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#dica – Talo de couve

Não jogue fora os talos da couve! Eles ficam uma delícia numa farofinha, assim ó…

Doure alho e cebola na manteiga e acrescente os talos de couve picadinhos. Junte uva passa e cozinhe só um pouquinho, para dar uma ligeira cozida nos talos. Junte farinha de mandioca e vá torrando até ficar douradinho. Tempere com sal e pimenta e voilà! Farofinha gostosa e crocante :)

 

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Batata suiça (Rösti) aos 3 queijos

Eu não sei vocês, mas tenho a impressão que batata + queijo é o tipo de casamento que não tem chance de dar errado – ainda que fique ruim, fica bom, sabe assim? Dá pra preparar a mistura de diversos jeitos e um deles é esse, a batata suiça (ou Rösti), que nada mais é do que a batata ralada, feita na frigideira como se fosse uma tortilha de batata ou uma omelete. É simples, mas tem seus truques.

Antes de começar preciso já me desculpar. Sim, eu coloquei 3 tipos de queijos DENTRO da batata suiça. Os motivos pra esse surto calórico são diversos, entre eles o fato de ter pedaços de queijo que precisavam ser usados antes que se perdessem, uma TPM insana que só faltou me fazer comer as paredes e o fato de que sou uma pecadora, não nego, e a gula às vezes me pega de jeito. Tô desculpada, certo? E ó, você pode fazer a batata com menos calorias, tá? Pode usar recheios mais leves, como peito de peru e queijo branco ou pode nem rechear. Ah! E sirva com saladinha. Ameniza a culpa :)

Bom, a primeira coisa é cozinhar ligeiramente as batatas – uma conta boa é de 1 batata grande por pessoa. Eu prefiro cozinhar no microondas porque uma das coisas que garantem uma batata suiça gostosa é que a batata não absorva água, mas dá pra fazer no forno convencional também. É só fazer uns furinhos na batata com o garfo e levar ao microondas em potência alta por 5 minutos (se a batata for pequena, diminua para 3 minutos). Tire do microondas e retire a casca. Leve as batatas para o freezer por uns… 20 minutos pelo menos.

Use um ralador grosso para ralar as batatas recém saídas do freezer (isso facilita muito a sua vida, vai por mim) e reserve.
Aqueça uma frigideira pequena e anti aderente com um fiozinho de azeite e acomode uma camada completa de batata ralada. Tempere com sal e pimenta do reino moída na hora. Agora é só colocar o recheio escolhido, deixando as bordas livres e tudo raladinho de preferência – eu usei parmesão, gruyere e gorgonzola – e cobrir com mais uma camada de batata ralada, finalizando de novo com sal e pimenta.

Ajeite bem as batatas, apertando e moldando com cuidado – certifique-se que o recheio está bem coberto por elas, para que não vaze. Abaixe o fogo e cozinhe lentamente por uns 5 minutos mais ou menos. Para virar, ou você utiliza uma frigideira do mesmo tamanho, colocando por cima e virando ou utilizando um prato e fazendo do mesmo jeito – cubra a frigideira com o prato e vire, levando a batata para o prato pra então deslizá-la de volta para a frigideira, untada de novo com um fiozinho de azeite. É preciso então cozinhar mais 5 minutos do outro lado ou até que esteja douradinha.

Parece complicado, eu sei, mas é só pegar o jeito. É uma ideia bacana para um jantar a dois, numa noite fria, com uma taça de vinho e talecousa, mas eu não recomendaria o prato para servir muita gente. Eu já fiz isso e… afff! Haja frigideira!

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Bolinhas de búfala e damasco

Fiquei na dúvida na hora de dar nome à receita… Petisco de ricota de búfala? Almôndegas de ricota? Na dúvida, escolhi o mais fofo – bolinhas de búfala, que você pode comer como petisco, como almôndega, usar na salada … você escolhe.

Processei 200gr de ricota de búfala com 2 colheres de cream cheese até obter uma massa homogênea. Temperei com sal, pimenta branca, azeite e noz moscada ralada. Com essa massa, abri um círculo na mão, coloquei um cubo de damasco e fechei, formando uma bolinha.

É isso :)

O que você faz com isso? Bom, você pode levar as bolinhas à geladeira por cerca de 1 hora e depois colocá-las em azeite extra virgem com a erva de sua preferência. Dá para servir como petisco para aquele amigo vegetariano! Dá pra colocar um molho branco por cima e servir como almôndega, acompanhando um grelhado por exemplo. Dá até para colocar na salada verde – dá um charme e acrescenta sabor, em casa a gente adora!

Bobo né? Mas é fácil e fica muito gostosinho. Precisa mais? ;)

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Couscous “fake” de couve flor

Couscous de couve flor

O bom e velho Chacrinha já dizia: nada se cria, tudo se copia. E ele não estava certo? Poucas coisas nesse mundo ainda não foram inventadas, principalmente quando se fala em comida. Já transformaram até comida sólida em fumaça, em espuma… uma doidera.

Mas tem vezes que a gente dá de cara com uma coisa e logo pensa: taí, isso eu nunca tinha visto! Foi o que aconteceu quando vi essa ideia no Facebook da Amanda Wanderley, uma amiga nutricionista. Eu, que amo couve flor, já pirei rapidinho e logo descobri que essa ideia já rolava há tempos entre os veganos. Catei a Amanda e perguntei como ela tinha feito. Ela me deu a ideia, eu fiz uns ajustes para os ingredientes que tinha e pimba! O resultado foi esse – um prato delícia, diferente, leve e ainda por cima sem carboidratos! (u-huuuu! as minas da dieta piram! rs).

Bom, chega de lenga lenga e vem comigo aprender a fazer o falso couscous de couve flor…

A primeira coisa a fazer é processar a couve, para deixá-la miudinha, parecendo mesmo um grãozinho de couscous. Depois, é só colocar a couve já triturada em uma travessa, cobrir com filme plástico e levar ao microondas por uns 5 a 7 minutinhos, até que ela esteja macia mas al dente ainda.

Basta tirá-la do microondas e deixar esfriar antes de incluir seus ingredientes. No meu caso usei: tomate sem semente, alho poró, cebolinha, pimenta dedo de moça, uva passa e amêndoas. É só misturar tudo e temperar com azeite, sal e pimenta.
Imagina quanta variação não dá pra fazer usando a mesma ideia? Misturando até brócolis ninja, outros tipos de castanhas, abobrinha ralada, linhaça… afff, tem mil jeitos.

Posso falar? ficou uma de-lí-cia. Uma alternativa saborosa para o arroz do dia a dia e um acompanhamento supimpa para grelhados. Experimenta!

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Torta de chocolate e limão

.update revival
Hoje uma leitora me pediu a receita da “minha famosa torta de chocolate e limão” e eu fiquei nostálgica ao revirar arquivos. Sete anos se passaram desde que publiquei essa receita pela primeira vez no extinto Rainhas do Lar e desde então ela aparece nas ceias das leitoras, nos aniversários, nos momentos felizes… Dez anos que algumas pessoas me acompanham, leem minhas receitinhas e as reproduzem em suas cozinhas, às vezes lembrando com carinho de mim.  Olha, não é por nada não, mas eu tenho um orgulho danado da minha trajetória blogueira, que começou láááááááá em 2000. Tô emotiva hoje, relevem :)

Eu ando empolgada com minhas novas fôrmas de fundo removível e particularmente inspirada em, como diria minha avó, “inventar moda”.
Então saiu essa torta que é mezzo doce, mezzo azedinha e que vai bem pra quem, como eu, não é fã de doces enjoadões.

Fiz uma massa básica de tortas, a mais fácil de todas, porque eu não me dou com essa coisa de massa sovada, crescida e o escambau. Entonces, triturei no liquidificador um pacote de 200gr de biscoito maisena e fiz uma farofinha fina. Coloquei numa travessa e acrescentei umas 4 colheres (sopa) de manteiga sem sal derretida e misturei bem. Com essa farofa mais úmida, forrei o fundo e as laterais de uma fôrma de fundo removível de 24cm. Levei ao forno pré-aquecido por uns 10 minutinhos e reservei.

Para fazer o recheio de chocolate…

Lembra que eu disse que sempre tenho chocolate meio amargo em casa (eu compro aquelas barras grandes pra quem trabalha com chocolate)? Então… peguei uns 300gr de chocolate meio amargo, derreti em banho maria, juntei 1 lata de creme de leite, 1 colher (sobremesa) de manteiga sem sal, 2 colheres de Nutella e 1/2 envelope de gelatina em pó sem sabor hidratada na água (veja instruções na embalagem e hidrate o envelope todo pois vamos precisar de mais 1/2 envelope para o recheio de limão, ok?)
Coloquei esse recheio sob a massa reservada e levei à geladeira enquanto fui fazer…

…o recheio de limão…

Bati no liquidificador 1 lata de leite condensado, 1 lata de creme de leite, 1/2 lata de suco de limão (se quiser menos azeda, pode usar menos suco de limão) e 1/2 pacote da gelatina em pó sem sabor hidratada.

Coloquei sobre o recheio de chocolate que já estava na massa, raspei chocolate por cima e levei à geladeira por umas 4 horas. Depois, foi só desenformar e servir.

Até pra quem não curte doces essa receita é boa, vai por mim =)

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Canelone de ricota, escarola e amêndoas

Canelone de escarola

Eu nem sou a maior fã de massas recheadas, é verdade. Prefiro as massas longas, que são a minha verdadeira paixão, mas tenho que admitir que certos recheios podem fazer meus olhinhos brilharem, como esse que fiz para o canelone. Uma combinação levinha de mussarela de búfala, escarola e amêndoas, fácil de fazer e super saborosa.

A primeira coisa que fiz foi cozinhar a massa. No caso, utilizei uma pronta, já no formato de canelone. É só cozinhar até o ponto al dente, escorrer e passar por água fria para parar o cozimento.

Para o recheio usei 200gr de mussarela de búfala, 2 colheres de cream cheese, 1 xícara de escarola pré-cozida (espremida), noz moscada ralada, sal e pimenta do reino branca.
Basta misturar, acrescentar amêndoas laminadas a gosto e usar para rechear os canelones.

A finalização fica por sua conta. Com molho branco, de tomates, gratinado ou não… Eu optei por uma versão mais levinha, com um molho de tomate pelado, mas se você quiser acomodar os canelones em uma travessa, cobrir com molho e queijo e levar ao forno, também vai ficar divino.

Ah! Se você não gosta de escarola (como assim, gente?! rs) pode trocá-la por espinafre (também não?) ou rúcula. A ricota também pode ser a comum, embora a de búfala na minha opinião seja mais saborosa. E o cream cheese também pode ser trocado por qualquer queijo cremoso – vale também aqueles creminhos de ricota ou minas, ok?
Na falta da amêndoa, nozes ou qualquer outra castanha dão ao recheio a crocância que ele precisa, combinado?

Fácil né? Então… vamos sair daquele círculo vicioso de recheio de carne moída ou frango? Eu curto ambos, mas quebrar a rotina também é importante, gente! Experimente :)

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Bolo de limão siciliano

Vou logo começar dizendo: PRE-PA-RA! Porque esse vai ser o melhor bolo de limão que você já comeu na vida.

A receita vem do Rogério Shimura, não à toa o mestre da panificação, e ó… é fácil, rende um bolo pequeno (dá pra você usar essa desculpa pra não ter que dividí-lo com ninguém, ó que beleza?) e você faz na mão, sem batedeira, liquidificador, nada. Olha que belezura…

Antes de comecar a bater o bolo, faça uma caldinha de limão:
Misture 25mL de suco de limão siciliano,  75mL de água, 15mL de rum e 100g de açúcar e ferva apenas até que o açúcar esteja dissolvido. Reserve.

Pré-aqueça o forno a 170C.

Peneire 135g de farinha de trigo e 5g de fermento em pó (químico) e reserve. Derreta 75g de manteiga e misture-a com 75g de creme de leite. Reserve.

Numa tigela bata 3 ovos e 175gr de açucar e bata até formar uma mistura homogênea. Junte a mistura de creme de leite e manteiga e misture bem. Adicione as raspas de 1 limão siciliano e por último a farinha peneirada com o fermento, até a massa ficar homogênea.

Leve para assar em forma untada e forrada com papel manteiga por cerca de 30 minutos a 170ºC. Eu usei uma forma comum de bolo inglês e foi perfeita.

Assim que o bolo sair do forno, pincele com a calda de limão. Eu ainda polvilhei papoula e amêndoas torradas, pra dar um tchan.

Esse bolo com café quentinho… pffff! Faz e volta aqui pra me contar?

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Lavash

lavash

Lavash (já vi grafado como lavosh também, mas optei pela grafia da Wikipédia) é um pão típico da Armênia, bem fininho, feito com farinha de trigo e sem fermento. Pode ficar maleável ou fino e crocante, depende da espessura que você abrir da massa. Não sei muito sobre a sua origem e tampouco sobre a receita tradicional. O que sei é que essa receita saiu da timeline do meu amigo Claudio Rúbio no Facebook (com pequenas alterações minhas) e fez sucesso aqui em casa. E o bom é que não exige sova e é fácil de fazer. O ruim é que não rende muito e esse é o tipo de coisa que você começa a comer e não pára mais, acredite.

Em uma tigela misture 1 xícara (chá) de farinha de trigo, 1/3 xícara (chá) de farinha integral, 4 colheres de gergelim (metade comum e metade preto ou só de um tipo, você decide), 1 colher (chá) de sal (usei o moído na hora) e 1 colher (sopa) de alecrim seco. Em outra tigelinha misture 1/2 xícara (chá) de água, 1/4 xícara de (chá) de azeite (usei o de alecrim) e 1 colher (chá) de óleo de gergelim.

Depois, é só juntar os secos e a mistura líquida e amassar até obter uma mistura homogênea. Eu deixei na geladeira por 30 minutos para que a massa ficasse mais fácil de abrir. Para isso é só usar o rolo de macarrão em uma superfície ligeiramente enfarinhada (a massa não gruda com facilidade não). A dica é abrir fino para obter um pão bem estilo cracker. Eu cortei em retângulos e minha paciência sem limites (#sqn) não permitiu que todos tivessem o mesmo tamanho (shame on you, Fabiana!), mas tá valendo.

Para assar, coloque a massa cortada em uma assadeira com papel manteiga (ou silpat), pincele um pouquinho de azeite, salpique flor de sal (é opcional, tá?) e leve ao forno baixo preaquecido por 15 minutos ou até que estejam levemente dourados. Olho vivo nessa hora porque, quanto mais finos, mais rápido assarão! Para servir, optei por uma pasta de tofu com manjericão porque, bem… porque eu tô nessa de tofu agora, me deixem! :) Mas você pode servir com qualquer pastinha ou puro mesmo, porque ele é gostosinho pra dedéu.

***

O Vitor Hugo do Prato Fundo já fez Lavash também e deu toda a explicação histórica. Vitor arrasa, vai lá!

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Lagarto ao Molho de Cebola

Eu já contei aqui que lagarto é dos meus cortes favoritos, tanto pela versatilidade quanto pelo sabor. Em casa rola muito – com molho, em versão fria, salada, rosbife. Esse daqui eu fiz com molho de cebola, que orna muito com a carne e eu particularmente AMO pra comer com arroz fresquinho. Há quem faça com a sopa creme de cebola de pacotinho, mas eu juro pra você que nem dá tanto trabalho fazer seu próprio molho, caseirinho e sem o sódio do pacote.

Compre uma boa peça de lagarto, limpe-a bem, retirando a gordura e tempere com alho amassado, sal e molho inglês. Na panela de pressão, aqueça um fiozinho de óleo e coloque o lagarto. Sele a peça de todos os lados, até dourar. Junte um pouco de água fervente, o suficiente para cobrir metade da carne. Tampe, coloque em fogo médio e deixe cozinhar por uns 40 minutos ou até que a carne esteja macia ao espetar a pontinha da faca. Abra a panela e confira – se ainda não estiver macia, pode ser necessário acrescentar mais um pouco de água e deixar por mais alguns minutos. Note que a carne tem que estar cozida, mas não desmanchando, ok?

Quando a carne estiver cozida, retire-a da panela e deixe esfriar um pouco antes de cortar em fatias.

Reserve o molho que se formou. Se você fez tudo direitinho, vai ficar com um caldinho dourado, lindo de viver na panela. Retire-o e leve a panela de volta ao fogo. Junte uma colher de manteiga e um fio de óleo. Acrescente 2 cebolas cortadas em meia lua não muito finas. Deixe a cebola fritar até começar a caramelizar. Acrescente 1 colher sopa de farinha de trigo e deixe cozinhar junto com a cebola, mexendo até dourar. Faça um deglacê com 1/2 xícara de vinho branco e deixe evaporar um pouco. Agora, é hora de juntar aquele caldo do cozimento do lagarto, que estava reservado. Você pode coá-lo ou não, você decide. Mexa bem, tempere com sal, pimenta e a erva de sua preferência e cozinhe até engrossar.

Acomode as fatias de lagarto na travessa, regue com o molho de cebola e providencie um arroz branco bem fresquinho para acompanhar.

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Mini omelete assada

É omelete, mas servida assim fica muito mais fofinha. É só usar as forminhas de muffim, empada ou até as de cupcake e levar sua omelete linda para o forno.

Receita de omelete cada um tem a sua, certo? Eu usei 3 ovos caipiras, manjericão fresco, pimentão vermelho em cubinhos, pimenta calabresa, parmesão ralado, sal e bacon frito em cubinhos (basta dourá-los, descartar a gordura e utilizar). O truque é bater bem os ovos e acrescentar uma colherzinha de café de fermento em pó. Três ovos rendem 6 mini omeletes tamanho médio.

As forminhas precisam ser untadas – eu usei azeite e queijo ralado para isso – e não podem ser cheias até a boca porque a omelete cresce no forno. O forno deve ser médio, preaquecido e elas devem ficar lá uns 20, 30 minutos, até dourar e estar cozida por dentro.

Nem preciso dizer que omelete pode ser feita com seus ingredientes favoritos, né? Eu adoro tomate sem pele e sem semente em cubinhos e peito de peru, mas dá pra usar queijo minas, espinafre, escarola, calabresa… o que estiver de bobeira na sua geladeira.

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Panzanella | Salada de pão

Panzanella
Eu nem ia chamar de Panzanella porque pratos típicos sempre causam polêmica … “ah, mas falta isso” “a original não é assim” e por aí vai. Na verdade, Panzanella nada mais é do que uma salada italiana de pão dormido que aceita diversas versões com seus ingredientes favoritos. Eu ataquei com o que tinha na geladeira e, insubordinada que sou, usei um pão de forma integral que já estava batendo as botas na cesta de pão, mas a receita feita com pão italiano amanhecido (será que o certo é dormido ou amanhecido? rs) fica uma loucura.

O primeiro passo é tostar o pão. É só cortar em cubinhos, colocar em uma assadeira, regar com um pouco de azeite e sal moído na hora e levar ao forno para dourar ligeiramente. Quando o pão estiver frio, coloque em uma tigela e comece a acrescentar os demais ingredientes da sua salada de pão. Eu usei: tomate sweet, azeitona verde, manjericão, mussarela de búfala e pimenta biquinho. Depois é só temperar. Alho raspado, azeite, sal e pimenta e, no final, um splash ligeiro de suco de limão.

Pra comer na tigelinha, com uma taça de vinho ou uma IPA honesta.

***

Algumas comadres já falaram sobre a panzanella em seus blogs e a Letícia deu uma canja sobre a origem do prato, olha só…

Reza a lenda que ela foi criada pelo hábito dos camponeses de molharem o pão velho e seco (que era feito ou comprado apenas uma vez por semana) e de misturá-lo com as verduras encontradas na horta. Também há quem acredite que ela nasceu à bordo dos barcos pesqueiros, os marinheiros levariam pão duro, azeite e tomates e todos os ingredientes eram molhados com a água do mar, que temperava a salada.

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