs (marmitas) | Copos, fita adesiva, copos medidores e pratos – Fredflare | velas | Matrioshkeys (ô trocadalho do carilho, hein? pfff – eu necessito uma chave de matrioska!)

Eu viveria em um mundo cercado de matrioskas por todos os lados :)

 

Quando o orgânico faz diferença #1

Quando você quer comer morango com gosto de morango :)

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E se você é daquela turma que acredita que não existe muita diferença entre produtos comuns e orgânicos, taí o morango que faz a sua teoria cair por terra – não há a mínima chance de comparar as duas versões.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar