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arroz & risotos Receitas

Risoto de parma e rúcula

A receita básica de risoto todo mundo já pegou aqui, néam? Então, aqui a finalização fica por conta do presunto parma, usado para forrar o prato em que o risoto foi servido, e das folhas de rúcula, muito frescas e muito verdes, coroando tudo.

Eu ainda terminei a obra de arte com um fio de azeite e pimenta do reino moída na hora, tudo já no momento de “atacar” o prato =)))

Eu adoro parma. E rúcula. E risoto :)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Rolê de frango com recheio de cenoura

Eu gosto de frango, mas a parte que menos curto é o peito, que acho sempre meio sem graça. Daí que eu vivo inventando maneiras diferentes para usar os filés – e dá-lhe molhinhos mil, cubinhos temperados e qualquer coisa que saia do lugar comum do grelhadinho básico. Dessa vez eu fui de versão rolê, que é fácil de fazer e aceita mil e uma substituições de recheio. Aqui eu usei cenoura raladinha, bacon (ó o tempo das vacas goooordas ai ó…rs) e uva passa, tudo temperadinho com sal, pimenta, cheiro verde e manjericão, mas poderia ser outra opção de legume + palmito, ou queijos (cottage ou ricota pra ficar nas versões light), embutidos (cubinhos de presunto defumado ficariam ótimos também), milho, azeitona, tomate seco, damasco… ah, tem um bocado de coisa que pode virar recheio desse rolê – o lance é dar uma vasculhada na geladeira e ver o que está dando mole e usar a criatividade.

Depois de feito o recheio, foi só abrir com cuidado os filés, recheá-los, enrolar e fechar com palitos de dente. Depois, sal e pimenta do reino moída na hora e direto para a panela já quente com um fio de azeite até que eles fritassem bem (porque frango anêmico ninguém merece). Cobri com um pouquinho de água, tampei a panela e deixei cozinhar até ficar macio. Já cozidos, tirei todos os palitos e, pra finalizar me deu vontade de colocar umas fatias de pimentão vermelho (que eu tinha pensado em botar no recheio e me passei). Pronto! Foi o tempo de esperar que eles cozinhassem e que o caldinho reduzisse e voilà!

Servi com aquele arroz novo fantástico da Ráris, o 7 grãos integrais, que é simplesmente delicioso e fiquei feliz à beça com a minha variação de filé + arroz. Fazer diferente, comadres – esse é o lance =)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Feijoada

Hoje foi dia de feijoada no meu cafofo. Dia de sol, véspera de feriado e consequentemente o dia mais apropriado para uma leseira pós-feijuca.

Minha receita de feijoada é clássica e mistura a experiência da família (todos como eu, loucos pelo prato) e os passos do restaurante Bolinha de São Paulo, famoso detentor do título de melhor feijoada do Brasil.

Para começar, feijoada que é feijoada não pode ser light. Isso non ecziste comadre. Se você quer uma versão menos calórica de uma feijoada pode cozinhar seu feijãozinho do dia-a-dia e incrementá-lo com um “algo mais”, o que fica bom claro, mas que – vamos combinar – não é feijoada.

Feijoada clássica leva pé de porco, orelha de porco, rabo de porco, língua, costelinha de porco, bacon, paio, carne seca, linguiça calabresa e lombo de porco. Obviamente você pode ter uma boa feijoada tirando um ou outro ingrediente (eu mesma quase nunca coloco lombo) mas a essência desse prato está mesmo nessa mistura mega ultra calórica. Porém com alguns truques você pode fazer com que sua feijuca não se torne aquele prato gordurento que você come e tem vontade de ir para a cama – porque seu corpo usa toda e qualquer energia para processar a quantidade imensa de calorias ingerida.

Um truque que eu uso é cozinhar as carnes junto com laranjas cortadas em duas metades com casca e tudo (eu tiro as sementinhas para que elas não se percam no meio do feijão e apareçam mais tarde na boca de um convidado e a quantidade de laranja varia de acordo com a de feijoada). A função da laranja é justamente absorver um pouco da gordura, deixando assim o prato um pouco mais leve. Também durante o cozimento é essencial que você vá retirando a gordura que vai subindo à superfície da panela com uma escumadeira. Você pode não botar muita fé mas a verdade é que isso faz toda diferença.

Então, minha receita não tem lá uma medida muito rígida mas eu procuro levar em conta a quantidade de pessoas que serão servidas e nunca esquecer que, feijoada não é só esse monte de carnes, feijoada também ter que ter … feijão! e ele não pode nunca desaparecer na cumbuca, nem derreter com o cozimento excessivo – ele é estrela do prato! Para isso é muito importante seguir a ordem do cozimento das carnes dessa forma:

Primeiro você cozinha as peças mais duras – pé, orelha e a carne seca (obviamente as peças que forem salgadas já devem ter ficado de molho em água por pelo menos umas 12 horas tomando o cuidado de trocar algumas vezes essa água). Depois a costela, o rabo e a língua e por último a linguiça, o paio e o lombo.

Em uma panela à parte eu frito o bacon cortado em pedaços médios (se você deixá-lo muito pequeno ele vai sumir na fritura) e na gordura que ele mesmo solta eu douro a cebola e o alho em quantidades generosas (só sei cozinhasr assim) e várias folhinhas de louro (eu gosto de adicioná-lo nesse momento da fritura e depois colocar outras folhas diretamente na panela do feijão também).
Depois de tudo bem douradinho (nesse momento sua cozinha vai estar muuuuito cheirosa!) joga isso na panelona da feijuca, retira as laranjas, acerta o sal (se necessário, pois as carnes mesmo dessalgadas ainda mantêm um tanto de sal), bota uma pimentinha… e aí são algumas horas no fogo médio. Nada de panela de pressão! A feijoada boa é cozida assim, sem pressa e em fogo brando. A minha ontem levou cerca de três horas para ficar no ponto, com as carnes bem macias mas sem desmanchar.

Para acompanhar, a boa e velha couve cortada bem fininha (disso eu não abro mão!) e abafadinha no alho muito bem douradinho; um arroz branco bem soltinho, farinha de mandioca torrada (há quem prefira fazer uma farofa – eu particularmente acho que não carece) e laranja descascada e servida em pedaços. Algumas pessoas também costumam servir a feijoada com torresmos, o que eu aprovo totalmente – torresmo, feijoada e cerveja compõem a santíssima trindade pra mim :)

Pronto, tá aí a receita do meu prato preferido e, com certeza, minha especialidade mais famosa entre os amigos.

E não é que esse post me deu uma baita fome? E eu acabo de me lembrar que ainda tem um bocadinho de feijuca lá no fogão. Sendo assim…. acho que vou para o segundo turno! ;-)

* post orginalmente publicado no blog Rainhas do Lar

(crédito da imagem: GettyImages)

Receitas sopas, caldos & cremes

Sopinha de risoni, frango e legumes

Tá quente, tá frio, tá super quente, tá congelante… O tempo aqui em São Paulo virou uma verdadeira incógnita e anda oscilando mais do que o meu humor (se é que algo pode oscilar mais do que ele, rá!). Dia desses esfriou novamente e tudo que eu precisava era de comfort food, porque … bem, os dias não tem sido nada fáceis por aqui. Juntei a fome e a vontade de comer ou, o frio e a carência de algo quentinho e aconhegante e, claro, me joguei numa sopinha, daquelas da categoria que mais gosto: ligeiras e substanciosas.

Eu tinha cubinhos de frango temperados, que coloquei na panela com azeite e dourei, dourei e dourei. Juntei alho, cebola, dourei um pouco mais, coloquei cenoura, mandioquinha e batata em cubinhos, juntei água, louro, sal e pimenta e cozinhei até que os legumes estivessem macios. Acrescentei um punhado de risoni (esse macarrãozinho em formato de arroz) e alho poró picadinho. Foi o tempo do risoni cozinhar (jogo rapidíssimo) e estava pronta a sopinha, na qual eu só fiz juntar um punhadinho de salsinha picada.

Já no prato, queijinho ralado e pimenta moída na hora, um copo de vinho (que eu sou filha de Deus) e pão… pra comer na frente da tv, depois de um banho bem quentinho e rezando por um dia seguinte mais calmo. Amém!


(olha o risoni aí!)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Yakisoba misto

Nada como aperfeiçoar uma coisa que já era boa, até porque estamos sempre aprendendo coisas novas, certo? Foi o que aconteceu com o meu yakisoba depois que passei a fazer o seu molho separado.

O processo é basicamente o mesmo – cozinhar os legumes no vapor (eu cozinhei assim apenas a vagem e o brócolis), fritar o filé mignon (e aqui usei também cubos de peito de frango e por isso, misto) no óleo de gergelim e depois ir adicionando aos poucos os legumes (eu ainda coloquei também cogumelo Paris fresco). Depois de tudo cozido (al dente, sempre!), é só reservar essa mistura e levar o macarrão (próprio para yakisoba) já cozido para fritar na mesma frigideira, wok ou grill. Já falei né? O segredo do yakisoba é fritar o macarrão!

Pois bem, até aí tudo igual à receita que eu já postei aqui. De diferente, apenas o fato de que, ao final, quando macarrão e legumes já estão misturados, acrescentei um molho preparado com caldo de carne (eu usei um restinho de um caldo caseiro que eu tinha, mas pode ser o tablete e também pode ser de frango), shoyu e um tiquinho de maizena diluída em água. O resultado é um creme espesso e brilhante, que você acrescenta ao prato por último de tudo, mistura bem e serve. Fica perfeito – cremoso mas sem cara de mingau de shoyu (urgh!), manja? O creme dá brilho e, como ele já é salgado, deixe para finalizar o tempero (sal e pimenta) apenas depois de incorporá-lo, ok?

Eu adorei esse jeito novo de fazer yakisoba =)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Bife de chorizo com manteiga de ervas

A última receita que eu devia do jantar Perdigão, na verdade não é nem uma receita, é só mesmo um modus operandi muito, muito simples.

O chorizo é um corte argentino do nosso bom e velho contra filé (carnívoros e churrasqueiros, corrijam-me se eu estiver errada, please – bifes em geral não são lá o meu forte), geralmente servido em postas grossas. Eu gosto um pouco mais fino, mas aí é por conta do freguês.

A parada toda se resume apenas em selar a carne, temperada com sal grosso e pimenta do reino moída na hora (apenas no momento de ir para o fogo), em grelha bem quente. Sela de um lado, vira e sela do outro, no ponto desejado – eu gosto ao ponto mais para o mal passado mas aí, de novo, é cada qual com seu cada um.

A manteiga de ervas eu já ensinei aqui e ela é um trucão perfeito para se ter no freezer, viu? Já no prato, ela vai em rodelinhas por cima do bife quente, e vai derretendo e emprestando ainda mais sabor à carne. Uma manteiga temperada dá outra cara para os seus grelhados, vai por mim :)

***

Pronto! Mais um post que saiu do “limbo”! Agora, é só acelerar aqui os outros 765 que estão pendentes =))))

Ufa.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Papilote de atum ao estilo thai

Tem dias que pedem uma comidinha mais bacana, mas isso não quer dizer que tem que ser um prato complicado, pelo contrário. Um bom exemplo disso é esse papilote que eu fiz em um dia que precisava fazer um agrado pra mim mesma, sabe como é? Só que eu também ando brigando com o tempo e por isso não tive dúvidas e me joguei no papilote, que é bacanérrimo quando você quer um prato assim mais glam mas também não pode ficar lá, colada no fogão.

O esquema papilote é super simples – tudo no alumínio (ou papel manteiga), fecha, bota no forno e em pouco tempo você tem um prato cool, saboroso e que não sujou sequer uma panela. É ou não é lindo?

Para fazer meu papilote usei uma posta de atum e dei a ele uma carinha thai juntando: 2 rodelas de limão, 1 colher de sopa bem cheia de gengibre ralado, 1 colher sopa de curry, sal e pimenta moídos na hora, um fiozinho de azeite e um pouco de leite de côco. Como eu ainda tinha um alho poró entrando no sacrifício na geladeira, o fatiei em rodelas e juntei por cima do peixe. Fechei o alumínio como um pacotinho (importante fechar bem as pontas para não perder o caldinho que se forma dentro dele) e levei ao forno médio pré-aquecido por uns 20 minutos. Abri o alumínio e deixei mais uns 10 minutos, que foi o tempo de preparar um arroz branco fresquinho e sentir o perfume do peixe invadindo a cozinha.

O resultado foi um peixe super leve e aromático, perfeito para me fazer o agradinho que eu precisava naquele momento, mas que também faria muito bonito em um almoço ou jantar para a família ou amigos. O contraste do azedinho do limão, o docinho de leite de côco e o toque de gengibre e curry me fizeram muuuito feliz, e meu único arrependimento (se é que ele existe) foi não ter feito um arroz de jasmim ao invés do comum. Bem, mas aí também já ia ser o loosho dos looshos, néam? ;)

E ah! Não seja boba e não desperdice o caldinho d.e.l.i.c.i.o.s.o que se forma no papilote, viu? No final de tudo, ele por cima do arroz quentinho… ah, coisa de louco comadre, de louco.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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