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Costela à moda da Faby

Convide a mãe e a sogra para almoçarem na sua casa no sábado, compre duas caixas de cerveja, prepare uma bela costela assada, um arroz branco, uma generosa porção de mandioca cozida salpicada de alho na manteiga, uma salada de agrião e garanta um almoço delicioso e divertido, que começa ao meio dia e termina as 9 da noite :-)

Na Costela da Faby vai vinho branco (ou tinto), um bouquet garni com louro, alecrim e salsa, alho amassado com casca e tudo, cebolas em pétalas, molho inglês, sal grosso e pimenta na marinada…vai tudo para dentro de saco para assar no forno umas 3 horas… sai do saco, doura com cebolas cortadas em quatro e alhos inteiros esmagados com casca.

detalhe: eu tempero a costela de véspera :)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Bolo de carne com recheio muito louco

Em homenagem a minha amiga Cris, aquela que dá cartas muito loucas, inspirada no menu de aniversário do Samuca e, levando em frente minha mais recente mania de colocar mais vegetais na nossa mesa, aqui está meu bolo de carne do almoço de hoje.

O que tem nele? Para a “massa”, patinho moído, um pacote de sopa de cebola, alho amassado, pimenta moída branca, um ovo, farinha de rosca e margarina. No recheio, um refogado de cenoura ralada, vagem, pimentão, ovos cozidos picados, cebola, azeitonas verdes, ervilha e uva passa branca, tudo temperado na manteiga, sal e um mix de ervas que eu compro no Mercadão, chama-se Tempero Italiano, que leva manjericão, orégano, alecrim e pimenta calabresa e fica perfeito em refogados desse tipo.

O resto é aquilo tudo que você já está careca de saber: Massa + recheio, tudo enroladinho, bezuntado com manteiga, enrolado no papel alumínio, direto para o forno até cozinhar. Depois de cozido é hora de arrancar fora o papel alumínio, salpicar parmesão ralado e deixar dourar.

O segredo de um bolo de carne bacana é não deixá-lo seco, esturricado e é aí que entra a manteiga, que vai justamente garantir que o bolo fique firme mas não resseque. Usada por fora, ajuda a não deixar que o papel alumínio grude no bolo na hora de assar.

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Ah… Porque o recheio é muito louco? Bem, louco louco mesmo ele não é, mas esse título não ficou ótemo Cris? ;-)

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Mignon recheado com legumes ou O post sem começo e sem fim

Esse é aquele tipo de post que não era pra sair, sabe? É aquele post encrencado, travado, que a foto fica lá largada e esquecida em um diretório errado… é, tem dessas coisas no mundo blog também.

Aqui a estória deu toda errada. Comecei a fotografar o passo a passo na câmera menorzinha, pois a outra estava sem bateria. Fotografei tudo, como abrir a peça de filé mignon, como rechear, como fechar com os palitos, como fritá-la, enfim, tudo muito lindo… até que a bateria dessa máquina também acabou. Troquei de máquina, que já tinha um dentinho só de bateria carregada, e fiz essa foto. Deixei cozinhando, e quando estava pronto para servir voltei a fotografar mas estava sem bateria de novo. Voltei para máquina pequena, que também já tinha um dentinho de bateria, e fotografei rapidinho o filé mignon fatiado. Ufa! Viu como a gente sofre para produzir posts com passo-a-passo pra vocês? :)

Okey, aparentemente estava tudo certo e o post ia ser lindo. Pois é, ia… se eu não tivesse, tempos depois, apagado sem querer a memória da máquina pequena… todo um lindo passo-a-passo perdido e eu crente que estava tudo bem pois, na minha cabeça, já tinha baixado as fotos para o computador. Não, não tinha (muita raiva nessa hora) :(((((

Outro dia, organizando umas fotos no notebook, encontrei essa daqui, sozinha, sem eira nem beira e lembrei das outras que haviam se perdido por conta da minha topeirice e também do quanto esse mignon tinha ficado delicioso. Achei um desperdício e aqui estou, contando essa estória insana e dando a receita, ainda que sem uma foto digna para ilustrar um prato tão gostoso. C’est la vie…

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Para fazer o mignon recheado, basta ter em mãos uma boa peça da carne (sem aquela ponta mais fina do mignon), que você deve cortar com cuidado, abrindo-a para formar uma espécie de manta, que será temperada na hora com sal e pimenta do reino. Depois o resto é com a sua imaginação – eu usei cenoura cortada em palitos finos, vagem, aspargos e cebola, em lâminas finas também. Acrescentei um bom punhado de ervas frescas, juntei mais um bocadinho de sal, um fiozinho de azeite por cima dos legumes e só. Enrolei com cuidado a carne, como se fosse fazer um rocambole e fechei-a com palitos de dente, meio que “costurando” a parte onde ela terminava.

O restante é ainda mais simples: levar o filé já recheado a uma panela bem quente com um pouco de azeite e fritá-lo muito bem, pingando um pouco de água se necessário durante o processo. Eu ainda juntei bastante cebola, uns dentes de alho amassados e um pouco de shoyu. Cobri com um pouquinho de água (não precisa ser tanta porque o mignon cozinha rápido) e deixei na panela até que os legumes estivessem macios. Retirei a carne da panela e reservei para deixar esfriar e poder retirar os palitos e fatiar. No caldo que sobrou da panela somei mais água, um pouquinho de iogurte, acertei o tempero, deixei engrossar e finalizei com bastante salsinha fresca picada – estava pronto um molho para servir por cima da carne.

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Só digo que é uma pena não ter a foto dele fatiado, porque ó… ficou dos deuses, acredite :)

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Leque de batata com calabresa e pimentão

Lá em casa nós somos doidos por batata e, se não sou eu pra dar uma segurada no freio, pintava batata todo dia na nossa mesa.
Minha versão favorita é de forno, com casca e tudo, ervas, azeite e sal grosso – que você só bota na assadeira e joga no forno – trabalho zero e imbatível como acompanhamento de carnes.

Só que… né? Eu estava a fim de dar uma variada… e tinha uma sobrinha de calabresa do risoto (tão bem cortada pela minha amiga Clau… cof, cof) e aí eu lembrei do leque de beringela… oras, se tem leque de beringela, por que não de batata? E assim foi.

Descasquei a batata porque ela estava meio feinha, machucadinha, mas se você não quiser nem precisa descascar… basta lavar bem com escovinha e pronto – casca de batata é uma coisa muito da boa, acreditem. Depois de descascada (crua hein minha gente?), fiz nela uns cortes onde ia colocar o “recheio”… com cuidado, com a faca afiada, mas sem chegar até o fim. Em cada corte coloquei alternadamente lâminas de cebola, de pimentão vermelho e a tal calabresa que já estava cortada em cubinhos milimétricos (nééé Clau?), mas cortá-la em rodelas também serviria numa boa. O lance é só ir colocando delicadamente o recheio, que pode ser uma infinidade de coisas – legumes mil, embutidos, aquele atum raladinho…

Depois, acomodei minhas batatas já gordinhas e recheadas em uma refratária coberta com molho de tomate, tomate cereja, cebola e orégano, pra fazer uma “caminha” para a batata não grudar e depois ainda fornecer um molhinho, que ficará na travessa. Reguei com bastante azeite, moí pimenta do reino e sal em cada uma delas, cobri com papel alumínio e levei ao forno pré-aquecido até que ela estivesse macia – o tempo vai depender do forno, do tamanho da batata, enfim… mas é só você dar uma espetadinha com a faca, se estiver macia, tá pronto.

Tive ainda uma intenção malígna de salpicar parmesão ralado logo depois de tirar o alumínio, só para dar aquela leve douradinha, mas minha fome não permitiu tal firula e eu fui logo atacando a batata daquele jeitinho mesmo. Se a comadre porém resolver reproduzir essa ideia (porque isso nem pode ser considerado receita, né?) em casa, seja menos gulosa do que eu e finalize com o queijo, tá?

Ah! Esse é um delicioso prato único que não carece de praticamente mais nada para acompanhar, mas se a comadre quiser fazer uma saladinha, okey. Agora, bom mesmo vai ser se tiver um bom vinho tinto pra acompanhar… Ah, aí vai ser lindo, garanto :)

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dica: faça os cortes espaçados – eu comecei com cortes bem próximos (como na foto 1) e depois não consegui rechear sem quebrar a batata.

*post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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Bife de chorizo com manteiga de ervas

A última receita que eu devia do jantar Perdigão, na verdade não é nem uma receita, é só mesmo um modus operandi muito, muito simples.

O chorizo é um corte argentino do nosso bom e velho contra filé (carnívoros e churrasqueiros, corrijam-me se eu estiver errada, please – bifes em geral não são lá o meu forte), geralmente servido em postas grossas. Eu gosto um pouco mais fino, mas aí é por conta do freguês.

A parada toda se resume apenas em selar a carne, temperada com sal grosso e pimenta do reino moída na hora (apenas no momento de ir para o fogo), em grelha bem quente. Sela de um lado, vira e sela do outro, no ponto desejado – eu gosto ao ponto mais para o mal passado mas aí, de novo, é cada qual com seu cada um.

A manteiga de ervas eu já ensinei aqui e ela é um trucão perfeito para se ter no freezer, viu? Já no prato, ela vai em rodelinhas por cima do bife quente, e vai derretendo e emprestando ainda mais sabor à carne. Uma manteiga temperada dá outra cara para os seus grelhados, vai por mim :)

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Pronto! Mais um post que saiu do “limbo”! Agora, é só acelerar aqui os outros 765 que estão pendentes =))))

Ufa.

* post originalmente publicado no blog Rainhas do Lar

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